quarta-feira, 30 de junho de 2010

Inclusão social

O Governo do Ceará, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), lançou, nesta quarta-feira, dia 30, o Projeto de Inclusão Social e Produtiva, com investimentos no valor de R$ 14,5 milhões e contrapartida dos cofres do Estado no valor de R$ 2,2 milhões. A iniciativa se destina ao desenvolvimento das famílias cadastradas no CadÚnico. Cerca de 13 mil moradores dos 20 municípios beneficiados serão atendidos durante o período de três anos, tempo de duração do projeto.
O projeto contempla cadeias produtivas nas áreas de Cajucultura, Apicultura, Caprinocultura Leiteira, Reciclagem, Artesanato e Central de Formação Profissional e Inclusão Produtiva. As cidades beneficiadas são: Aracati, Caririaçu, Cascavel, Fortaleza, Fortim, Hidrolândia, Ipu, Iracema, Itaiçaba, Itapajé, Jaguaribe, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Mucambo, Quixadá, Redenção, Russas, Tauá e Viçosa do Ceará.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Castanha: certificação de comércio justo

Os 36 integrantes da Cooperativa de Produtores de Novos Pingos (Coopingos), localizada no município de Açu, há 55 km de Mossoró, no Rio Grande do Norte, estão na expectativa de adquirir o selo internacional fair trade (comércio justo), fato que abrirá portas do mercado externo com perspectiva de ganho real nas vendas de até 30%. A previsão é de que nos próximos meses o grupo já esteja exportando. A cooperativa funciona em um assentamento e está se preparando para adquirir o selo. De acordo com o presidente da Coopingos, Manoel Cristiano da Cunha, a certificadora alemã Fair Trade Labelling Organizacions Internacional (Flo-Cert) já fez a auditoria na cooperativa, um dos processos para conseguir a certificação.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Escolinha de cajucultura e mercado

A castanha de caju torrada ao natural é fruto de uma parceria bem-sucedida entre pequenos produtores do Piauí, o Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (Sebrae) e o Empório Chiappetta. O empreendimento faz parte de um projeto de economia solidária e sustentável voltado para a cajucultura que começou em 2006.
O Empório Chiappetta entrou com a orientação de mercado. "Por anos ouvi reclamações dos clientes sobre a qualidade da castanha de caju", diz Leonardo Chiappetta, que, antes de virar parceiro da Central de Cooperativas de Cajucultores do Estado do Piauí (Cocajupi), teve uma pequena torrefação de castanha em São Paulo. O Sebrae capacitou e deu consultoria de gestão aos produtores da Cocajupi, que reúne cerca de 480 famílias de cajucultores em dez municípios do Estado. Cada cooperativa tem uma minifábrica onde as castanhas são processadas.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Casca de castanha é transformada em energia

Com duas unidades de produção de índigo na região metropolitana do Ceará, a Vicunha Têxtil encontrou na vegetação local fonte abundante de energia alternativa para o aquecimento de suas caldeiras. Como o Ceará é o maior produtor nacional de castanha de caju, as cascas da amêndoa, comumente descartadas pelas empresas beneficiadoras, são enviadas diretamente à empresa para serem transformadas em energia térmica na produção de vapor. Por mês, são utilizadas em média 2,3 mil toneladas do resíduo nas duas fábricas, uma economia de, no mínimo, 50% em relação ao combustível fóssil antigamente utilizado nesse processo.
O combustível orgânico já é utilizado nas fábricas há 10 anos e tem alcançado níveis positivos, não só econômicos, mas também ambientais. Primeiramente, ao absorver as cascas de castanhas para reaproveitamento energético, a empresa evita que todo esse resíduo seja descartado em aterros, com uso de todo o potencial da biomassa. Outro benefício é a qualidade do ar emitido das caldeiras. Segundo Macilon Siebra, coordenador do projeto, o resultado da queima do material gera emissões de gás com 60% a menos de particulados - pequenas partículas sólidas no gás - que o limite estabelecido. Importante também é o controle de emissão dos gases como CO2 (gás carbônico), SO2 (dióxido de enxofre) e NOx (óxidos de nitrogênio), alcançando de 20% a 30% menos de gases nocivos em comparação ao limite permitido.
Além da casca de castanha de caju, a Vicunha usa como complemento descartes das serrarias de madeira da região, e lascas de bambu. Apesar de serem aproveitados em menor quantidade que o resíduo da fruta seca, esses materiais colaboram durante a entressafra da produção do caju.

terça-feira, 22 de junho de 2010

CajuFestMel

Mostrar para o Brasil e para o mundo a qualidade do mel e do caju produzidos na região de Picos, no sul do Piauí. Esse é o principal objetivo do CajuFestMel, evento que começa quinta-feira (24) e vai até domingo (27), naquela cidade, distante 306 quilômetros de Teresina. A estrutura do CajuFestMel conta com estandes para exposição e comercialização de produtos da apicultura, cajucultura e do artesanato; auditório para realização de palestras e oficinas com temas voltados para os segmentos em evidência no evento; palcos para apresentações culturais.
Programação
Palestras, seminários, cursos técnicos, oficinas, painéis, exposição e comercialização de produtos, apresentações culturais, shows com artistas locais, regionais e nacionais, e roteiros turísticos. Tudo isso faz parte da vasta programação da segunda edição do CajuFestMel.
Expansão e Valorização do Mercado Interno para Apicultura; Investimentos para Cajucultura e Apicultura; A Influência da Cadeia Produtiva do Caju na Região de Picos; e Empreendedorismo nos Arranjos Produtivos. Esses são os temas das palestras técnicas que acontecem dentro da programação do evento.Visitas a cooperativas dos segmentos da apicultura e da cajucultura localizadas naquela região também estão na programação do CajuFestMel.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Produção de castanha no Ceará

A produção agrícola no Ceará foi efetivamente afetada pela falta das chuvas. Diagnóstico divulgado ontem pelo IBGE aponta para uma quebra de 63,60%, em relação a estimativa inicial de 1.370.675 toneladas, considerando o resultado fechado de 500.577 t, em maio.
A castanha-de-caju, oriunda do cajueiro gigante e do cajueiro anão precoce, não apresenta alteração em relação ao mês anterior (153.904t), permanecendo esta estimativa com a possibilidade de crescer 47,39%, comparando-se à safra obtida em 2009 (104.421t), e de 0,06%, em relação à primeira estimativa de 2010 (153.819t).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Cresce economia do Ceará

A economia do Ceará cresceu 8,92% no primeiro trimestre deste ano, em relação a igual período do ano passado. É o maior índice nesta comparação desde 2003. Os setores que influenciaram positivamente os resultados do trimestre foram a indústria geral (que cresceu 9,21%) e os serviços (8,47%). A agropecuária apresentou um pequeno recuo de 1,59%, consequência da quebra da safra de grãos e de queda na produção animal. A taxa só não foi menor em virtude da produção positiva da castanha de caju (47,39%), mandioca (38,29%) e feijão (0,31%).