domingo, 28 de junho de 2009

Nigeria: cashew body calls for holistic supervision

The President of Cashew Nuts Association of Nigeria (CNAN), Mr Tunji Owoeye said the sector was long due for regeneration fund and stamp out the old cashew trees in estate farms and in wild that have become unproductive.“The exercise entails planting of new hybrid cashew trees, nursery and enlightment campaign to sensitise more farmers and youths back to the farmers,” he said.
Owoeye said that government should sensitise the general public to encourage local consumption of cashew because of it health impact on lung and heart. In addition, he said the present global financial crisis has affected consumer’s disposable income to buyer cashew nuts products resulting to low export.“The Cashew glut has affected the global international market, not only Nigeria. The Financial meltdown is affecting the luxury items such as cashew products,” he said.
He said that the association has embarked on aggressive campaign to train the farmer’s on farming best practice and production of quality and quantity products. He explained that the efforts was to change the perception for Nigeria cocoa that is poor and is been discounted up to about $100 per tone compare to other African countries at the international market

sábado, 27 de junho de 2009

Exportações do RN caem 25,5%

As exportações acumuladas no período de janeiro a maio deste ano no Rio Grande do Norte foram 25,5% menores que no mesmo período de 2008. Isoladamente, maio registrou queda de 31% em relação ao mesmo mês do ano passado. Nos primeiros cinco meses do ano passado, em valores, foram exportados o equivalente a US$ 142,5 milhões contra US$ 106,16 milhões em 2009. Com o fim da safra e redução dos embarques de melões entre março e abril, a castanha de caju aparece como item de maior valor exportado.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Gambia: River Basin Cashew Enhancement Project Launched

The Gambia River Basin Cashew Enhancement Project was last Wednesday launched at the Paradise Suits Hotel. Organised by the International Relief and Development (IRD), The Gambia, the Gambia River Basin Cashew Enhancement Project (CEP), is a three years US Department of Agriculture (USDA) funded project designed to strengthen cashew growers association, promote best agronomic practices for cashew production and to increase the value added to cashew apple and cashew nut.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Cashew exports dip over 17 pc in May

The India exports of cashew kernel declined by over 17 per cent to 8,696 tonnes in May due to lower demand from key importing countries like the US and the Europe amid the global economic slowdown. Exports during May 2008 stood at 10,516 tonnes, according to Cashew Export Promotion Council (CEPC) data.
Cashew exports are affected mainly due to slackening of demand from the major importing nations, including the US and European countries on account of global economic crisis, as the dry fruit does not fall under essential commodity. The demand has come down considerably from the US, which is battling recession since December 2007.
India exports about 45 per cent of the nut to the US.
As some cashew specific retail stores are being taken over or closed, the importers are reducing their order size or renegotiating the prices. In terms of value, exports fell by about 10 per cent to Rs 234.68 crore from Rs 259.86 crore in the same month last year. From April-May period exports dipped by 15 per cent to 17,035 tonnes compared with 20,008 tonnes in the same period last fiscal. It was up by over six per cent in value terms at Rs 456.23 crore against Rs 487.32 crore a year ago (Source:The Hindu).

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Preços da ACC em queda

Indústria indiana de castanha de caju enfrenta dificuldades devido a crise mundial, ao tempo que as exportações de ACC para os EUA vêm caindo drasticamente. O preço da ACC no mercado internacional também vem caindo, mas os preços da castanha in natura importada pela Índia, principalmente dos países africanos, não têm mostrado sinais de declínio.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Maior consumidor

A Índia tornou-se o consumidor No.1 de amêndoa de castanha de caju (ACC), empurrando os EUA para o segundo lugar. Estima-se que o consumo indiano de ACC no ano fiscal de 2009 será acima de 1 bilhão de dólares.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Os maiores produtores de castanha

A produção mundial de castanha, segundo a FAO, é de cerca de 3,1 milhões de t por ano. Os principais países produtores são o Vietnã (941.600 t), Nigeria (636.000 t), India (573.000 t), Brasil (236.140 tons) e Indonésia (122.000 t). Vale ressaltar que estas estatísticas da FAO data de 2006. Ainda segundo a FAO, a área cultivada com cajueiro no mundo é de 33.900 km². Jun tos, esses países respondem por mais de 90% de todas as exportações de amêndoa de castanha de caju.

domingo, 21 de junho de 2009

Novo método para remoção de petróleo usa óleo de mamona e castanha de caju

Não foram poucos os casos de derramamento de petróleo que se tornaram ameaça à natureza e ao ecossistema em diversos locais do mundo. Atualmente, com a descoberta da camada pré-sal e sua exploração pela Petrobras, é ainda maior o risco destes acidentes acontecerem em águas brasileiras. Focados na preservação do meio ambiente, o professor Fernando Gomes de Souza Junior e um grupo de pesquisadores do Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (Ima), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveram, com o apoio da FAPERJ, um método simples, barato e eficaz de remoção de petróleo, que tem origem no Líquido da Castanha de Caju (LCC) e no óleo da mamona, matérias-primas renováveis e abundantes no país. A contaminação da água com óleo, infelizmente, é um problema comum, pois o petróleo é, geralmente, transportado por longas distâncias em vias marítimas. Com este projeto, pretendemos minimizar o impacto ambiental, utilizando recursos naturais renováveis e mais eficazes para reter derramamentos acidentais - reforça o pesquisador. O LCC é amplamente exportado e também utilizado no Brasil para diversas finalidades, como antioxidantes para combustíveis e lubrificantes. Há alguns anos, no laboratório, começamos a trabalhar com um plástico produzido com o líquido da castanha de caju para mudar as propriedades de um polímero. Então, percebemos que a estrutura química do LCC é muito parecida com a do petróleo e que, por suas características, poderiam se atrair, fato que foi comprovado depois em alguns testes que fizemos - revela Fernando. A atração do plástico de LCC com o petróleo acontece porque a natureza química do principal componente do líquido da castanha de caju, o cardanol, tende a interagir com os materiais aromáticos e alifáticos que compõem o líquido negro. Da mesma forma, os pesquisadores descobriram que a glicerina que sobra do biodiesel produzido a partir da mamona também pode atingir o mesmo objetivo. - Este é outro material que temos em grande quantidade, há toneladas dele sobrando sem uma finalidade. O procedimento com a glicerina é o mesmo que utilizamos com o LCC. Embora a resina produzida com a mamona não seja igual à da castanha de caju, ao introduzirmos grupos aromáticos, criamos com ela um plástico de comportamento similar - explica o pesquisador. Após constatar a eficácia do material produzido, Fernando e sua equipe precisaram elaborar como ele seria retirado da água junto com o petróleo. - Depois de a resina ter atraído o petróleo, pensamos em peneirá-la, mas constatamos que, desta forma, perderíamos tempo e eficiência e recairíamos no mesmo método das remoções já existentes. Então, tivemos a idéia de misturar a este plástico nanopartículas magnéticas, as maghemitas, para que a remoção do material com o petróleo fosse feita pela ação de campo magnético - revela o pesquisador. Uma vez combinada às maghemitas, a resina produzida é triturada até virar um pó para que a sua área de atuação seja ainda maior. O material é fabricado no Laboratório de Biopolímeros e Sensores do Instituto de Macromoléculas da UFRJ. O líquido da castanha de caju ou a glicerina do biodiesel da mamona são adicionados em um balão onde há um fluxo constante de nitrogênio. Depois são adicionados catalisadores que promovem a polimerização deste material. Antes que o processo seja concluído, são adicionadas nanopartículas magnéticas à massa dentro do balão, o que resulta em um material polimérico magnetizável. É neste mesmo laboratório onde são realizados os testes de remoção, em escala de bancada, com água do mar, petróleo fornecido pela Petrobras e as resinas magnéticas.- Até agora trabalhamos em escala de bancada, retirando de 20 a 50 gramas de petróleo da água, com um ímã. O próximo passo será construirmos um tanque para testarmos remoções de porte maior. Além de a resina para a retirada do petróleo ser feita a partir de matérias-primas renováveis e, por isso, não produzir resíduos poluentes, ela tem custo baixo de produção.- A quantidade relativa de material utilizado para retirar o petróleo da água é relativamente pequena, pois um grama desta resina consegue retirar, com facilidade, de cinco a oito gramas do óleo da água. É um material muito barato e fácil de fazer, e vem de recursos renováveis muito disponíveis em nosso país, que são o caju e a mamona - afirma o pesquisador. Geralmente, os métodos utilizados para a remoção do petróleo são por sucção da área contaminada, uso de grandes esponjas para absorverem o óleo da água, a biorremediação, na qual microorganismos ou agentes biológicos são utilizados para quebrar as moléculas maiores, a queima controlada do local contaminado, entre outras. Há grandes vantagens da remoção de petróleo com a resina em relação a estas técnicas, pois ela retira completamente o petróleo e não contribui para o aumento da contaminação local. (ABN NEWS).

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sucos prontos para beber

Del Valle passa a ser a marca guarda-chuva de sucos prontos para beber. Minute Maid Mais e Kapo agora se chamam Del Valle Mais e Del Valle Kapo, novidades no portfólio de produtos são néctar para crianças, bebidas de fruta refrescantes para jovens e embalagem de 750ml para a família, o rígido padrão de qualidade garante que as frutas sejam cultivadas sob um rigoroso controle de uso de pesticidas e colhidas no seu ponto ótimo de dulçor e de vitaminas.
Para o consumo familiar, foi criada a linha Del Valle Mais, cujas fórmulas foram testadas e aprovadas em pesquisas com consumidores. Foi desenvolvida também uma nova opção de embalagem com 750ml e tampa de rosca, que garante praticidade e permite uma maior variedade de sabores na cesta de compras, além de oferecer um preço mais atrativo para o consumidor. Os sucos Del Valle Mais estarão disponíveis nos sabores regulares (pêssego, uva, manga, goiaba, caju, maracujá, laranja e Laranja Caseira) e light (pêssego, uva, manga, goiaba, caju e Laranja Caseira), além de uma bebida de soja no sabor laranja.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Main product

Cashew nuts made up 90 % of Guinea-Bissau's official exports. Total exports for 2008 were projected by the IMF to total nearly $94 million, against $71 million in 2007. Cashew nuts are expected to account for $87 million of the 2008 total.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Safra de castanha Indiana

Mais de dois terços da safra de caju na Índia é colhida nos estados do sudeste e oeste daquele país. A safra de castanha de 2009 já terminou. Na faixa costeira, a quebra de safra é estimada em cerca de quarenta por cento. Considerando que nas áreas montanhosas a safra parece ter sido sastisfatória, a estimativa de quebra de safra como agora pode chegar a trinta por cento. A parte oriental não foi considerada, de modo que é ainda muito cedo para uma previsão mais exata.

domingo, 14 de junho de 2009

Castanha de caju pelo mundo

Os estoques de castanha do Benim estão quase esgotados. Os importadores podem agora ter de confiar nos estoques da Nigéria, Costa do Marfim e Gana até o início da safra da Indonésia e Tanzânia. A qualidade da castanha da Indonésia e da Tanzânia é quase semelhante à da Índia. A da Guiné-Bissau e Benin vem em seguida. Os pequenos comerciantes de castanha de caju da Guiné-Bissau, que compravam castanha in natura e depois exportavam-na para a Índia, perderam o seu negócio para três grandes players. Apenas três são autorizados pelo Governo e somente eles podem comprar, armazenar, vender, exportar ou decidir o futuro da safra desta cultura anual.

sábado, 13 de junho de 2009

Importação de castanha in natura

O governo do Vietnã deverá banir a importação de castanha in natura de outros países. Os processadores de castanha vietnamitas estavam operando com margens de lucro até o momento em que iniciaram as importações de castanha. Ao rastrearem as causas do problema, verificaram que estavam perdendo a competitividade para os processadores indianos, que têm o suporte de um mil milhões de dólares do mercado indiano local. No mercado indiano, as percentagens de bandas e grades inferiores são quase iguais ou acima da grade exportada W320. Por esta razão, os países africanos não têm tido sucesso em suas tentativas de processarem sua própria matéria prima. Para o Vietnã, além do aspecto qualidade da matéria prima, ainda existem as despesas de importação adicionais a serem custeadas pelos processadores locais.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Nuts: a healthy alternative to costly super foods

Goji berries. Pomegranates. Acai berries. They may be trendy and full of nutritional value, but are they really healthier than other foods? Do their benefits justify their often exorbitant cost?
Superior Nut Company is proud to remind shoppers that like the passing Super Food fads, nuts are nutritional even in small serving sizes, as well as being a tasty and versatile food. Nuts are also more affordable, per serving and in bulk, than more exotic foods. Cashews, for example, contain less fat than other nuts and contains oleic acid, which is also found in olive oil and is beneficial for heart health. Cashew nuts are also rich in copper, which is key to preventing anemia, arthritis and other conditions.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Agricultura familiar: dezesseis produtos contam com bônus

Agricultores familiares que produzem ou trabalham com o algodão, amendoim, arroz, borracha, cará/inhame, castanha de caju, castanha-do-brasil, cebola, feijão, leite, mamona, milho, sisal, sorgo e trigo contam, este mês de junho, com o bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para os financiamentos dessas 16 culturas. A portaria do PGPAF foi publicada na última segunda-feira (8), no Diário Oficial da União (DOU). Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de maio de 2009 e têm validade para o período de 10 de junho a 9 de julho de 2009.O feijão terá bônus em 14 estados, entre eles, o Piauí, que dará bônus de 47,60% para o produto. Atualmente, 29 culturas estão incluídas no programa: algodão, alho, amendoim, borracha natural, caprino de corte, ovinos de corte, castanha-do-brasil, carnaúba, girassol, juta, malva, sisal, sorgo, triticale, arroz, café, inhame, cará, castanha de caju, cebola, feijão, leite, mamona, milho, pimenta-do-reino, mandioca, soja, tomate e trigo.Programa O PGPAF é uma garantia aos agricultores familiares de que seus financiamentos de custeio e/ou investimento, no momento de serem pagos aos bancos, terão um desconto no valor financiado. Esse bônus é equivalente à diferença entre o custo de produção (preço de garantia) e o de comercialização (de mercado), caso este último esteja abaixo do custo de produção.O bônus é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF. Dessa forma, garante-se que as famílias rurais não terão de se desfazer de seu patrimônio para pagar o financiamento quando os preços estiverem abaixo dos custos de produção.Os bônus das operações de custeio e investimento ficam limitados a R$ 3,5 mil anuais por beneficiário do crédito rural, no período de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2009, independente do número de operações de crédito. Nas operações de investimento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o bônus pode ser concedido bastando que um único produto incluído no PGPAF seja gerador de 35%, ou mais, da renda estimada pelo agricultor para o pagamento do financiamento. As informações partem da Assessoria de Comunicação Social do MDA/Incra.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Iogurte sabor Castanha

O iogurte Activia, da Danone, passa a ser comercializado também no sabor Castanha, com pedaços de castanha-de-caju. O lançamento está disponível em bandejas de 400 gramas com quatro potes termoformados de 100 gramas cada.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Safra brasileira de castanha de caju

A quinta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2009, tendo como referência o mês de maio foi divulgada pelo IBGE. Em relação a 2008, observa-se uma variação de 17,23% na produção, 3,64% na área plantada, +2,21% na área colhida (hectares) e 14,86% no rendimento (kg de castanha por hectare). A partir destes dados, o site Cajucultura organizou tabelas por unidade da federação com as respectivas previsões. Veja mais detalhes no site Cajucultura.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Boosting cashew production

Kerala State Agency for Cashew Cultivation (KSACC) is planning to launch some major projects with an outlay of Rs 95.65 crore for expanding production of raw cashew in the state. The agency, constituted in 2007 with headquarters in Kollam, had submitted a mega-project to the National Horticulture Mission (NHM) for boosting cashew production in the state through cashew cultivation in 10,000 hectares and rejuvenation of cashew trees in another 20,000 hectares. The NHM has approved the proposal with a financial outlay of Rs 95.65 crore of which NHM assistance will be Rs 57.83 crore.
KSACC chairman and Cashew Special officer Mohandas said the area under cashew cultivation had dwindled from 1 lakh hectares to 58,000 hectares with the expansion of rubber plantations.
The cashew industry which is employing 3 lakh workers, of which 90 percent are women, is facing a crisis following the fall in the domestic production of raw cashewnuts. He said the best way to overcome the situation was to bring in more areas under cashew cultivation by encouraging farmers to adopt cashew cultivation in homesteads, barren lands under the possession of Government, PSUs, offices and schools.
For production of planting material, five model nurseries will be set up in 20 hectares. A total of 20 small nurseries of one hectare each will be set up at a cost of Rs 72 lakh. New cashew gardens will be established in 10,000 hectares at a cost of Rs 15 crore. Replanting and rejuvenation of plantations in 10,000 hectares at a cost of Rs 30 crore is another component of the scheme. Construction of vermicompost plants, which is part of the scheme, will cost Rs 24 crore. A total of 4000 units will be set up this year and each unit will be provided a sum of Rs 30,000.
Twenty technology dissemination and frontline demonstrative plantations will be set up in 1 hectare each. Cashew drying yards and godowns will be set up on a cluster basis. Irrigation will be provided in 1000 hectares at a cost of Rs 10 crore. For post-harvest management, a sum of Rs 6 crore has been allocated . (From Express Buzz).

domingo, 7 de junho de 2009

Mais mini-fábrica

Foi inaugurada em Jaicós, a 352 quilômetros ao sul de Teresina, a Cooperativa Mista Agroindustrial de Jaicós . A instalação da cooperativa faz parte de um antigo sonho dos cajucultores daquela região. Juntamente com a Cooperativa foi inaugurada uma mini-fábrica de processamento de castanha de caju. A construção da fábrica e instalação dos equipamentos resultam de um investimento de R$ 250 mil, cuja capacidade de produção é variável, ficando de 800 a 1000 quilos de castanha/dia. Toda essa produção será enviada para a Central de Cooperativas de Cajucultores do Estado do Piauí, Cocajupi, localizada em Picos, que comercializará as amêndoas. Essa fábrica é a nona instalada no Piauí.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Minifábricas de castanha de caju

O governo do Rio Grande do Norte inagurou ontem (3/6) duas minifábricas de castanha de caju nos municípios de Pureza e Severiano Melo. Os investimentos são da ordem de R$ 511,5 mil da Fundação Banco do Brasil, com apoio do Governo do Estado. A contrapartida das instituições associadas é de R$ 2,9 mil.As parceiras da instituição nos convênios são as associações dos Produtores Agrícolas de Bebida Velha (Apabv) e dos Produtores de Castanha de Santo Antônio (Assanto). Em Pureza, serão atendidos 104 trabalhadores diretamente e 420 de forma indireta. Na cidade de Severiano Melo, esses números atingem 30 e 420, respectivamente. O projeto de minifábrica de castanha de caju no Rio Grande do Norte prevê a construção de dez unidades, no total, das quais cinco já estão em funcionamento. A oitava, no município de Assú, já está em construção. Atualmente, as minifábricas têm convênio com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) - que fornece crédito para cada unidade adquirir castanhas dos associados -, além de mercados locais e prefeituras, que distribuem o produto em merendas escolares. Cada minifábrica oferece 30 postos de trabalho diretos. O Comitê Gestor da Cajucultura no Rio Grande do Norte, que se reúne a cada dois meses, é formado por representantes da Fundação Banco do Brasil, Banco do Brasil, Conab, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e das sete minifábricas envolvidas.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Exchanging rice for cashew nuts

The Vietnam Cashew Association (Vinacas) has petitioned the Government to exchange 100,000 tons of rice for 100,000 tons of raw cashew nuts a year with African countries, said representative at a Vinacas congress on May 15.
The exchange program will be benefit Vietnam and such countries as Cote d’lvoire, Guinea Bissau and Mozambique, the representative added. At the Congress, Vinacas said the association had encouraged members to build cashew nut plantations, such as underwriting market prices, providing seeds and seeding technology, as well as creating cashew nut plantations in Cambodia to reduce costs. Vinacas will strive to achieve a US$1 billion export turnover and increase processing high-value-added pruducts by two to three percent. The association also hoped to increase domestic demand by two to three percent.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Castanha livre de impostos

O Ministério da Indústria e Comércio do Vietnã liberou de impostos a amêndoa de castanha de caju exportada para China, numa lista que contempla 174 produtos.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Preço da castanha de caju

Segundo o Instituto Nacional de Caju de Moçambique (Incaju), o preço da tonelada da castanha de caju in natura exportada de Moçambique para a Índia baixou US$ 100, devido a dificuldades financeiras dos importadores, sendo agora exportada por US$ 600 a tonelada. Em 2008, antes dos efeitos da atual crise, era vendida a US$ 700 para a Índia, o único importador da castanha produzida em Moçambique. Também as exportações da amêndoa da castanha moçambicana, vendida na Europa e nos EUA, vão registrar uma contração e será difícil atingir os US$ 15 milhões previstos para este ano. Em 2008, as exportações da amêndoa da castanha de caju renderam ao país US$ 12 milhões de dólares (cerca de nove milhões de euros).

Castanha processada


Apesar das dificuldades que o mercado internacional da castanha de caju enfrenta, devido à crise internacional, o Incaju mantém como "realista" o objetivo de relançar Moçambique para a posição de potência industrial na castanha de caju processada, atingindo nos próximos cinco anos o pico de 50 mil toneladas de castanha processada. Em 1999, a indústria da castanha de caju local quase entrou em colapso. Para o governo, essa situação foi fruto da fraca competitividade da indústria moçambicana, mas outras correntes atribuíram a falência a uma desastrosa política no setor.
Esta semana em Abidjan, capital da Costa do Marfim, representantes dos países africanos produtores da castanha de caju alertaram para o descalabro da indústria do caju em África, devido à exportação de matéria-prima sem lucros para os produtores.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Também em inglês

A partir desta data, esse Blog alternará notícias referentes à cajucultura também na língua inglesa.

Safra de castanha de caju 2009

A quarta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2009, tendo como referência o mês de abril foi divulgada pelo IBGE. Em relação a 2008, observa-se uma variação de 17,58% na produção, 2,72% na área plantada, +2,16% na área colhida (hectares) e 15,17% no rendimento (kg de castanha por hectare). Mais detalhes no site Cajucultura.