domingo, 28 de fevereiro de 2010

Banzaé produz castanha

Banzaé (BA) é o 3º maior produtor baiano de castanha de caju e de produção de leite. No município de Banzaê desenvolvem-se também as atividades produtivas ligadas ao cultivo do milho, feijão, mandioca, banana, acerola, manga. Na pecuária destacam-se a criação de ovinos, suínos, caprinos, equinos e produção expressiva de bovinos.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Castanha de caju na BioFach

As 15 cooperativas presentes no estande do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) na BioFach 2010 conseguiram o melhor desempenho comercial desde que o Ministério começou a apoiar a participação de empreendimentos da agricultura familiar no evento. A feira é a maior de produtos orgânicos do mundo e teve este ano a sua oitava edição, de 17 a 20 de fevereiro, em Nuremberg, na Alemanha.
Segundo o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF/MDA), Arnoldo de Campos, foram fechados negócios de US$ 1,04 milhão diretamente na feira. Outros US$ 3,85 foram abertos durante a BioFach e, se fechados, poderão gerar até US$ 4,9 milhões em negócios decorrentes da participação na feira. Em 2009, os negócios fechados diretamente na BioFach ou decorrentes dela somaram US$ 1,3 milhão. Ao final de 2010, os negócios deverão ser pelo menos 100% maiores do que no ano anterior, destaca Campos.
O MDA tem promovido a participação de cooperativas de agricultores familiares na BioFach desde 2003. Este ano, foi reunida a maior delegação, com 15 cooperativas. No ano anterior, foram nove empreendimentos.
A agricultura familiar levou para a feira produtos como castanha-do-brasil, castanha de caju, cacau, guaraná, café, açúcar mascavo, melado, mel, cachaça, licores e caipirinha, derivados de umbu, manga, maracujá, morango, tangerina, entre outras frutas, plantas medicinais e aromáticas, erva mate, entre outros produtos.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Safra de castanha cearense

Dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola para o ano de 2010, divulgado pela Coordenação de Estatísticas Agropecuárias do Ceará do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estimam que a produção de castanha de caju (total), desmembrada em castanha de caju proveniente do cajueiro gigante e castanha de caju proveniente do cajueiro anão precoce, apresenta crescimento na área destinada à colheita, já em resposta à política de distribuição de mudas de cajueiro anão precoce desenvolvida pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário. Em relação à produção de castanha de caju (total) obtida em 2009, o levantamento indica crescimento de 47,3% neste ano.
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola para 2010 refere-se ao período de 16 de dezembro de 2009 a 15 de janeiro de 2010, quando foi feita uma pesquisa sobre o grau de variação das intenções de plantio do produtor para este ano em relação a 2009construindo a base que orientará as alterações conjunturais nos meses subsequentes. O levantamento também identifica a variação do crescimento ou decréscimo da expectativa de produção para 2010 em relação à safra obtida no ano passado.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Castanha de caju:Mabote busca novo recorde

O distrito de Mabote, norte da província meridional de Inhambane (Moçambique), espera superar em mais de 500 toneladas a meta estabelecida na produção e comercialização da castanha de caju para a safra de 2009. Mabote projetou para safra 2010 a produção e comercialização de mais de 2.500 toneladas. Até ao momento, o distrito já arrecadou acima de 24 milhões de Meticais (770 mil dólares), cenário que levou a redefinição da meta, passando de 2.500 para três mil toneladas. O distrito poderá, com o alcance da nova cifra, arrecadar 30 milhões de Meticais (962 mil dólares). A pulverização de cerca de 36 mil cajueiros, plantados em diversas áreas do distrito, aliada ao clima favorável à produção da castanha, é a razão do sucesso registrado na safra.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Castanha de caju lidera exportações no Ceará

Aproximadamente 70% das vendas externas de Fortaleza, principal município exportador do Ceará, concentram-se apenas em quatro ou cinco produtos, sendo que castanha de caju, responde por quase 50% do total.
Para Cascavel (CE), produtos ligados a couros e peles têm preponderante participação com mais de 60%. Castanha de Caju, apesar de perda de participação no ano de 2008, apresenta forte presença nos anos anteriores.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Coopercaju

A Coopercaju surgiu da necessidade dos pequenos processadores de se organizarem para expandir a comercialização da castanha, visto que o comércio local era insuficiente para absorver a significativa oferta e eles não tinham como comercializar o produto.
Essa iniciativa possibilitou a primeira exportação em 1992, com 3.500 quilos de castanha para a Suíça, na Europa. Hoje, a unidade está com quase 200 sócios e exporta para a União Européia ACC pronta para o consumo. No município de Serra do Mel (RN), que tem 10,5 mil habitantes, divididos em 23 vilas, existem cerca de 2,5 milhões de pés de cajueiro.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Coopercaju na Biofach 2010

A Cooperativa dos Beneficiadores Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (Coopercaju) foi selecionada para participar da Feira de Negócios Orgânicos na Alemanha, a Biofach 2010, que será realizada na próxima terça-feira (16), e já tem reuniões agendadas no país para fechamento de contratos comerciais.
A presença no evento é mais um impulso para a entidade, criada em 1981, por 30 pequenos produtores e beneficiadores de caju, embaixo de um cajueiro, no município de Serra do Mel.
A Coopercaju foi contemplada pelo Programa Desenvolvimento Solidário executado pelo Governo do Estado, na primeira fase, com convênio no valor de R$ 46.086,00. Na segunda fase, já foi assinado convênio no valor de R$ 79.868,00 para ser investido na compra de equipamentos e reforma do prédio onde funciona a unidade de beneficiamento de castanha. O Programa Desenvolvimento Solidário também está apoiando a viagem dos integrantes da Coopercaju para a Alemanha.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Moçambique: Nangade imbatível na castanha de caju

Deu no Jornal de Notícias, de Moçambique: "A castanha de caju produzida no distrito setentrional de Nangade, província de Cabo Delgado (Moçambique), continua imbatível, mercê do empenho dos produtores que há mais de cinco anos se mostram como os que melhor seguem as diferentes fases do crescimento daquela cultura e um tratamento exemplar que já se tornou habitual naquela região, cujo produto é disputado internamente e além-fronteiras.
A diretora do Instituto de Fomento de Caju, Filomena Muaiópue, disse, semana passada, por ocasião do lançamento da primeira pedra da construção da fábrica de descasque e empacotamento da castanha de caju, que os produtores de Nangade fazem diferença essencialmente por se destacarem no seguimento à risca do tratamento que a cultura exige, uma experiência que poderá ter sido trazida da parte sul da Tanzania, igualmente potencial na produção de caju, mas que, mesmo assim, o mercado daquele país atravessa a fronteira à procura da castanha de Nangade. Filomena Muaiópue diz haver a necessidade de mais fábricas em Moçambique, para viabilizar a absorção da produção nacional, fato que poderá fomentar a cultura de caju por conseguinte os níveis de produção, que podem permitir ainda a exportação em bruto.
Nos tempos que correm a maior fábrica de descasque de castanha de caju, segundo a fonte, localiza-se em Anchilo, província de Nampula, com uma capacidade instalada de 4.000 toneladas/ano.
O distrito de Nangade tem uma história na produção de castanha de caju que data de 1980, sendo que no ano seguinte até 1998 o fomento era feito pelo INCAJU, compreendendo uma rede de dois extensionistas, um supervisor distrital e outro regional, período em que o sector foi apoiado, igualmente, por duas organizações não-governamentais, que trabalharam durante cinco anos. São, em Nangade 1.855.206 cajueiros de 8.044 produtores e neste momento, segundo Melchior Focas, a produção de castanha em Nangade, atinge 15 quilogramas por cajueiro, quando bem tratados, entre os 5 aos 35 anos de idade e a média de castanha comercializada é de 4.452 toneladas. O governo moçambicano decidiu que a unidade industrial a nascer seja propriedade dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional, em reconhecimento do seu papel que conduziu o país à Independência Nacional e só o equipamento custou 200.000 Dólares, resultantes da parceria entre o nosso país e o governo indiano, cujos técnicos estarão envolvidos na segunda fase do projecto, nomeadamente, de montagem da maquinaria. "


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Irtecaju

Foi apresentado na última semana o orçamento do Sistema de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará para o ano de 2010. Os recursos somam R$ 439.473.950 milhões, que serão distribuídos entre a Secitece e suas vinculadas.
O orçamento para este ano abrange programas em Ciência, Tecnologia e Inovação, como o de Capacitação e Gestão de Projetos Inovadores, que só em 2009 formou 300 pesquisadores para elaboração de projetos na área. O Governo pretende gerar ainda mais estímulo ao setor através da contribuição do Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (IPDI).
Para o uso da Tecnologia com fins sociais e de empregabilidade, já está em fase de desenvolvimento o projeto Irtercaju, que em 2010 irá apoiar ações da cajucultura no estado, no que diz respeito a organização da produção, capacitação, estímulo a boas práticas agrícolas e de fabricação e a agroecologia.

Estatísticas do caju no Piauí

Estatísticas da produção de castanha de caju no Piauí, segundo o IBGE:
- Produção: 56.223 t
- Área plantada: 179.395 ha
- Rendimento médio: 313 kg/ha

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PGPAF concede bônus para culturas da agricultura familiar

Agricultores familiares que produzem castanha de caju contam, em fevereiro, com o bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para os financiamentos dessa cultura. A portaria do PGPAF foi publicada na última sexta-feira (5), no Diário Oficial da União (DOU). Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de janeiro de 2010 e têm validade para o período de 10 de fevereiro a 9 de março deste ano.
Alguns produtos da sociobiodiversidade também recebem bônus, neste mês, como o babaçu (52,05% no Maranhão), a borracha natural de extrativismo (71,43% no Pará), a castanha de caju (60% no Tocantins), o pequi (35,48% no Distrito Federal) e a piaçava (43,71% na Bahia), entre outros.
O bônus do PGPAF é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado pela SAF/MDA. A Conab faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF.

PIB cearense

O Produto Interno Bruto (PIB) cearense deverá alcançar um valor próximo a R$ 65,74 bilhões este ano, com o PIB per capita na casa de R$ 7.898,00. O novo valor do PIB estadual representará um crescimento em torno de 8% para a economia do Ceará em 2010, na comparação com o ano anterior, que deve fechar com o indicador estimado em R$ 60,79 bilhões, a preços de mercado.
De acordo com dados elaborados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), o Estado responde pela terceira economia da Região Nordeste e pela 12ª em relação ao Brasil. O PIB cearense é da ordem de R$ 60,79 bilhões. Já a renda per capita atinge R$ 7.385,00. Em 2009, a economia local foi ancorada pelas atividades ligadas aos Serviços (70,2%) e à Indústria (23,6%), com menor participação da Agropecuária (6,2%).
A projeção é de que o Estado alcance 85.901 hectares de área cultivada este ano - 8,7% a mais do que em 2006 -, gerando uma produção de 2,849 mil toneladas - um incremento de 22,8% sobre a gestão anterior. A previsão é de que a agricultura irrigada gere R$ 1,096 bilhão em Valor Bruto da Produção (VBP) - 41,7% a mais do que em 2006, com 60.675 empregos. As exportações deste segmento são projetadas em US$ 151,8 milhões - 153,2% superior, na mesma base.
Os principais produtos do agronegócio cearense hoje são: castanha de caju, peles e couros, frutas, lagosta, cera de carnaúba, sucos de frutas, mel de abelhas, flores, camarões, LCC, pescado e hortaliças. (Fonte: DN)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Cajucultura no Vietnã (2)

Atualmente, o Vietnã tem uma área total cultivada com cajueiro de 450.000 ha e cerca de 200 fábricas de transformação. O país é o maior produtor do mundial e o maior exportador de cACC, com produção anual de cerca de 600.000 toneladas de castanha. Apesar da crise econômica mundial, o país exportou 177.000 toneladas de ACC no ano passado, um aumento de 7 % sobre 2008. As receitas com a exportação do caju tem aumentado constantemente nos últimos anos, de 504 milhões dólares em 2006 para US$ 651 milhões, 920 milhões dólares e US $ 850 milhões em anos subsequentes. A meta da indústria é de US $ 1,2 bilhões este ano, com a exportação de 170,000-180,000 toneladas de ACC.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cajucultura no Vietnã (I)

O primeiro Festival de Caju do Vietnã será realizado em março próximo (20 a 23) e pretende consagrar a posição do Vietnã como o maior exportador mundial e popularizar ainda mais seus produtos nos mercados internacionais. O festival será realizado no sul da província de Binh Phuoc, o maior produtor nacional de castanha de caju. Bui Van Thach, vice-presidente do Comité organizador disse que o festival também oferecerá a oportunidade de compartilhar experiências na aplicação de avanços científicos e tecnológicos de cultivo e processamento de caju. Atualmente, o país tem uma área total de cultivo de caju de 450.000 ha e cerca de 200 fábricas de transformação.
Além disso, ocorrerão dois seminários - um sobre a construção de estratégias para a indústria do Vietnã e o outro sobre o desenvolvimento de uma marca nacional. Durante o evento serão entregues 200.000 mudas de cajueiro pelo governo vietnamita. O governo deve destinar mais terras para o cultivo de caju e oferecer políticas de crédito preferencial para ajudar os produtores de caju e aos processadores para manter sua posição de liderança no mercado mundial.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Coopercaju participa da BioFach 2010

Pelo oitavo ano consecutivo, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apóia a participação de agricultores familiares na BioFach, a maior feira de negócios do setor orgânico internacional. Ela será realizada na cidade de Nuremberg, na Alemanha, de 17 a 20 de fevereiro deste ano.
Para a representante da Cooperativa dos Beneficiadores Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (Coopercaju), Rafaela Borges, participar de uma feira fora do Brasil é uma boa oportunidade para conhecer o mercado externo. A Cooperativa, situada na região da Serra do Mel, no Nordeste brasileiro, participará pela segunda vez da BioFach. “Hoje a gente está entrando em uma grande rede de supermercados na Itália”, conta.
Desde 2003, o MDA já apoiou a participação de 40 cooperativas e associações de agricultores familiares de 15 estados brasileiros, o que propiciou negócios da ordem de U$ 16 milhões para cerca de 15 mil famílias.




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Safra de caju em Moçambique deve chegar a 95 mil t

O Instituto Nacional do Caju (Incaju) de Moçambique mantém a previsão de 95 mil toneladas para a comercialização de caju na presente safra, segundo o jornal Notícias, de Maputo. O diário cita uma fonte da instituição para adiantar que até a primeira quinzena de janeiro foram comercializadas em todo o país cerca de 71400 toneladas de castanha, o que representa 75% do previsto.
Dados disponíveis indicam que as quantidades a serem comercializadas este ano, apesar de estarem ligeiramente abaixo das antecipadas 100 mil toneladas, representam um crescimento relativamente ao ano passado quando foram comercializadas 64150 toneladas. Uma combinação de fatores, como o clima, o sucesso verificado nas campanhas de pulverização e replantio de novas mudas e ainda os recentes dados sobre o abrandamento da crise financeira mundial, emprestam novo alento para as partes intervenientes na safra atual.
Movimentando mais de um milhão de famílias, algumas das quais tendo na castanha a única fonte de rendimento, a área do caju, apesar da baixa expressão a nível mundial, apresenta-se como um dos setores estratégicos para Moçambique. Em termos globais, estima-se que a indústria nacional tenha capacidade para processar entre 25 mil e 30 mil toneladas de castanha, enquanto que outras 25 mil a 30 mil toneladas serão exportadas in natura e as restantes processadas pela indústria informal e ou exportadas ilegalmente.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cajucultura baiana

Com o status de ser uma relevante fonte de renda na região nordeste da Bahia, a cajucultura tem se destacado como uma das mais importantes atividades desenvolvidas pelos agricultores familiares, principalmente no município de Ribeira do Pombal, que já é conhecido como a capital baiana do caju. A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), por meio da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A (Ebda), intensificou seus investimentos em pesquisas e assistência técnica aos cajucultores, naquela região.
Dentre as metas traçadas para a cajucultura no ano de 2010, a Ebda tem projetado o desenvolvimento de pesquisas, nos laboratórios da empresa, visando a análise das pragas do cajueiro, zoneamento da cultura, levantamentos e diagnósticos na região e a implantação de sistemas de manejo para o caju anão precoce. Na área de serviços, a empresa trabalha com a produção de mudas de qualidade superior, que são disponibilizadas com valores subsidiados para o melhoramento das áreas dos agricultores familiares em todo o estado, além de intensificar o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos pomares da região.
A expectativa da empresa, para este ano, é produzir 70 mil mudas, para atender à demanda dos agricultores familiares envolvidos em programas e projetos relacionados à cadeia produtiva do caju, a exemplo dos cooperados da Cooperativa de Cajucultores Familiares da Região Nordeste da Bahia (Cooperacaju).
A Ebda tem direcionado sua atenção ao cajueiro anão precoce, que tem como características peculiares seu porte baixo, produção a partir do segundo ano, alta produtividade e qualidade dos frutos. Só em 2009, a Ebda produziu aproximadamente 20 mil mudas de cajueiro anão precoce, sendo que mais de 11 mil mudas foram comercializadas e o restante utilizadas nos trabalhos de pesquisas e unidades de demonstração, no estado.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Hora de plantar

As sementes e mudas do Projeto Hora de Plantar 2010 começaram a ser distribuídas. As sementes das culturas de feijão, milho, arroz, e mamona atendem aos agricultores da base familiar em todo o Ceará, onde o Governo do Estado pretende entregar 4.140 toneladas, além de 30 mil metros cúbicos de mandioca; 1.500 toneladas de colmos de sementes de cana-de-açúcar; 715 mil mudas de cajueiro anão precoce e 5 milhões raquetes de palma forrageira, cujo investimento total, segundo a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), é de R$ 17.087.650,00 em sementes e mudas, de elevado potencial genético, fortalecendo assim agricultura familiar com o aumento da produtividade e da renda dos trabalhadores.
O Cariri foi a primeira região beneficiada. Lá a distribuição começou na segunda quinzena do último mês de dezembro.