quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Preços da castanha em Moçambique

A campanha de comercialização de castanha de caju, cujo lançamento oficial ocorreu em Nampula, arrancou em meados de outubro ultimo, sendo que o quilograma estava fixado em seis meticais o quilograma. Américo Langa do INCAJU, destacou que a sua instituição previa uma subida do preço até os 12 meticais o quilograma, mas o comportamento atual do mercado ultrapassou a expectativas, pois, atingiu uma cifra jamais vista nesta década.
Os intervenientes no processo de compra de castanha de caju são atualmente em numero significativo o que anima a concorrência, sendo que para alcançarem os seus intentos, ou seja conseguir a maior quantidade para aprovisionar enquanto aguardam pela exportação em bruto ou para processamento local, não olham para o preço.
O mercado internacional tem demonstrado sinais de superação da crise financeira global, pois, a tonelada de castanha de caju que há cerca de seis meses estava fixada em 700 dólares americanos registrou, neste momento, um incremento de cem dólares americanos.
Devido a este quadro animador, os industriais do caju, não medem esforços no sentido de comprar quantidades suficientes de castanha, para alimentar as suas fabricas. Nampula tem neste momento 14 das 24 fabricas de beneficiamento de castanha de caju em funcionamento no país.
Até a semana passada, a província de Nampula tinha comercializado 35 mil toneladas de castanha, o que significa que está a 12 mil toneladas de cumprir a sua meta, que é de 47 mil toneladas (Wamphula Fax )

Cashew nuts association tasks FG on tree regeneration

The Cashew Nuts Association of Nigeria (CNAN) has urged the federal government to support its cashew regeneration plan to enhance quality production. The CNAN President, Mr Tunji Owoeye, made the plea in Lagos on Monday in an interview with the News Agency of Nigeria (NAN). He said the association was collaborating with cashew farmers nationwide to ensure the cultivation of hybrid seedlings.
Owoeye said that cashew regeneration would enhance the nation’s commodity trade as well as stamp-out old cashew trees in estate farms and in the wild. He said that most of the cashew trees in the wild which constituted a high percentage of the nation’s production had gone sterile, leading to poor quality production.
Owoeye said that most of such trees were planted in the early 1960s, noting that because they had aged, they yielded poorly and lowered farmers’ incomes. The CNAN chief recalled that government had assisted the cotton and cocoa sectors and pleaded that similar assistance be extended to cashew farmers.
Owoeye noted that the association had embarked on a sensitisation campaign to educate farmers on the essence of regeneration and adopting best farm practices. He urged the Federal Government to distribute cashew seedlings, nuts and nursery plants through the association to credible stakeholders.
The CNAN president noted that the association was unable to achieve its set goals of adopting best farm practices and reducing post-harvest waste in 2009.

Deal signed with VN on cashew production

CAMBODIA signed a memorandum of understanding to lease 6,000 hectares in Kampong Cham and Kampong Thom provinces to Vietnam to grow cashew nuts. Vietnamese officials in Phnom Penh said the deal was signed by Vietnamese officials from Dong Nai province and authorities from Kampong Cham and Kampong Thom provinces. Le Bien Cuoung, commercial counsellor at the Vietnamese embassy, said 3,000 hectares within each province would be used by private companies from both countries to build a cashew-nut study centre and to seed high-quality cashew trees.
“This [memorandum] will give both sides confidence in investments,” he said. “We don’t come to plant for export. We also hope to help local farmers with new technology, offering them new seed, and buying their yields.” The counsellor added a long-term plan is to build processing plants in both provinces once yields are high enough. An undersecretary of state at the Ministry of Commerce, Tekreth Kamrang, applauded the potential investment from Vietnam on Wednesday. “This will allow farmers to get more income by increasing the capacity of their plantations,” she said.
Cambodia already has around 80,000 hectares set aside for cashew-nut cultivation, according to commerce ministry figures, which the Economic Institute of Cambodia estimates accounts for 1.3 percent of world production – much of which is sold to Vietnam. Vietnam holds a quarter of the world’s cashew market, according to the country’s trade-promotion agency.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Processing of cashew nuts seen booming due to exports ban

Cashew nuts processors currently buying nuts in Coast province expect business to boom this season following a government ban on the export of raw cashew nuts. Over 65 per cent of the cashew nuts produced in the region that was exported as in-shell nuts to China, Hong Kong and India before the ban will now be available to the processors, industry say. “We expect to collect about 7,000 metric tonnes of nuts this season and have seven vehicles ready,” Mr James Ndegwa, Kenya Nuts field officer said, adding that half such amount was collected last year.
Mr Ndegwa said the company has so far bought 500 tonnes since the peak season began last month, which is expected to last to go up to April. New players have emerged following the ban , with four main processors focusing in the region. They are Millennium Nut, Wonder Nut, Equatorial Nuts Processors (ENP) and Kenya Nuts Ltd.
Before the ban, the main processors in the region were Kenya Nuts and Equatorial Nuts, both with factories in Central province where the plants alternate in processing macadamia and cashew nuts whose seasons complement each other. The Equatorial Nuts general manager, Mr Johnson Muhara, said his company expects to collect about 2,000 tonnes from the region this year, which is a huge improvement compared to last year. Millennium Nuts and Wonder Nuts are expected to buy a combined 5,000 tonnes. The government banned the export of raw nuts mid this year on the advice of a task force appointed by Agriculture minister William Ruto. In Tanzania, the government buys all the nuts, which is later auctioned to the processors. Mr Muhara said a regulator in Kenya would set standards and how much farmers should get for their produce.

Nigerian farmers can export cashew nuts to Israel

The Nigerian Ambassador to Israel, Mr. Dada Olisa, has said that with proper processing and survey, Nigerian farmers can export cash crops such as cashew nuts, sesame and beans seeds to Israel. Olisa, who said this in an interview with the News Agency of Nigeria on Monday in Tel-Aviv, said that Israel would like to import some agricultural products from Nigeria, provided such produce met international standards.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Problemas de acesso

Nos últimos dias temos enfrentado problemas de conexão com o Blogger, motivado provavelmente por algumas operadoras brasileiras. Daí, a razão da desatualização do Blog. Esperamos uma rápida solução do problema que aflige todos que têm blogspot.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Edital Apoia Arranjos Produtivos Locais

A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Piauí lançou o I Edital Apoio aos Arranjos Produtivos Locais, cujo objetivo é contribuir para o desenvolvimento local, através do apoio dado aos arranjos produtivos, cuja produção de bens e serviços esteja conectado à vocação, potencialidade e habilidade humanas locais, com ênfase na geração de emprego e renda.
As atividades estão bem diversificadas e em vários setores. Artesanato, turismo, leite e derivados, floricultura irrigada, piscicultura, apicultura, pesca, cajucultura, horticultura, ovinocaprinocultura e cerâmica são algumas desses setores de produção que fazem parte do foco do edital.
Os recursos destinados ao apoio financeiro dos projetos selecionados, a partir do edital, são oriundos do Governo do Estado do Piauí, através do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

FINEP investe R$ 36 milhõesem tecnologia para desenvolvimento social

A FINEP investirá R$ 36,4 milhões em projetos de 13 estados com foco no desenvolvimento social. Fruto de edital lançado este ano, o resultado que acaba de ser divulgado prevê a criação de 95 centros de inclusão digital em áreas rurais, com apoio de R$ 7,3 milhões, e ainda R$ 18,7 milhões para desenvolvimento de tecnologias sociais ligadas a empreendimentos econômicos solidários e mais R$ 10,4 milhões em bolsas para pesquisadores.
Os estados beneficiados serão: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso. Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, e Tocantins.
Os centros de inclusão digital em territórios rurais serão implementados com a seguinte distribuição por estado: Mato Grosso do Sul, 7; São Paulo, 15; Bahia, 30; Distrito Federal, 17; Tocantins, 8; e Paraná, 18.
Na linha temática de Desenvolvimento de Tecnologia Social do edital, os Estados em conjunto com as instituições de pesquisa articuladas focaram nas cadeias produtivas com grande potencial de inclusão social que costumam ser pouco priorizadas do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico, apesar de sua importância econômica. Foram priorizadas as seguintes cadeias: Leite no Rio Grande do Sul; Leite e Frutas em Mato Grosso do Sul Resíduos Sólidos em São Paulo; Frutas, Mel e Mandioca em Mato Grosso; Hortigranjeiros no Espírito Santo; Resíduos Sólidos e Frutas no Paraná; Agroecologia e Novos Materiais a partir de Resíduos Recicláveis no Amazonas; Caju e Girassol no Rio Grande do Norte; Cadeia do Mel e Turismo em Tocantins; Cajucultura familiar no Ceará; Licuri e Reciclagem de Resíduos na Bahia; e, por fim, no Pará as cadeias do Mel, do Peixe e do Leite,além da Inclusão Digital.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Definidos padrões para amêndoa da castanha de caju

Estão em vigor as novas normas de qualidade e identidade para a amêndoa da castanha de caju. O regulamento técnico com regras para rotulagem, formas de apresentação, procedimentos para análise laboratorial e classificação do produto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Instrução Normativa Nº 62.
Para garantir a qualidade da amêndoa, beneficiadores e fabricantes devem observar requisitos de pureza, número de defeitos, coloração, odor e tamanho. O regulamento define, ainda, que o produto pode ser comercializado a granel ou embalado. A rotulagem das amêndoas embaladas conterá informações sobre o lote, fabricante e tipo.
A última norma editada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinando critérios de qualidade para castanha de caju foi publicada em 1976, de acordo com a chefe de divisão de Normas Técnicas da Coordenação-Geral de Qualidade Vegetal, Karina Leandro. “A necessidade desta revisão surgiu por demanda da cadeia produtiva, que separa a castanha da amêndoa, uma espécie de polpa. Agora, as regras estão mais adequadas às práticas de mercado”, explica.
Fiscalização - A garantia de qualidade dos produtos de origem vegetal destinados à alimentação humana envolve ações contínuas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Atualmente, mais de 60 produtos fazem parte da lista dos que devem obedecer padrões estabelecidos pelo ministério. “Nesta época do ano, normalmente aumenta o consumo de determinados produtos, tanto nacionais como importados, a exemplo de frutas e da castanha de caju. E o Mapa mantém a fiscalização para garantir a qualidade de todos os produtos comercializados”, ressalta Karina Leandro.

Indústria do Ceará invade a África

Mexem-se os industriais beneficiadores e exportadores cearenses de castanha de caju. E o fazem na direção da África, onde sobra matéria-prima e falta indústria para agregar valor ao saboroso fruto da anarcadium occidentale, nome cientifico do cajueiro. A indústria do Ceará, que lidera no Brasil o beneficiamento e a exportação da amêndoa, está ameaçada pela do asiático Vietnam, que, em apenas 20 anos, se tornou o maior produtor e o maior exportador mundial de castanha de caju. Qual é a estratégia? De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria do Caju do Ceará, Antonio Lúcio Carneiro, a ideia é implantar, até o fim do primeiro semestre de 2010, em Acra, capital de Gana, uma planta industrial para processar 30 mil toneladas/ano de amêndoas. Antes disso, será instalado na capital ganesa um escritório comercial que comprará castanha dos países africanos produtores - Gana, Costa do Marfim e Nigéria. Essa castanha será exportada para o Ceará, onde será beneficiada e, em seguida, mandada de volta ao escritório de Acra, que a exportará para os clientes cearenses da Europa e dos Estados Unidos. Essa operação tem o nome de "draw back"."Ao mesmo tempo em que processaremos 30 mil toneladas anuais de amêndoas em nossa fábrica de Gana, acessaremos um mercado produtor de 800 mil toneladas. A nossa operação em Gana terá, lá mesmo, os mínimos cuidados fitossanitários, garantindo a qualidade da matéria-prima que receberemos e processaremos aqui", faz questão de frisar Lúcio Carneiro. (Fonte: Diário do Nordeste)

domingo, 13 de dezembro de 2009

PGPAF: bônus para castanha de caju

Agricultores familiares que produzem castanha de caju no Maranhão contam, em dezembro, com o bônus de 40% do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para os financiamentos dessa cultura. A portaria do PGPAF foi publicada na última segunda-feira (7), no Diário Oficial da União (DOU). Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de novembro de 2009 e têm validade para o período de 10 de dezembro deste ano a 9 de janeiro de 2010. Atualmente, o Programa abrange 35 culturas, que respondem por mais de 97% das operações de custeio do Pronaf e mais de 98% das operações de investimento.

sábado, 12 de dezembro de 2009

2º Encontro de Cajucultura em São Paulo do Potengi (RN)

Agricultores familiares dos 14 municípios da região do Potengi participaram nessa sexta-feira, do 2º Encontro de Cajucultura em São Paulo do Potengi (RN). A capacitação tem como foco a cadeia produtiva da planta, visando o aproveitamento do pedúnculo e da castanha. A partir do ano de 2010, com assistência técnica da Emater, todos os municípios da Região do Potengi terão, pelo menos, uma Unidade Técnica Demonstrativa da cultura do cajueiro.
A programação constou de um painel sobre a "Importância e diagnóstico da cajucultura na região do Potengi", palestras enfocando os temas: Manejo da cajucultura, Aproveitamento do Pedúnculo do caju, Projetos de crédito e Comercialização.

Moçambique produzirá 90 mil t de castanha de caju em 2009

Moçambique vai produzir na presente safra agrícola 90 mil toneladas de castanha de caju. Segundo o Instituto Nacional do Caju (Incaju)a produção é mais do que suficiente para abastecer as 22 fábricas de processamento, restando ainda 60 mil toneladas de castanha de caju in natura para serem exportadas uma vez que não há em Moçambique capacidade para o seu processamento. Estima-se que dentro de dez anos Moçambique atingirá 60 mil toneladas de castanha. Mesmo assim, estará longe das 75 mil toneladas que processava nos anos 90. A castanha de caju representa uma das fontes de captação de receitas do país, à semelhança do algodão, copra, cana de açúcar, chá, fumo e energia eléctrica.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

IBGE prevê queda de safra de castanha no CE

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a safra de grãos do Ceará em 2009 deve ser menor do que a do ano passado. O mesmo pode ser percebido com a castanha-de-caju.
O levantamento revela que a safra de 2009 da castanha-de-caju, segmentada pelo tipo de cajueiro (cajueiro comum e cajueiro anão), não será tão boa quanto o esperado. A colheita do fruto ainda está em andamento e, até agora, já registra um decréscimo de 5,4% em relação à previsão inicial. Conforme o IBGE, até o final da colheita, a redução deve ser de 30% a 40% em comparação à estimativa feita para a safra deste ano.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

I Mostra do Caju da Serra do Rosário

Termina nessa sexta-feira (11/12), em Jordão (CE), a I Mostra de Caju da Serra do Rosário, uma iniciativa dos Moradores da Serra do Rosário, com a participação da Prefeitura Municipal de Sobral e instituições ligadas ao setor da agricultura e negócios. O objetivo do evento é promover o conhecimento da inovação tecnológica na cajucultura e construir um espaço de educação, debate, comercialização numa perspectiva de viabilizar as condições de sustentabilidade dos empreeendimentos familiares e, consequentemente, promover a sua elevação na renda e segurança alimentar.

Castanha: projeto inédito no RN

Com o estoque excedente de castanha de caju da safra passada em seus armazéns e sabendo da dificuldade de cooperativas e associações que trabalham com a matéria-prima para obterem capital de giro, a Superintendência da Conab no Rio Grande do Norte tomou iniciativa inédita, de fornecer 124 mil quilos de castanha “in natura” para o beneficiamento em mini-fábricas do interior do estado.
Ao todo, foram escolhidas três associações e uma cooperativa de produtores rurais dos municípios de Apodi, Severiano Melo e Portalegre, que possuem mini-fábricas em funcionamento a menos de um ano. Também foi acordado que duas instituições receberão 37 mil quilos e devolverão 2.846 quilos. Outras duas, com 25 mil quilos, terão que devolver 1.930 quilos de castanha à Conab.
O projeto será realizado em duas etapas. Na primeira, que começa esta semana, serão entregues cerca de 50% da quantidade acertada. O resto deverá ser entregue após a devolução da primeira remessa. (Fonte: Natal Press)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Festival da castanha em Itaú

A cidade de Itaú (RN) está ultimando os preparativos para a realização do primeiro festival da castanha que acontecerá nos dias 10 e 11 de dezembro quando o município comemorará 56 anos de sua emancipação política. O evento promete atrair um público de mais de 20 mil pessoas durante os dois dias de festa.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

African Cashew Alliance Meets Cashew Stakeholders in Banjul

The African Cashew Alliance (ACA) is currently having a meeting in Banjul with stakeholders from the African Cashew Alliance. The purpose of the meeting is to sensitise cashew producers, buyers, traders, and processors to the African Cashew Alliance as an organisation and urged them to become a member of the Gambia National ACA. Participants will also discuss the possibility for the Gambia to host the 2010 African Cashew Alliance Conference in June next year.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Caju Móvel

A Embrapa Agroindústria Tropical lança, nessa terça-feira, 8/12, em Fortaleza, a Unidade Móvel para Transferência de Tecnologia Agroindustrial, em parceria com o Sesi. O veículo apoiará a realização de cursos para transferência de tecnologia em processamento de frutas, dentre elas o caju.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Caju no Globo Rural

Neste domingo, o programa Globo Rural mostra uma reportagem especial sobre as lavouras de caju. No Piauí, o repórter César Dassie visitou uma das propriedades que mais se destacam na produção da castanha. Logo cedo, as estradas da Fazenda Planalto se agitam com o vai-e-vem das conduções que levam os trabalhadores para a lavoura. Toda a castanha armazenada no barracão da fazenda foi colhida na safra 2008. Das 3,5 mil toneladas que saíram do campo no ano passado restam pouco mais de duas mil. Elas só sairão quando a fábrica em Fortaleza autorizar o embarque. Na indústria, cento e cinquenta toneladas de castanha são processadas todos os dias. E a amêndoa é exportada para mais de dez países. O programa irá ao ar no domingo, às 8hs, horário de Brasília.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Arranjos Produtivos Locais

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Piauí (Sedet) lançou edital para seleção de projetos de inserção e apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs). O objetivo é apoiar projetos de combate à pobreza que gerem emprego e renda à população. Serão investidos R$ 5 milhões, sendo R$ 200 mil para cada projeto selecionado. A inscrição é válida para APLs nas áreas de artesanato, turismo, leite e derivados, fruticultura irrigada, piscicultura, apicultura, cajucultura, pesca artesanal, ovinocaprinocultura, confecções, opala, horticultura, cachaça, cerâmica, extrativismo da carnaúba e mamona.
Poderão concorrer ao Edital, exclusivamente, projetos sob responsabilidade de cooperativas de produção ou comercialização e associações comunitárias ou de produtores, sem finalidade econômica. As inscrições deverão ser feitas em formulários modelo, anexos ao Edital ou na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, no Centro Administrativo Bloco A, 2º andar no horário de 8h às 13h, em Teresina. O período de inscrições é de 01/12/2009 a 01/02/2010.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cashew self-sufficiency seen by 2015

The Government of Filipines has tagged cashew nuts as a niche product for local and foreign tourists as domestic self-sufficiency is targeted to be attained between 2015 to 2020. This was announced when officials of the Agriculture department and local governments launched a cashew tree propagation program in nine towns in Palawan in southern Luzon last week. "The program aims to increase the hectarage that we have for cashew in the next five to 10 years," Rene Rafael C. Espino, director of the Agriculture department’s High-Value Commercial Crops Program, said in an interview. "We did that because cashew is one of the crops that we can have a competitive advantage in... we look to it as a niche product for the tourists, both local and foreign," he said.
"Primarily, the program will involve the establishment of nurseries, the distribution of planting materials and training for the farmers," Mr. Espino said. Top cashew nut producer Palawan accounts for 90% of the national output, data from the Bureau of Agricultural Statistics show. The remaining cashew nut output is sourced from Bataan. Palawan produces about 100,000 metric tons of the commodity annually.
But Mr. Espino said the country has yet to attain self-sufficiency when it comes to the nuts, as it produces only 60% of its needs in 120,000 hectares of plantations. "We expect that between 2015 and 2020, we will be self-sufficient in cashew nuts," Mr. Espino said, adding that the government and local stakeholders target an additional 10,000-15,000 hectares for the program. For the first year of the project implementation, which will last until November next year, the Agriculture department expects to increase cashew tree plantations by 2,000 hectares with the initial P2 million of funds given to local government units.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Cai produção de castanha em Portalegre

Chuvas intensas e fora de época, são apontados como os principais fatores para a queda na produção de castanha de caju na serra de Portalegre (RN) na presente safra. Em 2008 a produção do município ultrapassou 2.200 toneladas de castanha, que poderá não ser alcançada este ano, considerando que até agora só foram produzidas 1.100 toneladas e a safra já está quase no final. Atualmente estima-se que mais de 700 pessoas na zuna rural trabalhem na colheita e transporte do caju naquele município.

domingo, 29 de novembro de 2009

Cashew in Tranzania

A study by the World Bank Dar es Salaam office has criticized the cashew nuts warehouse system, saying it does not help farmers get good prices and creates more liabilities to the government. The statement issued today by the World Bank comes a few days after Prime Minister Pinda called for reform of the system after it was the system had high cost for the cash crop. 'The World Bank is glad to share an analysis of the cashew nut sector in Tanzania that fully supports Prime Minister Mizengo Pindaís remarks, as reported this week, on the high cost of the warehouse receipts system for the cash crop, and the need for reviewing and reforming it,' said the statement.
The WB said although potentially beneficial, the implementation of the warehouse system, in its current format has failed to deliver on its promise of a ëgood priceí for cashew farmers.
'At present the farm gate to export price in Tanzania is close to its lowest level in 20 years, despite high world market prices. Moreover, the warehouse receipt system has led to large contingent liabilities for the taxpayers,'
The WB said the system has failed as a mechanism to reduce the market power of buyers with respect to framers, and it has created substantial contingent liabilities for the government because of the credit guarantees provided to the primary societies.
Also said in particular, it shows that the farmers are ultimately those who pay the price of the dysfunction of the system through a lower share of the world market price accruing to them. 'Cashews are an important export for Tanzania and an important source of income for small farmers in the southern coastal region.
However, the industry is not likely to expand further unless problems are addressed,' It is hoped that the new World Bank note can help the authorities and other stakeholders review the system to the benefit of the farmers, and lead to an expansion of the production and value addition in the sector.
To restore better margins for farmers and fully realize the potential of the sector to reduce poverty the study titled, 'State and Markets in Cashew Marketing: What Works Better for Tanzanian Farmers?' recommends urgent reform to the marketing system.

sábado, 28 de novembro de 2009

Castanha no Cariri Paraibano

Agricultores do município de Serra Branca, no Cariri Paraibano, estão utilizando a castanha para gerar uma renda extra, com a ajuda da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), através do Programa de Estudos e Ações para o Semi Árido (Peasa). Trata-se de um trabalho de extensão e beneficiamento com o objetivo de ampliar o leque de negócios utilizando a castanha e torná-la um produto com nível de exportação.
O processamento de castanha de caju é feito por um grupo de 21 famílias, envolvendo mais de 100 pessoas da Associação Comunitária Duas Serras, que estão produzindo castanha de caju cozida e torrada para comercialização. A produção mensal é de, aproximadamente, 130 quilos de castanha.
Cada associado trabalha dois dias por semana e ganha em torno de R$ 80 por mês, somente com o que é vendido nos pequenos estabelecimentos do município e de cidades circunvizinhas. O Peasa trabalha novos rótulos e embalagens para tornar o produto mais atrativo no mercado consumidor. A proposta é de inserir a castanha de caju de Duas Serras no catálogo de produtos do Cariri paraibano, de divulgação nacional.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

4ª CajuMel

Fortalecer a cadeia produtiva do caju e do mel com a difusão de novas técnicas e consequentemente aumento da produção e produtividade, além da melhoria dos produtos e serviços e incentivo ao empreendedorismo. Este é o objetivo da 4ª Cajumel – Feira do Agronegócio do Caju e do Mel, que acontece no município de Ocara, de 26 a 28 de novembro, na Praça de Eventos.

First ‘green’ cashew plant

Construction of an environmentally-friendly cashew-nut processing factory, the first of its kind in Vietnam, began in the southern province of Binh Phuoc on November 25. The VND100 billion project (roughly US$5 million) is also the first in Vietnam to solely use domestically-designed equipment and technology. The factory is scheduled to complete within the next three years and will be capable of processing 50,000 tonnes of products, including cashew oil, each year.
In addition to this project, the Dong Phu-based Ha My Company Ltd. has entered into a joint-venture with the Qua Solution Company of Japan to build a yogurt factory which is expected to roll out its first batch of products by 2012.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Caju em Nampula

Os produtores de castanha de caju da província de Nampula, em Moçambique, terão maiores lucros com a comercialização da produção após a instalação de uma unidade de processamento de sucos, mel entre outras guloseimas a partir do pedúnculo do caju.
A iniciativa da instalação da referida unidade localizada no posto administrativo de Itoculo, distrito de Monapo, é da Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo, ADPP, que para garantir matéria prima para a fábrica, plantou cajueiros numa extensão estimada em cerca de 115 hectares.
Na província de Nampula, estimativas apontam para mais de 250 mil famílias envolvidas na produção de castanha de caju. Os pomares que sofreram um forte revés devido a passagem do ciclone Jokwe há cerca de dois anos, estão sendo alvo de um processo de substituição incluindo as plantas com idade avançada e que registam uma produção abaixo de um quilograma, por mudas híbridas tolerantes a doenças e pragas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Festival da Cajuína

De 25 a 27 de novembro, Teresina vai sediar um evento que destaca raízes culturais do Piauí. Será a primeira edição do Festival da Cajuína, que ocorrerá na Praça Pedro II, coração cultural da capital. O evento é uma realização da Cajuespi - Cooperativa dos Produtores de Cajuína do Estado do Piauí - tendo o apoio do Governo do Estado, do Sebrae no Piauí, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, Emater - Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural -, Codevasf - Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba -, Organização das Cooperativas do Estado do Piauí e Prefeitura de Teresina. O Piauí tem uma grande área destinada ao cultivo do caju nas cidades de São Raimundo Nonato, Picos e Paulistana. Segundo dados da Cajuespi, cerca de três mil produtores fabricam cajuína no estado e em 2010 estima-se que produção da bebida dobre.

domingo, 22 de novembro de 2009

Caju tem R$ 9,6 mi de incentivos

A importância da cajucultura para o Nordeste vai mais além da sua produção. Os incentivos do Banco do Nordeste também contam para que o setor tenha aumento de produtividade. Só no ano passado, foram investidos, pelo BNB, mais de R$ 9,6 milhões na atividade no Ceará, totalizando 693 operações. Em 2009, o consolidado é de 694 operações, com R$2,8 milhões. De acordo com o gerente executivo de desenvolvimento territorial da superintendência estadual do BNB, José Airton da Silveira Júnior, que ministrou a palestra "A importância da cajucultura para o Desenvolvimento Regional e Territorial", durante a 6ª edição do Caju Nordeste, que termina amanhã, em Beberibe, a diminuição dos valores se refere aos pequenos investimentos na área, mas salienta que foram beneficiados mais produtores. Ele argumenta ainda que é preciso que os cajucultores saibam utilizar todo o potencial no Estado, principalmente no que se refere ao pedúnculo."Apenas 10% do pedúnculo é aproveitado", diz. Para ele, se todo o potencial do caju for aproveitado, pode-se obter melhores resultados. Além da importância, um dos fatores para que haja o fortalecimento ainda mais do setor na economia estadual é o incentivo aos pequenos produtores.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Incentivo à cajucultura na Paraíba

Com a aprovação, pela Assembléia Legislativa da Paraíba, do pedido do empréstimo de US$ 25 milhões junto ao Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), o Governo daquele Estado garante investimentos em programas de combate à pobreza rural no Cariri e Seridó, beneficiando 31 mil famílias. Diretamente, 4.300 produtores de ovinos e caprinos, 1.500 produtores de sisal e 1.000 produtores de caju são beneficiados. Está prevista também a implantação de 300 hortas comunitárias, 1.100 mineradores, 500 artesões de couro e peles caprinas e ovinas, além de 300 rendeiras. O programa também implantará cinco fábricas de beneficiamento de castanha de caju e cinco plantas de cajuína.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Começa o Caju Nordeste

O município de Beberibe, maior produtor de caju do Ceará sedia, de amanhã até o próximo sábado, o 6º Caju Nordeste, considerado o mais importante evento do País dedicado ao desenvolvimento da cultura do cajueiro, movimentando o turismo e toda a cadeia produtiva do caju com oficinas, ciclo de palestras, minicursos, feira de negócios, festival gastronômico e atrações artísticas. De acordo com o diretor do Instituto Caju Nordeste e um dos coordenadores do encontro, Afonso Aquino, a meta é buscar novas tecnologias para ampliar a participação da atividade nos mercados interno e externo. O Caju Nordeste é um seminário anual realizado no Nordeste e, pela segunda vez seguida, tem lugar em Beberibe, que conta com cerca de 32,6 mil hectares de área plantada com o cultivo de cajueiro, distribuídos em grandes, médias e pequenas propriedades rurais, com capacidade de geração de empregos para mais de 15 mil trabalhadores.

domingo, 15 de novembro de 2009

Exportação de castanha no RN

Entre janeiro e setembro deste ano, os dois produtos mais exportados pelo Rio Grande do Norte foram castanha de caju e melão, com um volume conjugado de 35,53 toneladas e vendas de R$ 85,58 milhões.

sábado, 14 de novembro de 2009

Caju Nordeste

Com tema "Arranjos produtivos locais e desenvolvimento territorial", o Caju Nordeste chega à 6ª edição e enfoca a importância da cajucultura. Este ano, o evento acontecerá em Beberibe (CE), de 18 e 21 deste mês e se consolida como o maior evento da cajucultura nacional. Vale a pena conferir.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Bônus para castanha de caju

Os financiamentos de 20 culturas recebem bônus do PGPAF - Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar - de 10 de novembro a 9 de dezembro. Os bônus valem para pagar as parcelas de financiamentos do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.
O PGPAF é definido no começo do ano, mas como os preços variam ao longo do período, são estabelecidos os bônus para cada cultura, de acordo com as flutuações de mercado, funcionando como um abatimento nas parcelas dos financiamentos. Em novembro, recebem bônus os financiamentos do Pronaf para as seguintes culturas da agricultura familiar: arroz, babaçu (amêndoa), borracha natural (de extrativismo e de heveicultura), café arábica, castanha de caju, castanha-do-brasil, feijão, girassol, leite, mamona, milho, pequi (fruto), piaçava (fibra), raiz de mandioca, sisal, sorgo, trigo e triticale.
Os agricultores familiares que têm produção baseada na sociobiodiversidade também recebem bônus em novembro, como a castanha de caju (em seis estados), o pequi – fruto (em cinco estados), e a piaçava (em dois estados). Para mais informações sobre o bônus, acesse o site do MDA - Ministério do Desenvolvimento Agrário.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Queda nas exportações

As exportações de minério de ferro e de álcool são as apostas para que a balança comercial do Rio Grande do Norte retome o equilíbrio até o segundo semestre de 2010. Em 2009, a realidade ainda é de perdas tanto nas exportações quanto nas importações do estado. A queda nas exportações foi puxada pelos principais produtos da pauta do estado, como o melão (-36,36%), banana (-4,44%), castanha de caju (-7,47) e confeitaria (-27,54). Se em percentual a redução não aparenta ser tão grande, em valores dá para se ter a dimensão exata do prejuízo. A castanha de caju, por exemplo, caiu de R$ 64,7 milhões para R$ 59, 8 milhões.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Publicado zoneamento agrícola do caju para Ceará e Piauí

Os produtores de caju do Ceará e Piauí podem consultar os estudos do zoneamento agrícola de risco climático para a cultura safra 2009. As Portarias nº 274 e 275 trazem a indicação de melhor período para o plantio e relaciona os municípios aptos para o cultivo da fruta. Conforme o estudo publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (10), o caju é uma planta tropical que, adaptada ao clima do litoral nordestino, se desenvolve bem em solos profundos, férteis e areno-argilosos. As melhores condições para seu cultivo estão em temperaturas entre 22º C e 32º C, alta luminosidade e chuvas acima de 1.200 mm ao ano com, no máximo, três a quatro meses de estiagem. Confira as Portarias Nº 274 e 275, nas páginas 14 e 15 <http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=14&data=10/11/2009> do Diário Oficial desta terça-feira (10). http://extranet.agricultura.gov.br/pubacs_cons/!ap_detalhe_noticia_cons_web?p_id_publicacao=16219

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Comercialização de castanha no RN

Com o início da safra de caju no Rio Grande do Norte, a Conab começa na próxima semana a comercialização da castanha direto dos produtores, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra Direta. O objetivo é intervir no mercado para regular o preço do produto, que tende a cair devido à previsão de safra 30% maior que em 2008.
Para atender as regiões produtoras no estado serão instalados três pólos volantes nos municípios de Serra do Mel, Apodi e Itaú, onde as equipes receberão as castanhas in natura que seguirão para classificação na Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Norte. Logo após serão adquiridas pela Companhia, para a formação de estoque. O quilo do produto tipo 1 será comprado por R$1,20 e o do tipo 2 por R$0,96.
No Rio Grande do Norte, a castanha é 100% aproveitada, ao contrário do caju, com apenas 5% de aproveitamento. Atualmente, a Conab mantém oito projetos na modalidade Doação Simultânea, que envolvem a castanha de caju e outros cinco que aproveitam a polpa para a fabricação de doces. (Blog Agricultura Familiar)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Desperdício de caju no Cariri

A Região do Cariri tem potencial para o cultivo do caju, mas – estranhamente, chega a importar o produto do Piauí. Com o projeto de renovação de copa do cajueiro, a produtividade aumentou, mas parte da safra ainda é desperdiçada. Em uma visita ao assentamento Jenipapo, no Crato, no sul do Ceará, o Nordeste Rural constatou desperdícios em uma das maiores áreas de produção de caju da região.
O assentamento, a 580 quilômetros de Fortaleza, tem 70 hectares. As 12 famílias do local moram em casas de tijolo, criam animais e cultivam de tudo um pouco. Nesta época do ano, a safra é de caju. O fruto dá um colorido à paisagem. A maioria das árvores é nativa. Uma das variedades é o cajueiro “faga 11″, desenvolvido para a indústria.
Em 2006, a área foi renovada pelo projeto substituição de copa, como mostrou, em reportagem, o Nordeste Rural/Globo Rural. Três anos depois, a produtividade melhorou, mas o aproveitamento do caju, ainda deixa a desejar. Com tanta fartura, parte da safra de caju acaba em desperdício. No local, moradores retiraram a castanha e o pendúnculo ficou no solo. Sem a castanha e o pendúnculo, os frutos podem ser aproveitados apenas pelas ovelhas e o gado.
Além de suco, refrigerante e doce, do caju pode ser feita a carne, que permite a criação de diversos pratos. O caju ajuda no combate ao reumatismo e a eczemas da pele. O óleo da castanha é considerado antisséptico, já que limpa e cicatriza feridas, além de ser indicado no combate a vermes. (Programa Nordeste Rural de ontem)

domingo, 8 de novembro de 2009

Safra de Castanha de Caju 2009

A décima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2009, com base no mês de outubro mostra, em relação a 2008, uma variação de 17,14% na produção (280.786 toneladas de castanha), 3,84% na área plantada, +2,41% na área colhida (hectares) e 14,55% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sábado, 7 de novembro de 2009

Safra de castanha de caju no Ceará

Previsão mais recente do IBGE reforça tendência de queda na produção de grãos no Estado do Ceará. A estimativa da produção de grãos no Ceará, calculada no último mês de outubro, registrou queda acumulada no ano de 41,24%. Em relação ao mês anterior (quando a estimativa era de 804.115 toneladas), a previsão atual indicou safra de 803.300 toneladas, um variação 0,10% inferior. Os dados são do relatório mensal de ocorrências sobre o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), produzido pelo Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias do Ceará (GCEA), do IBGE, entre 16 de setembro e 15 de outubro de 2009.
Castanha de caju
De acordo com o IBGE, a safra do caju está atrasada em todo o Estado. A previsão é de se obter 149.107 toneladas, o que representa uma pequena variação positiva (de 0,02%) em relação a expectativa do começo do ano, que foi de 149.074 toneladas. No entanto, a estimativa é de crescimento em relação a 2008, que foi de apenas 121.045 toneladas. O estudo indica elevação de 23,18% na safra da castanha de caju nesse ano.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Producão agrícola reduz 19,48% no RN

A chuvas tão esperadas pelos agricultores acabaram passando dos limites em 2009 e resultaram em queda de 19,48% na produção de cereais, legumes e oleaginosas e em um tímido aumento de 2,8%, se consideradas as 15 principais culturas do Rio Grande do Norte. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram coletados em setembro deste ano, quando encerrou a safra de cereais. A comparação é feita com dezembro de 2008. Entre as culturas que tiveram perdas está a castanha de caju (0,86%). As primeiras projeções da safra de 2010 no RN só serão divulgadas pelo IBGE em fevereiro do próximo ano, período em que a safra é iniciada e que se tem as primeiras previsões climáticas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Festa da Castanha em João Câmara (RN)

O município de João Câmara recebe, entre os dias 06 e 08 deste mês, a primeira edição da Festa Estadual da Castanha. O objetivo é resgatar a importância econômica e cultural da cajucultura, uma das três mais importantes linhas de exportação do Rio Grande do Norte. No evento estarão dispostos estandes onde os produtores poderão expor as suas produções, inclusive máquinas e sistemas de processamento da castanha. Serão expostos doces, polpas, sucos e cajuína. A grande atenção ficará com os pequenos produtores e assentados. A Comunidade do Amarelão, de João Câmara, produz um dos maiores volumes de castanha artesanal, abastecendo a capital e garantindo os grandes volumes em exportação. A castanha é responsável pela geração de mais de 25 mil pessoas nos últimos anos e vem recebendo apoio através do programa de recuperação das copas de cajueiro e distribuição de mais de 1 milhão de mudas de cajueiro anão precoce.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Comércio justo na produção de castanha

Apoiada pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, em seis meses a produção de castanhas de Novo Pingos (RN) deve obter a certificação concedida pela Fairtrade Labelling Organizations (Flo-Cert) – Certification for Development (Certificação para o Desenvolvimento, em português). A certificação abre as portas ao mercado internacional. Na Europa, esse tipo de negócio encontra-se em processo de franco crescimento. Para entrar na categoria, os produtores devem estar organizados em associações e adotar procedimentos em suas relações profissionais como o respeito às leis trabalhistas e a produção sustentável. Ao venderem seus produtos com o selo de Comércio Justo ainda ganham bônus que se revertem em investimentos sociais. Novo Pingos surgiu em 2002. A atitude empreendedora está presente na comunidade desde seus primórdios. Durante a construção do assentamento, os próprios moradores optaram por erguer suas casas, no lugar de contratarem uma empresa para isso. O carro-chefe da economia de Novo Pingos está na produção de castanhas. O assentamento dispõe de 290 hectares dedicados ao cultivo do caju. Da plantação à embalagem, todo o processo de produção acontece na comunidade. Sobras do caju e da castanha e outras frutas servem de matéria-prima para iguarias como geléias e doces.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cattle feed from cashew apples

After several studies on the ways to churn out bio-fuel from its juice, cashew apples are now being considered for producing cattle feed. If things pan out well, several thousand tonnes of cashew apples that are now being dumped as waste, will go into the making of cattle feed. An ambitious project is being mooted by the Plantation Corporation of Kerala (PCK) Limited with the support of Kerala Feeds. Presently, the project is under the consideration of the Board of Research in Nuclear Sciences under the Bhabha Atomic Research Centre (BARC). It is a two-year project and it would be funded by the Board if it gets sanctioned.
To go by the envisaged project, the cashew apple pomace (the residue left after the extraction of juice) would be dried and processed into an ingredient for making cattle feed. "When we get one kg of cashew nuts, around 10 kg of cashew apple will go as waste. The total area of cashew plantations of PCK is around 5,000 hectares and the productivity is 700 kg per hectare. The figures show that a massive quantity of cashew apple is simply wasted every year,’’ according to Devapalan, PCK General Manager (Operations). The processing of cashew apples would not bring in much financial burden, the PCK officials expect.
"Only nominal expense is required for the collection of cashew apples. It will be a huge success once the production of bio-fuel from the juice will also become economical,’’ the official said.
Cashew apple, which is highly nutritious, is put to little use in the country other than in Goa where it is fermented to an alcoholic beverage called Feni. (Express Buzz)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Safra de castanha em Serra do Mel

O município de Serra do Mel (RN) espera colher este ano uma safra de 10 mil toneladas de castanha e 100 mil toneladas de caju. Projetada em 1972 pelo governador Cortez Pereira para produção de castanha de caju, Serra do Mel possui 22 vilas rurais e uma administrativa, onde estão distribuídos 1.196 lotes e cultivados cerca de 4 milhões de pés de cajueiro. Segundo informações do município, o cajueiro anão precoce é a variedade que apresenta a maior produtividade, embora seja a menos cultivada.

sábado, 31 de outubro de 2009

Castanha: assentamento ganha minifábrica

O assentamento Novos Pingos, no município de Assu (RN) receberá na próxima quarta-feira uma Unidade Agroindustrial de Beneficiamento de Castanha de Caju. A minifábrica de caju faz parte do programa Geração de Emprego e Renda desenvolvido pela Fundação Banco do Brasil . Na estrutura foi investido um total de R$ 250 mil. A unidade, que foi ampliada e revitalizada, atenderá diretamente 56 produtores e mais 224 pessoas de forma indireta. Com a reestruturação, serão beneficiadas, anualmente, cerca de 200 toneladas de amêndoas de caju. Além de ter a estrutura ampliada, a minifábrica passou por um processo de adequação às normas da Vigilância Sanitária, o que garante mais segurança e qualidade aos produtos fabricados no local.As melhorias implementadas possibilitam uma série de benefícios para os produtores de castanha de caju da região. Além de agregar mais valor ao produto – que terá um acréscimo de cerca de 20% no preço da castanha in natura – a operação das oito máquinas responsáveis pelo corte do produto possibilitará um aumento na produção, com o beneficiamento de até quatro toneladas ao mês. No âmbito social, a ampliação do empreendimento significa a geração de 13 novos postos de trabalho aos assentados, com benefícios para mais de 120 pessoas que trabalham com agricultura familiar no assentamento.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Festival da cajuina

O governador Wellington Dias lançará oficialmente o 1° Festival da Cajuína do Piauí nesta quinta-feira (29), às 10 horas, no Salão Azul do Palácio de Karnak. O evento ocorrerá no período de 25 a 27 de novembro deste ano, no Complexo Cultural Praça Pedro II, e será realizado pela Cooperativa dos Produtores de Cajuína do Estado do Piauí (Cajuespi). O 1° Festival da Cajuína tem como objetivo promover o produto em nível estadual e nacional.
Além da divulgação da cajuína, o festival tem como objetivo valorizar “a cultura extrativista, alimentícia, industrial e tecnológica do caju”.Segundo o presidente da Cajuespi, Lenildo Lima e Silva, o 1° Festival da Cajuína será realizado com o objetivo também de agregar valor à produção do caju, incentivar o cultivo do caju e a elaboração da gastronomia e de bebidas a partir deste fruto. O evento igualmente objetiva possibilitar o incremento e o incentivo da industrialização.
Shows, stands e cajuína
Com área estimada de 179 mil hectares de cultivo do caju e 20 agroindústrias de beneficiamento da amêndoa da castanha de caju, o Piauí se prepara para expandir fortemente as atividades econômicas em torno deste arranjo produtivo, hoje fator de geração de renda e empregos para milhares de famílias piauienses. A meta é exportar cada vez mais para os mercados nacional e internacional a cajuína, a castanha de caju, o suco e outros produtos derivados do caju.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

India: Cashew sales rise despite poor promotion

Despite poor product promotion, the domestic market of cashew nuts has seen a robust growth across the board in the recent past. The market has been growing at an annual average growth rate of 15% in the last decade, according to industry sources here. The total volume of cashew nuts sold in the market has been estimated at around 1.3 lakh tones in the current year. The industry sources point out that this is the estimated sales in the organised sector. Despite the positive growth rate there has not been any major increase in prices in the last couple of years with the medium quality cashew nuts being sold at around Rs 280 to Rs 350 per kg. The national capital region, Delhi is the largest consumer of cashew nuts in the country. The other major consumers of cashew nuts are Mumbai and Ahmedabad. Interestingly, the domestic market for cashew nuts has been growing without any promotion from the processing companies. Industry sources point out that it is the cashew traders who ensure smooth supplies after procuring the product from the cashew processing companies after making advance payments. In the organised sector there are also big buyers whose demand is in bulk quantity. Amul in the co-operative sector, Cadburys, Britannia, Haldiram, etc from the corporate sector are some of the big buyers. Apart from this, some of the temples like Thirupathi are also big buyers of cashew, industry spokesmen said.A large portion of the cashew nut is sold in the unorganised sector in the country. In the unorganised sector the cashew is processed by the households or by the very small processors. A proper estimate of the sales by this sector has not been made. The shortage of raw cashew in the country is prompting the industry to make huge imports of the raw materials. With such a short supply in raw materials it is the domestic market that suffers in the long run.

domingo, 25 de outubro de 2009

Maguary e Dafruta apresentam novidades para o verão

A Maguary e a Dafruta, marcas da Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos (ebba), apresentam novidades para a época mais quente do ano, o verão. Os lançamentos visam atender o apelo dos consumidores por novos sabores e trazer mais praticidade e modernidade com a reformulação das embalagens.
Para a marca Dafruta as novidades ficam por conta do lançamento da linha de latas, com 350ml, nas versões normal e light e nos sabores uva, maracujá, manga, goiaba, pêssego, caju e morango. Outra aposta é o novo sabor Açaí com banana e guaraná, em embalagem Tetra Pak de 1 litro. Para elaborar o mix de frutas tão apreciado pela população, a ebba contou com tecnologia de ponta na fabricação do produto. Já para Maguary a novidade é a linha de Tetra Pak 200ml, nos sabores e uva, manga, maracujá, caju, goiaba, morango e pêssego.

sábado, 24 de outubro de 2009

LCC para a produção de LED de computadores

O aperfeiçoamento do LED no mundo abriu vários caminhos para o desenvolvimento do OLED. Um deles, trilhado pelos pesquisadores da UFPI. Saiu de cena o silício como material básico, e entrou o LCC (Líquido da Casca da Castanha). O LCC é um subproduto da amêndoa do fruto do cajueiro. Na tradição de mil e um reaproveitamentos e utilização das partes que formam o caju - do suco do pseudofruto (a polpa que conhecemos), ao aperitivo da castanha assada (verdadeiro fruto), o LCC pode ser considerado um lanterninha. O óleo viscoso e caustico de cor marrom e odor extremamente desagradável - conhecido popularmente pelas queimaduras e manchas que causa quando entra em contato com a pele humana -, tem utilidades industriais e científicas comprovadas em descobertas relativamente recentes.
A professora e química Maria Alexsandra Rios destaca seu principal papel no mercado industrial. “Como composto ativo, o LCC possui propriedades antioxidantes valiosíssimas. Após tratamento, ele exerce uma função de proteção à degradação natural de material orgânica, ocasionada pela presença natural do oxigênio”. Usando exemplo próximo e imediato, a professora saca uma carta na manga: O LCC, mesclado a alguns lubrificantes, gerou alguns compostos de ação anti-oxidantes tão interessantes, que mereceram depósito de patente.
Mas qual a função do líquido da castanha do caju no diodo orgânico emissor de luz?
É isso que explica um orientando de mestrado do professor Ángel Hidalgo e também envolvido no estudo, o aluno Raulinson Hiapina. “O líquido da castanha do caju ajudaria no retardo do processo de fotodegradação do OLED, evento natural que é acelerado como a sua excitação elétrica. A fotodegradação é ocasionada pela oxidação. Quanto maior a oxidação, menor o número de elétrons na camada de valência. Quanto menos elétrons, menor a capacidade da peça em conduzir energia. E sem condução de energia, sem luz”.
Para que o OLED produzido pela UFPI consiga atingir potencial industrial, ele precisa alcançar a marca de 10 mil horas de durabilidade ativa. Parece um longo caminho, ou uma marca muito pretensiosa se levada em consideração as condições de produção e desenvolvimento de pesquisa brasileiras quando postas em paralelo às estrangeiras. Mas a professora Maria Alexandra é categórica e otimista: “Os testes preliminares são bem animadores. Os gráficos de resistência do LCC expõem um grande potencial”. (adaptado de MeioNorte.com)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Queimadas em Moçambique

A meta de 90 mil a 95 mil toneladas estabelecida por Moçambique para a produção de castanha de caju poderá não ser cumprida devido à ocorrência de queimadas descontroladas naquele país, de acordo com o Instituto de Fomento do Caju (Incaju). As queimadas descontroladas têm devastado milhares de cajueiros em idade produtiva e tem assumido proporções alarmantes a cada ano.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pepsi Bottling Group assina acordo para distribuição das bebidas O.N.E.

O Pepsi Bottling Group (PBG) anunciou em setembro a assinatura de um acordo com a O.N.E. (One Natural Experience), companhia de bebidas funcionais naturais, para distribuição de seus produtos no Sul da Califórnia e da Flórida a partir de outubro. Fundada em Los Angeles em 2005 pelo empresário brasileiro Rodrigo Veloso, a O.N.E. se transformou rapidamente em um sucesso no mercado americano com seu primeiro produto, Coconut Water (água de coco), e no ano passado faturou US$ 10 milhões. Hoje, além da água de coco, a linha de produtos O.N.E. inclui diversas bebidas à base de frutas tropicais, como açaí, café, caju e acerola, e a linha O.N.E. Splash, de água de coco combinada com sucos de frutas em quatro sabores. Uma das bases da estratégia da O.N.E. é o compromisso com o meio ambiente e responsabilidade social. A companhia procura trabalhar para promover um negócio sustentável e estabelecer relacionamentos com as comunidades dos locais onde adquire seus produtos.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Africa aims to climb the value chain

African cashew producers have decided that it is time to follow Vietnam’s example and strive to export processed products instead of raw materials, says a report in the farm industry newspaper Nong Nghiep. The Africans are probably right, but this is really bad news for Vietnam, because Africa is a principal supplier of raw cashews to Vietnamese processing plants
Though the number of cashew nut processing plants has been increasing in Vietnam, domestic nut production has been decreasing. This has forced Vietnamese cashew processors to rely on imported nuts.
For many years, Vietnamese processors have had to import 40 percent of the raw nuts needed from Africa, or about 300,000 tonnes, worth $180 million a year. The figure is expected to increase in coming years, because Vietnamese farmers have chopped down cashew plants to grow rubber, coffee and other more profitable crops.
Where will Vietnam get raw nuts?
Some 14 African nations grow and export cashew nuts. In East Africa about 25 percent of the production is processed locally, but in West Africa the processing rate is only five to ten percent. These countries, members of the African Cashew Alliance and with advisory assistance from the Gates Foundation (US), are now making serious plans to boost local processing capability.
Nong Nghiep comments that the most practical way for the Vietnamese cashew industry to avoid being squeezed would be to make direct investments in Africa. There Vietnamese enterprises could do preliminary processing, then export semi-processed nuts to Vietnam, where Vietnamese processing plants could make finished products to be launched into the world market.
In other words, the Vietnamese cashew industry would imitate many industries in advanced countries by ‘going up the value chain.’ They would make finished products and get higher added value instead of making semi-processed products as at present.
However, Vietnamese businessmen hesitate to invest in African facilities. A problem lies in the fact that Vietnamese processors are now only halfway up the ‘value chain’ themselves, exporting semi-processed nuts to Chinese, European and US processing companies that roast and market the nuts.
Be quick or die
Oltrema, an Indian company, was at the African cashew conference, offering cashew nut processing equipment and taking many orders. The Indians have been aware of the changing viewpoint of the African cashew producers who provide them 80 percent of the raw nuts they use.
Already several Indian cashew processing and export groups have established processing plants in Africa which can serve as the ‘springboard’ for a lot more. In this case, the big Vietnamese processing plants that have contracted to Indian companies are likely to be ‘orphaned.’ They will have to find their own way to survive.
Nong Nghiep comments that it is high time for Vietnamese enterprises to start investing in African plants, for while Vietnamese enterprises have vacillated, the Indians have cemented their firm positions in the market.(VietNamNet/NNVN)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NCPB fails to heed directive on cashew nuts

The National Cereals and Produce Board (NCPB) of Kenia has failed to heed a government directive to buy cashew nuts from farmers, leaving them at the mercy of middlemen and private processors as the harvest season approaches. As a result, cashew nut processors are preparing to move to Coast province to buy the nuts.
There are four leading processors focusing on the region. They include Millenium Nut, Wonder Nut, Equatorial Nuts Processors (ENP) and Kenya Nuts. Kenya Nuts and ENP are located in Central province, whereas the other two have established processing units in Coast province.
Some farmers have started selling their nuts to middlemen who will stock them and sale them later to processors at a higher fee.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Receita de Hamburguer de Caju

Ingredientes:
8kg de caju fresco (sem castanha)
300g de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de cheiro verde picados
2 pimentões médios picados
4 tomates grandes picados
2 cebolas médias picadas
1/2 colher (sopa) de corante (colorau)
1 cabeça de alho grande (ou 3 colheres de sopa de pasta de alho)
pimenta-do-reino a gosto
sal a gosto
Modo de Fazer
Lavar bem os cajus, acrescentar um pouco de água e bater do liquidificador. Depois, peneirar bem para tirar todo o suco. O que sobra é a fibra (mais ou menos 1,5kg). Colocar a fibra numa panela e temperar com alho, cebola, tomate, cheiro-verde, pimentão, corante, pimenta-do-reino e sal a gosto. Refogar por mais ou menos 10 minutos. Tirar do fogo e colocar numa bandeja grande para esfriar. Quando estiver fria, acrescentar a farinha de trigo e espalhar sobre superfície com a ajuda de um rolo (como se fosse uma massa). Por último, cortar no formato de hambúrguer. A fritura é igual a de um hambúrguer tradicional.
Dicas: acrescentar os temperos que você costuma usar na carne, como ervas, por exemplo; usar a boca de uma xícara ou copo para dar o formato de hambúrguer.
Rendimento médio: 20 hambúrgueres

domingo, 18 de outubro de 2009

Alimentos à base de carne de caju inovam cardápio da merenda escolar

Os moradores do assentamento de Novo Pingos, no município de Assu (RN), que tem na cajucultura uma de suas atividades econômicas mais importantes, conheceram uma nova maneira de utilização da fruta. É o seu uso em pratos como almôndegas, hambúrgueres, panquecas e pastéis. No final de setembro, 17 mulheres do assentamento participaram do treinamento, sob a orientação uma consultora do Sebrae-RN, como parte do projeto Território Assu Mossoró. O curso consistia na produção de pratos à base do bagaço do caju, do qual é retirado o sumo e temperado como carne. Segundo as moradoras Iraci de Souza e Maria Neuma da Costa, que participaram do treinamento, o caju substitui a carne usada nas receitas sem nenhum prejuízo no sabor, nem no valor nutricional, visto que é rico em ferro e proteínas.
— Além de ser um ótima fonte de alimentação, a carne de caju pode ser facilmente estocada e permite a criação de diversos pratos — explicam as moradoras do assentamento.
A expectativa agora é aumentar a variedade de receitas, consolidar os produtos como merenda escolar do município de Assu e começar a estudar a viabilidade da comercialização dos mesmos.
Os moradores do assentamento Novo Pingos já passaram por cursos e atualmente já comercializam, além da castanha de caju, doces caseiros como o caju-ameixa e o bolo de castanha e mel de abelha, entre outros produtos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Produção de castanha em Moçambique

A capacidade de processamento de castanha de caju em Moçambique atingirá 60 mil toneladas em dez anos, de acordo com o jornal Notícias, de Maputo. O jornal assinala que mesmo assim a capacidade ficará aquém das 75 mil toneladas/ano que Moçambique detinha quando do colapso da indústria de caju nos finais da década de 90. De uma média de 90 mil toneladas anuais de castanha produzidas, Moçambique processa apenas entre 25 mil e 30 mil toneladas por ano, sendo o remanescente exportado in natura para outros países. Fonte do Instituto de Fomento do Caju (Incaju) disse ao jornal que nos últimos anos tem havido cada vez maior interesse de investidores, nacionais e estrangeiros, na instalação de indústrias para o processamento interno da castanha. Baseando-se em estudos realizados recentemente, a fonte afastou a possibilidade do país voltar a optar pela estratégia das grandes unidades fabris que existiam antes do colapso desta indústria, considerando que apesar da vantagem de gerarem economias de escala elas têm a desvantagem do ponto de vista de estrutura e custos fixos que são bastante elevados.“Alguns dos nossos concorrentes, como, por exemplo, a Índia, têm a vantagem de não terem mega-fábricas. A castanha é processada ao nível das famílias e só vai à fábrica para os acabamentos e, por isso, consegue-se contornar esses custos fixos”, afirmou Santos Frijon, do Departamento da Economia do Incaju. Frisou ainda que esta é a estratégia que Moçambique tem divulgado, de modo a se apostar em unidades pequenas e de média dimensões. Indicou ainda que com a opção em pequenas unidades, o país conseguiu passar de uma capacidade de processamento interna de três mil toneladas, no ano 2000, para cerca as 30 mil toneladas atuais. Do ponto de vista de postos de emprego, a fonte indicou que as pequenas e médias unidades atualmente em funcionamento empregam cerca de seis mil pessoas, número quase igual ao que era empregada pelas unidades de grande dimensão agora falidas. Movimentando mais de um milhão de famílias, algumas das quais tendo na castanha a única fonte de rendimento, a cajucultura, apesar da baixa expressão a nível mundial, apresenta-se como um dos setores estratégicos para a economia de Moçambique.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cajueiro anão representa 13%

A área plantada com o cajueiro anão precoce no Ceará representa cerca de 13% do total plantado com cajueiros no estado.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Indústria de castanha de caju emprega 12 mil

A indústria de processamento de castanha de caju emprega no Brasil cerca de 12 mil pessoas. O país responde atualmente por 13% do volume total da produção mundial de castanha de caju.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Nut sheller can do work of 30

Ngo Quang Ngoc, a farmer in Binh Phuoc Province’s Bu Dop District (Vietnam), has invented a cashew nut-shelling machine that can do the work of 30 people. The machine, which took Ngoc nearly six years of research to perfect, can process 300 kilogrammes an hour, using just 1.5 litres of petrol. It costs just VND10 million (US$505) and is likely to reduce with scale. "I was determined to study the working [of the machine] after watching my family and neighbours work very hard to shell cashew nuts for many years," Ngoc says.
"I needed six years to make it because I only had a few hours a day to work on the machine besides earning my family’s livelihood. I also did not have the technical knowledge or funds," he recalls. His invention has interested many local cashew farmers. "Most of the machine’s parts are cheap and easy to buy. It is also very easy to use," Ngoc says.
Ngoc has not registered his invention for a patent, saying he does not know how to do it.
Ngoc is one of possibly hundreds of farmers who share a passion for making useful farm machines. But most of them find it difficult to manufacture and market their inventions. Nguyen Thanh Dien of An Giang Province has invented two kinds of agricultural machinery: rice shoveller and insecticide spraying machine. "We have sold 70 machines in An Giang and neighbouring provinces. Because of lack of capital we manufacture the machine only when we receive an order," Dien explains. "We ask buyers to pay us 50 per cent in advance. We only have enough money to remain in business but not to develop it."
Dinh Duc Tho, a farmer in Tra Vinh Province who has developed a simple and durable television antenna favoured by many locals, faces a similar situation. "[We] cannot supply enough products to the market since we do not have the capital to expand our business," Tho says. "I once applied for a preferential Government loan but I did not have property for use as collateral."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Beneficiamento de Castanha de Caju

Foi inaugurada em João Câmara (RN) uma Unidade de Beneficiamento de Castanha de Caju que visa atender a padronização de amêndoas, possibilitando a venda desses produtos no mercado com alto valor agregado. A unidade tem capacidade de beneficiar 200 toneladas de amêndoas de castanha de caju ao ano e recebeu investimentos de R$ 170 mil.

domingo, 11 de outubro de 2009

Projeto cajuína

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí realiza desde de 2004 o Projeto Cajuína no Piauí que serve para agregar valor ao pedúnculo do caju com ênfase na produção de cajuína, doces e utilização do fruto na culinária, objetivando através da agroindústria familiar melhorar a renda das famílias rurais estimulando o empreendedorismo.
Desde o início do projeto até esse ano já houve 205 cursos de capacitação para agricultores familiares com uma média de 18 participantes em cada curso o que soma um total de 3.690 agricultores familiares capacitados.
As ações do Projeto Cajuína no Piauí não estão restritas ao processamento dos frutos, elas tem como foco também inserir os agricultores familiares no processo de comercialização do que foi produzido por eles durante a capacitação, então, ao término de cada capacitação é realizada uma Exposição-feira onde os produtos são expostos e vendidos. Ao todo já houve sete Exposições-feira, duas em Oeiras, duas em Pedro II, duas em Picos e uma em Altos.
O articulador da rede temática de agroindústria familiar do Emater-PI, Milton Paula, expõe que além do caju outras frutas também recebem agregação de valor através do Projeto Cajuína no Piauí como a goiaba, a acerola, a manga, o umbu e o cajá. “No município de José de Freitas houve uma demanda da cooperativa de agricultores familiares em relação ao processamento de outras frutas além do caju, então o Emater-PI, através da rede temática de agroindústria familiar implantou uma unidade de processamento de polpa de goiaba, acerola, manga e cajá na região”, disse Milton Paula.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Paçoca de castanha de caju

Empresas do Projeto OrganicsNet, da Sociedade Nacional de Agricultura, participam da maior feira de negócios do setor de orgânicos da América do Sul - a Biofach América Latina (28 a 30 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo) -, e promovem o lançamento de novos produtos, muitos deles inovadores. No stand OrganicsNet/SNA, a Cultivar Brazil apresenta algumas novidades, como o creme e a paçoca de castanha de caju, o pão de mel de arroz (sem glúten), e o biscoito e bolo sabor limão.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Safra cearense de castanha de caju

A recente estimativa de safra de castanha de caju feita pelo IBGE apresenta um total de 149.189 t, o que representa incremento estimado em 0,08%, comparando-se à expectativa inicial (149.189 t) e de 23,25% em relação a safra obtida em 2008 (121.045 t).

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Incentivos promovem maior crescimento do caju e mel

A política de incentivos fiscais concedida pelo governo do Estado é apontada como um dos fatores que fez evoluir a produção e a exportação do mel e do caju no Piauí. O secretário de Fazenda Antônio Neto usou como comparação o ano de 2002 com o de 2008. No ano passado, a produção de mel de abelha no Piauí alcançou 4 milhões e 500 mil toneladas, enquanto que em 2002 era de apenas 2 milhões e 221 mil toneladas. Já em relação ao caju, foram produzidas cerca de 56 mil e 223 toneladas em 2008, enquanto que no ano de 2002 só foram produzidas 16 mil e 817 toneladas de castanha de caju.
O mesmo crescimento positivo aconteceu em relação à evolução das exportações. Enquanto que no ano de 2007 a exportação do mel era de 1 milhão e 731 toneladas, em 2008 foram exportadas 1 milhão e 966 mil toneladas de mel. Nesse mesmo ano também foram exportadas 1 milhão e 57 mil toneladas de castanha.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Cashew kernels exports down 4% on economic woes

Mainly on account of the global economic recession, there was a four per cent decrease in cashew kernels exported at 1,09,523 tonnes valued at Rs 2,988.40 crore last year, said Mr Bharathan Pillai, Chairman of the Cashew Export Promotion Council of India. The total foreign exchange earned through export of cashew kernels, cashew nut shell liquid and allied products last year was $656 million or Rs 3,014 crore. Addressing the 54th annual general meeting of the Council he said that the US, the Netherlands, the UAE and Japan continued to be major buyers. The American zone accounted for 34 per cent of the exports, followed by Europe with 30 per cent, West Asia with 25 per cent, South and Far East contributing eight per cent each and Oceania two per cent. Besides earning valuable foreign exchange, the cashew industry being labour-intensive, generated employment for 10 lakh workers — 95 per cent of whom are rural women.
Industry requirement
According to the estimate of the Directorate of Cashewnut and Cocoa Development, the production of raw cashewnuts last year was 6.95 lakh tonnes ( 6.65 lakh tonnes). The raw nut requirement of the cashew processing industry is estimated at over 12 lakh tonnes an annum and the availability from internal sources is only about half of this. The balance is met by imports from other producing countries, mainly Africa and Indonesia.
Promotion efforts
As such, it is important to make the country self-sufficient in the matter of raw cashewnuts, Mr Bharathan pointed out. He appreciated the Government’s efforts in this direction by promoting re-plantation and expansion into new cultivation areas. The Kerala Government has set up a special agency for promoting cashew cultivation under the chairmanship of the Cashew Special Officer. The Council appealed to the exporters to actively support this initiative of the Kerala Government.
Fund allocation
The Council also requested the Union Government to allocate sufficient funds to put forward necessary schemes to increase the production as also the productivity and bring it on par with Vietnam, which is reported to be 2,000 kg/hectare against about 815 kg/hectare in India. It is also implementing the export promotion schemes under the Eleventh Five-Year Plan through the modernisation and diversification programmes for providing assistance to member exporters. The total approved outlay under the Plan is Rs 19.36 crore, of which 50 per cent is for setting up facilities for value addition. The exporters are eligible for 25 per cent of the expenditure subject to a maximum of Rs 50 lakh/exporter. Civil works amounting to not more than 50 per cent of the total expenditure would also be eligible as grant-in-aid.

domingo, 4 de outubro de 2009

Cashew festival in Bangalore (India) to promote domestic consumption

In an effort to promote domestic marketing of cashewnuts, the Karnataka Cashew Manufacturers Association (KCMA) is holding a five-day cashew festival at Palace Ground, Bangalore, from October 1 to 5. In a press release, K Pramod Kamath, secretary, KCMA said the Indian domestic market had shown tremendous potential on the consumption front. If the trend was to be believed, India was growing at almost 20% compounded annual growth rate (CAGR) in the last three years. The country is estimated to consume 1.75 lakh tonnes of cashewnuts which is the highest in the world. This is in spite of the industry having made no efforts in their marketing so far. The US which had the global leadership position in cashew consumption, is consuming only 1.35 lakh tonnes. He said there was a myth that cashews have high fat content which is not good for health. In order to make available to the public the fact on nutritional aspects and various health benefits from its consumption, the KCMA has decided to organize a five-day cashew festival from October 1 to 5.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Philippines: Cashew is next important high-value crop

The next important high-value crop to rise in the Visayas will be cashew as demand for the products starting from its apple and nuts is increasing every day.This was bared by Erwin Saw of Isla Casoy de Palawan Co., an investor who poured in some P5 million in the production and manufacture of cashew products in Puerto Princesa, Palawan. Saw said Palawan is producing 90 percent of the 2.6 million fruit-bearing trees in the country, producing some 350,000 metric tons of the fruit and nuts every year. Puerto Princesa city agriculturist Melissa Macasaet said that out of 103,145 metric tons of dried cashew nuts produced every year, 92,830 metric tons are from Palawan.The company is buying cashew fruit and nut at P15 per kilo during the peak season or summer months and P50 per kilo during the lean months. But this is not enough and company buyers have already started looking for more cashew nuts, notably in the island province of Guimaras, to add to the company’s demand. Aside from mangoes, Guimaras is also producing cashew, mostly in backyard plantations. Palawan cashews are from six selected cultivators developed in the island province.The Department of Agriculture and the city agriculture office of Puerto Princesa have jointly developed a farming system that include the sloping agriculture land technology (SALT) using cashew as base crop, intercropping with pineapples, bananas and papayas for maximum land use, rehabilitation of old-cashew trees and cashew as a reforestation crop. The company is producing cashew fruits and nuts, considered as highly antioxidant product into other value-added branded products that include cashew spicy, garlic and honey glaze, roasted-cashew butter, tarts de casoy, polvoron, supreme cookies, prunes, wine, apple cider,

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vietnam cashew

Last year alone Vietnam exported a massive 167,000 tonnes of cashews worth $950 million. It expects to export 165,000 tonnes this year worth $800 million. And, as the industry cashew industry grows so does Vietnamese technology - three years ago, all domestic processing was carried out by machines imported from Italy or India or done manually. In fact, there are now 225 cashew processing factories in Vietnam which together could process a total capacity of 700,000 tonnes of cashews per annum.
Recently, over 100 cashew businesses attended an exhibition in Dong Nai province last week witnessing an array of new nut technology. Star of the show was a new peeling machine. Previously, Italian machines had carried out this task but now 120 companies have installed Vietnamese peelers. The machines are now running at twice the capacity of the previously imported machines while power consumption remains the same.
Nguyen Duc Thanh, Director of Lafooco, uses made-in-Vietnam machines and says even nut breakages have dropped from under 30 percent to under 12 percent.
Thanh, who is also Head of Vietnam Cashew Association’s (Vinacas) Science and Technology Division, believes Vietnam-made machines, worth 300 million dong are more suitable for Vietnam’s processing companies than imports priced at several billion dong.
Now Vietnamese companies are to follow up their success in exporting cashews with exporting the machines that process the nuts. Pham Nhu Thanh, Director of Son Viet Company, has revealed his company will soon launch an automatic cashew shelling machine which has a higher capacity than currently used machines. Thanh of Vinacas said that though Vietnam began developing the cashew processing technology later than other countries, its technology is now in no way inferior. Director of Khuon May Viet Company Nguyen Xuan Khoi added that many companies brought their machines at the cashew technology exhibition in India recently and they gained unexpected orders from many foreign processors.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

India: Cashew body seeks more central funds

The Cashew Export Promotion Council of India has sought more funds from the Centre to enhance productivity of cashew cultivation in India.
Addressing the annual general meeting of the council here on Thursday, P Bharathan Pillai, chairman, said low productivity of cashew cultivation in India was having an adverse impact on the processing and export industry.
Vietnam, which took to cashew cultivation seriously over a decade ago, achieved a productivity of 2,000 kg per hectare, while in India this is just 815 kg per hectare. The government should, therefore, initiate new schemes to enhance both production and productivity, he said.
According to the Directorate of Cashewnut and Cocoa Development, production of raw cashew nuts in India during 2008-09 was 695,000 tonnes as against 665,000 tonnes in 2007-08.
The annual requirement of the cashew processing industry is estimated to be over 1.2 million tonnes, but the internal availability is half of this. The balance is met by imports from countries like African nations and Indonesia.
The Kerala government has set up a special agency for promoting cashew cultivation under the chairmanship of Cashew Special Officer. Besides, the government is promoting re-plantation and enhancing acerage of cultivation. “But, there should be more comprehensive action plans to increase production,” he said.
The global economic turmoil has affected cashew exports adversely in 2008-09. Exports of cashew kernels declined 4 per cent to 109,523 tonnes valued at Rs 2,988.40 crore during the year.
The country also exported 9,099 tonnes of cashewnut shell liquid valued at Rs 26.06 crore.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Produção de castanha de caju pode atingir número recorde em Nampula

O Instituto Nacional do Fomento do Caju diz que a produção da castanha, em Nampula, poderá recuperar atingindo a produção recorde de 47 mil toneladas, este ano. No ano passado, a província registou uma produção de 28 mil toneladas, considerada a pior dos últimos anos. Na produção global da castanha de caju, Nampula destaca-se no primeiro plano. Contribui com mais de 60 por cento da produção nacional, estimada em 75 mil toneladas. Cuidar bem dos cajueiros é o segredo da produção recorde de Nampula. Desde o lançamento do programa de maneio integrado em Moçambique, Nampula tem se destacado cada vez mais no número crescente de camponeses que apostam no tratamento com podas e meios químicos. Para este ano, as pulverizações já se iniciaram. A meta de pulverização dos cajueiros para o combate ao oidium foi ultrapassada em 170 mil cajueiros para cerca de dois milhões e quatrocentas mil árvores. Para a safra deste ano, Nampula espera produzir 47 mil toneladas, contra 28 mil registadas em 2008. Um resultado que deverá ser influenciado pela grande adesão da população às tecnologias de tratamento químico dos cajueiros, devido à queda em cerca de 45% do preço da gasolina para atomizadores. Em novembro, inicia a época da comercialização na zona norte do país. No sul será mais tarde, em dezembro.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cashew: Focus required on ouput, productivity

The foreign exchange earned by India through export of cashew kernels, cashewnut shell liquid and allied products during 2008-09 was US $ 656 million, equivalent to Rs. 3,014 crores. The global economic recession has affected our cashew kernel exports adversely. There was 4% decrease in the quantity of Cashew Kernels exported during 2008-09 compared to that of 2007-08.India exported 1,09,523 MT of cashew kernels valued at Rs. 2,988.40 Crores and 9,099 MT of CNSL valued at Rs. 26.06Crores during the year 2008-09.
USA, Netherlands, UAE and Japan continued to be our major buyers. Export to American Zone was 34.5%, European Zone 30%, West Asia and Africa 24.5%, South East and FarEast Zone 8% and Oceanic Zone 2%. Besides earning valuable foreign exchange, cashew exports generate employment direct and indirect, for more than 10 lakh workers, 95% of whom are rural women from the underprivileged sections of the society.
Production of raw cashew nuts
As per the estimate of the Directorate of Cashewnut & Cocoa Development, production of Raw Cashewnuts in India during 2008-09 was 6,95,000 MT as against 6,65,000 MT during 2007-08. The raw nut requirement of the cashew processing industry in India is estimated to be over 12 lakh MTs per annum and the availability from internal sources is about half of this.
The balance is met by import from other producing countries, mainly African countries and Indonesia. As such, it is very important to make the country self-sufficient in the matter of raw cashewnuts. India Government is taking some steps in this direction by promoting replantation, expansion of new cultivation, etc. The Kerala Government. has set up a special agency for promoting cashew cultivation under the chairmanship of the Cashew Special Officer.

Cajucultura será debatida no Maranhão

Uma parceria entre a Uversidade Estadual do Maranhão (Uema), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF) realizará, de hoje até quarta-feira (30 de setembro), a I Reunião Técnica da Cajucultura no Maranhão, no auditório do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais (Cecen), localizado no Campus Universitário Paulo VI. A abertura do evento será presidida pelo reitor José Augusto Silva Oliveira, a partir das 9h, desta segunda-feira, onde estão sendo aguardados autoridades locais, produtores rurais, pesquisadores, técnicos e estudantes. Objetivo da reunião, segundo o coordenador do evento, professor Hamilton Almeida, é avaliar as alternativas tecnológicas para a cajucultura no Maranhão e orientar as ações, mediante o uso de alta tecnologia na instalação de novos plantios com base nas características do clima e do solo locais.
Na oportunidade, serão realizadas palestras, mesas redondas e visitas técnicas. Ao final, haverá a apresentação de uma proposta de Pesquisa, Desenvolvimento e Informação que será encaminhada ao Governo do Estado, com vistas a fortalecer a Agroindústria do Caju no Maranhão.

domingo, 27 de setembro de 2009

Olam makes it to Asia's Fab 50 list World's No. 1 cashew nut supplier

Olam International, the world's No. 1 supplier of cashew nuts, along with a host of other agricultural products, has made it to the Forbes Asia's Fabulous 50 list. Olam is the only Singapore firm to get a spot on the prestigious annual list of 50 regional firms with a market value or annual revenue of at least US$3 billion (S$4.2 billion) - meeting tough performance criteria. No Singapore company made it to last year's list.

sábado, 26 de setembro de 2009

I CajuFest: correção

O CajuFest que ocorre em Tururu (CE) está na sua primeira edição, e não na segunda, como informamos anteriormente.

CajuFestMel em Picos

O CajuFestMel que acontecerá em Picos na primeira semana de outubro, além de divulgar a cajucultura e a apicultura daquela região, irá apresentar os demais setores da economia do município como, por exemplo, a gastronomia, o artesanato e o turismo. Picos tem intensa atividade comercial, sendo também um importante entroncamento rodoviário do Nordeste.
O CajuFestMel será realizado de 1º a 3 de outubro, na Av. Severo Eulálio, anexo ao Colégio Santa Rita, na zona urbana de Picos. A programação do evento inclui o Seminário Estadual do Mercado Justo com foco na apicultura e na cajucultura. Também serão promovidas palestras, oficinas, apresentações culturais, shows, Festival Gastronômico de Cabritos e Cordeiros e feira de artesanato e de produtos e serviços das cadeias produtivas da apicultura e da cajucultura.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Suco de caju: bebida natural e funcional

Há quatro anos, o mineiro Rodrigo Veloso foi para Los Angeles e criou a One Natural Experience para levar a água de coco ao consumidor americano. O negócio prosperou e em 2008 atingiu a marca de US$ 10 milhões em vendas, com uma linha de produtos que inclui também sucos de açaí, café e caju. Uma das bases da estratégia da O.N.E. é o compromisso com o meio ambiente e responsabilidade social. A companhia procura trabalhar para promover um negócio sustentável e estabelecer relacionamentos com as comunidades dos locais onde adquire seus produtos. [Site www.onedrinks.com].

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

II CajuFest em Tururu

O município de Tururu (CE) realiza até a próxima quarta-feira (30/9) o II Cajufest, com o objetivo de promover a cajucultura e capacitar os produtores para o aproveitamento do caju (pedúnculo) na fabricação de mel, cajuína, doces, ração animal, licores e outros derivados. Desde o dia 05 de setembro, 60 produtores já receberam cursos de capacitação, de 40 horas/aula, promovidos pelo Sebrae em parceria do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Castanha lidera no RN

O melão foi, de janeiro a agosto, o terceiro produto mais exportado pelo Rio Grande do Norte. Na liderança da pauta de exportações ficou a castanha de caju, com exportações somando US$ 28,42 milhões (R$ 51,66 milhões), 11,74% a menos que em 2008. O segundo produto no ranking foi o sal marinho, com US$ 14,19 milhões comercializados.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Zoneamento para o caju

O Ministério da Agricultura aprovou o zoneamento agrícola para a cultura do abacaxi no ano-safra 2009/2010 nos estados do Tocantins, de Rondônia, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e no Distrito Federal. As portarias estão no Diário Oficial da União. O zoneamento também foi aprovado para outras culturas, como a do caju em vários municípios da Bahia e do Maranhão. O objetivo do zoneamento é identificar os municípios aptos e os períodos de plantio com menor risco climático para o cultivo. O caju vem assumindo um papel relevante na economia nordestina, especialmente devido ao aumento da demanda pela castanha. Tanto a Bahia quanto o Maranhão apresentam muitas áreas com condições climáticas, ambientais e solos favoráveis ao cultivo do cajueiro.

domingo, 20 de setembro de 2009

Previsão de safra de castanha 2009

A sétima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2009, tendo como referência o mês de agosto mostra, em relação a 2008, uma variação de 17,16% na produção, 3,76% na área plantada, +2,31% na área colhida (hectares) e 14,55% no rendimento (kg de castanha por hectare). A partir destes dados, o site Cajucultura organizou tabelas por unidade da federação com as respectivas previsões. Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Russia's nut exports to drop

Exports of the Russian nuts have reduced almost two-fold since the start of 2009, Russian media currently reports. Over the first half of the current year the Russia's volume of exports has decreased in physical terms by 72%, while in value terms – by 87%. Until recently the key sales markets of the Russian nuts have been the CIS countries, Ukraine and Belarus especially. But since the start of the financial crisis the demand for the Russian products has dramatically dropped.Other sorts of nuts including pignoli and other sorts of nuts account for almost all the export volume. Their share in the Russia’s export structure accounts for 98,1%. OOO “Pinta-M” takes the leading position in the producer-based export structure in terms of value.In turn, the import of nuts to Russia, decreased 19% at the last year-end. Pistachio, hazel-nuts, almond, walnuts, cashew and coconuts are mainly imported to Russia. The fresh or dried pistachio nuts take the biggest share in the import structure of nuts by sorts. Their share accounts for almost 30% of the total nuts import. The almond's share accounts for around 15%. The shares of walnuts and cashew are almost the same. The pistachio nuts, obviously ahead of the other sorts of nuts, have demonstrated the biggest import growth rates. Vietnam takes the first place among the key importer countries. Indonesia, the Philippines, Bolivia and Brazil come next. The volume of nuts processing and preserving grew 23% at the last year-end, that is not too high, because in the past years the nuts and fruit processing was growing by over half per year. Among the major regions processing and potting fuit and nuts, Krasnodarsky region is in the fist place accounting for more than half of the total production output. The Novosibirsk region, the Moscow region and Moscow are coming next. Overall they account for almost 34%.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Benefits of Cashews

Cashew nuts has a high content of monounsaturated fats, copper and magnesium.
Nutritional Content: Per 100 gms.
Thiamine: .63 mg. Riboflavin: .19 mg. Niacin: 2.1 mg. Calcium: 46 mg. Phosphorus: 428 mg. Fat: 48.2 gm. Carbohydrates: 27 gm. Protein: 18.5 gm. Calories: 578
Health Benefits:
- Good body builder
- Cashew has no cholesterol.
- Cashew helps maintain healthy gums and teeth.
- Cashew is an energising food.
- Cashew contains healthy monounsaturated fat that promotes good cardiovascular health, because monounsaturated fats reduce high triglyceride levels which are associated with increased risk for heart disease.
- Cashew is rich in antioxidants that help in the elimination of free radicals that may cause some cancer. Magnesium works with calcium to support healthy muscles and bones in the body. It also helps promote normal sleep patterns in menopausal women.
- Cashew nuts have a high energy density and high amount of dietary fiber, both have been attributed to a beneficial effect on weight management, but only when eaten in moderation
- Cashew's has high copper content is vital in energy production, greater flexibility in blood vessels, bones and joints.
- Cashew nut consumption helps the body utilise iron, eliminate free radicals, develop bone and connective tissue, and produce the skin and hair pigment melanin.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

22 produtos contam com bônus do PGPAF em setembro

O bônus do PGPAF - Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar – será dado, no mês de setembro, a agricultores familiares que cultivam 22 tipos de culturas: algodão, arroz, babaçu, borracha (cultivada e extrativa), café (arábica e conillon), cará/inhame, castanha de caju, castanha do brasil, feijão, girassol, leite, mamona, milho, pequi, piaçava, sisal, sorgo, trigo e triticale.
Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de agosto de 2009 e têm validade para o período de 10 de setembro a 09 de outubro de 2009.
Agricultores familiares com operações prorrogadas também poderão contar com a garantia do PGPAF. A medida já está valendo para as operações de custeio do Pronaf contratadas a partir da safra 2006/2007 e para as operações de investimento prorrogadas contratadas a partir da safra 2008/2009.
O PGPAF possibilita que o agricultor familiar pague os financiamentos de custeio e investimento com um bônus, que corresponde a diferença entre os preços garantidores e o preço de mercado, nos casos em que o valor do produto financiado esteja abaixo do preço de garantia. Assim, ele paga seus financiamentos aos bancos com valores compatíveis aos custos de produção.O bônus do PGPAF é calculado mensalmente pela Conab - Companhia Nacional de Abastecimento e divulgado mensalmente pela SAF/MDA.

Goa cashew output hit by mining activities

Mining in Goa is eating into the state's cashew production and this is becoming a major cause of concern for the cashew cultivators in the state. Not only has increasing mining activity resulted in lower cashew production, but even the area in which cashew is cultivated has been reduced, said Goa Cashew Manufacturers Association president Madhav Sahakari. Ironically, while mining is hitting cashew nut production, Sahakari admitted that old dumps of mining rejects or exhausted pits were ideal for starting plantations. "Cashew was brought to Goa by the Portuguese for conservation of soil. It can grow on any surface. There have been successful projects where some old mining dumps have been converted into cashew plantations," he said. But there is no data available with the Goa Cashew Manufacturers Association on how many such old dumps have been converted into cashew plantations and what is the cashew yield in these plantations. Though the cashew industry in other parts of the country is growing at over 10% per annum, industry insiders admit that contrary to their expectations, reliance on imported seeds is increasing by the day. "The Indian production of raw cashews have been constant at around 4.50 to 5 lakh metric tonnes as against the industry's requirement of 13 lakh metric tonnes. Zantye said that presently India is importing 7 lakh metric tonnes of raw cashew from East and West Africa and also from Indonesia. "However, in future, imports from these countries will dry up and units in India will starve on account of shortage of raw seeds. So there is an urgent need to increase the raw cashew production in the country," said Zantye. Sahakari said that there are many factors responsible for low cashew production in the state. "We have not given attention to cashew plants and due to this our per plant production is lowest at less than 1 kilogram. Also, though there are government schemes for cashew cultivators, there is no proper co-ordination between the farmers and other constituents," said Sahakari. Besides, the other challenges before the Indian industry are to overcome fragmentation, improve processes and face the transition from manual process to gradual automation. Goa, which is known for its cashew nuts, cultivates about 20,000 to 25,000 tonnes of raw nuts annually in nearly 50,000 hectares of land. Of these, 80% of the cashew processed in Goa is sold in the open market and the rest is exported. "If global recession has reduced cashew exports in the country by 15%, then the cashew export from Goa has gone down by 5%.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

CajuFestMel: agronegócios em cajucultura e apicultura

Oito roteiros e muitas capacitações em turismo, artesanato, hotelaria e gastronomia. Esta é a receita do CajuFestMel, que será realizado em Picos, de 1º a 03 de outubro, cidade localizada a 306 quilômetros ao sul de Teresina. O CajuFestMel, evento voltado para as cadeias produtivas da cajucultura e apicultura, tem o apoio de entidades públicas e privadas.

domingo, 6 de setembro de 2009

Caju Nordeste

Entre os dias 18 e 21 de novembro de 2009, o município de Beberibe, no litoral leste cearense, receberá o 6º Caju Nordeste. que se consolida como o mais importante evento temático do Brasil dedicado ao desenvolvimento da cajucultura no país.

sábado, 5 de setembro de 2009

Safra de castanha de caju 2009

A sétima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2009, tendo como referência o mês de julho mostra, em relação a 2008, uma variação de 17,29% na produção, 3,76% na área plantada, +2,3% na área colhida (hectares) e 14,86% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

World's first racing car made from cashew nuts

The world's first racing car made from cashew nut shells has been assembled with the help of Northern Ireland researchers. Potato starch and recycled bottles were also used in the construction of the Formula 3 vehicle. It can reach speeds of 130mph. Dr Julie Soden, researcher at the University of Ulster (UU), helped make a barge board which is positioned behind the front wheels.
The next step in the process is the testing and improvement of the first design, so the initial work will be built upon to show the full potential and the scope of the research. While the safety critical parts are not made from sustainable materials, the racing car is evidence of the significant advances made by researchers into what is readily achievable in the sustainable composites field.
The project was undertaken in collaboration with the University of Warwick's Innovative Manufacturing Research Centre. The car will run on biodiesel. The unique design of the barge board, used to improve airflow around the vehicle, is reinforced by high-strength flax fibres woven into a multiple layer fabric at the Belfast campus of the UU.
The Formula 3 racing car is the first full-scale demonstrator model manufactured using some sustainable and renewable materials. It appeared at this year's Goodwood's Festival of Speed and was driven by A1 Grand Prix champion racing driver Adam Carroll.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Guinea Bissau exports over 132,000 tonnes of cashew nuts

Guinea Bissau has so far this year exported 132,000 tonnes of cashew nuts, the best sales season of the country’s main export product, the director general of Trade and Competition said Monday in Bissau. Speaking to Portuguese news agency Lusa, Hélder Barros said that the amount already exported to India, the main purchasing market for the product, had already exceeded the target of 120,000 tonnes. In order to achieve over 132,000 tonnes exported by 23 August, the country’s land borders were strictly controlled in order to prevent illegal exports of cashews, said Barros. The country is expected to net around US$80 million from cashew exports, Barros said, noting that the government was satisfied with the results achieved. (macauhub)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Cashew cultivation expansion programme

Labour Minister P. K.Gurudasan inaugurated in Kollan (India) the State-level cashew cultivation expansion programme on the Asiatech Export Enterprises Cashew Factory compound. Mayor N.Padmalochanan will preside over the function and N.Peethambara Kurup MP, will plant the first grafted sapling. Kerala State Agency for the Expansion of Cashew Cultivation (KSAECC) special officer G.Mohandas said that with the implementation of the programme, there would be an increase of 35,000 MT in the annual yield of cashew nuts in the State. The annual turnover of the cashew industry in the State will go up by Rs 265 crore with the additional production.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cajucultura terá investimento de 550 mil no Piauí

Um dos problemas enfrentados pelos cajucultores da região de Picos é a falta de recursos para a aquisição da castanha de caju para o beneficiamento da mesma, pois geralmente no período da safra eles não têm recursos para adquirir a castanha para o beneficiamento o que muitas vezes torna inviável o funcionamento das cooperativas. Para amenizar o problema o governo do Piauí autorizou a liberação de 550 mil reais para aquisição de castanha para atender as necessidades dos cajucultores e cooperativas que no período da safra não dispõem de recursos para armazenar a castanha, paralisando as atividades por falta da matéria prima para o beneficiamento. Os recursos serão distribuídos em todas as cooperativas filiadas a COOCAJUP.