domingo, 24 de fevereiro de 2008

Cresce demanda por castanha in natura

Os produtores Vietnamitas, que têm de pagar a 5 para 7,5 % de imposto sobre a importação de castanha in natura, estão trabalhando em desvantagem em relação aos concorrentes indianos, segundo o presidente em exercício da Vietnã Cashew Association (Vinacas), Nguyen Duc Thanh. "Este imposto aumenta os custos de produção e reduz a competitividade da indústria de processamento e exportação de caju ", diz.
Nos últimos 15 anos o Vietnã tem se classificado entre os maiores processadores e exportadores mundiais de amêndoa de castanha de caju (ACC), juntamente com a Índia, Brasil e alguns países africanos.
Na realidade, durante os últimos dois anos, o país empurrou a Índia para o segundo lugar, exportando 153 mil toneladas de ACC, no valor de U$ 650 milhões.
Segundo a Vinacas, como a associação é conhecida, os 200 exportadores do país processam anualmente cerca de 600 mil toneladas de castanha de caju, um terço das quais é importada de outros países (a Índia processa 700 mil toneladas). A Vinacas prevê que este ano os produtores locais enfrentarão uma concorrência acirrada com a indústria indiana na aquisição de matérias-prima considerando o aumento da demanda.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Safra brasileira de castanha de caju 2008

O IBGE divulgou a primeira previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2008, tendo como referência o mês de janeiro. Em relação a 2007, houve uma variação de 107,68% na produção, 1,75% na área plantada, +2,3% na área colhida (hectares) e 103,24% no rendimento (kg de castanha por hectare).Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Vietnã lidera a exportação mundial de ACC

De acordo com a Vinacas (Vietname Cashew Association), em 2007 cerca de 200 indústrias processaram mais de 600 mil toneladas de castanha in natura para produzirem 153 mil toneladas de ACC de todos os tipos, 20,6% superior ao ano de 2006.
Os vinte exportadores de ACC do país compartilharam receitas superiores a U$ 650 milhões. Nesse ranking a Índia e o Brasil classificam-se em segundo e terceiro lugares.
No ano passado, Vietnã comercializou a ACC para 40 países e territórios. Os Estados Unidos constituíram o maior mercado, representando mais de 30% do volume total de exportações, 26% a mais do que em 2006. A ACC vietnamita também é consumida em grandes mercados como a China, Holanda, Austrália, Reino Unido e Alemanha.
Ainda segundo a VINACAS, "comparada com a Índia, que pretende promover o consumo local de ACC e enfrenta dificuldades com os recursos humanos, o Vietnã tem muitas outras vantagens, conseguindo exportar 98-99% da sua produção, o que assegura o sucesso da indústria local ".
Perspectivas e desafios
Os processadores vietnamitas preparam-se agora para conquistar o mercado chinês, o maior do mundo. O Vietnã não dispõe atualmente de ACC suficiente para atender a demanda do mercado chinês. O maior problema dos processadores locais é a escassez de matéria-prima. A expansão das áreas cultivadas com cajueiro no país não tem sido suficiente para atender a demanda, levando os processadores a importarem a matéria prima de outros países.
De acordo com a Vinacas, o imposto sobre importação de castanha in natura no Vietnã varia entre 5 e 7%, sendo de 0% na Índia, embora o país isente do imposto sobre a importação de matérias-primas, se o importador conseguir exportar 100% da castanha importada (sob a forma processada) dentro de 275 dias. Segundo aquela associação, dentro deste prazo é muito difícil para as empresas executarem corretamente as formalidades aduaneiras e fiscais para desfrutarem deste benefício, fazendo com que a maioria das empresas continuem pagando o imposto de importação. (Fonte: Lao Dong).

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Preços do Caju-de-Mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju de mesa (no atacado) praticados na semana de 28/01 a 01/02/2008 em algumas Centrais de Abastecimento do país onde o produto é comercializado.