domingo, 31 de outubro de 2010

Usos para o LCC

O professor Francisco Cardoso Figueiredo, do Colégio Agrícola de Teresina da Universidade Federal do Piauí acaba de descobrir uma nova utilidade para o caju, mais precisamente para o líquido que é extraído durante o processo de beneficiamento da castanha de caju. O professor está utilizando o LCC (líquido da castanha de caju) na produção de anti-oxidantes para biodiesel.
Na sua dissertação de mestrado, intitulada "Um anti-oxidante para biodiesel à base de LCC (líquido da castanha de caju)", defendida em agosto do ano passado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Francisco Cardoso encontra uma nova utilidade para o LCC, que segundo o pesquisador servia apenas facilitar a queima de caldeiras nas indústrias. "O anti-oxidante desenvolvido na pesquisa é natural e sairá por um preço final muito baixo, por conta da própria utilidade do LCC, que é utilizado atualmente, somente para queimar caldeira. Além disso o preço do litro de LCC é muito baixo, cerca de R$ 1,00, o que barateia ainda mais o anti-oxidante", esclarece.
Segundo o professor, após a defesa da sua dissertação ele continuou trabalhando nesse projeto e até agora já foram sintetizados cinco anti-oxidantes à base do LCC. "O LCC é o principal componente do anti-oxidante, ele é utilizado diretamente, sem nenhum processamento, apenas a filtragem. Já sintetizamos cinco anti-oxidantes apenas mudando os aditivos, para aumentar a qualidade do produto, mas todos são à base de LCC", informa.
O professor explica que, a Agência Nacional de Petróleo tem suas normas para o biodiesel. "São 29 especificações. Trabalhei apenas com a estabilidade oxidativa, que é regulada pela norma Européia (EN-14112). Essa norma diz que para o biodiesel ter qualidade ele deve ter um tempo de indução de seis horas", expluca. O tempo de indução é o tempo que o biodiesel leva para oxidar dentro do Rancimat, o que foi plenamente atingido pelos anti-oxidantes à base de LCC, além disso os anti-oxidantes desenvolvidos pelo professor podem ser utilizados em qualquer biodiesel.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Crise na cajucultura cearense

Diante da safra insuficiente, as indústrias de beneficiamento da castanha de caju do Ceará devem começar a importar a matéria-prima da África Ocidental, mas só em de fevereiro de 2011. Segundo o presidente do Sindicatos das Indústrias de Beneficiamento da Castanha de Caju do Ceará (Sindicaju), Lúcio Carneiro, a baixa produção só vai se refletir no segundo semestre do próximo ano. Devem ser importadas entre 70 mil e 80 mil toneladas de castanha in natura. A situação da indústria, no momento, só não está “normal”, de acordo com Lúcio, por causa do atraso da entrada da safra.“A produção que era para ter entrado no final de setembro só entrou neste mês. Quase a totalidade do setor teve que recorrer a férias coletivas, esperando safra entrar”, afirma o presidente do Sindicaju.As indústrias pararam parcialmente, mas devem voltar entre a primeira e segunda quinzena de novembro. “O mercado não ficou desabastecido por conta dos estoques processados que nós tínhamos”, afirma.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nova estimativa da safra cearense de castanha de caju

No dia 29 de setembro passado, o IBGE estimou em 141.962 toneladas a safra cearense de castanha de caju. Amanhã, 28, o IBGE fará nova avaliação da safra. Provavelmente, haverá alterações para baixo. A Câmara Setorial da Castanha do Caju, hospedada na Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), acompanha a evolução (e a involução) da safra aqui e nos demais estados nordestinos produtores de amêndoas. Os produtores sustentam que a safra não chegará a 80 mil toneladas; os industriais apostam na avaliação do IBGE, que é bem mais otimista.(DN)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Resina a partir do bagaço da castanha de caju

Indústrias para o processamento dos subprodutos do caju estão em fase de implantação na província de Nampula (Moçambique), e até início do próximo ano uma unidade de produção de resinas industriais, à base do bagaço da castanha de caju, com aplicação no ramo automobilístico e de fabricação de vários utensílios industriais, deve entrar em funcionamento .
Fatores como a estabilização dos resultados das duas últimas safras, bem como as medidas para proteger a indústria de caju, que consiste em garantir matéria-prima para o funcionamento das unidades fabris durante o ano, influenciaram os industriais a avançar na ideia de fazer o processamento dos subprodutos da castanha.
No mercado internacional, a resina do bagaço de castanha de caju está cotada entre 500 a 800 dólares norte-americanos, por tonelada métrica. “A produção de resinas industriais com base no bagaço de castanha de caju exige que a indústria de descasque de amêndoa tenha, no mínimo, oito mil toneladas, para funcionar todo o ano, e isso já é possível pelo fato da produção estar crescendo. O desafio dos industriais do caju em Nampula, num futuro próximo, focaliza-se no aproveitamento do pseudofruto do caju para a produção de sucos e bebidas alcoólicas.

sábado, 23 de outubro de 2010

Chuva do caju

As primeiras chuvas ocorridas após o período seco recebem o nome popular de "chuva do caju", pois coincidem com a época em que os cajueiros estão com os frutos em início da fase de desenvolvimento. A chuva, que normalmente acontece entre os meses de junho a agosto, contribui para acelerar o processo de maturação da flor do cajueiro. Já são aguardadas anualmente pelos agricultores, tanto no Nordeste, como em outras regiões do País. Este ano, porém, as precipitações não ocorreram no Ceará. E onde ocorreram foram fracas e rápidas, pela madrugada. Ventos mais fortes que o normal no litoral foi o fator que determinou a ausência, bem como a redução delas este ano, segundo a Funceme.
Em Crateús, as precipitações fizeram muita falta. Os produtores amargam a queda na produção, que não chegou aos 15% do ano passado, de acordo com informações da Secretaria de Agricultura do Município. "Com a chuva a planta floresce. Como não veio afetou a produção no Município de forma direta e os produtores tiveram uma significativa perda na produção".As localidades de Monte Nebo e Santo André são as maiores produtoras na região. Anualmente produzem doces, castanhas, cajuínas e outros derivados de caju, abastecendo o comércio local e da região. Em Santo André este ano os derivados da fruta estão escassos. A produtora Maria de Jesus, que costuma produzir 25 sacos de castanha neste período, contabiliza somente seis e estranhou a falta das precipitações. "Este ano foi diferente, mesmo em anos de seca esta chuvinha não falta, não sei o que houve". (Diário do Nordeste)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Curso sobre Cajuina

Orientar e capacitar empreendedores no preparo da cajuína. Esse é o objetivo do curso que o Sebrae no Piauí, realizará na próxima semana, na Chácara Ouro Verde, localizada na estrada que liga a capital à cidade de União, região norte do Piauí. Com carga horária de dezesseis horas, o curso de Preparo da Cajuína será realizado em duas turmas. A primeira acontecerá no dias 26 e 27 de outubro e a segunda nos dias 28 e 29. com vinte e cinco vagas para cada turma.

domingo, 17 de outubro de 2010

Queda de 70% na safra de castanha gera desempregos

O Rio Grande do Norte é um dos maiores produtores de castanha de caju do país. A atividade emprega milhares de pessoas principalmente em Serra do Mel - onde os frutos são produzidos - e em Mossoró, onde é feita a industrialização dos mesmos. Processamento da castanha beneficiada, sucos, polpas, doces e demais subprodutos fazem o estado bater recordes de exportação todos os anos. Porém, para a safra 2010/2011 a realidade é bem diferente.A colheita que já está em andamento revela dados preocupantes para os produtores. Devido à ausência de chuvas no último inverno, o prejuízo chega a ser alarmante, de 70 a 80% de diminuição da safra em comparação ao ano passado.
"Além da adversidade climática, associa-se a não assimilação correta do manejo, de podas e o controle bem feito das pragas, por parte dos produtores", explica Fagner Brito, gestor regional do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (EMATER). Ele ressalta que as perdas na produção nunca foram tão grandes como agora.
Somente em grandes secas do passado houve número parecido. "O impacto social é imenso", afirma. Só no beneficiamento da castanha são empregadas 3.500 pessoas em Serra do Mel. Em Mossoró, nas duas empresas - Usibras e Aficel - o número de empregos chega próximo aos 2 mil.
Com a ausência da matéria-prima, há alguns dias as fábricas estão mudando a rotina de produção e dando férias coletivas aos funcionários. De acordo com Raimundo Pereira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração de Óleos Vegetais, Animais, Alimentação e seus derivados de Mossoró, o órgão está dando apoio e buscando garantir os direitos dos trabalhadores.
Da semana passada para cá, o sindicato já homologou cerca de 60 rescisões de contratos somente da Aficel. "Essas rescisões são só de funcionários que tem mais de 10 meses de trabalho. Abaixo desse tempo os acordos acontecem lá mesmo na empresa", conta.
Ele informa que ontem, voltaram ao trabalho 250 funcionários que estavam em férias coletivas. Em contrapartida, mais 60 deles também tiveram que a partir de ontem tirar as férias forçadas. "A Usibras comunicou que também pretende dar férias coletivas a 517 funcionários a partir do dia 18. Todo mundo está com medo de perder o emprego", acrescenta Raimundo Pereira.
Além de comprar os frutos produzidos em Serra do Mel, as fábricas locais recebem também da região de Ipanguaçu, Ceará, Piauí e Maranhão que passam pela mesma situação de escassez de chuvas. "Se não tiver castanha nos próximos 30 dias, é bem possível que umas 400 pessoas sejam demitidas", relata o presidente do sindicato dizendo ainda haver esperança de que o produto chegue à cidade no mês de novembro.
Diante desse cenário, além das demissões, a tendência é de alta de preços da castanha de caju in natura. De acordo com as expectativas do setor, os preços ofertados pelos produtores durante os meses de outubro a dezembro (período de safra) deverão manter-se bem acima dos praticados no mesmo período da safra anterior. O preço do quilo que era de R$ 1,00 já está custando R$ 2,00 em alguns locais — um aumento de 100% no valor. (Fonte: Gazeta do Oeste)

sábado, 16 de outubro de 2010

Comercialização de castanha em Moçambique

Teve início em Moçambique, na província de Cabo Delgado, a campanha de comercialização da castanha de caju, uma nova prática na venda desse produto estratégico. Até aqui, o lançamento da comercialização era feito por regiões, mas este ano o Governo decidiu fazê-lo por províncias, vedando a venda em outros pontos do país antes da autorização oficial das autoridades competentes. O calendário agora aprovado indica que depois de Cabo Delgado a próxima província a iniciar com a comercialização será a de Nampula, seguindo-se Zambézia.

Entre as medidas adotadas destaca-se a necessidade de nenhum operador iniciar a exportação da castanha in natura sem que haja ordens expressas do Governo. A medida visa garantir que as exportações da castanha não processada iniciem somente depois de se assegurar a matéria-prima às fábricas existentes em Moçambique. A implementação destas e outras medidas faz parte de uma estratégia de reorganização do processo de comercialização da castanha de caju, um dos produtos estratégicos para as exportações de Moçambique. No global, o país espera comercializar até ao final da safra pouco mais de 96 mil toneladas de castanha in natura, a mesma quantidade alcançada na safra anterior.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Os frutos Sociais do Caju

“Os frutos Sociais do Caju” lançado no II Encontro de Cajucultores do Nordeste, fala das experiências da cajucultura no Rio Grande do Norte, no Piauí, no Ceará e na Bahia. O livro mostra a melhoria de vida dos produtores através da organização cooperativa e dos investimentos de parceiros como a Fundação Banco do Brasil.
O autor Jeter Gomes organizou o livro baseado em dados do IBGE sobre a melhoria de renda das famílias. Apesar da evolução e das parcerias, a região nordeste ainda continua no pior patamar de renda média. As mulheres são enfatizadas no livro pela capacidade de gestão e participação nas cooperativas. O autor também cita que nos últimos sete anos, dos 567 milhões de reais aplicadas em tecnologias sociais nas áreas de educação e geração de trabalho e renda no Brasil pela Fundação Banco do Brasil, 180 milhões foram destinados para ações na região Nordeste.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Emater estima queda de 70% na produção de castanha em Serra do Mel (RN)

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER RN) estima que a safra de castanha de caju d2010/2011 será inferior em 6 mil toneladas de castanha em relação a safra anterior, devido à escassez de chuvas.
O município de Serra do Mel foi fundado na década de setenta e emancipado na década de noventa. Tem 1.196 lotes divididos em 23 vilas, sendo 22 rurais e uma administrativa. Ao todo, são mais de 4 milhões de pés de cajueiro produzindo castanha e caju. Na safra 2009/2010, a safra foi de cerca de 20 mil toneladas.
Em 2009, através da Coopermel, foram aproveitadas mais de 1 milhão de toneladas de caju (a castanha é parte beneficiada no município e a outra vendida in natura) na fabricação de suco, em parceria com a empresa Sinergy, do Estado do Sergipe.

domingo, 10 de outubro de 2010

Festa do Caju de Barra do Garças (MT)

A tradicional festa do caju de Barra do Garças (MT) está completando 20 anos de realização. A exposição dos doces ocorreu neste sábado e continua hoje no distrito de Voadeira, a 6 km da cidade. Os doces e guloseimas preparados do caju são feitos pelas famílias do povoado. Como acontecem todos os anos o coreto da praça foi o lugar escolhido para expor os doces fabricados pela comunidade. O mais procurado é doce cristalizado de caju. E a criatividade também está presente com rapaduras, geléias, sorvetes e até iogurte de caju.A festa do caju já rendeu frutos para a comunidade de Voadeira que tem hoje uma cozinha comunitária onde preparados às guloseimas e ganharam também uma marca denominada Voadeira, que permite a comercialização dos produtos em supermercados e mercearias.

Como reduzir o desperdício na produção de caju

Das 320 mil toneladas de caju produzidas por ano no Rio Grande do Norte, apenas 10% da produção é aproveitada. Parte é vendida como fruta ou através de processamento, como suco in natura e polpa. O restante se perde diretamente nos locais de plantio, durante os quatro meses de safra. O cenário é semelhante nos nove estados nordestinos, sobretudo naqueles onde a produção é feita em larga escala, como o Rio Grande do Norte e o Ceará. Toda a região Nordeste só produz 120 toneladas de suco por ano. Uma das saídas apontadas para reduzir esse desperdício é usar o caju para alimentar os rebanhos bovino e caprino.
Ração animal
O projeto de Cajucultura do Seabrae/RN estimula o aproveitamento da polpa como ração animal no Estado, através de um programa desenvolvido em parceria com a Emater-RN e a Fundação Banco do Brasil.
Segundo o gestor do projeto, Lecy Gadelha, a fruta está sendo utilizada como ração nos municípios de Apodi e Pureza. Pesquisadores fazem estudos nas minifábricas de castanha instaladas nessas cidades sobre a viabilidade de destinar o caju para alimentar ruminantes. "É uma alternativa viável, já que os custos para beneficiamento da polpa ainda são maiores do que os da amêndoa", pondera Gadelha.
O desafio é reverter um quadro negativo que impera nesse setor. Enquanto a castanha é valorizada comercialmente, a Região Nordeste desperdiça todos os anos quase 1,9 milhão de toneladas do pedúnculo, a parte da fruta que é usada para a fabricação de sucos. Isso representa 75% das 2,5 milhões de toneladas produzidas nos nove Estados.
Para se ter uma ideia, é preciso um investimento de R$ 1 milhão para se implantar uma unidade extratora de suco in natura, o que seria inviável para um pequeno produtor. O técnico pesquisador da Embrapa José Simplício também defende a utilização de caju nos pastos como forma de ração. "Nossa expectativa é que, daqui a uns 15 anos, consigamos reduzir esse índice de desperdício para 50%, que ainda seria muito alto, em se tratando de uma fruta tropical", calcula o técnico. (Fonte: Sebrae/RN)

sábado, 9 de outubro de 2010

Quebra de safra cearense

Diagnóstico sobre a produção agrícola cearense elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontou redução significativa da projeção de safra de cereais, leguminosas e oleaginosas cearenses para o ano de 2010, chegando a atingir uma quebra de 75,37% em relação ao previsto para a produção anual (1.375.231 t). Embora para a castanha de caju a pesquisa tenha mostrado um pequeno crescimento, na realidade, não é o que se verifica no campo. Há quem considere que a quebra de safra deve situar-se entre 40 a 45% em relação a 2009.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Redução da safra de castanha-de-caju

A colheita da safra nordestina de castanha-de-caju encontra-se em pleno andamento. As condições climáticas verificadas neste ano não foram favoráveis à cultura. Por isso, o setor estima que a redução da safra deste ano seja em torno de 50%, se comparada com a safra de 2009.
Os principais fatores que contribuíram para a redução da safra foram os seguintes: a) chuvas escassas e irregulares; b) retardamento da fase de floração dos cajueiros e; c) fortes ventos que atingiram os cajueiros na fase de floração, prejudicando a produtividade da lavoura. Especificamente no Rio Grande do Norte, a situação conjuntural não é diferente dos demais estados produtores. As avaliações preliminares levam o setor da cajucultura potiguar a estimar que a redução da safra seja em torno de 45%. O município de Serra do Mel, que conta com mais de 29.000 hectares de cajueiros, considerada a maior área do estado, passou por fortes estiagens. As últimas informações apontam que as perdas em algumas agrovilas daquele município serão superiores a 60%.

Castanha-de-caju: comparativo de produção – Em toneladas

SAFRA 2009/2010 SAFRA 2010/2011* VARIAÇÃO (%)
48.918 26.904 -45
(*) Estimativa, sujeita a alterações.
Fontes: produtores, associações de produtores e indústrias. Elaboração: Luís Gonzaga Araújo.


Diante desse cenário, a tendência é de alta de preços da castanha-de-caju in natura. De acordo com as expectativas do setor, os preços ofertados pelos produtores durante os meses de outubro a dezembro (período de safra) deverão manter-se bem acima dos praticados no mesmo período da safra anterior. Nos últimos anos, as exportações de amêndoas tem se destacado como o principal produto da pauta de exportação do Rio Grande do Norte.

Comparativo de exportação de amêndoas RN – período: janeiro a agosto 2009 e 2010

US$/FOB - 2009 Peso/t - 2009 US$/FOB - 2010 Peso/t -2010 Var.(%) - US$
28.428 5.928 31.629 5.963 11,2
Fonte: Secex
Elaboração: Luís Gonzaga Araújo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Encontro de cajucultores em Piranji (RN)

Começa hoje, em Piranji do Norte, Parnamirim (RN), o II Encontro Regional de Cajucultores. A promoção do evento é da Fundação Banco do Brasil e Sebrae. O encontro termina nesta sexta-feira e reune cajucultores de todos os estados do Nordeste.