terça-feira, 31 de agosto de 2010

Moçambique aposta no aumento da produção de castanha de caju

Moçambique vai continuar a privilegiar a produção de castanha de caju, através da distribuição de mudas e combate a doenças que afetam os cajueiros. A curto prazo a prioridade do governo é triplicar os atuais níveis de distribuição que variam entre 1,3 milhões e 1,5 milhões de mudas.
Segundo o INCAJU, o país não dispõe de variedades de cajueiro oriundas de pesquisa em quantidade suficiente, razão por que está distribuindo apenas quatro variedades de cajueiro, quando países como a Índia têm por volta de 50 variedades.
Atualmente as necessidades da indústria nacional de processamento em termos de matéria prima estão fixadas em cerca de 40 mil toneladas, o que significa que o país exporta in natura cerca de 50 mil toneladas. Moçambique exporta castanha de caju para alguns países da União Europeia, Estados Unidos, África do Sul e, recentemente, para alguns mercados do Oriente Médio.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Bioplastic crafted with cashew nut shells

Global warming is slowly developing into a vital threat to our planet. The question in the end usually comes down to two choices faster development and better technology or saving planet Earth for the future generations. Mobile phones too have reportedly added a strain on the environment with their widespread use of plastic.
NEC though has come up with a bioplastic crafted with cashew nut shells. Sounding bizarre, the company has indeed developed a bioplastic by amalgamating cellulose, derived from plant stems with cardanol a chief constituent of cashew nut shells. This resulted in creating the plastic strong enough to support electronic devices like phones. Created from non-edible plant resources it has a high plant component ratio of over 70 percent.
Usage of such plastic will result in minimizing the exhaustion of petroleum resources and assuaging global warming. This plastic is made from non edible parts of the plant, thus ensuring that the future mobile phone is not made up of some poor person’s food. The company’s future plans include further research and development in making this plastic a mass produced product. Also improvising on it to ensure it suits a variety of electronic devices by 2013 is part of the future plan too.
The NEC developed bioplastic will be officially explained at The Chemical Society of Japan / Kanto Branch meeting in University of Tsukuba, on August 31, 2010.

sábado, 21 de agosto de 2010

Plano Safra 2010/2011

Os recursos previstos no Plano Safra 2010/2011 são destinados para operações de crédito e custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com taxas de juros que variam de 4% a 4,5% ao ano. O desconto no valor das prestações dos financiamentos dentro do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF) para a castanha de caju no Rio Grande do Norte para os agricultores que contrataram financiamento para esta cultura será de 20%.

sábado, 14 de agosto de 2010

Exportações crescem no RN

O RN é hoje o maior produtor de melão do Brasil, o 4º na exportação de mamão, 2º maior exportador de melancia, 2º maior exportador de castanha e maior exportador de banana do Brasil.
O resultado, obtido na balança de exportações este ano, de janeiro a julho, mostra a evolução dos produtos potiguares na fruticultura. A exportação de castanha alcançou U$ 27,7 milhões - 156,2% de crescimento em comparação com igual período de 2002. A exportação de banana representou volume de vendas de U$ 11,5 milhões - crescimento de 60,6% com relação ao igual período de 2002. As exportações de manga, que praticamente não existiam em 2002, alcançaram U$ 3,5 milhões - num crescimento de 921%.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Castanha de caju lidera vendas

De acordo com estudo do CIN/Fiec (Ceará), 55% das empresas exportadoras do Ceará estão concentradas em seis setores: confecções (19%), calçados (9%), alimentos e bebidas (8%), têxtil (7%), metal-mecânico (6%) e pescados (6%).
Outro setores importantes são responsáveis por 3% no número de unidades produtivas exportadoras: artesanato, automotivo, borracha, castanha de caju, cerâmica, couros, energia, equipamentos médicos, flores, entre outros.
Levando-se em conta o faturamento, as vendas de castanha de caju lideram o grupo que exporta entre US$ 10 milhões e US$ 50 milhões, sendo responsável por 31,82% do total. Já considerando-se os faturamentos superiores a US$ 50 milhões, a indústria de calçados é destaque, com duas empresas entre as cinco cearenses que conseguem superar essa cifra. As outras pertencem ao setor de couros, calçados e têxtil.

domingo, 1 de agosto de 2010

RN: faltam infraestrutura e logística

Trechos da entrevista do Presidente da FAERN, José Álvares Vieira, sobre a infraestrutura e logística do Rio Grande do Norte para o escoamento da produção agropecuária daquele estado, publicado no Jornal Tribuna do Norte.
"Aqui, temos um problema sério com o porto, que está muito mal localizado, obrigando os caminhões a atravessar a cidade do Natal praticamente inteira para chegar até o local. Além disso, o seu calado é pequeno, o pátio não atende às necessidades atuais, principalmente no que diz respeito ao minério de ferro, que hoje é exportado por Suape. O setor agropecuário precisa ter uma infraestrutura básica, que permita o escoamento de produtos como açúcar, cana, castanha de caju, camarão e fruta fresca. A alternativa que vejo é, de fato, o Rio Grande do Norte entender que precisa de um porto adequado para atender à demanda do Estado. E isso tem que ser modificado agora, porque de acordo com o crescimento do país, nos próximos cinco anos iremos precisar de um novo Brasil portuário. Se lembrarmos um pouco da nossa história recente, uma das razões alegadas para que houvesse a instalação de uma refinaria em Pernambuco, e não no RN, foi a falta de um porto com maior capacidade de operação. Então, precisamos desse equipamento de maneira urgente e os nossos políticos têm que se comprometer com isso. Já o projeto do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que também é importantíssimo para o nosso desenvolvimento nos próximos anos, me parece que agora vai andar e isso é louvável. Mas será necessário também melhorar a situação rodoviária e o Governo deve tentar trazer a Transnordestina aqui para o RN. Isso porque são pagos US$ 42 para se transportar 1 tonelada de determinado produto ao longo de 1 mil quilômetros por meio rodoviário, enquanto através de ferrovias o custo é de US$ 26 e como o nosso transporte é feito basicamente pelas estradas, não somos tão competitivos. "