terça-feira, 30 de agosto de 2011

Safra recorde em Guiné Bissau

Guiné-Bissau vai exportar este ano 174 mil toneladas de castanha, um recorde do principal produto do país e que deverá render 226 milhões de dólares, segundo a Comissão Nacional do Caju (CNC).
“No preço de exportação conseguimos atingir 1600 dólares por tonelada, embora a média esteja nos 1300 dólares”, disse o presidente da CNC, sublinhando que no ano passado Guiné-Bissau exportou 122 mil toneladas, um pouco mais em 2009, chegando às 135 mil toneladas, e não passando das 109 mil em 2008.
Na base do sucesso da presente safra estiveram os preços elevados, a fraca produção de outros países e a instabilidade na Costa do Marfim, o maior produtor de África.
A importância de um bom ano é fundamental para a Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo e cuja economia assenta essencialmente na castanha do caju. Por falta de capacidade e de investimentos no setor, a Guiné-Bissau exporta quase toda a castanha de caju in natura, já que nem 15% consegue processar.
Em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa, André Nanque disse que o país vai arrecadar este ano 14 milhões de dólares só em receitas alfandegárias com a exportação de caju, e que até dezembro deverá ter o Instituto Nacional do Caju. (macauhub)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Castanha de caju

O especialista em agronegócios, Luiz Gonzaga da Costa, da Conab, apresentará no próximo dia dia 30 (quarta-feira), no auditório da Conab, em Natal (RN), trabalho de pesquisa, referente à conclusão do curso de pós-graduação em agronegócio, abordando a castanha-de-caju in natura.

domingo, 28 de agosto de 2011

Grupo Nutrimarcas entra no mercado de polpa de frutas e suco de caju

O Grupo Nutrimarcas adquiriu em 2010 duas fábricas, uma em Mossoró, Rio Grande do Norte,e outra no interior de São Paulo para entrar no mercado de sucos prontos e polpas de frutas. O grupo conta atualmente com 22 produtos que começam a ser distribuídos nacionalmente a partir deste mês de agosto.
Vendido primeiramente no nordeste brasileiro, os sucos Apse Fruit acabaram de chegar ao mercado do sul e sudeste. Encontrado nos sabores: Uva, Laranja, Pêssego, Manga, Maracujá e Caju os sucos são vendidos em embalagens Tetra Park, que além de manter os benefícios da fruta não necessitam de conservantes, deixando o produto mais saudável.
Os sucos Fruta Pura são prontos para diluir e consumir. Feitos com frutas do Nordeste, colhidas do pé e processadas em uma das maiores empresas da região, a Fazenda Maisa. Cada embalagem pode render até 5 litros de suco e é encontrada nos sabores: Caju, Manga, Abacaxi, Maracujá, Acerola e Goiaba. Os sucos Fruta Pura também foram distribuídos primeiramente no Nordeste e agora podem ser encontrados nos grandes varejistas do sul e sudeste.
Criado em 2010 pelos fundadores e atuais acionistas da Gtex Brasil, tradicional fabricante de produtos de limpeza e higiene, o grupo possui duas fábricas de produção de sucos e polpas de frutas, uma em Mossoró (Rio Grande do Norte) e a outra no interior de São Paulo. Entre os produtos estão os de sucos prontos para beber Apsel Fruit e Vantel, os sucos concentrados Fruta Pura, e com o revitalizante energético Guaravantel.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Caju potiguar

A indústria da castanha de caju no Rio Grande do Norte comemora a comercialização de seus produtos para a Europa. A empresa francesa Bio Sourcing confirmou a importação de 20 toneladas de castanhas orgânicas de três empresas potiguares. A produção das castanhas é uma das várias atividades econômicas desenvolvidas no interior do Estado, com destaque para Assu, Apodi e Serra do Mel.

domingo, 21 de agosto de 2011

Castanha é destaque

A castanha de caju continua como um dos destaques na pauta de exportações cearenses, tendo participado com 14,3% das vendas em 2010. Nesse ano, de toda castanha de caju exportada pelo Ceará, 59,7% teve como destino o mercado norte americano. Em termos globais, a castanha de caju participou com 28,9% das vendas cearenses para os americanos, totalizando o valor exportado de US$ 108,7 milhões.

sábado, 20 de agosto de 2011

Produção associada ao turismo

Belo exemplo de produção associada ao turismo é o Inhepoan Produtos Artesanais, em Pirangi do Norte (Natal - RN), bem perto do cajueiro. Produz castanha natural, com sal, com leite, com chocolate e com rapadura, além de caju passa (caju seco). Faz ainda cachaça com cajuína, licor de caju, cajuína e cajubaxi (cajuína com abacaxi). A estrutura de aproveitamento da castanha é bem interessante e o local deveria abrir ao público, para visita, degustação e vendas.(Tribuna do Norte)

domingo, 14 de agosto de 2011

Guiné Bissau

A economia da Guiné-Bissau deve crescer este ano 4,3%, resultado da exportação do caju, principal produto comercial do país, e da construção de importantes infraestruturas, disse a ministra da Economia e Plano, Helena Embaló.
"Segundo as nossas previsões, este ano teremos um crescimento de 4,3 por cento na nossa economia, um crescimento impulsionado por vários setores de atividades nomeadamente a exportação da castanha do caju, a construção de infraestruturas novas no país e melhores telecomunicações", observou Helena Embaló.
Para a ministra da Economia guineense, um crescimento na ordem de 4,3 por cento "é bom" mas o país tem capacidades para atingir outros números. Dados do Governo e da Camara do Comércio apontam para que o país este ano baterá o recorde na exportação de castanha do caju, podendo exportar cerca de 170 mil toneladas do caju em bruto.
"Podemos crescer mais porque o país tem recursos e capacidades para isso, mas para já o Governo está satisfeito com os resultados atuais", indicou Helena Embaló, salientando que os parceiros do país elogiam a atual performance da economia guineense, embora esperem mais.

sábado, 6 de agosto de 2011

Caju do Piauí

A chegada do caju do Piauí, já nas ruas e feiras, indica que a safra de 2011/2012 poderá ser uma das melhores dos últimos anos. Bom também para a indústria da castanha que vem importando a amêndoa da África, para atender às suas necessidades.(Tribuna do Norte)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Alternativas de alimentação energética para abelhas sem ferrão

O fornecimento de alimento durante a entressafra é imprescindível para o desenvolvimento e sobrevivência das colônias de abelha sem ferrão e aumentar a produção de mel nesse período. A Embrapa Meio-Norte (Teresina/PI), por meio do Núcleo de Pesquisas com Abelhas, desenvolveu experimentos visando avaliar a utilização de alimentos energéticos para abelhas sem ferrão que pudessem ser fornecidos em substituição ao xarope de açúcar. A pesquisadora Fábia de Mello Pereira, entrevistada do programa Prosa Rural desta semana, fala sobre o uso dos sucos de caju e manga como alternativa para esta alimentação.
De acordo com Fábia, avaliou-se em colônias de jandaira (Melipona subnitida) e de uruçu (Melipona scutellaris), o suco de caju (Anacardium occidentale) e o suco de manga (Mangifera indica) como alternativa de alimentação em substituição ao xarope. "O desenvolvimento de cria e de alimentos nas colônias foi acompanhado a cada 28 dias. Verificou-se melhor desempenho das colônias alimentadas com xarope, entretanto, os sucos demonstraram ser uma ótima alternativa para alimentação de abelhas sem ferrão", informa.
Segundo ela, Dessa forma, há o benefício econômico e mesmo ecológico, uma vez que essas abelhas são nativas e responsáveis pela polinização de várias espécies vegetais. Ela justifica que por se tratar de alimentos facilmente encontrados no Nordeste (caju e manga), essa tecnologia pode ser aplicada pelo pequeno produtor sem maiores dificuldades.
Saiba mais sobre este assunto ouvindo o Prosa Rural, o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.