quarta-feira, 29 de junho de 2011

Deputado quer pólo de caju no ES

O deputado Atayde Armani (ES) solicitou à secretaria de Agricultura a criação de um pólo de caju no Espírito Santo. Por meio de correspondência ao secretário Enio Bergoli, encaminhada nesta segunda-feira (27), o deputado destacou o potencial econômico da fruta. Para Atayde, o caju possui uma ampla aceitação comercial e um hábito de consumo bastante popular, sendo in natura, em feiras livres, ou mesmo industrializados, vendidos em forma de suco ou polpa em supermercados, o que oferece boas condições para a produção industrial da fruta no Estado.
"A partir da instalação desse pólo, cremos, haveria o incentivo às agroindústrias regionais e à produção industrial da polpa de fruta para as indústrias de sucos, dentro e fora do Estado, e o beneficiamento de seus derivados, contribuindo ainda para a permanência do homem no campo" - destacou o deputado.
O desenvolvimento da economia agrícola também foi ressaltado por Atayde Armani. Segundo ele, além da criação de um pólo e o estímulo à produção, seria possível oferecer mais alternativas viáveis de geração de emprego e renda no setor rural.
No dia sete de junho, o gerente de Fruticultura da secretaria de Agricultura (Seag), Dalmo Nogueira da Silva, apresentou na reunião da Comissão de Agricultura, um panorama da fruticultura capixaba. Ao comprovar os benefícios do trabalho desenvolvido pela gerência, Atayde afirmou que Espírito Santo pode seguir o exemplo do modelo da região nordeste: "O suco de caju é um dos mais vendidos e consumidos na região sudeste, e a produção - toda - está praticamente no Nordeste, e aqui, nós não temos praticamente nenhuma produção" - destacou Atayde na ocasião.

domingo, 26 de junho de 2011

Audiência pública sobre cajucultura

O deputado estadual Manuel Duca, o Duquinha, do PRB do Ceará, será o comandante da audiência pública que a Assembleia Legislativa do Estado fará no dia primeiro de julho próximo, uma sexta feira, no Município de Itapipoca na região norte do Ceará. A audiência pretende reunir dezenas de autoridades que tratam de um dos mais importantes e rentáveis produtos da agricultura cearense. A castanha de caju é o segundo mais importante produto agrícola de exportação do Ceará e está em crise, com o envelhecimento do cajueiral e as frustrações de safras que se multiplicam desde 2008.
Segundo o deputado Duquinha, a audiência pública tratará com produtores, autoridades de crédito, deputados, Secretaria de Agricultura do Estado, DNOCS e outros órgãos envolvidos com a cajucultura da revitalização do segmento.
“Hoje existem 400 mil hectares de cajueiros plantados no Ceará e não há uma linha de crédito oficial, formal para o caju, enquanto a Bahia tem 140 mil hectares de cacau e uma grande linha de crédito para o setor”, exemplifica o deputado. “E mais, as pessoas terão oportunidade de saber que do caju, no Ceará, estão sendo produzidos perfumes e cosméticos a partir da folha do cajueiro, sem falar em doces, licores, carnes para hambúrgueres e dezenas de outros bens de consumo”, argumenta.
A audiência pública durará toda a manhã da sexta feira.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Terceira pior colheita nos últimos 20 anos

A safra de castanha de caju do Ceará, em 2010, foi a terceira pior dos últimos 20 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com 2009, a produção total de 39.596 toneladas (t) foi 62,8% inferior. Em razão de secas maiores, as duas menores safras desse período foram as de 1993 (22.427 t) e 1998 (13.657 t). Para este ano, a previsão é de uma colheita de 164,8 t de castanha. Caso se confirme, será a maior desde 1990, perdendo apenas para a safra recorde de 2006 (130,5 mil t).
O Ceará continua sendo o maior produtor e exportador de castanha de caju do Brasil. Quase 100% do parque industrial brasileiro para o processamento da castanha está situado no Estado que conta com oito indústrias. Depois do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte são os maiores produtores do País. Em território cearense essa indústria gera em torno de 10 mil empregos, sem contar outros milhares ofertados em cooperativas e prestadores de serviços. No campo, emprega mais de 150 mil pessoas no período da safra, entre setembro/outubro de um ano e fevereiro/março do ano seguinte.
Num mercado que antes era dominado pelos indianos, os brasileiros já são reconhecidos nos reports comerciais- publicações diárias das trades como grandes compradores de castanha africana..(Jornal O Povo)

Produto vai abastecer setor até agosto

Sobre o momento atual, o presidente do Sindicaju, Lúcio Carneiro, explica que a questão é complexa e envolve vários fatores. Destaca que as empresas fizeram planejamentos distintos até se concretizar o negócio da importação da África autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
"Estou olhando o próximo ciclo. Esses navios que estão chegando são para emendar com a safra do Piauí que entra em setembro", completa, enfatizando que a castanha que está chegando é para abastecer o parque industrial em junho, julho e agosto. Confirma que quando a nova safra tiver início, vai haver um novo ciclo de admissões e a prioridade é admitir as pessoas que têm qualificação e experiência no setor.
Afirma que várias companhias nesse período ficaram só com pessoal para manutenção e torrefação (da amêndoa crua em estoque) para atender as marcas destinadas ao mercado interno. O presidente do Sindicaju comenta que quem tinha muitas vendas de outubro do ano passado até abril deste ano rodou com a capacidade máxima para atender aos pedidos. "Mas quem tinha menos venda e diante da safra pequena pode reduzir lá atrás, porque ele ia vender de acordo com o que produzisse", observa.(Fonte: Jornal O Povo)

Crise na cajucultura (3)

A indústria de castanha está importando a matéria-prima da África. Mas é preciso que os governos e a iniciativa privada se empenhem para que a cajucultura continue gerando os milhares de empregos e renda que gera todos os anos.

A entrada do Brasil no negócio mundial da compra da castanha de caju e a assinatura de um protocolo de intenções para promover o setor em todo o mundo são considerados um marco pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Beneficiamento da Castanha de Caju do Ceará (Sindicaju), Lúcio Carneiro.
“Nós éramos uma indústria regional exportadora. Agora as regras do jogo mudaram. Nós somos de fato um setor que está tendo uma abrangência muito maior porque a gente já começa a atuar num outro palco que é o da exportação, da importação e da celebração de contratos internacionais com repercussão e alcance impensável”, disse Lúcio Carneiro.

Assinado no dia 21 de maio de 2011, o protocolo de intenções visa a promoção do setor de castanha de caju para a preservação do meio ambiente e a manutenção de 20 milhões de empregos em mais de 20 países produtores no mundo. Há ainda estudos medicinais mostrando os benefícios da castanha de caju para a saúde, estudos científicos para a prevenção de doenças, em especial as doenças cardiovasculares.
Dois pontos importantes do acordo são o apoio à produção mundial da castanha de caju e um estudo de mercado visando um equilíbrio entre a oferta e a demanda global.
O documento foi assinado entre o Sindicaju, a FAO, o INC, associações de países produtores, exportadores Associação dos Exportadores de Castanha de Caju da Índia, Associação dos Processadores e Exportadores de Castanha de Caju do Vietnã e duas principais multinacionais compradoras e consumidoras de castanha de caju no mundo. A Kraft Foods, nos Estados Unidos, e a Intersnack, na Holanda.
Durante a reunião para assinatura do acordo, o Sindicaju anunciou a presença das empresas brasileiras em caráter definitivo como compradoras da safra africana. Isso porque também estava presente a Associação Africana (African Cashew Inciative), formada a partir de doações e suporte da Fundação Bill Gattes.
A divulgação dos estudos e pesquisas em publicações científicas, congressos e outros eventos vão contribuir para a elevação do consumo da castanha de caju. Foi isso que ocorreu, por exemplo, com a amêndoa (almond) que é a mais consumida no mundo hoje graças ao destaque apresentado em dietas benefícas como a Mediterrânea. O protocolo vai procurar replicar o modelo de sucesso que foi desenvolvido em setores de nozes na Califórnia (EUA) e Austrália e que trouxeram benefícios para as nozes cultivadas naqueles países.
A amêndoa da castanha de caju é a segunda mais consumida no mundo, numa cesta de dez amêndoas, como pistache, castanha do Pará, avelã,noz macadâmia e amendoim, dentre outras.


De acordo com o presidente do Sindicaju, com a assinatura desse protocolo, a castanha de caju passa a receber um tratamento com visão global focando no meio ambiente, na empregabilidade, na importância social, nos benefícios que esta amêndoa promove para a saúde humana, para a prevenção de doenças.
O protocolo também prevê um equilíbrio entre a oferta e a procura mundial, daí a importância da participação das entidades representativas dos maiores produtores Índia, Vietnã e Brasil e também dos maiores consumidores mundiais, além dos maiores organismos normativos e reguladores, como a FAO, que lida com segurança alimentar.
O presidente do Sindicaju diz que no ambiente brasileiro continuam as preocupações com a carga fiscal (impostos), a burocrácia, e o câmbio apreciado que vão continuar sendo os grandes inimigos.
“Mas, apesar de tudo isso, a iniciativa privada está fazendo a sua parte”, completa Carneiro, acrescentando que o protocolo cria três comitês científicos e um deles será no Brasil, em São Paulo. (Fonte: Artumira Dutra, Jornal O Povo)

Crise na cajucultura (2)

O  presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Processamento de Castanha de Caju, Pedro Valmir Couto, diz que a esperança são as importações de castanha da África, que ainda não chegaram às fábricas, e a nova safra, prevista para setembro. Conta que na homologação das demissões, o sindicato faz uma espécie de “acordo de cavalheiros” para que ao retomarem as contratações, as indústrias optem pelas trabalhadoras demitidas que têm experiência e um perfil difícil de empregar: falta de qualificação e idade acima dos 40 anos. Quase todas ganham salário mínimo, R$ 545.
 O presidente do Sindicato das Indústrias de Beneficiamento da Castanha de Caju do Ceará (Sindicaju), Lúcio Carneiro, admite que o número de demissões foi grande. Destaca as importações da África, que vão se intensificar, devem atenuar o problema e antecipar a solução que virá com o início da nova safra. Iracema, Resibras, Amêndoas do Brasil e Usibras são algumas das compradoras da safra africana.
Carneiro diz que, eventualmente, outras empresas interessadas em importar poderão fazê-lo através da Tafalco ou montar também uma empresa a África, como fez também a Iracema.(Fonte: Jornal O Povo)

Crise na cajucultura (1)

No Ceará, a quebra da safra de castanha de caju no ano passado, 62% na comparação com 2009, causou um estrago grande no quadro de empregados das indústrias de beneficiamento do produto. Sem matéria-prima, elas optaram por suspender o contrato de trabalho ou demitir. Giram em torno de quatro mil as demissões, só para trabalhadores com mais de um ano de carteira assinada, no período de outubro de 2010. Foi a maior deste ano, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Processamento de Castanha de Caju.
 “Todas as empresas reduziram seus quadros e algumas fecharam”, afirma o presidente do sindicato, Pedro Valmir Couto, preocupado com a situação que atinge especialmente as mulheres selecionadoras de amêndoas, que representariam 90% da força de trabalho das fábricas. Destaca que a maioria delas, em média 85%, não tem qualificação profissional e “são pais e mães de família”.
Falando especificamente das companhias, informa que a Cascaju foi a primeira a reduzir o quadro de funcionários, passando de 1.200 para cerca de 700. A Cione, a mais tradicional indústria do setor, tinha 1.200 e ficou com mais ou menos 650 trabalhadores. “Por falta de matéria prima a Resibras fechou as unidades de Sobral e Fortaleza”, comenta, acrescentando que hoje a empresa mantém em torno de 100 dos 800 empregados. Adianta que o fechamento refere-se à produção, já que as empresas ficam com o pessoal da administração e manutenção. A Amêndoas do Brasil optou pela suspensão do contrato de trabalho.
 Couto diz que a indústria Iracema, a maior em atuação no Ceará, foi a que menos reduziu seus quadros. Dos 1.800 funcionários, aproximadamente, mantém em torno de 1.500. Explica que alguns dos demitidos ainda estão recebendo parcela do seguro desemprego, mas a maioria não. O benefício paga no máximo cinco parcelas para quem tem três anos ou mais de serviço.(Fonte: Jornal O Povo)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Feira dos Municípios 2011 será destaque no Piauí Sampa

A Feira dos Municípios 2011 é realizada a cada dois anos pela Associação Piauiense de Municípios (APPM), em parceria com diversos colaboradores. A Feira que acontecerá no mês de outubro, é uma oportunidade para divulgar as potencialidades do estado do Piauí. A Feira dos Municípios faz com que a população conheça o potencial produtivo dos municípios piauienses e se encante com o artesanato produzido no Piauí. Empresas do Piauí também expõem os seus produtos no evento. A sétima edição da Mostra Piauí Sampa, com o tema: “A Terra do Sol na Terra da Garoa”, acontecerá de 08 a 14 de agosto no Shopping Eldorado, em São Paulo.
Na edição de 2010, o Piauí Sampa reuniu cerca de 80 empreendedores piauienses de oito setores econômicos, movimentando o Shopping Eldorado por uma semana. Moda e acessórios, gemas e jóias, artesanato, turismo, agronegócios (apicultura, cajucultura, fruticultura e cachaça), cultura, gastronomia e floricultura tropical foram alguns dos setores presentes na amostra.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Safra de castanha de caju

A quinta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2011, tendo como referência o mês de maio de 2011, apresentou, em relação a 2010, uma variação de +194,10 na produção, +1,35% na área plantada, +1,14% na área colhida (hectares) e +189,71% no rendimento (kg de castanha por hectare). A partir destes dados, o site Cajucultura organizou tabelas por unidade da federação com as respectivas previsões. Veja mais detalhes no link Cajucultura 

domingo, 19 de junho de 2011

Elevação dos preços mínimos

Em 2012, o orçamento do governo federal para apoio à comercialização deverá ser de R$ 5,2 bilhões. Os recursos serão investidos em medidas para garantir o preço mínimo ao produtor e o abastecimento interno com instrumentos como a aquisição direta e equalização de preços. 
Haverá, ainda, elevação dos preços mínimos de leite (até 8,5%), farinha de mandioca (11,2%), raiz de mandioca (até 21%), castanha de caju (12,5%), juta e malva ((até 47,5%), e mamona (14,5%). Alguns produtos da sociobiodiversidade também terão aumento nos preços mínimos: açaí (20%), pequi (até 10%) e pó cerífero (5%).

sábado, 18 de junho de 2011

Pará tem Agroindústria de Processamento de Castanha de Caju

O prédio já está pronto e em 70 dias chega o restante dos equipamentos e maquinários. Estamos ansiosos”, declarou o coordenador da fase de implantação do projeto, José Sinval Paiva, Engenheiro Florestal da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) durante uma visita da Diretoria Executiva da empresa ao local.
Serão abertos 50 postos de trabalho para o público femino. De acordo com a presidente da Emater, a engenheira agrônoma Cleide Amorim, isso é uma preferência, embora não obrigatório, para as mulheres porque o trabalho é extremamente delicado.
A Agroindústria terá duas frentes de trabalho, a de beneficiamento da castanha de caju, e a de aproveitamento do pedúnculo (a carne da fruta) para doces industrializados.  “Esta é uma forma de agregar valor e utilizar toda a fruta. O espaço comporta as duas linhas, já até selecionamos uma Tecnóloga de Alimentos do nosso quadro funcional para trabalhar em Ipixuna”, afirmou o coordenador do projeto.
De acordo com Sinval, o trabalho da Emater será apenas no começo. A proposta é que a própria comunidade assuma o trabalho no futuro. Serão realizados treinamentos e testes de aptidão junto à comunidade, para serem empregados na fábrica.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Inclusão digital aos pequenos produtores

Em Apodi, no Rio Grande do Norte, um projeto tem feito diferença no cotidiano dos moradores. Trata-se do Midep (Modelo de Inclusão Digital para Empreendimentos Produtivos). A idéia é proporcionar a inclusão digital aos pequenos produtores, facilitando a organização da gestão a partir do cooperativismo. Com isso oferecer oportunidades aos jovens, filhos dos produtores, como uma forma de incentivar a fixação deles no campo e a continuidade do empreendimento e incentivar o registro da organização produtiva através das mídias digitais. 
Entre as cinco entidades escolhidas pela Fundação Banco do Brasil para participar do projeto está a Associação de Mini-Produtores de Sítios Reunidos de Córrego – (AMPC) do Sítio Córrego, em Apodi, que já desenvolvia desde 2005 a cajucultura de forma artesanal, usando como matéria-prima um típico ingrediente utilizado na culinária nordestina: a castanha de caju.
 A Associação, que conta com 160 sócios, foi fundada com o propósito de organizar a classe dos trabalhadores rurais da região e trazer melhorias para o homem do campo, desenvolvendo trabalhos coletivos e ampliando a renda dos agricultores.
Com isso, a castanha é beneficiada por agricultores da Associação e comercializada pela Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável (COOPAPI), onde é composta também por agricultores familiares.
O Espaço Administrativo do Projeto MIDEP serve como apoio na gestão do empreendimento na unidade de beneficiamento da AMPC. Para a execução do trabalho são usadas planilhas com informações sobre entrada de produtos in natura (amêndoa de castanha) no estoque, quantidade beneficiada e quantidade disponível para ser comercializada pela COOPAPI. A maioria dos sócios da AMPC também são cooperados.
Essa troca de informações entre a COOPAPI, AMPC e Estação Digital funciona com o compartilhamento de arquivos online através de um programa chamado Dropbox que é livre e pode-se fazer seu download através da internet.
    Nesses empreendimentos também existe uma planilha de agenda onde são cadastradas as atividades planejadas e desempenhadas pelas equipes de trabalho.   
O coordenador do projeto na região, Caubi Torres, explica que o modelo busca incluir digitalmente e socialmente as pessoas da comunidade local e circunvizinhas. O projeto funciona em três espaços: a Estação Digital, o Espaço Multiuso e o Espaço Administrativo. O projeto visa atender a população de mais de mil habitantes. A comunidade dispõe de uma área plantada de cerca de 1.200 hectares de cajueiro, gerando uma produção anual de 360 toneladas de castanha e uma produtividade média de 300 quilos por hectare.
Apesar de cultivar um produto sazonal, a AMPC funciona durante todo o ano através da marca Terrafirme, colocando no mercado a amêndoa de castanha de caju, frita, caramelizada, desidratada; a farinha de castanha e o fubá, nos tamanhos e embalagens mais variadas, para o público em geral, ou por meio de parcerias, a exemplo do PAA – Programa de Aquisição de Alimentos da CONAB.
  

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cooperativa triplica produção de castanhas

A Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam) vai triplicar a produção de castanhas em amêndoas beneficiadas, indo de 30 toneladas, número alcançado em 2009, para 90 toneladas em 2011. A cooperativa foi instalada em 2008 no Mato Grosso e vem se solidificando como uma alternativa econômica sustentável e viável para agricultores familiares, comunidades indígenas e tradicionais.
A cooperativa vende as castanhas para três empresas alimentícias, fechou contrato com uma empresa de cosmético e a castanha também é distribuída em escolas para a merenda escolar dos municípios de Juruena, Juína, Cotriguaçu, Aripuanã e Castanheira por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).
De acordo com o presidente da Coopavam, Airton Benini, a procura pelas castanhas é muito grande. “Nossa produção só não é maior por falta de castanha na região e não por falta de clientes”, afirma.
A informação é do AgroNotícias.