quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Preços da castanha em Moçambique

A campanha de comercialização de castanha de caju, cujo lançamento oficial ocorreu em Nampula, arrancou em meados de outubro ultimo, sendo que o quilograma estava fixado em seis meticais o quilograma. Américo Langa do INCAJU, destacou que a sua instituição previa uma subida do preço até os 12 meticais o quilograma, mas o comportamento atual do mercado ultrapassou a expectativas, pois, atingiu uma cifra jamais vista nesta década.
Os intervenientes no processo de compra de castanha de caju são atualmente em numero significativo o que anima a concorrência, sendo que para alcançarem os seus intentos, ou seja conseguir a maior quantidade para aprovisionar enquanto aguardam pela exportação em bruto ou para processamento local, não olham para o preço.
O mercado internacional tem demonstrado sinais de superação da crise financeira global, pois, a tonelada de castanha de caju que há cerca de seis meses estava fixada em 700 dólares americanos registrou, neste momento, um incremento de cem dólares americanos.
Devido a este quadro animador, os industriais do caju, não medem esforços no sentido de comprar quantidades suficientes de castanha, para alimentar as suas fabricas. Nampula tem neste momento 14 das 24 fabricas de beneficiamento de castanha de caju em funcionamento no país.
Até a semana passada, a província de Nampula tinha comercializado 35 mil toneladas de castanha, o que significa que está a 12 mil toneladas de cumprir a sua meta, que é de 47 mil toneladas (Wamphula Fax )

Cashew nuts association tasks FG on tree regeneration

The Cashew Nuts Association of Nigeria (CNAN) has urged the federal government to support its cashew regeneration plan to enhance quality production. The CNAN President, Mr Tunji Owoeye, made the plea in Lagos on Monday in an interview with the News Agency of Nigeria (NAN). He said the association was collaborating with cashew farmers nationwide to ensure the cultivation of hybrid seedlings.
Owoeye said that cashew regeneration would enhance the nation’s commodity trade as well as stamp-out old cashew trees in estate farms and in the wild. He said that most of the cashew trees in the wild which constituted a high percentage of the nation’s production had gone sterile, leading to poor quality production.
Owoeye said that most of such trees were planted in the early 1960s, noting that because they had aged, they yielded poorly and lowered farmers’ incomes. The CNAN chief recalled that government had assisted the cotton and cocoa sectors and pleaded that similar assistance be extended to cashew farmers.
Owoeye noted that the association had embarked on a sensitisation campaign to educate farmers on the essence of regeneration and adopting best farm practices. He urged the Federal Government to distribute cashew seedlings, nuts and nursery plants through the association to credible stakeholders.
The CNAN president noted that the association was unable to achieve its set goals of adopting best farm practices and reducing post-harvest waste in 2009.

Deal signed with VN on cashew production

CAMBODIA signed a memorandum of understanding to lease 6,000 hectares in Kampong Cham and Kampong Thom provinces to Vietnam to grow cashew nuts. Vietnamese officials in Phnom Penh said the deal was signed by Vietnamese officials from Dong Nai province and authorities from Kampong Cham and Kampong Thom provinces. Le Bien Cuoung, commercial counsellor at the Vietnamese embassy, said 3,000 hectares within each province would be used by private companies from both countries to build a cashew-nut study centre and to seed high-quality cashew trees.
“This [memorandum] will give both sides confidence in investments,” he said. “We don’t come to plant for export. We also hope to help local farmers with new technology, offering them new seed, and buying their yields.” The counsellor added a long-term plan is to build processing plants in both provinces once yields are high enough. An undersecretary of state at the Ministry of Commerce, Tekreth Kamrang, applauded the potential investment from Vietnam on Wednesday. “This will allow farmers to get more income by increasing the capacity of their plantations,” she said.
Cambodia already has around 80,000 hectares set aside for cashew-nut cultivation, according to commerce ministry figures, which the Economic Institute of Cambodia estimates accounts for 1.3 percent of world production – much of which is sold to Vietnam. Vietnam holds a quarter of the world’s cashew market, according to the country’s trade-promotion agency.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Processing of cashew nuts seen booming due to exports ban

Cashew nuts processors currently buying nuts in Coast province expect business to boom this season following a government ban on the export of raw cashew nuts. Over 65 per cent of the cashew nuts produced in the region that was exported as in-shell nuts to China, Hong Kong and India before the ban will now be available to the processors, industry say. “We expect to collect about 7,000 metric tonnes of nuts this season and have seven vehicles ready,” Mr James Ndegwa, Kenya Nuts field officer said, adding that half such amount was collected last year.
Mr Ndegwa said the company has so far bought 500 tonnes since the peak season began last month, which is expected to last to go up to April. New players have emerged following the ban , with four main processors focusing in the region. They are Millennium Nut, Wonder Nut, Equatorial Nuts Processors (ENP) and Kenya Nuts Ltd.
Before the ban, the main processors in the region were Kenya Nuts and Equatorial Nuts, both with factories in Central province where the plants alternate in processing macadamia and cashew nuts whose seasons complement each other. The Equatorial Nuts general manager, Mr Johnson Muhara, said his company expects to collect about 2,000 tonnes from the region this year, which is a huge improvement compared to last year. Millennium Nuts and Wonder Nuts are expected to buy a combined 5,000 tonnes. The government banned the export of raw nuts mid this year on the advice of a task force appointed by Agriculture minister William Ruto. In Tanzania, the government buys all the nuts, which is later auctioned to the processors. Mr Muhara said a regulator in Kenya would set standards and how much farmers should get for their produce.

Nigerian farmers can export cashew nuts to Israel

The Nigerian Ambassador to Israel, Mr. Dada Olisa, has said that with proper processing and survey, Nigerian farmers can export cash crops such as cashew nuts, sesame and beans seeds to Israel. Olisa, who said this in an interview with the News Agency of Nigeria on Monday in Tel-Aviv, said that Israel would like to import some agricultural products from Nigeria, provided such produce met international standards.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Problemas de acesso

Nos últimos dias temos enfrentado problemas de conexão com o Blogger, motivado provavelmente por algumas operadoras brasileiras. Daí, a razão da desatualização do Blog. Esperamos uma rápida solução do problema que aflige todos que têm blogspot.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Edital Apoia Arranjos Produtivos Locais

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Piauí lançou o I Edital Apoio aos Arranjos Produtivos Locais, cujo objetivo é contribuir para o desenvolvimento local, através do apoio dado aos arranjos produtivos, cuja produção de bens e serviços esteja conectado à vocação, potencialidade e habilidade humanas locais, com ênfase na geração de emprego e renda.
As atividades estão bem diversificadas e em vários setores. Artesanato, turismo, leite e derivados, floricultura irrigada, piscicultura, apicultura, pesca, cajucultura, horticultura, ovinocaprinocultura e cerâmica são algumas desses setores de produção que fazem parte do foco do edital.
Os recursos destinados ao apoio financeiro dos projetos selecionados, a partir do edital, são oriundos do Governo do Estado do Piauí, através do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

FINEP investe R$ 36 milhõesem tecnologia para desenvolvimento social

A FINEP investirá R$ 36,4 milhões em projetos de 13 estados com foco no desenvolvimento social. Fruto de edital lançado este ano, o resultado que acaba de ser divulgado prevê a criação de 95 centros de inclusão digital em áreas rurais, com apoio de R$ 7,3 milhões, e ainda R$ 18,7 milhões para desenvolvimento de tecnologias sociais ligadas a empreendimentos econômicos solidários e mais R$ 10,4 milhões em bolsas para pesquisadores.
Os estados beneficiados serão: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso. Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, e Tocantins.
Os centros de inclusão digital em territórios rurais serão implementados com a seguinte distribuição por estado: Mato Grosso do Sul, 7; São Paulo, 15; Bahia, 30; Distrito Federal, 17; Tocantins, 8; e Paraná, 18.
Na linha temática de Desenvolvimento de Tecnologia Social do edital, os Estados em conjunto com as instituições de pesquisa articuladas focaram nas cadeias produtivas com grande potencial de inclusão social que costumam ser pouco priorizadas do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico, apesar de sua importância econômica. Foram priorizadas as seguintes cadeias: Leite no Rio Grande do Sul; Leite e Frutas em Mato Grosso do Sul Resíduos Sólidos em São Paulo; Frutas, Mel e Mandioca em Mato Grosso; Hortigranjeiros no Espírito Santo; Resíduos Sólidos e Frutas no Paraná; Agroecologia e Novos Materiais a partir de Resíduos Recicláveis no Amazonas; Caju e Girassol no Rio Grande do Norte; Cadeia do Mel e Turismo em Tocantins; Cajucultura familiar no Ceará; Licuri e Reciclagem de Resíduos na Bahia; e, por fim, no Pará as cadeias do Mel, do Peixe e do Leite,além da Inclusão Digital.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Definidos padrões para amêndoa da castanha de caju

Estão em vigor as novas normas de qualidade e identidade para a amêndoa da castanha de caju. O regulamento técnico com regras para rotulagem, formas de apresentação, procedimentos para análise laboratorial e classificação do produto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Instrução Normativa Nº 62.
Para garantir a qualidade da amêndoa, beneficiadores e fabricantes devem observar requisitos de pureza, número de defeitos, coloração, odor e tamanho. O regulamento define, ainda, que o produto pode ser comercializado a granel ou embalado. A rotulagem das amêndoas embaladas conterá informações sobre o lote, fabricante e tipo.
A última norma editada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinando critérios de qualidade para castanha de caju foi publicada em 1976, de acordo com a chefe de divisão de Normas Técnicas da Coordenação-Geral de Qualidade Vegetal, Karina Leandro. “A necessidade desta revisão surgiu por demanda da cadeia produtiva, que separa a castanha da amêndoa, uma espécie de polpa. Agora, as regras estão mais adequadas às práticas de mercado”, explica.
Fiscalização - A garantia de qualidade dos produtos de origem vegetal destinados à alimentação humana envolve ações contínuas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Atualmente, mais de 60 produtos fazem parte da lista dos que devem obedecer padrões estabelecidos pelo ministério. “Nesta época do ano, normalmente aumenta o consumo de determinados produtos, tanto nacionais como importados, a exemplo de frutas e da castanha de caju. E o Mapa mantém a fiscalização para garantir a qualidade de todos os produtos comercializados”, ressalta Karina Leandro.

Indústria do Ceará invade a África

Mexem-se os industriais beneficiadores e exportadores cearenses de castanha de caju. E o fazem na direção da África, onde sobra matéria-prima e falta indústria para agregar valor ao saboroso fruto da anarcadium occidentale, nome cientifico do cajueiro. A indústria do Ceará, que lidera no Brasil o beneficiamento e a exportação da amêndoa, está ameaçada pela do asiático Vietnam, que, em apenas 20 anos, se tornou o maior produtor e o maior exportador mundial de castanha de caju. Qual é a estratégia? De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria do Caju do Ceará, Antonio Lúcio Carneiro, a ideia é implantar, até o fim do primeiro semestre de 2010, em Acra, capital de Gana, uma planta industrial para processar 30 mil toneladas/ano de amêndoas. Antes disso, será instalado na capital ganesa um escritório comercial que comprará castanha dos países africanos produtores - Gana, Costa do Marfim e Nigéria. Essa castanha será exportada para o Ceará, onde será beneficiada e, em seguida, mandada de volta ao escritório de Acra, que a exportará para os clientes cearenses da Europa e dos Estados Unidos. Essa operação tem o nome de "draw back"."Ao mesmo tempo em que processaremos 30 mil toneladas anuais de amêndoas em nossa fábrica de Gana, acessaremos um mercado produtor de 800 mil toneladas. A nossa operação em Gana terá, lá mesmo, os mínimos cuidados fitossanitários, garantindo a qualidade da matéria-prima que receberemos e processaremos aqui", faz questão de frisar Lúcio Carneiro. (Fonte: Diário do Nordeste)

domingo, 13 de dezembro de 2009

PGPAF: bônus para castanha de caju

Agricultores familiares que produzem castanha de caju no Maranhão contam, em dezembro, com o bônus de 40% do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para os financiamentos dessa cultura. A portaria do PGPAF foi publicada na última segunda-feira (7), no Diário Oficial da União (DOU). Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de novembro de 2009 e têm validade para o período de 10 de dezembro deste ano a 9 de janeiro de 2010. Atualmente, o Programa abrange 35 culturas, que respondem por mais de 97% das operações de custeio do Pronaf e mais de 98% das operações de investimento.

sábado, 12 de dezembro de 2009

2º Encontro de Cajucultura em São Paulo do Potengi (RN)

Agricultores familiares dos 14 municípios da região do Potengi participaram nessa sexta-feira, do 2º Encontro de Cajucultura em São Paulo do Potengi (RN). A capacitação tem como foco a cadeia produtiva da planta, visando o aproveitamento do pedúnculo e da castanha. A partir do ano de 2010, com assistência técnica da Emater, todos os municípios da Região do Potengi terão, pelo menos, uma Unidade Técnica Demonstrativa da cultura do cajueiro.
A programação constou de um painel sobre a "Importância e diagnóstico da cajucultura na região do Potengi", palestras enfocando os temas: Manejo da cajucultura, Aproveitamento do Pedúnculo do caju, Projetos de crédito e Comercialização.

Moçambique produzirá 90 mil t de castanha de caju em 2009

Moçambique vai produzir na presente safra agrícola 90 mil toneladas de castanha de caju. Segundo o Instituto Nacional do Caju (Incaju)a produção é mais do que suficiente para abastecer as 22 fábricas de processamento, restando ainda 60 mil toneladas de castanha de caju in natura para serem exportadas uma vez que não há em Moçambique capacidade para o seu processamento. Estima-se que dentro de dez anos Moçambique atingirá 60 mil toneladas de castanha. Mesmo assim, estará longe das 75 mil toneladas que processava nos anos 90. A castanha de caju representa uma das fontes de captação de receitas do país, à semelhança do algodão, copra, cana de açúcar, chá, fumo e energia eléctrica.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

IBGE prevê queda de safra de castanha no CE

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a safra de grãos do Ceará em 2009 deve ser menor do que a do ano passado. O mesmo pode ser percebido com a castanha-de-caju.
O levantamento revela que a safra de 2009 da castanha-de-caju, segmentada pelo tipo de cajueiro (cajueiro comum e cajueiro anão), não será tão boa quanto o esperado. A colheita do fruto ainda está em andamento e, até agora, já registra um decréscimo de 5,4% em relação à previsão inicial. Conforme o IBGE, até o final da colheita, a redução deve ser de 30% a 40% em comparação à estimativa feita para a safra deste ano.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

I Mostra do Caju da Serra do Rosário

Termina nessa sexta-feira (11/12), em Jordão (CE), a I Mostra de Caju da Serra do Rosário, uma iniciativa dos Moradores da Serra do Rosário, com a participação da Prefeitura Municipal de Sobral e instituições ligadas ao setor da agricultura e negócios. O objetivo do evento é promover o conhecimento da inovação tecnológica na cajucultura e construir um espaço de educação, debate, comercialização numa perspectiva de viabilizar as condições de sustentabilidade dos empreeendimentos familiares e, consequentemente, promover a sua elevação na renda e segurança alimentar.

Castanha: projeto inédito no RN

Com o estoque excedente de castanha de caju da safra passada em seus armazéns e sabendo da dificuldade de cooperativas e associações que trabalham com a matéria-prima para obterem capital de giro, a Superintendência da Conab no Rio Grande do Norte tomou iniciativa inédita, de fornecer 124 mil quilos de castanha “in natura” para o beneficiamento em mini-fábricas do interior do estado.
Ao todo, foram escolhidas três associações e uma cooperativa de produtores rurais dos municípios de Apodi, Severiano Melo e Portalegre, que possuem mini-fábricas em funcionamento a menos de um ano. Também foi acordado que duas instituições receberão 37 mil quilos e devolverão 2.846 quilos. Outras duas, com 25 mil quilos, terão que devolver 1.930 quilos de castanha à Conab.
O projeto será realizado em duas etapas. Na primeira, que começa esta semana, serão entregues cerca de 50% da quantidade acertada. O resto deverá ser entregue após a devolução da primeira remessa. (Fonte: Natal Press)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Festival da castanha em Itaú

A cidade de Itaú (RN) está ultimando os preparativos para a realização do primeiro festival da castanha que acontecerá nos dias 10 e 11 de dezembro quando o município comemorará 56 anos de sua emancipação política. O evento promete atrair um público de mais de 20 mil pessoas durante os dois dias de festa.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

African Cashew Alliance Meets Cashew Stakeholders in Banjul

The African Cashew Alliance (ACA) is currently having a meeting in Banjul with stakeholders from the African Cashew Alliance. The purpose of the meeting is to sensitise cashew producers, buyers, traders, and processors to the African Cashew Alliance as an organisation and urged them to become a member of the Gambia National ACA. Participants will also discuss the possibility for the Gambia to host the 2010 African Cashew Alliance Conference in June next year.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Caju Móvel

A Embrapa Agroindústria Tropical lança, nessa terça-feira, 8/12, em Fortaleza, a Unidade Móvel para Transferência de Tecnologia Agroindustrial, em parceria com o Sesi. O veículo apoiará a realização de cursos para transferência de tecnologia em processamento de frutas, dentre elas o caju.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Caju no Globo Rural

Neste domingo, o programa Globo Rural mostra uma reportagem especial sobre as lavouras de caju. No Piauí, o repórter César Dassie visitou uma das propriedades que mais se destacam na produção da castanha. Logo cedo, as estradas da Fazenda Planalto se agitam com o vai-e-vem das conduções que levam os trabalhadores para a lavoura. Toda a castanha armazenada no barracão da fazenda foi colhida na safra 2008. Das 3,5 mil toneladas que saíram do campo no ano passado restam pouco mais de duas mil. Elas só sairão quando a fábrica em Fortaleza autorizar o embarque. Na indústria, cento e cinquenta toneladas de castanha são processadas todos os dias. E a amêndoa é exportada para mais de dez países. O programa irá ao ar no domingo, às 8hs, horário de Brasília.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Arranjos Produtivos Locais

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Piauí (Sedet) lançou edital para seleção de projetos de inserção e apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs). O objetivo é apoiar projetos de combate à pobreza que gerem emprego e renda à população. Serão investidos R$ 5 milhões, sendo R$ 200 mil para cada projeto selecionado. A inscrição é válida para APLs nas áreas de artesanato, turismo, leite e derivados, fruticultura irrigada, piscicultura, apicultura, cajucultura, pesca artesanal, ovinocaprinocultura, confecções, opala, horticultura, cachaça, cerâmica, extrativismo da carnaúba e mamona.
Poderão concorrer ao Edital, exclusivamente, projetos sob responsabilidade de cooperativas de produção ou comercialização e associações comunitárias ou de produtores, sem finalidade econômica. As inscrições deverão ser feitas em formulários modelo, anexos ao Edital ou na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, no Centro Administrativo Bloco A, 2º andar no horário de 8h às 13h, em Teresina. O período de inscrições é de 01/12/2009 a 01/02/2010.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cashew self-sufficiency seen by 2015

The Government of Filipines has tagged cashew nuts as a niche product for local and foreign tourists as domestic self-sufficiency is targeted to be attained between 2015 to 2020. This was announced when officials of the Agriculture department and local governments launched a cashew tree propagation program in nine towns in Palawan in southern Luzon last week. "The program aims to increase the hectarage that we have for cashew in the next five to 10 years," Rene Rafael C. Espino, director of the Agriculture department’s High-Value Commercial Crops Program, said in an interview. "We did that because cashew is one of the crops that we can have a competitive advantage in... we look to it as a niche product for the tourists, both local and foreign," he said.
"Primarily, the program will involve the establishment of nurseries, the distribution of planting materials and training for the farmers," Mr. Espino said. Top cashew nut producer Palawan accounts for 90% of the national output, data from the Bureau of Agricultural Statistics show. The remaining cashew nut output is sourced from Bataan. Palawan produces about 100,000 metric tons of the commodity annually.
But Mr. Espino said the country has yet to attain self-sufficiency when it comes to the nuts, as it produces only 60% of its needs in 120,000 hectares of plantations. "We expect that between 2015 and 2020, we will be self-sufficient in cashew nuts," Mr. Espino said, adding that the government and local stakeholders target an additional 10,000-15,000 hectares for the program. For the first year of the project implementation, which will last until November next year, the Agriculture department expects to increase cashew tree plantations by 2,000 hectares with the initial P2 million of funds given to local government units.