terça-feira, 31 de julho de 2007

Castanha nos freios

Com uma carroceria feita de linho, lonas de freio de castanha de caju e alimentado por combustível feito de trigo fermentado, o Eco One pode atingir uma velocidade de 150 mph e uma relação potência/peso compatível com um Enzo Ferrari, atingindo de 0 a 60mph em menos de quatro segundos. O veículo, 95% reciclável, levou dois meses para ser construído pelo aluno de engenharia Ben Wood, a um custo de £20.000, que afirma que quase tudo no carro pode ser feito de vegetais. 'Se podemos construir um carro de alto desempenho que teoricamente pode ser fabricado a partir de sementes, imagine o que é possível construir para um carro de desempenho médio!', acrescenta Wood. Zoe Howard, porta-voz da Universidade de Warwick, afirma: 'O carro demonstra que nem todos os Eco carros têm que ser pequenos e elétricos – eles podem ser de alta perfomance também. A indústria de motores esportivos sabe que precisa ser mais verde. É por isso que estamos trabalhando nesta idéia', complementa. O Eco One vai ser apresentado no Museu de Ciência de Londres no próximo dia 28 de agosto. (Fonte: Daily Mail)

Indústria da castanha de caju

Hoje, às 07h30, o Empresário Antonio José Gomes Teixeira de Carvalho, Presidente do Sindicaju, abordara o tema "Oportunidades e Limitações da Cadeia Produtiva do Caju - Segmento Industrial da Castanha", tendo como debatedor o Engenheiro Hugo Santana de Figueiredo Júnior, da Planner Consultoria. O evento ocorre durante o Encontro Semanal do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense - Agropacto, e realizar-se-á no auditório da Superintendência do Banco do Brasil (no cruzamento das Avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira).

sábado, 28 de julho de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura, link Preços, os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em algumas Centrais de Abastecimento.do país, na semana de 23 a 27/07/2007.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Suco de caju na merenda escolar

O deputado José Domingos Fraga (DEM - MT) apresentou um projeto de lei que pede a inclusão dos sucos de acerola, manga e caju na merenda escolar das unidades de ensino da rede pública estadual e municipal do Mato Grosso. A intenção do legislador é colaborar com o enriquecimento do cardápio alimentar de cada aluno. Conforme o parlamentar, o objetivo dessa proposta é também promover um hábito alimentar saudável, que possa contribuir expressivamente para a qualidade de vida das pessoas no convívio social. “Aumentando o consumo dessas frutas, promove-se de imediato à necessidade de aumento da produção dessa cultura, o que beneficiará milhares de famílias que dependem economicamente da agricultura familiar”, acrescenta José Domingos (Fonte: 24 Horas News)

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Suco de caju orgânico

Após seis meses de estudos, a Milani acaba de lançar o Suco Maraú Orgânico sabor caju. O novo Suco Maraú pode ser encontrado em duas versões: garrafas de vidro em 300ml e 1 litro. Além do caju, a Milani também estuda para este ano, novos sabores com frutas exóticas, seguindo a tendência do mercado orgânico que cresce mais de 30% ao ano. Segundo a empresa, a linha Maraú é feita a partir de frutas selecionadas colhidas em pomares certificados e aprovados pelo IBD (Instituto Biodinâmico) que fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil, de acordo com as normas internacionais. Fundada em 1955, hoje a Milani é uma empresa 100% nacional, estando localizada em Mogi das Cruzes (SP).

terça-feira, 24 de julho de 2007

Preços do caju-de-mesa

Preços do quilo do caju-de-mesa variando de R$ 0,60 a R$ 7,50. Veja os detalhes no site Cajucultura, no link Preços, os preços do caju-de-mesa nas principais centrais de abastecimento do país que comercializam o produto.

sábado, 21 de julho de 2007

Cadeia do caju

Na próxima terça-feira, 24/07/2007, no Encontro Semanal do Agropacto, em Fortaleza, o Empresário Carlos Prado, diretor da Itaueira Agropecuária, ministrará a palestra “Potencialidades e Limitações do Segmento Agrícola da Cadeia do Caju”. O evento acontecerá no auditório da Superintendência do Banco do Brasil, localizado no cruzamento das Avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira, e terá como debatedor o Engenheiro Agrônomo Egberto Targino Bomfim, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará – Emater.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Aliança do caju

Conforme havíamos informados anteriormente neste Blog, entidades representantes dos produtores de castanha de caju do Brasil, da Índia e do Vietnã firmaram acordo para criar, ainda este ano, uma organização internacional do setor, cuja principal meta é ampliar a presença de mercado do item junto a públicos estratégicos, como os Estados Unidos e a União Européia. A meta é consolidar a castanha de caju como um alimento mais presente na dieta rotineira do consumidor do que um simples petisco. Desde a assinatura do acordo, foi criado um comitê de trabalho com três representantes de cada um dos três países signatários para proceder com a implantação da nova entidade. No Brasil, a Cascaju, empresa do Grupo Edson Queiroz, é uma das participantes do comitê. Atualmente a Índia, Vietnã e Brasil ocupam o ranking de maiores fornecedores mundiais de ACC, com produção de 700 mil, 350 mil e 300 mil toneladas por safra respectivamente. No Brasil, o Ceará é o principal processador, beneficiando 80% da produção nacional e respondendo por 50% do volume. Cerca de 85% da produção cearense é destinada ao mercado externo, com destaque para os EUA, que ficam 60% das exportações, pouco mais da metade de toda a castanha processada no Ceará.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Caju em Tocantins

O caju tocantinense ganha espaço na exportação para outros estados. O destino dos frutos são os estados de São Paulo, Piauí e Distrito Federal. A área plantada para safra deste ano (1000 hectares), que vai de julho a setembro, cresceu em 20% em relação ao ano passado. A previsão de colheita é de cerca de 2,2 mil toneladas até setembro, fim da estação. Segundo o IBGE, os maiores produtores do Estado são Palmas, com 60,24%, e Araguaína, com 14,91%. Os municípios de Porto Nacional e Arraias também se destacam no plantio do cajueiro.

domingo, 15 de julho de 2007

Apex fará rodada de negócios nos EUA

Empresas norte-americanas querem comprar produtos típicos da alimentação brasileira em evento que acontece em agosto nos EUA. A APEX-Brasil está promovendo a participação de empresas que produzem alimentos tipicamente brasileiros - como paçoca, pão-de-queijo, açaí e tapioca, no The Hispanic International and Specialty Foods. O evento, voltado para fornecedores de produtos para as comunidades estrangeiras que moram nos Estados Unidos, acontece em Dallas, Texas, EUA, de 26 a 29 de agosto.A participação brasileira tem o objetivo de levar empresas fornecedoras de produtos alimentícios, tais como Bauducco, Garoto e Amêndoas do Brasil, que já confirmaram sua participação. A meta é realizar negócios imediatos da ordem de US$ 2,5 milhões e mais US$ 12,5 milhões ao longo dos 12 meses posteriores ao evento. Empresas tradicionais vão participar, mas há uma demanda específica por produtos típicos, fabricados somente no Brasil, para atender a comunidade brasileira que vive nos EUA. Por isso, a APEX-Brasil está cadastrando empresas que se encaixem neste perfil e tenham capacidade de atender a demanda dos compradores norte-americanos e de outros países. Dentre os compradores já inscritos no The Hispanic International and Specialty Foods estão redes como A.S. Watson (Hong Kong), que opera 18 marcas varejistas com mais de 6.800 lojas e mantém negócios com 52 países; o grupo CVS (EUA), que possui 5.300 lojas em 34 estados norte-americanos; Target Stores (EUA), que possui mais de 1300 lojas em 48 estados; e Dollar Tree Stores (EUA), com 2.550 lojas nos Estados Unidos e uma das varejistas de maior ascensão nas bolsas de valores americanas, listada entre as 100 da Nasdaq.Além disso, há compradores da Bélgica, Reino Unido, França, Costa Rica, Colômbia, República Tcheca, Chile, Tailândia e a rede canadense Sobey's, segundo maior distribuidor de alimentos do Canadá, com mais de 1.300 lojas em 10 províncias daquele país.Os compradores cadastrados no evento já manifestaram interesse em adquirir produtos como açaí, tapioca, pão-de-queijo, paçoca, goiabinha, requeijão, suco de caju, farofa, entre outros. A APEX-Brasil está em contato com entidades que possuem associados fabricantes de alguns destes produtos. Empresas interessadas podem participar. Basta entrar em contato com a APEX-Brasil pelo telefone (61) 3426-0202 ou pelo e-mail apex@apexbrasil.com.br (Fonte: Apex-Brasil).

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Mini-fábrica

Com uma produção anual de 700 toneladas de castanha de caju, os agricultores do município de Água Fria, na região de Feira de Santana (BA), são obrigados a vender aos atravessadores para garantir uma renda mínima. Para mudar essa realidade e desenvolver o comércio na região, a Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf), está articulando ações com outros órgãos e agentes financeiros para agregar valor ao produto e melhorar a renda dos 120 pequenos agricultores. Entre as ações prioritárias, está o funcionamento de uma unidade de beneficiamento da castanha do caju, já construída, mas ainda sem funcionar.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Instalação de mini-fábricas de castanha

A Fundação Banco do Brasil vai investir cerca de R$ 240,8 mil para instalar a quinta, de dez mini-fábricas de castanha de caju que planeja para o Rio Grande do Norte. A unidade será erguida no Assentamento José Coelho da Silva, em Macaíba, com previsão de ser entregue em até 90 dias, de produzir inicialmente mil quilos de amêndoa/mês e de gerar 540 empregos, entre diretos e indiretos. O dinheiro, não reembolsável, será aplicado na construção da mini-fábrica e na compra de todo o maquinário necessário às operações. A obra já foi iniciada e, se as chuvas não atrapalharem, deve estar pronta em no máximo 90 dias, com plena capacidade de produção, o que vai permitir os trabalhos ainda com a safra deste ano.Essa unidade se soma às outras quatro já autorizadas no estado, das quais três atualmente funcionando nas localidades de Portalegre, Córrego (Apodi) e Mirandas (Caraúbas). Além disso, a FBB implantou uma central de comercialização em Serra do Mel, a partir da qual as amêndoas são selecionadas, classificadas e vendidas. Ao todo estão previstas para o RN dez unidades de beneficiamento ou mini-fábricas e mais uma central, também em Macaíba, para absorver a produção da região do Mato Grande. Elas serão entregues a associações ou cooperativas de pequenos produtores de caju, que também terão acesso à inclusão digital, já que ao lado de cada mini-fábrica será erguida, para eles, uma pequena sala com dez computadores. O objetivo das unidades de beneficiamento de castanha, é agregar valor à produção de pequenos produtores que antes vendiam a produção a atravessadores. Cada minifábrica deve gerar 40 empregos diretos e cerca de 500 outros indiretos, número que inclui os produtores de castanha. Como os operários, moradores das localidades que sediam as fábricas, ainda estão sendo treinados, hoje cada unidade processa 5 toneladas de castanha in natura/mês, o que gera uma produção de mil toneladas de amêndoa. Ao final de um ano, a expectativa é que atinjam a capacidade máxima de processamento, que é de aproximadamente 200 toneladas in natura por ano.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Safra de castanha de caju

O IBGE divulgou a sexta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de junho. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,81% na produção, +2,97% na área plantada, +3,11% na área colhida (hectares) e +9,47% no rendimento. Veja tabelas completas no site Cajucultura.

domingo, 8 de julho de 2007

Agronegócio caju: sustentabilidade ameaçada

Nunca a viabilidade do agronegócio caju foi tão questionada como agora. Como principais ingredientes dessa discussão têm-se a defasagem cambial (real forte frente ao dólar), o excesso de oferta de matéria prima pelos países africanos, as boas safras de castanha nos principais países produtores e o consumo praticamente estagnado nos Estados Unidos, maiores compradores da amêndoa de castanha de caju. Uma lição é necessário guardar neste momento: não há como assegurar a sustentabilidade desse importante negócio apenas com o produto castanha. A busca de rotas tecnológicas alternativas com foco na agregação de valor a todos os produtos derivados do cajueiro mais do que nunca deve ser priorizada. O governo, por outro lado, tem de fazer a sua parte, reconhecendo de forma substantiva a atividade da cajucultura como importante fonte de geração de emprego e renda no Nordeste brasileiro.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Treinamento em cajucultura

O Projeto de Cajucultura, executado pelo Sebrae no Piauí, vai promover vários cursos e consultorias gerenciais para empresários e produtores ligados ao agronegócio caju durante todo o mês de julho e vão beneficiar cerca de trezentas pessoas em todo o Estado. Os treinamentos vão acontecer na capital, Teresina, e em mais sete municípios das regiões sul e norte do Estado: Vila Nova do Piauí, Itainópolis, Picos, Monsenhor Hipólito, Pio IX, Altos e Jaicós. São cursos que vão desde o beneficiamento até os custos de produção da castanha de caju.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Nova tecnologia

De acordo com o Viet Nam News, o Vietnã exportou 130 mil t de ACC em 2007, superando a Índia (118 mil t), e tornando-se o maior exportador mundial de ACC. Segundo a mesma fonte, o sucesso de exportação resultou do esforço da indústria para introduzir uma nova tecnologia japonesa para o processamento da castanha de caju.

domingo, 1 de julho de 2007

Preços baixos

Os preços baixos pagos aos produtores de castanha de caju na Guiné Bissau continuam prevalecendo O produto, que é o principal na pauta de exportações daquele país, está sendo comercializado a menos de 200 francos CFA o quilo (0,30 centésimos de euro). O problema afeta diretamente cerca de 80% da população guineense.