sábado, 31 de outubro de 2009

Castanha: assentamento ganha minifábrica

O assentamento Novos Pingos, no município de Assu (RN) receberá na próxima quarta-feira uma Unidade Agroindustrial de Beneficiamento de Castanha de Caju. A minifábrica de caju faz parte do programa Geração de Emprego e Renda desenvolvido pela Fundação Banco do Brasil . Na estrutura foi investido um total de R$ 250 mil. A unidade, que foi ampliada e revitalizada, atenderá diretamente 56 produtores e mais 224 pessoas de forma indireta. Com a reestruturação, serão beneficiadas, anualmente, cerca de 200 toneladas de amêndoas de caju. Além de ter a estrutura ampliada, a minifábrica passou por um processo de adequação às normas da Vigilância Sanitária, o que garante mais segurança e qualidade aos produtos fabricados no local.As melhorias implementadas possibilitam uma série de benefícios para os produtores de castanha de caju da região. Além de agregar mais valor ao produto – que terá um acréscimo de cerca de 20% no preço da castanha in natura – a operação das oito máquinas responsáveis pelo corte do produto possibilitará um aumento na produção, com o beneficiamento de até quatro toneladas ao mês. No âmbito social, a ampliação do empreendimento significa a geração de 13 novos postos de trabalho aos assentados, com benefícios para mais de 120 pessoas que trabalham com agricultura familiar no assentamento.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Festival da cajuina

O governador Wellington Dias lançará oficialmente o 1° Festival da Cajuína do Piauí nesta quinta-feira (29), às 10 horas, no Salão Azul do Palácio de Karnak. O evento ocorrerá no período de 25 a 27 de novembro deste ano, no Complexo Cultural Praça Pedro II, e será realizado pela Cooperativa dos Produtores de Cajuína do Estado do Piauí (Cajuespi). O 1° Festival da Cajuína tem como objetivo promover o produto em nível estadual e nacional.
Além da divulgação da cajuína, o festival tem como objetivo valorizar “a cultura extrativista, alimentícia, industrial e tecnológica do caju”.Segundo o presidente da Cajuespi, Lenildo Lima e Silva, o 1° Festival da Cajuína será realizado com o objetivo também de agregar valor à produção do caju, incentivar o cultivo do caju e a elaboração da gastronomia e de bebidas a partir deste fruto. O evento igualmente objetiva possibilitar o incremento e o incentivo da industrialização.
Shows, stands e cajuína
Com área estimada de 179 mil hectares de cultivo do caju e 20 agroindústrias de beneficiamento da amêndoa da castanha de caju, o Piauí se prepara para expandir fortemente as atividades econômicas em torno deste arranjo produtivo, hoje fator de geração de renda e empregos para milhares de famílias piauienses. A meta é exportar cada vez mais para os mercados nacional e internacional a cajuína, a castanha de caju, o suco e outros produtos derivados do caju.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

India: Cashew sales rise despite poor promotion

Despite poor product promotion, the domestic market of cashew nuts has seen a robust growth across the board in the recent past. The market has been growing at an annual average growth rate of 15% in the last decade, according to industry sources here. The total volume of cashew nuts sold in the market has been estimated at around 1.3 lakh tones in the current year. The industry sources point out that this is the estimated sales in the organised sector. Despite the positive growth rate there has not been any major increase in prices in the last couple of years with the medium quality cashew nuts being sold at around Rs 280 to Rs 350 per kg. The national capital region, Delhi is the largest consumer of cashew nuts in the country. The other major consumers of cashew nuts are Mumbai and Ahmedabad. Interestingly, the domestic market for cashew nuts has been growing without any promotion from the processing companies. Industry sources point out that it is the cashew traders who ensure smooth supplies after procuring the product from the cashew processing companies after making advance payments. In the organised sector there are also big buyers whose demand is in bulk quantity. Amul in the co-operative sector, Cadburys, Britannia, Haldiram, etc from the corporate sector are some of the big buyers. Apart from this, some of the temples like Thirupathi are also big buyers of cashew, industry spokesmen said.A large portion of the cashew nut is sold in the unorganised sector in the country. In the unorganised sector the cashew is processed by the households or by the very small processors. A proper estimate of the sales by this sector has not been made. The shortage of raw cashew in the country is prompting the industry to make huge imports of the raw materials. With such a short supply in raw materials it is the domestic market that suffers in the long run.

domingo, 25 de outubro de 2009

Maguary e Dafruta apresentam novidades para o verão

A Maguary e a Dafruta, marcas da Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos (ebba), apresentam novidades para a época mais quente do ano, o verão. Os lançamentos visam atender o apelo dos consumidores por novos sabores e trazer mais praticidade e modernidade com a reformulação das embalagens.
Para a marca Dafruta as novidades ficam por conta do lançamento da linha de latas, com 350ml, nas versões normal e light e nos sabores uva, maracujá, manga, goiaba, pêssego, caju e morango. Outra aposta é o novo sabor Açaí com banana e guaraná, em embalagem Tetra Pak de 1 litro. Para elaborar o mix de frutas tão apreciado pela população, a ebba contou com tecnologia de ponta na fabricação do produto. Já para Maguary a novidade é a linha de Tetra Pak 200ml, nos sabores e uva, manga, maracujá, caju, goiaba, morango e pêssego.

sábado, 24 de outubro de 2009

LCC para a produção de LED de computadores

O aperfeiçoamento do LED no mundo abriu vários caminhos para o desenvolvimento do OLED. Um deles, trilhado pelos pesquisadores da UFPI. Saiu de cena o silício como material básico, e entrou o LCC (Líquido da Casca da Castanha). O LCC é um subproduto da amêndoa do fruto do cajueiro. Na tradição de mil e um reaproveitamentos e utilização das partes que formam o caju - do suco do pseudofruto (a polpa que conhecemos), ao aperitivo da castanha assada (verdadeiro fruto), o LCC pode ser considerado um lanterninha. O óleo viscoso e caustico de cor marrom e odor extremamente desagradável - conhecido popularmente pelas queimaduras e manchas que causa quando entra em contato com a pele humana -, tem utilidades industriais e científicas comprovadas em descobertas relativamente recentes.
A professora e química Maria Alexsandra Rios destaca seu principal papel no mercado industrial. “Como composto ativo, o LCC possui propriedades antioxidantes valiosíssimas. Após tratamento, ele exerce uma função de proteção à degradação natural de material orgânica, ocasionada pela presença natural do oxigênio”. Usando exemplo próximo e imediato, a professora saca uma carta na manga: O LCC, mesclado a alguns lubrificantes, gerou alguns compostos de ação anti-oxidantes tão interessantes, que mereceram depósito de patente.
Mas qual a função do líquido da castanha do caju no diodo orgânico emissor de luz?
É isso que explica um orientando de mestrado do professor Ángel Hidalgo e também envolvido no estudo, o aluno Raulinson Hiapina. “O líquido da castanha do caju ajudaria no retardo do processo de fotodegradação do OLED, evento natural que é acelerado como a sua excitação elétrica. A fotodegradação é ocasionada pela oxidação. Quanto maior a oxidação, menor o número de elétrons na camada de valência. Quanto menos elétrons, menor a capacidade da peça em conduzir energia. E sem condução de energia, sem luz”.
Para que o OLED produzido pela UFPI consiga atingir potencial industrial, ele precisa alcançar a marca de 10 mil horas de durabilidade ativa. Parece um longo caminho, ou uma marca muito pretensiosa se levada em consideração as condições de produção e desenvolvimento de pesquisa brasileiras quando postas em paralelo às estrangeiras. Mas a professora Maria Alexandra é categórica e otimista: “Os testes preliminares são bem animadores. Os gráficos de resistência do LCC expõem um grande potencial”. (adaptado de MeioNorte.com)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Queimadas em Moçambique

A meta de 90 mil a 95 mil toneladas estabelecida por Moçambique para a produção de castanha de caju poderá não ser cumprida devido à ocorrência de queimadas descontroladas naquele país, de acordo com o Instituto de Fomento do Caju (Incaju). As queimadas descontroladas têm devastado milhares de cajueiros em idade produtiva e tem assumido proporções alarmantes a cada ano.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pepsi Bottling Group assina acordo para distribuição das bebidas O.N.E.

O Pepsi Bottling Group (PBG) anunciou em setembro a assinatura de um acordo com a O.N.E. (One Natural Experience), companhia de bebidas funcionais naturais, para distribuição de seus produtos no Sul da Califórnia e da Flórida a partir de outubro. Fundada em Los Angeles em 2005 pelo empresário brasileiro Rodrigo Veloso, a O.N.E. se transformou rapidamente em um sucesso no mercado americano com seu primeiro produto, Coconut Water (água de coco), e no ano passado faturou US$ 10 milhões. Hoje, além da água de coco, a linha de produtos O.N.E. inclui diversas bebidas à base de frutas tropicais, como açaí, café, caju e acerola, e a linha O.N.E. Splash, de água de coco combinada com sucos de frutas em quatro sabores. Uma das bases da estratégia da O.N.E. é o compromisso com o meio ambiente e responsabilidade social. A companhia procura trabalhar para promover um negócio sustentável e estabelecer relacionamentos com as comunidades dos locais onde adquire seus produtos.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Africa aims to climb the value chain

African cashew producers have decided that it is time to follow Vietnam’s example and strive to export processed products instead of raw materials, says a report in the farm industry newspaper Nong Nghiep. The Africans are probably right, but this is really bad news for Vietnam, because Africa is a principal supplier of raw cashews to Vietnamese processing plants
Though the number of cashew nut processing plants has been increasing in Vietnam, domestic nut production has been decreasing. This has forced Vietnamese cashew processors to rely on imported nuts.
For many years, Vietnamese processors have had to import 40 percent of the raw nuts needed from Africa, or about 300,000 tonnes, worth $180 million a year. The figure is expected to increase in coming years, because Vietnamese farmers have chopped down cashew plants to grow rubber, coffee and other more profitable crops.
Where will Vietnam get raw nuts?
Some 14 African nations grow and export cashew nuts. In East Africa about 25 percent of the production is processed locally, but in West Africa the processing rate is only five to ten percent. These countries, members of the African Cashew Alliance and with advisory assistance from the Gates Foundation (US), are now making serious plans to boost local processing capability.
Nong Nghiep comments that the most practical way for the Vietnamese cashew industry to avoid being squeezed would be to make direct investments in Africa. There Vietnamese enterprises could do preliminary processing, then export semi-processed nuts to Vietnam, where Vietnamese processing plants could make finished products to be launched into the world market.
In other words, the Vietnamese cashew industry would imitate many industries in advanced countries by ‘going up the value chain.’ They would make finished products and get higher added value instead of making semi-processed products as at present.
However, Vietnamese businessmen hesitate to invest in African facilities. A problem lies in the fact that Vietnamese processors are now only halfway up the ‘value chain’ themselves, exporting semi-processed nuts to Chinese, European and US processing companies that roast and market the nuts.
Be quick or die
Oltrema, an Indian company, was at the African cashew conference, offering cashew nut processing equipment and taking many orders. The Indians have been aware of the changing viewpoint of the African cashew producers who provide them 80 percent of the raw nuts they use.
Already several Indian cashew processing and export groups have established processing plants in Africa which can serve as the ‘springboard’ for a lot more. In this case, the big Vietnamese processing plants that have contracted to Indian companies are likely to be ‘orphaned.’ They will have to find their own way to survive.
Nong Nghiep comments that it is high time for Vietnamese enterprises to start investing in African plants, for while Vietnamese enterprises have vacillated, the Indians have cemented their firm positions in the market.(VietNamNet/NNVN)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NCPB fails to heed directive on cashew nuts

The National Cereals and Produce Board (NCPB) of Kenia has failed to heed a government directive to buy cashew nuts from farmers, leaving them at the mercy of middlemen and private processors as the harvest season approaches. As a result, cashew nut processors are preparing to move to Coast province to buy the nuts.
There are four leading processors focusing on the region. They include Millenium Nut, Wonder Nut, Equatorial Nuts Processors (ENP) and Kenya Nuts. Kenya Nuts and ENP are located in Central province, whereas the other two have established processing units in Coast province.
Some farmers have started selling their nuts to middlemen who will stock them and sale them later to processors at a higher fee.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Receita de Hamburguer de Caju

Ingredientes:
8kg de caju fresco (sem castanha)
300g de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de cheiro verde picados
2 pimentões médios picados
4 tomates grandes picados
2 cebolas médias picadas
1/2 colher (sopa) de corante (colorau)
1 cabeça de alho grande (ou 3 colheres de sopa de pasta de alho)
pimenta-do-reino a gosto
sal a gosto
Modo de Fazer
Lavar bem os cajus, acrescentar um pouco de água e bater do liquidificador. Depois, peneirar bem para tirar todo o suco. O que sobra é a fibra (mais ou menos 1,5kg). Colocar a fibra numa panela e temperar com alho, cebola, tomate, cheiro-verde, pimentão, corante, pimenta-do-reino e sal a gosto. Refogar por mais ou menos 10 minutos. Tirar do fogo e colocar numa bandeja grande para esfriar. Quando estiver fria, acrescentar a farinha de trigo e espalhar sobre superfície com a ajuda de um rolo (como se fosse uma massa). Por último, cortar no formato de hambúrguer. A fritura é igual a de um hambúrguer tradicional.
Dicas: acrescentar os temperos que você costuma usar na carne, como ervas, por exemplo; usar a boca de uma xícara ou copo para dar o formato de hambúrguer.
Rendimento médio: 20 hambúrgueres

domingo, 18 de outubro de 2009

Alimentos à base de carne de caju inovam cardápio da merenda escolar

Os moradores do assentamento de Novo Pingos, no município de Assu (RN), que tem na cajucultura uma de suas atividades econômicas mais importantes, conheceram uma nova maneira de utilização da fruta. É o seu uso em pratos como almôndegas, hambúrgueres, panquecas e pastéis. No final de setembro, 17 mulheres do assentamento participaram do treinamento, sob a orientação uma consultora do Sebrae-RN, como parte do projeto Território Assu Mossoró. O curso consistia na produção de pratos à base do bagaço do caju, do qual é retirado o sumo e temperado como carne. Segundo as moradoras Iraci de Souza e Maria Neuma da Costa, que participaram do treinamento, o caju substitui a carne usada nas receitas sem nenhum prejuízo no sabor, nem no valor nutricional, visto que é rico em ferro e proteínas.
— Além de ser um ótima fonte de alimentação, a carne de caju pode ser facilmente estocada e permite a criação de diversos pratos — explicam as moradoras do assentamento.
A expectativa agora é aumentar a variedade de receitas, consolidar os produtos como merenda escolar do município de Assu e começar a estudar a viabilidade da comercialização dos mesmos.
Os moradores do assentamento Novo Pingos já passaram por cursos e atualmente já comercializam, além da castanha de caju, doces caseiros como o caju-ameixa e o bolo de castanha e mel de abelha, entre outros produtos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Produção de castanha em Moçambique

A capacidade de processamento de castanha de caju em Moçambique atingirá 60 mil toneladas em dez anos, de acordo com o jornal Notícias, de Maputo. O jornal assinala que mesmo assim a capacidade ficará aquém das 75 mil toneladas/ano que Moçambique detinha quando do colapso da indústria de caju nos finais da década de 90. De uma média de 90 mil toneladas anuais de castanha produzidas, Moçambique processa apenas entre 25 mil e 30 mil toneladas por ano, sendo o remanescente exportado in natura para outros países. Fonte do Instituto de Fomento do Caju (Incaju) disse ao jornal que nos últimos anos tem havido cada vez maior interesse de investidores, nacionais e estrangeiros, na instalação de indústrias para o processamento interno da castanha. Baseando-se em estudos realizados recentemente, a fonte afastou a possibilidade do país voltar a optar pela estratégia das grandes unidades fabris que existiam antes do colapso desta indústria, considerando que apesar da vantagem de gerarem economias de escala elas têm a desvantagem do ponto de vista de estrutura e custos fixos que são bastante elevados.“Alguns dos nossos concorrentes, como, por exemplo, a Índia, têm a vantagem de não terem mega-fábricas. A castanha é processada ao nível das famílias e só vai à fábrica para os acabamentos e, por isso, consegue-se contornar esses custos fixos”, afirmou Santos Frijon, do Departamento da Economia do Incaju. Frisou ainda que esta é a estratégia que Moçambique tem divulgado, de modo a se apostar em unidades pequenas e de média dimensões. Indicou ainda que com a opção em pequenas unidades, o país conseguiu passar de uma capacidade de processamento interna de três mil toneladas, no ano 2000, para cerca as 30 mil toneladas atuais. Do ponto de vista de postos de emprego, a fonte indicou que as pequenas e médias unidades atualmente em funcionamento empregam cerca de seis mil pessoas, número quase igual ao que era empregada pelas unidades de grande dimensão agora falidas. Movimentando mais de um milhão de famílias, algumas das quais tendo na castanha a única fonte de rendimento, a cajucultura, apesar da baixa expressão a nível mundial, apresenta-se como um dos setores estratégicos para a economia de Moçambique.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cajueiro anão representa 13%

A área plantada com o cajueiro anão precoce no Ceará representa cerca de 13% do total plantado com cajueiros no estado.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Indústria de castanha de caju emprega 12 mil

A indústria de processamento de castanha de caju emprega no Brasil cerca de 12 mil pessoas. O país responde atualmente por 13% do volume total da produção mundial de castanha de caju.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Nut sheller can do work of 30

Ngo Quang Ngoc, a farmer in Binh Phuoc Province’s Bu Dop District (Vietnam), has invented a cashew nut-shelling machine that can do the work of 30 people. The machine, which took Ngoc nearly six years of research to perfect, can process 300 kilogrammes an hour, using just 1.5 litres of petrol. It costs just VND10 million (US$505) and is likely to reduce with scale. "I was determined to study the working [of the machine] after watching my family and neighbours work very hard to shell cashew nuts for many years," Ngoc says.
"I needed six years to make it because I only had a few hours a day to work on the machine besides earning my family’s livelihood. I also did not have the technical knowledge or funds," he recalls. His invention has interested many local cashew farmers. "Most of the machine’s parts are cheap and easy to buy. It is also very easy to use," Ngoc says.
Ngoc has not registered his invention for a patent, saying he does not know how to do it.
Ngoc is one of possibly hundreds of farmers who share a passion for making useful farm machines. But most of them find it difficult to manufacture and market their inventions. Nguyen Thanh Dien of An Giang Province has invented two kinds of agricultural machinery: rice shoveller and insecticide spraying machine. "We have sold 70 machines in An Giang and neighbouring provinces. Because of lack of capital we manufacture the machine only when we receive an order," Dien explains. "We ask buyers to pay us 50 per cent in advance. We only have enough money to remain in business but not to develop it."
Dinh Duc Tho, a farmer in Tra Vinh Province who has developed a simple and durable television antenna favoured by many locals, faces a similar situation. "[We] cannot supply enough products to the market since we do not have the capital to expand our business," Tho says. "I once applied for a preferential Government loan but I did not have property for use as collateral."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Beneficiamento de Castanha de Caju

Foi inaugurada em João Câmara (RN) uma Unidade de Beneficiamento de Castanha de Caju que visa atender a padronização de amêndoas, possibilitando a venda desses produtos no mercado com alto valor agregado. A unidade tem capacidade de beneficiar 200 toneladas de amêndoas de castanha de caju ao ano e recebeu investimentos de R$ 170 mil.

domingo, 11 de outubro de 2009

Projeto cajuína

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí realiza desde de 2004 o Projeto Cajuína no Piauí que serve para agregar valor ao pedúnculo do caju com ênfase na produção de cajuína, doces e utilização do fruto na culinária, objetivando através da agroindústria familiar melhorar a renda das famílias rurais estimulando o empreendedorismo.
Desde o início do projeto até esse ano já houve 205 cursos de capacitação para agricultores familiares com uma média de 18 participantes em cada curso o que soma um total de 3.690 agricultores familiares capacitados.
As ações do Projeto Cajuína no Piauí não estão restritas ao processamento dos frutos, elas tem como foco também inserir os agricultores familiares no processo de comercialização do que foi produzido por eles durante a capacitação, então, ao término de cada capacitação é realizada uma Exposição-feira onde os produtos são expostos e vendidos. Ao todo já houve sete Exposições-feira, duas em Oeiras, duas em Pedro II, duas em Picos e uma em Altos.
O articulador da rede temática de agroindústria familiar do Emater-PI, Milton Paula, expõe que além do caju outras frutas também recebem agregação de valor através do Projeto Cajuína no Piauí como a goiaba, a acerola, a manga, o umbu e o cajá. “No município de José de Freitas houve uma demanda da cooperativa de agricultores familiares em relação ao processamento de outras frutas além do caju, então o Emater-PI, através da rede temática de agroindústria familiar implantou uma unidade de processamento de polpa de goiaba, acerola, manga e cajá na região”, disse Milton Paula.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Paçoca de castanha de caju

Empresas do Projeto OrganicsNet, da Sociedade Nacional de Agricultura, participam da maior feira de negócios do setor de orgânicos da América do Sul - a Biofach América Latina (28 a 30 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo) -, e promovem o lançamento de novos produtos, muitos deles inovadores. No stand OrganicsNet/SNA, a Cultivar Brazil apresenta algumas novidades, como o creme e a paçoca de castanha de caju, o pão de mel de arroz (sem glúten), e o biscoito e bolo sabor limão.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Safra cearense de castanha de caju

A recente estimativa de safra de castanha de caju feita pelo IBGE apresenta um total de 149.189 t, o que representa incremento estimado em 0,08%, comparando-se à expectativa inicial (149.189 t) e de 23,25% em relação a safra obtida em 2008 (121.045 t).

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Incentivos promovem maior crescimento do caju e mel

A política de incentivos fiscais concedida pelo governo do Estado é apontada como um dos fatores que fez evoluir a produção e a exportação do mel e do caju no Piauí. O secretário de Fazenda Antônio Neto usou como comparação o ano de 2002 com o de 2008. No ano passado, a produção de mel de abelha no Piauí alcançou 4 milhões e 500 mil toneladas, enquanto que em 2002 era de apenas 2 milhões e 221 mil toneladas. Já em relação ao caju, foram produzidas cerca de 56 mil e 223 toneladas em 2008, enquanto que no ano de 2002 só foram produzidas 16 mil e 817 toneladas de castanha de caju.
O mesmo crescimento positivo aconteceu em relação à evolução das exportações. Enquanto que no ano de 2007 a exportação do mel era de 1 milhão e 731 toneladas, em 2008 foram exportadas 1 milhão e 966 mil toneladas de mel. Nesse mesmo ano também foram exportadas 1 milhão e 57 mil toneladas de castanha.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Cashew kernels exports down 4% on economic woes

Mainly on account of the global economic recession, there was a four per cent decrease in cashew kernels exported at 1,09,523 tonnes valued at Rs 2,988.40 crore last year, said Mr Bharathan Pillai, Chairman of the Cashew Export Promotion Council of India. The total foreign exchange earned through export of cashew kernels, cashew nut shell liquid and allied products last year was $656 million or Rs 3,014 crore. Addressing the 54th annual general meeting of the Council he said that the US, the Netherlands, the UAE and Japan continued to be major buyers. The American zone accounted for 34 per cent of the exports, followed by Europe with 30 per cent, West Asia with 25 per cent, South and Far East contributing eight per cent each and Oceania two per cent. Besides earning valuable foreign exchange, the cashew industry being labour-intensive, generated employment for 10 lakh workers — 95 per cent of whom are rural women.
Industry requirement
According to the estimate of the Directorate of Cashewnut and Cocoa Development, the production of raw cashewnuts last year was 6.95 lakh tonnes ( 6.65 lakh tonnes). The raw nut requirement of the cashew processing industry is estimated at over 12 lakh tonnes an annum and the availability from internal sources is only about half of this. The balance is met by imports from other producing countries, mainly Africa and Indonesia.
Promotion efforts
As such, it is important to make the country self-sufficient in the matter of raw cashewnuts, Mr Bharathan pointed out. He appreciated the Government’s efforts in this direction by promoting re-plantation and expansion into new cultivation areas. The Kerala Government has set up a special agency for promoting cashew cultivation under the chairmanship of the Cashew Special Officer. The Council appealed to the exporters to actively support this initiative of the Kerala Government.
Fund allocation
The Council also requested the Union Government to allocate sufficient funds to put forward necessary schemes to increase the production as also the productivity and bring it on par with Vietnam, which is reported to be 2,000 kg/hectare against about 815 kg/hectare in India. It is also implementing the export promotion schemes under the Eleventh Five-Year Plan through the modernisation and diversification programmes for providing assistance to member exporters. The total approved outlay under the Plan is Rs 19.36 crore, of which 50 per cent is for setting up facilities for value addition. The exporters are eligible for 25 per cent of the expenditure subject to a maximum of Rs 50 lakh/exporter. Civil works amounting to not more than 50 per cent of the total expenditure would also be eligible as grant-in-aid.

domingo, 4 de outubro de 2009

Cashew festival in Bangalore (India) to promote domestic consumption

In an effort to promote domestic marketing of cashewnuts, the Karnataka Cashew Manufacturers Association (KCMA) is holding a five-day cashew festival at Palace Ground, Bangalore, from October 1 to 5. In a press release, K Pramod Kamath, secretary, KCMA said the Indian domestic market had shown tremendous potential on the consumption front. If the trend was to be believed, India was growing at almost 20% compounded annual growth rate (CAGR) in the last three years. The country is estimated to consume 1.75 lakh tonnes of cashewnuts which is the highest in the world. This is in spite of the industry having made no efforts in their marketing so far. The US which had the global leadership position in cashew consumption, is consuming only 1.35 lakh tonnes. He said there was a myth that cashews have high fat content which is not good for health. In order to make available to the public the fact on nutritional aspects and various health benefits from its consumption, the KCMA has decided to organize a five-day cashew festival from October 1 to 5.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Philippines: Cashew is next important high-value crop

The next important high-value crop to rise in the Visayas will be cashew as demand for the products starting from its apple and nuts is increasing every day.This was bared by Erwin Saw of Isla Casoy de Palawan Co., an investor who poured in some P5 million in the production and manufacture of cashew products in Puerto Princesa, Palawan. Saw said Palawan is producing 90 percent of the 2.6 million fruit-bearing trees in the country, producing some 350,000 metric tons of the fruit and nuts every year. Puerto Princesa city agriculturist Melissa Macasaet said that out of 103,145 metric tons of dried cashew nuts produced every year, 92,830 metric tons are from Palawan.The company is buying cashew fruit and nut at P15 per kilo during the peak season or summer months and P50 per kilo during the lean months. But this is not enough and company buyers have already started looking for more cashew nuts, notably in the island province of Guimaras, to add to the company’s demand. Aside from mangoes, Guimaras is also producing cashew, mostly in backyard plantations. Palawan cashews are from six selected cultivators developed in the island province.The Department of Agriculture and the city agriculture office of Puerto Princesa have jointly developed a farming system that include the sloping agriculture land technology (SALT) using cashew as base crop, intercropping with pineapples, bananas and papayas for maximum land use, rehabilitation of old-cashew trees and cashew as a reforestation crop. The company is producing cashew fruits and nuts, considered as highly antioxidant product into other value-added branded products that include cashew spicy, garlic and honey glaze, roasted-cashew butter, tarts de casoy, polvoron, supreme cookies, prunes, wine, apple cider,

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vietnam cashew

Last year alone Vietnam exported a massive 167,000 tonnes of cashews worth $950 million. It expects to export 165,000 tonnes this year worth $800 million. And, as the industry cashew industry grows so does Vietnamese technology - three years ago, all domestic processing was carried out by machines imported from Italy or India or done manually. In fact, there are now 225 cashew processing factories in Vietnam which together could process a total capacity of 700,000 tonnes of cashews per annum.
Recently, over 100 cashew businesses attended an exhibition in Dong Nai province last week witnessing an array of new nut technology. Star of the show was a new peeling machine. Previously, Italian machines had carried out this task but now 120 companies have installed Vietnamese peelers. The machines are now running at twice the capacity of the previously imported machines while power consumption remains the same.
Nguyen Duc Thanh, Director of Lafooco, uses made-in-Vietnam machines and says even nut breakages have dropped from under 30 percent to under 12 percent.
Thanh, who is also Head of Vietnam Cashew Association’s (Vinacas) Science and Technology Division, believes Vietnam-made machines, worth 300 million dong are more suitable for Vietnam’s processing companies than imports priced at several billion dong.
Now Vietnamese companies are to follow up their success in exporting cashews with exporting the machines that process the nuts. Pham Nhu Thanh, Director of Son Viet Company, has revealed his company will soon launch an automatic cashew shelling machine which has a higher capacity than currently used machines. Thanh of Vinacas said that though Vietnam began developing the cashew processing technology later than other countries, its technology is now in no way inferior. Director of Khuon May Viet Company Nguyen Xuan Khoi added that many companies brought their machines at the cashew technology exhibition in India recently and they gained unexpected orders from many foreign processors.