sexta-feira, 28 de maio de 2010

Cookies Integrais sem Glúten

A Jasmine tem novidades para o mercado consumidor de alimentos naturais, integrais e orgânicos. Acaba de lançar os Cookies Integrais sem Glúten Jasmine. Leves, saborosos e crocantes, os cookies são produzidos com ingredientes 100% naturais e integrais, não contém glúten nem lactose. Elaborados com soja, arroz e milho, cereais ricos em fibras e nutrientes, são ideais para uma alimentação balanceada no café da manhã, no lanche ou a qualquer hora. Rico em fibras que auxiliam na regularização do funcionamento intestinal, no controle do peso e colesterol, os cookies também são fonte de ferro e proteínas, responsáveis pelo crescimento e reparação dos tecidos da pele.
O produto entra no mercado brasileiro com duas opções de sabores: Castanha do Pará & Caju, e Laranja & Mel, em embalagens de 150g.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Praga ataca cajueiro no Rio Grande do Norte

Uma nova praga que afeta a parte inferior da folha do cajueiro põe em risco toda a produção de caju neste ano no Rio Grande do Norte. A “tripes-da-cinta-vermelha” já atingiu mais de 3,3 mil hectares (11%), dos 30 mil de plantação em sete vilas agrícolas do município de Serra do Mel, na região Oeste do Estado. De acordo com o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), a vila Espírito Santo é a mais atingida, com prejuízos de 2 mil pés da fruta. O índice de infestação registrado no local chegou a 70%.
Segundo o assessor regional de culturas da região de Mossoró, José Roberval de Lima, se o controle não for feito, a produção de caju e castanha – base econômica da região, ao lado da apicultura – ficará comprometida em 2010. “A tripes-da-cinta-vermelha ataca a folha nova do cajueiro e se reproduz ali mesmo, movimentando suas colônias”, explica.
O problema já tinha sido registrado em outros anos, mas nunca nas dimensões atuais. “Tivemos a praga no ano passado, mas com aparecimento em áreas menores, não sendo registrado prejuízo”.
Os técnicos do Emater estão orientando os produtores a fazer o controle da praga através da aplicação de produtos químicos enquanto não descobrem uma solução natural, como a utilizada para combater a mosca-branca. A solução é indicada quando a infestação atinge 25% da planta. A doença ataca primeiro as folhas, passando depois para a inflorescência e, por último, necrosa o fruto da árvore.
A tripes-da-cinta-vermelha é comum no período de estiagem, entre maio e setembro, mas com o inverno fraco de 2010 a infestação tornou-se mais grave. Na área de Serra do Mel, segundo José Roberval, choveu apenas 200 milímetros neste ano. Nos últimos dois anos, a praga não apareceu devido ao grande volume pluviométrico que foi registrado no Rio Grande do Norte. “Se voltar a chover é certo que a praga desapareça. Do contrário, ela vai se espalhar durante todo o período de produção”, alerta.
Os técnicos do Emater ainda não arriscam falar em prejuízo de safra, tendo em vista que a proliferação ou desaparecimento da praga depende das precipitações deste período do ano. Porém, se levada em consideração a estimativa de 150 quilos de caju por hectare, a R$ 1,00 o quilo, estima-se que com a infestação atual a perda seria de 495 mil quilos de caju, um prejuízo aproximado de R$ 500 mil para o município.

Mosca-branca
O problema da tripes-da-cinta-vermelha se assemelha ao da mosca-branca, registrado há três anos, quando foram afetados quatro mil hectares de caju. Em 2008, mais de 1,5 hectares da planta foram devastados pela praga no município de Caraúbas, que não registrou produção da fruta. O controle da alta incidência do inseto foi feito através de uma combinação de óleo de caroço de algodão e detergente neutro. (Fonte: Tribuna do Norte)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nuts & Companhia

A Nuts & Companhia, terceira marca do Grupo Nutty Bavarian, nasce para levar as nozes glaceadas a locais mais populares e atingir as classes C e D. Os quiosques da marca terão produtos nacionais, como amendoins e castanhas de caju, a preços mais em conta.
Foram investidos 100 mil reais na instalação dos três primeiros quiosques da marca, em São Paulo. A expectativa é faturar R$ 780 mil ainda este ano e abrir 50 unidades até o final de 2015. O negócio funcionará em processo de franquia.
Para Adriana Auriemo, proprietária da marca no Brasil, o consumidor da chamada nova classe média procura um produto com qualidade e preço mais acessível, por isso, a marca deve manter o mesmo processo de produção em todas as lojas.O grupo já havia apostada em uma loja de nicho no ano passado, quando criou a Go Nuts, linha destinada ao público da classe A. De acordo com Adriana, o objetivo é expandir o alcance do grupo, que já conta com 70 unidades espalhadas pelo país, e atingir públicos mais variados.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Cajucultura.com

O site Cajucultura está com novo endereço, podendo ser acessado em www.cajucultura.com

domingo, 23 de maio de 2010

Corante de caju

Através de um projeto feito em parceria com a Embrapa, a empresa cearense Sabor Tropical, fabricante de cajuína, pretende lançar no mercado, em aproximadamente dois anos, corantes naturais extraídos do bagaço do pedúnculo de caju. Com isso, além de oferecer uma alternativa para os corantes artificiais, cada vez menos aceitos pelos consumidores, ela pretende resolver um problema do setor de cajucultura, atualmente: dar um destino para os resíduos da produção de suco e cajuína.
De acordo com Fernando Furlani, diretor da Sabor Tropical, um dos principais benefícios dos corantes é que eles irão permitir um aproveitamento melhor do bagaço do caju. Outra vantagem, segundo ele, é que o bagaço do caju permite a fabricação de corantes amarelos de tonalidades difíceis de obter a partir de fontes naturais.
Os corantes amarelos do caju seriam uma alternativa, por exemplo, para uma substância que vem sendo motivo de polêmica: o corante artificiai tartrazina. De acordo com um informe técnico da Anvisa, estudos realizados nos Estados Unidos e na Europa demonstraram casos de reações alérgicas ao corante. (Agência Funcap)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Castanha de caju lidera agronegocio cearense

As exportações cearenses do agronegócio, no 1º trimestre deste ano, cresceram 30,88%, em relação a igual intervalo de 2009. O setor primário da atividade econômica enviou ao mercado internacional pelo menos US$ 135,6 milhões, de janeiro a março último contra US$ 103,6 milhões na mesma base de comparação, conforme dados disponibilizados pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece).
Apesar do bom resultado geral, alguns segmentos/produtos não registraram desempenho positivo nas vendas externas. É o caso da floricultura, cujas exportações recuaram 29,25%, passando de US$ 342,8 mil, no 1º trimestre de 2009, para US$ 242,5 mil, em igual intervalo de 2010.
De acordo com o balanço da Adece, a castanha de caju é o carro-chefe do agronegócio, com US$ 47,5 milhões vendidos no 1º trimestre. O incremento chega a 24,72%, ante os US$ 38 milhões embarcados de janeiro a março de 2009. Em seguida, vem o setor de couros e peles, com US$ 40,8 milhões e um incremento significativo de 81,73% no período. Já a fruticultura – que está no período de entressafra – registrou US$ 24,3 milhões, apenas 2,69% a mais do que os US$ 23,6 milhões no período comparado. Ainda assim, é o 3º mais representativo ramo do agronegócio local, com 7,76% de participação.
Itens tradicionais da pauta do agronegócio, como a lagosta e o camarão, não apresentaram bons resultados. No primeiro caso, houve uma queda de 30,82% no volume vendido, que atingiu US$ 1,3 milhão. No segundo, até março, não foi registrada exportação. Ainda de acordo com a Adece, dos 16 principais itens da pauta cearense de exportação, o agronegócio contribui com nove. Ocupa a 2ª posição global com castanha de caju; a 3ª com couros; a 4ª com fruticultura; a 6ª com ceras vegetais; a 7ª com sucos de frutas; a 12ª com mel natural, a 13ª com lagosta, a 15ª com plantas e flores e a 16ª com camarão.(Fopnte: DN)

domingo, 2 de maio de 2010

Safra de castanha: nova previsão

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A terceira previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2010, tendo como referência o mês de março apresentou, em relação a 2010, uma variação de +38,74% na produção, +0,64% na área plantada, +3,84% na área colhida (hectares) e 33,45% no rendimento (kg de castanha por hectare). A partir destes dados, o site Cajucultura organizou tabelas por unidade da federação com as respectivas previsões. Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sábado, 1 de maio de 2010

Cozinha do caju

Administrando um dos municípios mais novos do Estado, que completou 23 anos de emancipação política em abril, o prefeito Antônio Peixoto, do município de Barreira, conquistou o primeiro lugar da sexta edição do Prêmio Sebrae - Prefeito Empreendedor graças a um grande número de ações voltadas para a reestruturação administrativa do município e a vocação econômica da região. Consolidado como um dos maiores produtores de castanha de caju do Estado, Barreira sofria no entanto por vender o produto "in natura", o que não agregava valor à atividade produtiva na cidade.
Após um levantamento, a Prefeitura decidiu implantar iniciativas como o projeto "Cozinha do Caju", destinado a promover o acesso à modernização da cajucultura e agregar valor ao produto, além da criação da Secretaria de Indústria e Comércio, que ajudou a atrair novas empresas para o município. Também foi promovida a capacitação da mão-de-obra envolvida na atividade e dada prioridade aos empreendimentos locais no Programa de Compras Governamentais do município.