domingo, 31 de janeiro de 2010

Os dez alimentos que você precisa comer: nozes

Estudos constataram que comer nozes eleva os níveis de melatonina, um hormônio que ajuda a regular o ciclo do sono. Mas essa não é a única forma que ss nozes podem melhorar sua saúde e bem-estar. Estudos constataram que pessoas que comem amêndoas, amendoins, nozes e outros frutos secos, como parte de um programa de dieta são mais propensos a perder peso do que ganhá-lo. Como o abacate, as nozes contêm gorduras insaturadas. Esses ácidos graxos são bons para o coração, reduzindo significativamente o risco de doenças cardíacas e ajudam a diminuir o colesterol LDL.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Primeira cajuína com certificado orgânico

Boa notícia. A cajuína Sabor Tropical, fabricada em São Gonçalo do Amarante (CE), é a primeira no Brasil a receber o certificado orgânico concedido pelo IBD. O referido certificado contribui não apenas para posicionar a referida marca no complexo mercado da cajuína, como também para valorizar um produto com importante apelo econômico e social na região Nordeste

domingo, 24 de janeiro de 2010

Cena pública: cajucultura

Na próxima terça-feira, às 21h, na TVC (TV Ceará, Canal 5), Fortaleza (CE), o programa Cena Pública, transmitido ao vivo, aborda o tema cajucultura.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Falta agregar valor

O potencial industrial da castanha de caju na Nigéria ainda não foi integralmente aproveitado e maior parte da produção daquele é exportada sem agregação de valor. A produção da castanha no país aumentou de 30.000 t em 1990 para cerca de 176.000 t em 2008. Além do processamento em escala artesanal da castanha de caju para consumo interno, existem três indústrias que estão envolvidos na produção de suco de caju.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Cajucultura na reabilitação de dependentes químicos

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (Emater-PI) vem desenvolvendo desde 2008, uma parceria com a Fazenda da Paz, uma instituição que busca reabilitar, através de diversas atividades sócio-educativas, jovens e adultos dependentes químicos, resgatando-os para o convívio social.
Essa parceria tem como objetivo principal, prestar assistência técnica e programar as atividades desenvolvidas na Fazenda Terra da Esperança, no município de Timon-MA, pertencente à Fazenda da Paz, viabilizando capacitações e orientações técnicas aos internos a partir da aplicação de ações integradas visando à produção e manejo de diferentes espécies produtivas com ênfase às hortaliças e a cajucultura, visando à produção de cajuína, doces de caju e mudas de cajueiro anão precoce, contribuindo assim, para a reinserção das pessoas envolvidas, no seio da sociedade.
Durante os eventos promovidos pelo Emater como Feiras, Seminários e Exposições, a Fazenda da Paz tem o seu espaço para expor e comercializar a cajuína produzida na Fazenda. O projeto Uma Luz para a Vida tem várias metas para 2010, que já foram iniciadas em 2009, dentre elas estão presentes a capacitação e reinserção social de 160 jovens e adultos; Promoção da revitalização da horta orgânica integrada (Projeto Mandala); a revitalização de 20 hectares de cajueiro anão precoce; produção de 25.000 mudas de cajueiro anão precoce, além da implantação de 2 hectares de jardins clonais de jardins de sementes. Outras metas como a construção de um viveiro com capacidade de produção de 25 mil mudas de cajueiro; realização de cinco cursos nas áreas da cajucultura, da horta orgânica, da piscicultura e da fabricação de cajuína e doce.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Estatísticas do caju

Segundo dados do SINDICAJU, o estado do Ceará tem cerca de 20 mil produtores, numa área de 330 mil hectares de cajueiros. Estima-se ainda que a atividade empregue em torno de 300 mil pessoas no campo e na indústria. Mais algumas estatísticas:
1)A safra de castanha de caju cearense está concentrada praticamente em 40 municípios.
2)O parque industrial de beneficiamento da castanha de caju no Ceará, um dos maiores e mais modernos do mundo, conta com nove empresas que empregam 12 mil trabalhadores com carteira assinada.
3)A indústria brasileira de beneficiamento de castanha de caju exporta para 40 países e fatura cerca de US$ 250 milhões/ano.
4)Em 2009, as empresas cearenses beneficiadoras de castanha exportaram cerca de US$ 180 milhões.
Finalmente, vale lembrar que o Sindicaju reúne desde 1974 a expressiva maioria das indústrias processadoras de castanha de caju no Brasil, distribuídas no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Caem exportações no RN

O ano de 2009 não terminou bem para a pauta de exportações do Rio Grande do Norte. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o volume de vendas para o exterior apresentou uma queda de 25,73% em relação a 2008, quando foram exportados US$ 347,5 milhões (R$ 604,6 milhões). No ano passado, as negociações fecharam mais de US$ 258 milhões (cerca de R$ 454 milhões), uma queda de quase US$ 90 milhões.
O melão voltou a liderar a pauta com US$ 45 milhões (R$ 79,3 milhões) exportados. Em segundo lugar, ficou a castanha de caju - com US$ 41,8 milhões (R$ 72,7 milhões) comercializados – seguida pelo camarão cujas vendas totalizaram US$ 16,5 milhões (R$ 28,7 milhões). Porém, embora os três produtos estejam no topo da lista de negócios, todos apresentaram perdas na comparação com o ano anterior com quedas de 29,77%, 6,20% e 32,61%, respectivamente.

Produção de castanha em Sofala

Segundo o Instituto Nacional de Caju (INCAJU) de Moçambique, 4 mil toneladas de castanha de caju in natura serão comercializadas este ano em Sofala. A província de Sofala possui cerca de dois milhões de cajueiros, dos quais 1.3 milhão em produção. Este ano, entre os meses de Junho e Setembro, serão pulverizados quase todos os cajueiros para garantir uma boa produção. Na próxima safra prevê-se que haja naquela província cerca de 75 mil cajueiros,

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Projeto CajuSol

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte -UERN, através da Pró-reitoria de Extensão - PROEX, em um trabalho conjunto com a FAPERN, UFRN, UFERSA e EMPARN, aprovaram um projeto junto a FINEP, no valor de R$ 2.306.642,16 e que irá beneficiar 29 comunidades rurais em 15 municípios distribuídos nos territórios da cidadania de Açu-Mossoró, Sertão do Apodi, Mato Grande e Seridó.
O projeto fez parte da Chamada Pública MCT/FINEP, Tecnologias para o Desenvolvimento Social - 01/2009, que visa apoiar projetos na área de economia solidária. No âmbito do Rio Grande do Norte, a FAPERN representou o Estado e convidou as IES potiguares para sua execução. Em todo o Brasil, foram aprovadas apenas 13 propostas.
Denominado CAJUSOL, o projeto abrangerá as comunidades produtoras de Caju e de Girassol do Estado. A UERN, juntamente com a UFERSA e a EMPARN, irão desenvolver atividades relacionadas a cajucultura, nos municípios de Serra do Mel, Mossoró, Apodi, Caraúbas, Carnaubais, Severiano Melo, Cerro Corá, Lagoa Nova e Bodó, na aplicação de novas tecnologias sociais e no acompanhamento e assessoramento das comunidades durante todo o processo do caju. O início das atividades está previsto para o primeiro semestre de 2010.

Indústria brasileira de castanha em Ghana

Depois de alcançar um crescimento de cerca de 24% nas exportações em 2009, mesmo com a crise econômica mundial, a indústria de processamento da castanha de caju do Ceará planeja uma expansão além fronteiras. Em 2010, o projeto de empresários cearenses é instalar uma indústria e um escritório em Gana, aproveitando a produção de 800 toneladas de países do oeste africano. O presidente da Câmara Setorial do Caju e do Sindicato da Indústria de Beneficiamento da Castanha de Caju do Ceará (Sindicaju), Lúcio Carneiro, afirma que a indústria brasileira tem capacidade para exportar até US$ 400 milhões mas não o faz por falta de matéria-prima. "O investimento é para implantar uma indústria de pequeno porte mas com equipamentos de última geração para produzir, gerar empregos lá e os empresários cearenses importariam matéria prima que seria limpa por nós mesmos", explica, lembrando que o Brasil só produz 350 mil toneladas mas tem capacidade para beneficiar 420 mil toneladas.
O negócio foi proposto pelo embaixador do Brasil em Gana, Luiz Fernando Serra, que participou de almoço na cobertura da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) no último mês de dezembro com empresários cearenses. Na ocasião, ele falou sobre a possibilidade da instalação em Acra, capital de Gana, de empresas do Ceará que atuarão na industrialização de amêndoas africanas para o mercado mundial. "Acho que o Ceará, pela proximidade, poderia contribuir muito com a economia africana", afirmou Serra, destacando que Gana importa mais do Brasil que parceiros tradicionais, como a Dinamarca e a Bulgária.
Segundo Carneiro a instalação da planta industrial ainda depende do acerto de alguns pontos como incentivos (redução de impostos) e de infraestrutura que estão sendo estudados pelo Ministério do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e a Embaixada.
Adianta que neste mês haverá a visita ao Brasil da segunda missão com a presença do vice-presidente da República de Gana. "Em seguida três empresários cearenses vão apresentar um projeto", comenta, considerando que o que se vai fazer é ampliar os negócios ampliando a participação das empresas brasileiras fora do País. (Fonte: Jornal O Povo, Fortaleza)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

India: cashew kernel exports decline 4% in 2009

India’s cashew kernel exports have showed an overall drop of a marginal 4 per cent to 1,07,496 metric tonnes during the calendar year 2009 compared to the previous year. During the period January to December 2009, the value of kernel exports was marginally lower by 2.2 per cent to Rs 2,869 crore as against the year ago period.
The drop in exports was mainly attributed to a sharp rise in domestic consumption. The exporters had to draw down to meet the domestic demand than export commitments. The local consumption is pegged at around 1,30,000 tonnes for the year.
According to Kochi-based Cashew Export Promotion Council of India (CEPCI), the unit value realisation was up by 2 per cent to Rs 266.87 per kg in the export market during 2009.
However, there was a ray of optimism for the Indian exporters during the month of December 2009, when the exports registered a robust 22.5 per cent growth at 10,136 tonnes compared to the year ago period. In value terms, the exports were up by 20 per cent to Rs 269.89 crore compared to the same month a year ago. The unit value realisation was lower by 2 per cent at Rs 266.27 per kg year-on-year.
“Recession fears from buyers’ side and lack of parity for Indian exporters were not conducive for driving export during the whole of last year. Another reason could be attributed to aggressiveness on the part of Vietnam in the international market,” G Giridhar Prabhu, a Mangalore-based exporter said.
Vietnam accounted for 1,77,000 metric tonnes during the year. During 2009, supply from Northern crops was normal (despite some reduction in India and Vietnam) whereas supply from Southern crops was short (extent of shortage in Brazil still not known).
At this time, indications are that 2010 Northern crops should be okay unless something dramatic happens with weather in coming weeks.
“We do not have actual figures for retail offtake in USA & EU in last quarter but general reports are that it was “not bad” to “normal”. There was definitely good growth in Asia. In most other markets, there was reasonable growth,” said Pankaj Sampath, a Mumbai-based exporter.
He said cashew market opened in 2010 with a soft tone - since there is very little activity (it has been quiet for more than three weeks now), there were trades at lower levels from some processors in India and Vietnam. Price range widened with W240s being traded from $3.05 to $3.15 per pound FOB (freight on board), W320 from $2.80 to $2.90, W450 from $2.55 to $2.65 FOB (depending on who the seller was).
India was not offering broken grades as domestic demand and prices continue to be good. Not much change in Vietnam price for Splits/Butts but their prices for Large white pieces/Large pieces (LWP/LP) came down a few cents, he added.
Due to the prolonged dullness in kernel market, raw cashew nut (RCN) prices also came down a bit but there is very little quantity available now in Indonesia and East Africa. Bulk of the Tanzania and Indonesia crop has been bought at very high prices. Unless they are able to make some kernel sales, processors will be reluctant to take any big positions when new crops start in India, Vietnam and West Africa.
“Outlook for 2010 is unchanged. If market remains quiet for 2-3 weeks more, some processors will start offering at lower prices (at least for the nearbys),” Sampath added.
The processors from India imported 7,27,814 metric tonnes of raw cashew nuts during the year 2009, a growth of 12.1 per cent over the previous year. The value of imported nuts witnessed a marginal rise of 4.3 per cent to Rs 2,873.33 crore. In terms of unit value the processors were beneficial as the price of imported nuts came down by 7 per cent to Rs 39.48 per kg compared to the previous year.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Exportações indianas de castanha de caju caem 4% em 2009

As exportações de castanha de caju da Índia mostraram uma diminuição global de 4% durante o ano civil de 2009 comparado ao ano anterior. Durante o período de janeiro a dezembro de 2009, o valor das exportações de ACC foi ligeiramente inferior em 2,2 por cento ao mesmo período do ano anterior. A queda nas exportações foi atribuída principalmente a um aumento acentuado do consumo interno. Os exportadores tinham que desenhar para baixo para atender a demanda doméstica do que os compromissos de exportação. Outra razão pode ser atribuída a agressividade por parte do Vietnã no mercado internacional.
No entanto, houve um certo otimismo para os exportadores indianos durante o mês de dezembro de 2009, quando as exportações registaram uma crescimento de 22,5 por cento, em comparação com o ano anterior. Em termos de valor, as exportações subiram 20 por cento comparado ao mesmo mês do ano passado.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Unidades demonstrativas de cajueiro

A partir do ano de 2010, com assistência técnica da Emater, todos os municípios da Região do Potengi (RN) terão, pelo menos, uma Unidade Técnica Demonstrativa da cultura do cajueiro.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cajucultura cearense receberá mais investimentos em 2010

A Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará (SDA) planeja para 2010 fortalecer a cadeia produtiva da cajucultura, utilizando mudas de elevado potencial genético que propiciem o aumento da produtividade e renda, beneficiando cerca de mil agricultores familiares.
Com um investimento de R$ 3 milhões, os cajueiros improdutivos serão recuperados através da substituição de copas. No total, está prevista a recuperação de 5 mil hectares de cajueiros improdutivos. Além disso, serão implementados cerca de 3.550 hectares de cajueiro anão precoce. Segundo Targino Bonfim, gerente do setor de cajucultura da Ematerce, os resultados esperados são o aumento da produção de castanhas de qualidade superior no Ceará, produtividade da cultura elevada de 300 para 800 kg/ha e um aumento de geração de ocupação e renda na agricultura familiar, pela expansão da área cultivada com cajueiro anão precoce.
O cajueiro anão precoce enxertado é uma técnica que permite que o produtor obtenha várias vantagens, dentre elas, a maior precocidade quanto ao início da produção; período maior de floração e frutificação em relação ao caju gigante; menor porte, facilitando os tratos culturais e a colheita; maior uniformidade quanto ao tamanho da castanha e maior produtividade por área.
O retorno econômico da produção do cajueiro anão é maior, já que a produção média de um hectare de cajueiro comum é de 240 quilos por hectare, enquanto o cajueiro-anão apresenta uma produção de 1.200 quilos por hectare.
Já a substituição de copas em cajueiros improdutivos é uma prática agrícola que visa o rejuvenescimento de plantios em decadência e nos cajueiros com baixa produtividade, ou com castanhas de qualidade indesejada. Ela se dá pelo enxerto de clones selecionados, reduzindo em até 60% os custos de implantação, com relação a um plantio novo. Com a substituição de copas é possível obter uma produtividade superior a 600 quilos por hectare de castanhas de boa qualidade, a partir do terceiro ano de plantado.
As regiões contempladas serão Inhamuns; Vale do Curu Aracatiaçu; Litoral Extremo Oeste; Litoral Leste; Maciço de Baturité; Médio Jaguaribe; Região Metropolitana de Fortaleza; Sertão Central e Sobral.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

State ban on exports hurts cashew nut prices

A government ban on cashew nut exports has left farmers burdened with low prices following reduced interest in the crop by processors.
The growers have petitioned Agriculture minister William Ruto to rescind the ban, saying they would incur huge losses if they sold their yield at the current market price of Sh30 per kilogramme compared to Sh55 before the ban.
A group of farmers from Mpeketoni in Lamu District, a region known for its high quality nuts, wants Mr Ruto to lift the ban to cushion them against the huge losses they are set to incur.
“Over 200 tonnes of nuts are rotting on the farms with the situation expected to get worse as the peak season sets in. Farmers cannot sell their nuts at a throw away price,” Lake Kenyatta Farmers’ Co-operative Society chairman,Mr David Gikaru, said.
When the government effected the ban last year, exporters of raw cashew nuts moved to Mozambique and Tanzania, leaving only a handful of local processors in the market.
There are about four main processors focusing on the region who include Millennium Nut, Wonder Nut, Equatorial Nuts Processor, and Kenya Nuts Ltd. None of them, said Mr Gikaru, was offering competitive prices. Supporting the government’s move on the ban, Mr Johnson Muhara, the general manager of Equatorial Nuts located in Central Province, said the drop in farm gate prices was not unusual and that prices were expected to rise once more players emerge. “This is part of the teething problems the industry has to suffer before it eventually stabilises,” Mr Muhara said.
Companies exporting raw nuts, industry players said, were given high rebates by importing countries since the exports create jobs in the importing countries.
“Since importing countries have created huge markets for Kenyan nuts, which they cannot do without, they will have no alternative but to establish processing factories in here Kenya,” Mr Muhara said.
More players
He said the move would open up the industry to more players. It will also benefit the industry through technology transfer.
Mr Ruto slapped a ban on the export of raw cashew nuts to encourage local processing following recommendations by a taskforce chaired by former Bahari MP John Mumba.
A report by the taskforce was in favour of value addition through local processing of the nuts before export. Over 65 per cent of cashew nuts produced in the region have in the past been exported raw to China, Hong Kong and India. The task force also recommended that the National Cereals and Produce Board (NCBP) buys raw cashew nuts and sells them. “Initially, local government officials assured us that NCBP would purchase the crop from us, but almost seven months down the line and we are still waiting to receive them,” Mr Gakuru said, adding that the situation was getting worse.

Farm gate prices
The government’s participation through NCPB was intended to regulate the farm gate prices. Banning exports was also meant to harness enough produce for local processing which would also create employment.
“Cashew nut processing is labour intensive and thousands of jobs are lost every year as raw nut-in-shell is exported,” Kenya Nuts managing director Mbugua Ngugi recently said. (By GITHUA KIHARA and GALGALO BOCHA)

Espaço da cajucultura

Recebemos o seguinte comentário: "Olá blogueiro, esse espaço será de grande valia para o seguimento. vamos fazer desse espaço um veículo para o mercado de castanha de caju! Parabéns! Era isso que estava faltando." Agradecemos e vamos à luta!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Produção de mudas

A Associação dos Mini-produtores de Córrego e Sítios Reunidos - AMPC (Apodi - RN) foi contemplada com um viveiro para a produção de mudas de cajueiro, com capacidade para 4 mil mudas. O viveiro integra o projeto de revitalização das mini-fábricas da Fundação Banco do Brasil e objetiva disponibilizar mudas para promover a substituição de pomares antigos e de baixa produtividade, para aumento da produção de castanha na região. O gerenciamento do viveiro será feito pela AMPC, em parceria com a EMPARN,

Cientistas brasileiros transformam a casca da castanha de caju em biocombustível

Os cajueiros são parte da cultura no nordeste do Brasil. Alimentam a indústria e movimentam a economia local. Mas também são grandes geradores de resíduos. Pesquisadores da Universidade de Fortaleza perceberam que a casca de castanha de caju descartada pela indústria esgotava a vida útil dos aterros sanitarios. Eles enviaram amostras do material para a Universidade de Campinas e depois de 4 anos de pesquisas, o que era lixo virou energia. "Existe uma grande quantidade de energia nessas biomassas. Os nosso estudos são voltados para isso, para ver quanto de energia posso retirar dessas biomassas." - afirma Flávio Bueno Figueiredo, Doutor em Engenharia Mecânica da Unicamp.
No laboratário de Campinas, a casca da castanha de caju é triturada até virar pó e depois colocada em um reator, que atinje temperaturas de 900 graus celsius. O resultado da queima do material é um gás combustível parecido com o gás natural veicular, o CNV.
"A casca de castanha de caju, por ser um resíduo de processo, seria descartada em aterro sanitário, gerando CO2, CO e CH4 que estariam soltos no ambiente, poluindo o ar. Nos processos que utilizamos, pegamos esses gases que ainda são combustíveis e os utilizamos em um novo processo, gerando energia ou armazenando esses gases individualmente para ser usados em outra situação."
Na produção do gás da casca de castanha de caju, são gerados carvão e alcatrão. Os pesquisadores agora trabalham no aproveitamento desses materiais para abastecer carros de passeio ou gerar energia elétrica. Na Universidade, os testes já estão concluídos. Falta agora atrair o interesse da indústria para que o gás da castanha saia do laboratório e chegue às ruas.
"A produção de energia não é tão complicada. É fácil e não é tão cara. Não é necessário queimar petróleo o tempo todo para gerar energia. Existem outros meios próximos da gente gerar energia, basta pesquisar", completa Flávio Figueiredo.


Conab Piauí

A Superintendência da Conab do Piauí investiu em 2009 R$ 3.293.479,01 na aquisição de produtos oriundos da agricultura familiar. Foram 5.543 toneladas de feijão caupi, farinha de mandioca, milho e castanha de caju, produzidos por 2.400 pequenos agricultores de 30 municípios. A compra foi feita por meio do PAA, com recursos do MDS e do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Os alimentos adquiridos pelo PAA têm dois destinos: formar estoques públicos e compor cestas para doação a comunidades em situação de insegurança alimentar e nutricional.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Golden Cashew Nut Festival

The first Golden Cashew Nut Festival will be held in Binh Phuoc (Vietnan) province from March 20-23 at a total cost of VND15 billion. During the event, there will be concerts, a parade of bicycles decorated in flowers, competitions to create a slogan and a logo for the festival, a ceremony to award scientists and manufacturers and several conferences.
A ceremony to hand over cashew nut seeds from the Vietnamese government to the governments of Cambodia and Laos will also take place. Vietnam is one of the countries in the world that has a huge output of cashew nuts producing over 15,000 tonnes per year. In 2008, Vietnam overtook India to become the biggest supplier of cashew nuts to the US. In 2010, Vietnam is looking to export 170,000-180,000 tonnes.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Safra de caju em Apodi (RN)

No município de Apodi, famílias que trabalham com a cajucultura começam 2010 com a expectativa de passar a ter uma renda mensal de R$ 500 na entressafra da fruta, devido ao seu beneficiamento, ao contrário de anos anteriores quando os trabalhadores ficavam desocupados nesse período. Outra novidade aguardada para este ano é a viabilização de uma unidade central de beneficiamento, que permitirá atender melhor aos mercados nacional e internacional através de uma padronização na castanha potiguar. A atual safra do caju está chegando ao fim, com uma expectativa de produção de 250 toneladas de castanha apenas em Apodi, além do beneficiamento de até 180 toneladas do produto (Fonte: Tribuna do Norte).

Inscrições de projetos devem ser feitas até 1º de fevereiro

As inscrições de projetos produtivos, relativos ao Edital I: Apoio aos Arranjos Produtivos Locais, deverão ser feitas até 1º de fevereiro. O programa, promovido pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Piauí (Sedet), tem recursos da ordem de R$ 5 milhões, que serão investidos em 17 dos principais arranjos produtivos locais desenvolvidos por associações comunitárias, associações de produtores e cooperativas. O objetivo é gerar milhares de empregos, já a partir de março.
Segundo o edital, disponível no site da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan) e no Portal do Governo, produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social do Estado (CCom), serão selecionados projetos com ações de combate à pobreza, redução das desigualdades e que promova o desenvolvimento com inclusão social. O programa de apoio financeiro vai investir até o máximo de R$ 200 mil por projeto.
Os arranjos produtivos que serão contemplados são artesanato, turismo, leite e derivados, fruticultura irrigada, piscicultura, apicultura, cajucultura, pesca artesanal, ovinocaprinocultura, confecções, opala, horticultura, cachaça, cerâmica, extrativismo da carnaúba e mamona. Dos R$ 5 milhões disponíveis para o programa, R$ 2,5 milhões são do Governo do Piauí, através do Fundo de Combate à Pobreza (Fecop). Os outros R$ 2,5 milhões são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo o edital, os projetos que forem inscritos serão analisados e os que forem aprovados terão liberação imediata de recursos. Os autores dos projetos selecionados não estarão contraindo empréstimo, uma vez que os recursos para financiamento não são reembolsáveis. O edital chama atenção para o fato de que só podem ser inscritos projetos desenvolvidos por associações e cooperativas. Projetos individuais não podem concorrer.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sementes começam a ser distribuídas no Ceará

O Projeto Hora de Plantar começa a distribuir 4.140 toneladas de sementes de várias espécies.Os 136.674 agricultores de base familiar do Ceará receberão também 715 mil mudas de cajueiro anão precoce.
A primeira região beneficiada será o Cariri, onde 30.310 agricultores estão sendo beneficiados com 64 mil mudas de cajueiro. Os agricultores também deverão ser orientados com o Programa de Práticas Agrícolas de Convivência com o Semiárido.
No restante do Estado, as sementes serão distribuídas ainda em janeiro, já a partir da próxima segunda-feira.

Cajucultura capixaba

O Espírito Santo pode ganhar mais três polos de frutas em 2010. As culturas do pêssego, do caju e de citrus são as próximas apostas do Governo do Estado para o investimento na criação de três áreas regionais de produção. A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) já trabalha para consolidar a implantação.
O polo de frutas é uma região criada para que os produtores rurais, agroindústrias, instituições públicas, associações e empresas de diversos segmentos desenvolvam ações conjuntas a fim de fortalecer o agronegócio. Quem adere ao programa, tem acesso a políticas públicas e apoio do setor privado específicos para seguir na atividade. Um exemplo são os produtores rurais, que são beneficiados desde o repasse de mudas à garantia de comercialização da produção, a partir de contratos de compra pré-estabelecidos que têm como destino certo os mercados industrial ou de fruta in natura. Atualmente, no Estado, existem nove polos de frutas produzindo manga, goiaba, coco anão, maracujá, morango, uva, banana, abacaxi e mamão.
Mudas
A Seag vai disponibilizar, em 2010, um milhão de mudas de fruteiras aos produtores capixabas. Esta é a maior quantidade registrada em apenas um ano. Os produtores interessados terão acesso a mudas de abacaxi, acerola, ameixa, banana, caju, caqui, figo, goiaba, jabuticaba, laranja, limão, manga, maracujá, morango, nectarina, nêspera, pêssego, tangerina e uva. A iniciativa visa à ampliação dos cultivos e da oferta de frutas variadas no mercado, ações que ampliam a geração de empregos e renda.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Distribuição de mudas no RN

O governo do Estado (RN) anunciou ontem que inicia na próxima semana a entrega de 150 mil mudas de cajueiro anão precoce. A entrega mais cedo é para aproveitar as chuvas no início do ano, principalmente na região do Oeste potiguar.

Bônus garante preços mínimos aos pequenos agricultores brasileiros

Os agricultores familiares que tomam empréstimos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) já podem se beneficiar de bônus do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF). O desconto vale para 22 culturas incluídas no programa: algodão em caroço, arroz longo fino em casca, babaçu (amêndoa), borracha natural extrativista, borracha natural heveicultura, café arábica, café conillon, castanha de caju, castanha do Brasil (em casca), feijão, girassol, leite, mamona, milho, pequi (fruto), piaçava (fibra), raiz de mandioca (NND), sisal, sorgo, tomate, trigo e triticale.
O bônus equivale à diferença entre o custo de produção (preço de garantia) e o de comercialização (de mercado), caso este último esteja abaixo do custo de produção. Para ser concedido, basta que um único produto incluído no PGPAF seja gerador de 35%, ou mais, da renda estimada pelo agricultor para o pagamento do financiamento. O percentual dos bônus é divulgado por intermédio de portarias, muda a cada mês e de estado para estado. A portaria do PGPAF deste mês foi publicada nesta sexta-feira, no Diário Oficial da União. Os preços de mercado e o bônus de desconto previstos nessa portaria referem-se ao mês de dezembro de 2009 e têm validade para o período de 10 de janeiro a 9 de fevereiro de 2010.
O bônus é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF. Essa alternativa oferecida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário serve para ajudar famílias rurais a pagar o financiamento quando os preços estiverem abaixo dos custos de produção.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz 2010

Um feliz 2010 a todos os leitores do Blog Cajucultura. Paz, sáude e harmonia para todos os habitantes desse conturbado planeta.