quinta-feira, 16 de abril de 2009

Investimentos do Pronaf contam com garantia de preços

Os agricultores familiares que acessam recursos de investimento do Pronaf já podem se beneficiar de bônus do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF). O desconto vale para as atuais 29 culturas incluídas no programa: algodão, alho, amendoim, borracha natural, caprino de corte, ovinos de corte, castanha do Brasil, carnaúba, girassol, juta, malva, sisal, sorgo, triticale, arroz, café, inhame, cará, castanha de caju, cebola, feijão, leite, mamona, milho, pimenta-do-reino, mandioca, soja, tomate e trigo. Esse bônus, que o agricultor já podia acessar para operações de custeio, é equivalente à diferença entre o custo de produção (preço de garantia) e o de comercialização (de mercado), caso este último esteja abaixo do custo de produção. Para as operações de investimento do Pronaf, o bônus poderá ser concedido, bastando que um único produto incluído no PGPAF seja gerador de 35%, ou mais, da renda estimada pelo agricultor para o pagamento do financiamento. O produto com maior bônus é a castanha de caju, com 40,80% no Maranhão, onde o preço de mercado ficou em R$ 0,74 no estado e o preço de garantia cotou em R$ 1,25 (diferença de R$ 0,51).As informações partem da Assessoria de Imprensa do Ministério do Desenvolvimento Agrário.(Agência Safras)

domingo, 12 de abril de 2009

Menor exportação afeta a indústria

Entre janeiro e fevereiro, segundo o IBGE, a evolução da produção física regional da indústria não foi uniforme: houve aumentos de 5,7% a 13,7% em quatro Estados (Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná) e queda de 5,6% e 4,6% em dois (Pernambuco e Santa Catarina). Comparados com 2008, os dados ainda são ruins. No País, foram generalizadas as quedas nos setores de metalurgia básica e máquinas e equipamentos, confirmando a diminuição dos investimentos.Em alguns casos, a influência negativa foi localizada: motocicletas e guaraná, no Amazonas; minério, no Pará; petroquímica, no Nordeste em geral; amendoim, castanha de caju e calçados de plástico, no Ceará; e açúcar cristal, em Pernambuco.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Exportações do RN caem 37,8%

Chuvas do começo do ano e a crise econômica internacional fizeram as exportações do Rio Grande do Norte desabar no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo números da Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico a queda foi de 37,8% e poupou poucos produtos de exportação, entre eles o sal, o açúcar, mel, tungstênio e roupa de cama. Exportadores apontam para uma queda de receita no primeiro trimestre de 2009 entre US$ 27 e US$ 30 milhões em relação ao mesmo período de 2008. No ano passado, as exportações do RN somaram US$ 348 milhões. A receita do trimestre de 2008 foi de US$ 71,4 milhões. Em compensação, os demais itens da pauta, responsáveis no ano passado por uma faturamento de US$ 150 milhões, como mamão, banana, castanha de caju, manga, pescados e melancia, registraram uma severa redução na comparação com o mesmo período de 2008.