terça-feira, 28 de agosto de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja semanalmente no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em várias Centrais de Abastecimento do país.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Caju: ação contra o desperdício

A Fundação Banco do Brasil lança, em conjunto com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e parceiros, nesta segunda-feira 27, o Projeto Caju, uma ação contra o desperdício. O evento, marcado para 12h, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), terá a presença dos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da Fundação BB, Jacques Pena, do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli, e da CNI, Armando Monteiro. O investimento social da Fundação Banco do Brasil no projeto foi de R$ 150 mil. O projeto prevê o aproveitamento de alimentos regionais, por meio de ações de educação alimentar. A proposta é contribuir com o pleno aproveitamento de alimentos de aceitação popular, massificando a utilização de receitas de caju como alimento integral. Na prática, oficinas, palestras e degustações com receitas de caju são oferecidas à população para mostrar como utilizar a fruta em sua integralidade.O potencial de utilização do caju é muito extensivo, como consumo in natura, doces, sucos, refrigerantes, de forma artesanal ou industrial. Serão realizadas 193 ações educativas de massa, a partir do segundo semestre deste ano, para atender 500 mil pessoas nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia. Cerca de 2 mil pessoas serão atendidas indiretamente.
A disseminação do caju como alimento salgado, o aumento do consumo da fruta nas refeições diárias, a diminuição do desperdício, a valorização dos produtos regionais, a elevação da qualidade nutricional nas refeições diárias e o aumento na segurança alimentar das famílias nordestinas são alguns dos resultados esperados pelos coordenadores do projeto. Segundo dados do IBGE, a produção nacional de castanha de caju em junho de 2007 foi superior a 250 mil toneladas. Os estados com maior produção (Ceará, com 136,7 mil toneladas, Piauí, com 64,1 mil t, o Rio Grande do Norte, com 49,7 mil t e a Bahia, com 6,6 mil toneladas) serão os primeiros contemplados do projeto. Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que cada quilo de castanha corresponde a 9 quilos de pedúnculo. Assim, a estimativa da produção da polpa, em 2007, é de 2,3 milhões de toneladas. Calcula-se que é utilizado apenas de 15% a 20% da polpa na fabricação de doces, sucos, vinho ou consumo in natura e 80% é desperdiçado, ou seja, 1,9 milhão de toneladas de alimento sadio e nutritivo é jogado fora. Os produtores estão sendo incentivados a substituir os tradicionais cajueiros, que atingem cerca de 12 metros de altura, pelos anões, que chegam a 2,5 metros aproximadamente. Além da facilidade de colheita da espécie, a produção é dobrada.Os parceiros da Fundação BB e Sesi no projeto são a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Universidade Federal do Ceará e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Caju na ração animal

Na próxima segunda-feira, às 07h30, no Encontro Semanal do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense – AGROPACTO, no auditório da Superintendência do Banco do Brasil, em Fortaleza, serão apresentadas as seguintes palestras: I - "Oportunidades e Limitações da Cadeia Produtiva do Caju - Segmentos Industrial e Comercial" (Palestrante: Luiz Eduardo de Figueiredo, Diretor da Sucos do Brasil). II - Uso do Pedúnculo na Ração Animal" (Palestrante: Magno José Duarte, Professor do Centro de Ciências Agrárias da UFC). O debatedor de ambas as palestras será o Engenheiro Químico Men de Sá Moreira de Araújo Filho, Pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Encontro de cajucultores do Nordeste

Cajucultores da Bahia, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte reúnem-se nesta quinta e sexta-feira para troca de experiências. Trata-se do I Encontro de Cajucultores promovido pelo Sebrae e a Fundação Banco do Brasil. A idéia é reunir o público beneficiado pelo projeto de implantação e revitalização de minifábricas de castanha de caju desenvolvido nos quatro Estados. Para o encontro, realizado no Hotel Sol Bahia Atlântico, em Salvador, espera-se um público de 140 pessoas.
Além da troca de experiências sobre o projeto nas diversas localidades onde é desenvolvido, durante o encontro os produtores participarão de seminários. Entre os temas estão: mercado e cenários da cajucultura no Brasil; tratamento e aproveitamento de resíduos; produtos derivados do caju; boas práticas de fabricação; gestão do sistema e inter-relações entre minifábricas e centrais de comercialização.
Os quatro projetos atendem, no total, quase três mil produtores. Somente no Ceará, o maior produtor de castanhas do Brasil, 690 produtores são beneficiados. Nesse Estado, o projeto, que começou em 2005, já conta com dez minifábricas funcionando – quatro foram revitalizadas e seis construídas. Nessas fábricas é feito o processo de industrialização da castanha. Há também uma central, onde o produto é armazenado, embalado e comercializado. .
Para a safra deste ano, que começa a ser colhida em setembro, a expectativa é que os cajucultores trabalhem com até 90% da capacidade das minifábricas. Cada uma dessas unidades pode produzir até 200 toneladas de castanhas de caju. No ano passado, eles trabalharam com 40% da capacidade.
O segundo maior Estado brasileiro produtor de castanha é o Piauí. Lá, com o projeto, que também começou em 2005, foram desenvolvidas ações de gestão, capacitação gerencial, capacitação e consultoria tecnológica e capacitação de chão de fábrica para aproveitamento integral do caju. O Estado terá dez minifábricas para atender 700 produtores. Seis já estão funcionando. Na Bahia, o projeto começou em 2006 e está beneficiando 950 produtores em 21 municípios do nordeste do estado. Três minifábricas já estão construídas, e foi iniciada a construção de outras três. Neste Estado, o sustento dos produtores é baseado na agricultura familiar. No Rio Grande do Norte, o projeto teve início em 2004. Hoje, participam dele 600 produtores. Há uma central de comercialização e três minifábricas funcionando. A idéia é implantar ao todo dez fábricas no Estado e duas centrais. Além disso, pretende-se aumentar o número de produtores atendidos para 900 até o fim de 2009.(Da Agência Sebrae).

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Safra de castanha de caju 2007

O IBGE divulgou a sétima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de julho. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,79% na produção, +3,13% na área plantada, +3,12% na área colhida (hectares) e +9,47% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura (link Previsão no Brasil).

domingo, 12 de agosto de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em algumas Centrais de Abastecimento.do país, na semana de 6 a 10/08/2007.

sábado, 11 de agosto de 2007

Conjuntura do Caju

Em sua última resenha sobre a Conjuntura do Caju, Débora Moura (Conab) mostra que os preços se encontram estáveis nos principais estados produtores, com os valores recebidos pelos cajucultores em 2007 sofrendo poucas variações se comparados ao mesmo período em 2006. A exceção acontece no Estado do Piauí, onde nota-se uma redução de cerca de 30% nos valores. Segundo a mesma análise, essa situação é um reflexo das variações negativas da taxa cambial. Com o dólar em queda acontece um fenômeno em cadeia, que vai desde a exportação, passando pela agroindústria e chegando ao produtor. Veja a síntese na íntegra no site Cajucultura.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Competitividade da cajucultura no Ceará

Nesta quarta-feira, às 07h30, no auditório do Banco do Brasil, em Fortaleza, o técnico Francisco Mavignier França, colaborador do Instituto de Desenvolvimento Industrial – INDI, da FIEC apresentará a palestra "Arranjo Institucional para a Competitividade da Cajucultura no Ceará”. O evento ocorre durante o Agropacto, e terá como debatedor Antonio Lacerda Souto, Consultor Territorial da Secretaria de Desenvolvimento Agrário. O tema “Oportunidades e limitações da cadeia produtiva do caju – segmento industrial do pedúnculo” que seria abordado neste encontro, por motivo superior, foi transferido para a reunião do dia 20 próximo.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Caju em Moçambique

A produção de castanha de caju em Moçambique este ano está estimada em 80 mil t, em razão da renovação pomares e do controle do oídio, doença que ataca o cajueiro naquele país. Segundo o Instituto Nacional do Caju (Incaju), este ano serão pulverizados cerca de 3,5 milhões de cajueiros para o combate àquela doença que ataca as plantas, sobretudo no período da floração. O programa de pulverização foi iniciado no mês de maio, com os maiores esforços concentrados nas províncias da Zambézia, Sofala, Nampula (maior produtora de castanha no país) e Cabo Delgado, dada a sua importância estratégica na produção da castanha. No ano passado foram pulverizados em quase todo o país perto de 3, 2 milhões de cajueiros, para uma produção global que se situou na ordem de 75 mil t. Em tempo: Moçambique possui uma capacidade instalada para o processamento de 20 mil toneladas de castanha.

sábado, 4 de agosto de 2007

Castanha de caju: 11% das exportações do Piauí

No decorrer do 1º trimestre de 2007, o faturamento das exportações no Estado do Piauí alcançou US$ 13.828.899, acréscimo de 40, 09% em relação a igual período do ano anterior. Os produtos com maior participação foram ceras vegetais (57,64%), pilocarpina (12,26%) e castanha de caju (11,12%). No 1º trimestre de 2007, o Piauí faturou US$ 1.537.358 com a exportação de 397 toneladas de castanha de caju. Mel, camarão/lagosta e castanha de caju foram os produtos com maior percentual de diminuição do volume exportado, com relação a igual período do ano passado, com 70,92%; 53,71%; e 23,21%, respectivamente.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Cajueiro comum

Na próxima segunda-feira, dia 6 de agosto, o pesquisador João Rodrigues de Paiva apresenta a palestra "Produtividade e indicadores tecnologicos da amêndoa de clones de cajueiro comum" O evento ocorrerá no Auditório da Embrapa Agroindustria Tropical, às 14h30min. Vale conferir.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Setor de castanha exige inclusão no rol de beneficiados por medidas compensatórias

A combinação de dólar baixo, juros altos, elevada carga tributária, crédito caro, aumento dos custos de produção e falta de compensação de créditos tributários tem reduzido a competitividade de um dos segmentos de maior destaque na pauta de exportações do Ceará: a indústria de beneficiamento de castanha de caju. Empresários do segmento — que reúne oito fábricas e emprega diretamente 14 mil pessoas no Estado — exigem do governo federal a inclusão do setor no rol dos beneficiados pelas medidas compensatórias do câmbio. Por enquanto, só obtiveram promessas de análise do problema.
Achatamento
´Há um achatamento da cadeia produtiva de caju que está puxando todos os preços para baixo. A indústria não pode fazer milagre´, resumiu Antônio José Gomes Teixeira de Carvalho, presidente do Sindicato das Indústrias de Beneficiamento de Castanha de Caju do Estado (Sindicaju). Palestrante de ontem do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense (Agropacto), ele destacou que o Brasil concorre com Índia e Vietnã, que são gigantes do mercado global, com qualidade da amêndoa inferior, mas os custos de produção são menores que os assumidos pelas empresas locais.Conforme Teixeira, de 1999 a 2007, o dólar apresentou uma desvalorização de 49% frente ao real. Em contrapartida, nos países concorrentes, a moeda norte-americana ou se desvalorizou pouco — caso da Índia, com 17% de retração em relação à rúpia — ou teve valorização, como no Vietnã, com alta de 6% em relação ao dong. ´Tem pelo menos três safras seguidas que o dólar cai´, disse. Conseqüência: pelo menos duas fábricas no Estado fecharam suas portas.
Custos de produção
Em nove anos, todos os custos de produção no Brasil subiram, comentou o presidente do Sindicaju. ´Os principais foram energia elétrica e mão-de-obra´, reforçou. No primeiro caso, a alta foi de 37%, no mesmo intervalo. No outro, 179%. Comparando os valor do salário mínimo em 1999 (R$ 136,00) e este ano (R$ 380,00) com o do quilo de castanha (de R$ 12,70 para R$ 8,64), ele destaca a seguinte relação: no fim da década de 90, um salário equivalia a 10,7 quilos de castanha; hoje corresponde a 44 quilos do produto.
Desafio
Além de brigar pela ampliação da qualidade da amêndoa brasileira de caju — neste caso, o maior desafio é ampliar o percentual de inteiras —, o segmento quer ser compensado pelo problema do câmbio, como os têxteis e os calçados. Recentemente, membros do setor tiveram encontro com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, que ficou de encaminhar o assunto para uma análise mais profunda da questão.´A falta de uma solução para o segmento, que responde por cerca de US$ 200 milhões em exportações só no Ceará, com 95% da atividade de beneficiamento da castanha voltada para o mercado externo, demonstra falta de força política e fragilidade da nossa bancada no Congresso´, avaliou José Ramos Torres de Melo Filho, presidente da Faec (Fonte: Diário do Nordeste)