quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Beneficiamento de castanha

O Incra e a Emater do Pará, firmaram uma parceria, e vão construir uma agroindústria para beneficiamento de castanha de caju no município de Ipixuna, naquele estado. A fábrica vai beneficiar também os agricultores dos municípios vizinhos de Paragominas e de Aurora do Pará. As obras começaram nesta semana e a fábrica deve ficar pronta em maio. A região produz 70% da castanha de caju do Estado. Metade desse caju é beneficiado no Ceará e é vendido nos mercados paraenses. Com a agroindústria, o lucro será dividido entres os assentados. A linha de produção da castanha de caju terá a capacidade de processar mil quilos por dia, que vai gerar 22 toneladas de castanha por mês. Outra fonte de renda será a produção de suco de caju e de farinha de polpa da fruta. Os dois produtos já têm destino certo. A prefeitura de Ipixuna se comprometeu a comprar a polpa e a farinha para usar na merenda escolar das escolas públicas do município. A verba para a construção da fábrica vem do projeto Terra-Sol, do Incra, criado em 2004 pelo governo federal. Fonte: Agência Brasil).

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Maior exportador de ACC

A indústria vietnamita de castanha de caju pretende exportar 160 mil t de ACC (amêndoa de castanha de caju) em 2008 (U$680 milhões), segundo informações da VINACAS (Vietnam Cashew Association). Segundo a mesma fonte, o Vietnã deverá permanecer pelo terceiro ano consecutivo como o maior exportador mundial de ACC. O país exporta ACC para 40 países; os EUA, China e Europa são os maiores mercados. As exportações renderam cerca de U$579 milhões nos primeiros onze meses de 2007, 26% a mais do que em 2006.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Frutas geraram US$ 3,3 bi em 2007

Apesar das dificuldades causadas pela valorização do real, a exportação brasileira de frutas segue superavitária. A balança comercial da cadeia de frutas gerou US$ 2,9 bilhões, considerando frutas frescas e processadas. Em 2007 as exportações da cadeia geraram US$ 3,3 bilhões, 45% a mais que em 2006 - US$ 2,3 bilhões.
Com isso, o setor de frutas frescas fechou sua balança comercial superavitária pelo 9º ano consecutivo, atingindo US$ 430 milhões, 44% acima quando comparado com o ano anterior. Foram exportadas 918 mil toneladas, 14% a mais do que no ano anterior - 805 mil toneladas.
Em termos de valor as exportações geraram US$ 642 milhões, 34% acima de 2006 equivalente a US$ 477 milhões. As principais frutas responsáveis por este aumento foram a uva, com crescimento de 43% em valor e 26% em volume; o melão, com aumento de 45% em valor e 18% em volume; a maçã está retomando suas exportações depois de sofrer com problemas climáticos por duas safras seguidas, aumentou em valor 114%, comparado com o ano anterior, e 96% em volume e o limão aumentou em 26% em valor e 13% em volume.
Já o abacaxi cresceu 142% em valor e 62% em volume, devido a entrada de empresas multinacionais que trouxeram a variedade aceita no mercado externo e com isso alavancou o aumentou as exportações principalmente para a Europa. Os processados da fruta também fecharam o ano com saldo positivo com exportações de US$ 2,7 bilhões, representando um aumento de 48% comparado com o ano anterior que gerou divisas de US$ 1,8 bilhão. O suco de laranja continua sendo o grande destaque, pois representa cerca de 82% das exportações de frutas processadas e obteve um aumento de 53% comparado com o ano anterior.
As castanhas também merecem destaque. A castanha de caju ocupa o 2º lugar na pauta de exportações e obteve um aumento de 20% na sua receita, representando US$ 225 milhões. Já a castanha-do-Pará apresentou também um crescimento de 20% este ano.
Os sucos de outras frutas vêm crescendo ano a ano demonstrando a diversidade brasileira. O suco de maçã, por exemplo, teve aumento de 51% e o suco de uva 45%. As exportações brasileiras de frutas frescas se concentram na União Européia, onde representam mais de 70%. A Holanda é o principal comprador do bloco, isto porque o país funciona como um centro re-exportador da UE, distribuindo as frutas para outros países, principalmente para a Alemanha. No entanto, esforços despendidos pelo setor visam descentralizar as exportações à Holanda e aumentar o volume direto para os países de destino. Em 2006 a Holanda representava 32% do volume das exportações, no entanto em 2007 caiu para 31%. Já a Alemanha aumentou de 4% para 5% e a França passou de 1% para 2% (Fonte: Investnews).

Castanha: crescimento africano

Os países do Leste da África prevêem, para este ano, um aumento da produção de castanha de caju, em consequência das chuvas moderadas no Quênia, das reformas introduzidas no setor de cooperativas na Tanzânia e do rápido crescimento rápido dos cajueiros recentemente plantados.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Safra de castanha moçambicana

Desde o início da atual safra (2007/2008) os produtores de castanha de caju moçambicanos já comercializaram 72 mil t de um total esperado de 85 mil t, segundo dados do Instituto Nacional do Caju (Incaju). A maior área produtora, a província de Nampula, na primeira semana de janeiro já havia comercializado 40.800 t (mais de 90% da produção esperada de 45 mil t).Em 2007 foram colocadas no mercado 74.970 t de castanha de caju, tendo 27% (20.280 t) sido absorvidas pela indústria moçambicana.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Safra de castanha de caju 2007

O IBGE divulgou a décima-segunda previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de dezembro. Em relação a 2006, houve uma variação de -43,59% na produção, +3,09% na área plantada, +3,13% na área colhida (hectares) e -45,27% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju de mesa (no atacado) praticados na semana de 02 a 04/01/2008 em algumas Centrais de Abastecimento do país onde o produto é comercializado.