sexta-feira, 22 de abril de 2011

Moçambique recupera cajucultura

De acordo com a diretora nacional do Instituto Nacional do caju (INCAJU), Filomena Maiopue, está prevista a comercialização em Moçambique de mais de200 mil toneladas de castanha de caju, contra as 110 mil toneladas comercializadas no ano de 2010, onde a província de Nampula contribuiu com mais de 50 por cento da produção nacional.
Regista-se, neste momento, o surgimento de mais unidades fabris de processamento de caju. Presentemente estimam-se em 23 unidades, que empregam cerca de nove mil trabalhadores, fato que poderá acelerar a produtividade deste setor naquele país.



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Businesses face difficulties despite export growth

Vietnam’s exports are estimated to reach US$19.25 billion in the first quarter of this year, an increase of 33.7 percent compared to the same period last year, according to the Ministry of Industry and Trade. However, production and export still face a number of difficulties. In the first quarter of this year, exports of agricultural products, such as coffee, rubber, rice, cassava and seafood increased significantly in both volume and value,. Crude oil and coal exports fell sharply due to Government restrictions on exports. Many processing industries achieved impressive growths, including chemicals, plastics, handbags, suitcases, garments and footwear. This is a good signal for high export growth this year, which will compensate for the decline in mineral and gold exports.
The biggest challenge facing seafood, cashew nut and timber product exports is the lack of input materials and high loan rates imposed under the Government’s policy to tighten credit growth in order to contain inflation.
Nguyen Thai Hoc, Chairman of the Vietnam Cashew Nuts Association, said the cashew sector had to import around 50 percent of its input materials in 2010 and will import the same volume this year. The price of materials rose by 1.8 times and the sector will need around VND12,000 billion to import material in the second quarter of 2011.
Businesses need large amount of capital for production and exporting but find it difficult to access loans because of high interest rates. If they do not maintain production they will lose prestige and many workers will lose their jobs. But if they borrow money to import materials, they will lose about US$400 per tonne, Hoc said.
This situation has caused businesses protect themselves by cutting operations, instead of pouring more investment into the enterprise or expanding production, which will affect the sector’s growth in 2012 and the following years.
Tran Quoc Manh, Vice Chairman of the Ho Chi Minh City Handicraft and Wood Industry Association (HAWA) said another issue of concern is that rising input costs and prices of finished products will directly affect the competitive edge of Vietnamese products.
While the Government gives top priority to containing inflation it won’t loosen its credit policy or promote an interest rate stimulus package like it did two years ago.
Deputy Minister of Industry and Trade, Nguyen Thanh Bien said the Government and the State Bank of Vietnam are trying to make the ceiling loan rate a reasonable level. For example, the ceiling interest rate is now 14 percent but, in fact, businesses have to borrow capital at a higher rate.
To deal with these challenges, some associations have urged the State to consider exempting corporate income tax for six months or one year, and lowering valued-added tax (VAT) and abolishing export tax.
Hoang Manh Tuan, Deputy Head of the Tax Policy Department of the Ministry of Finance, analysed that according to the WTO commitments, abolishing export tax is a yellow warning level because our products will likely have an anti-dumping tax imposed on them. Exempting corporate income tax is a red warning level and must be submitted to the National Assembly.
Experts forecast that production and exports will face even greater difficulties in the second quarter of this year. (VOV)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Estímulo à criação de subcadeias produtivas

Uma das maneiras utilizadas para promover alternativas na geração de renda é utilizar os subprodutos da própria cadeia produtiva. Um resíduo, por exemplo, pode ser beneficiado e vendido, ou então utilizado como ração. É nesse sentido que a equipe de pesquisadores trabalha junto dos membros das comunidades. “Procuramos investir na formação de sub-cadeias produtivas, onde as comunidades utilizam elementos já existentes no trabalho para conseguir aumentar a renda ou então para aumentar a segurança alimentar, criando animais para consumo próprio”, detalha Celso Locatel.
No caso da cadeia do caju, o resíduo utilizado é o pedúnculo, ou seja o pseudofruto, tendo em vista que o mais valioso é a castanha, vendida para usinas de beneficiamento. Nesse processo, convencionalmente perde-se a maior parte do caju. Contudo, os pesquisadores do Projeto Cajusol atentaram para a possibilidade de utilizar o pedúnculo como base para ração animal, no caso para a criação de caprinos. Dessa forma, não se perde boa parte do produto caju e os membros da comunidade passam a criar cabras praticamente sem custos com a alimentação. A transformação do pseudofruto do caju em ração será custeada primeiramente pelo Cajusol.
O Projeto irá financiar também três minifábricas de processamento de castanha para aumentar os ganhos com a atividade principal das 15 comunidades. Cada fábrica será instalada em uma das regiões produtoras de caju: Apodi, Açu e Seridó. “As cadeias já existiam, o que está sendo feito agora é torná-las mais independentes, agregar valor à produção, etc”, aponta Celso Locatel. Nesse sentido, serão instaladas 15 unidades de demonstração do plantio com mudas precoces e 30 unidades utilizando uma técnica de poda que possibilita maior produtividade. Cada unidade terá um hectare.
Os produtores de girassol, todos moradores de 14 comunidades em municípios da região do Mato Grande, já utilizam atualmente uma unidade de esmagamento em parceria com a Petrobras. O óleo do girassol é vendido diretamente para a empresa e é utilizado na fabricação de biodiesel. Essa é a atividade principal, já existente antes da chegada do Projeto Cajusol à região. O diferencial é a forma como se trata o resíduo do esmagamento do girassol. Após a obtenção do óleo, o resultado é uma “torta”, ou seja volumes de semente compactada.
Essa “torta” também é usada para a criação de animais, visando aumentar a segurança alimentar dos moradores dessas comunidades. Ao contrário da ração de pedúnculo de caju, a “torta” de girassol é usada para a criação de vários bichos, como galinhas, peixes e ovinos. Para otimizar a idéia, o Projeto Cajusol preferiu implantar projetos em baixa escala. Os aviários e criatórios de peixes, por exemplo, são individuais. Cada morador tem o seu no quintal. “Preferimos fazer em baixa escala ao invés de grandes projetos. Esses animais são para o consumo de cada família, prioritariamente”, explica o pesquisador Celso Locatel.
Projeta-se ainda a inserção da apicultura nas comunidades de produção de girassol. “Em alguns meses será possível criar abelhas, o que dá mais uma alternativa de renda para essas famílias”, encerra. (Tribuna do Norte, Natal).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mosca da carambola

O Ministério da Agricultura vai intensificar as ações contra a mosca-da-carambola - praga que atinge principalmente frutas como manga, goiaba, acerola, caju, tomate e carambola. Como medida preventiva, o estado de Roraima será definido como área de emergência fitossanitária para a execução do Plano de Supressão e Erradicação da praga. No município de Normandia, estão instaladas 174 armadilhas e, no Brasil, 4.104. Para este ano, estão previstos recursos da ordem de R$ 6 milhões para execução do plano de erradicação da praga no país. A instrução proíbe a saída das frutas de espécies hospedeiras de Roraima para as 26 unidades da federação. Poderão cruzar as fronteiras do estado frutas cítricas (limão, laranja, tangerina) e melancia.

domingo, 17 de abril de 2011

S. J. da Barra (RJ) prossegue na revitalização da cultura do caju

A Secretaria de Agricultura de São João da Barra (RJ) anunciou ter colocado à disposição dos produtores rurais, desde o dia 30 de março, 15 mil mudas da espécie cajueiro anão precoce. A idéia é incentivar a agricultura familiar e a produção em grande escala, desde que o agricultor ofereça viabilidade técnica, como espaçamento adequado, adubação e irrigação.
Vindas do Piauí, as mudas são geneticamente melhoradas e oferecem algumas diferenças em relação ao cajueiro tradicional, como maior peso da castanha e vantagens no sabor e na textura. O porte baixo facilita o manejo e a colheita e o tempo de safra dura de setembro a maio, maior que o do caju tradicional, que vai e novembro a março.
Após a distribuição dessa nova remessa, serão totalizadas, de acordo com o secretário de Agricultura de São João da Barra, Osvaldo Barreto, 45 mil mudas vindas do nordeste do país visando incentivar a revitalização da cultura em São João da Barra.

sábado, 16 de abril de 2011

Mostra Piauí Sampa

Gastronomia, artesanato, cultura, agronegócios, apicultura, fruticultura, cajucultura e cachaça, moda e acessórios, gemas e jóias, artesanato, turismo, e floricultura tropical. Esses são os setores econômicos que serão apresentados na sétima edição da Mostra Piauí Sampa, que começa dia 23 de maio em São Paulo. A mostra é um evento que divulga as potencialidades econômicas e promove negócios entre empresários piauienses e paulistas. Haverá exposição e comercialização das cachaças, como também degustação desses produtos. O objetivo é também levar os empresários piauienses para fazerem visitas aos distribuidores de atacado e varejo de São Paulo.

De volta

Estamos de volta.