quinta-feira, 31 de maio de 2007

Castanha de caju: preços em baixa

A recente Conjuntura divulgada pela Conab, elaborada pela técnica Débora Moura, revela um leve incremento nos valores pagos ao produtor no CE e RN, em média 4,5%, enquanto no PI houve queda de 4%. Frente a esses fatos destaca-se que mesmo em período de pouca oferta de castanha de caju (entressafra), os preços recebidos pelos produtores nos três Estados se encontram abaixo do preço mínimo estabelecido pelo Governo. Embora com uma redução na quantidade exportada em abril, o total embarcado até o momento é 13% superior ao mesmo período em 2006. Leia mais no site Cajucultura.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Preços em queda

Preços de castanha de caju no mercado nacional continuam em queda e criando dificuldades para os cajucultores Nordestinos.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Índia lança nova variedade de cajueiro

O Ministério da Agricultura da Índia lançou uma nova variedade híbrida de cajueiro - Poornima – desenvolvida pela Estação Experimental da Universidade de Agricultura de Kerala (KAU), em Madakkathara. Segundo a KAU a nova variedade é resultado de 35 anos de pesquisas iniciadas em 1972, originária do cruzamento das variedades BLA 139-1 e K-3-1, KAU. Poornima é a décima primeira variedade de alta produtividade liberada pela KAU, sendo adequada para o cultivo em todo o estado de Kerala, especialmente em solos arenosos e lateríticos. A média de produção anual da variedade é de 14 kg por planta. As castanhas possuem peso médio de 7,8 gramas e as amêndoas apresentam grade superior, sendo adequadas para exportação. A variedade possui hábito de crescimento ereto e ramificação lateral compacta, sendo recomendada para plantios adensados. A variedade Poornima apresenta um curto período de colheita, o que representa uma vantagem adicional. Floresce em dezembro-janeiro e a colheita é feita em fevereiro a março. O pedúnculo, quando maduro, possui coloração amarela.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

De volta

Após dois dias ausente, o site Cajucultura está de volta, com informações, notícias e conteúdo técnico sobre o agronegócio caju, no Brasil e no mundo.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Cajucultura em manutenção

Informamos aos frequentadores do site Cajucultura, que o mesmo encontra-se temporariamente fora do ar por motivo de manutenção. Nas próximas horas voltaremos com notícias do agronegócio caju.

Preços do caju-de-mesa

Estes são os preços de venda do caju de mesa (R$/kg) no atacado praticados nas principais centrais de abastecimento do país que comercializam o produto, referentes a semana de 07/05 a 11/05/2007: Salvador (4,17), Brasília (5,00),
São Paulo (3,00) e Campinas (8,33).

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Safra brasileira de castanha de caju

O IBGE divulgou a quarta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de abril. Em relação a 2006, a variação foi de +12,6% na produção, +2,4% na área plantada, +2,52% na área colhida e +9,76% no rendimento. Veja os números em detalhes no site Cajucultura.

domingo, 13 de maio de 2007

Vietnã produz mais ACC

O Vietnã espera exportar o equivalente a U$ 670 milhões de ACC em 2010 e U$ 820 milhões em 2020, ou seja, U$ 505 milhões a mais que em 2006, de acordo com a Associação de Caju de Vietnã (VINACAS). O país planeja aumentar sua área cultivada com cajueiro para 450.000 hectares em 2010. Vale lembrar que somente nos quatro primeiros meses de 2007 o Vietnã exportou 35.000 toneladas dae ACC (U$139 milhões).

terça-feira, 8 de maio de 2007

Castanha de caju: aliança inédita

Além de suas qualidades nutritivas e medicinais, a castanha de caju possui um sabor exótico, podendo servir de acompanhamento para drinks ou na composição de pratos sofisticados, bem como pode ser utilizada na elaboração de sucos, mel, vinho e licores. Essas características a tornam um produto em expansão no mercado mundial, tendo os Estados Unidos e os países que compõem a União Européia como seus principais compradores.Mas o potencial de mercado da castanha de caju continua pouco explorado mundialmente, na visão dos seus principais produtores. Com essa perspectiva, Brasil, China e Vietnã, países à frente da linha de produção da castanha, estão prestes a fechar uma parceria inédita para abrir cada vez mais o produto ao mercado mundial. O primeiro passo foi dado este mês, de 26 a 29, por ocasião da convenção, na Flórida (EUA), da Associação da Indústria de Alimentos (AFI). O evento, um dos maiores do setor no mundo, reuniu vários países. Durante o encontro, representantes do Brasil, China e Vietnã discutiram a possibilidade da criação da World Cashew Body (WCB), que ficará responsável por tratar as questões específicas dos três países em relação ao mercado da castanha de caju. A idéia surgiu no ano passado, por meio de discussões entre brasileiros e chineses, com o Vietnã tendo aceitado participar já este ano.“Toda essa agenda tem como foco a promoção da castanha de caju em nível mundial, visando aumentar seu consumo”, explica o presidente do Sindicato das Indústrias do Açúcar e de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Ceará (Sindcaju), Antônio José Carvalho. Ele ressalta que a convenção da AFI é um local estratégico para a criação da WCB, porque os EUA são o maior comprador do produto no mundo, respondendo por cerca de 40% do consumo. “Como esses três países detêm 96% da exportação mundial da castanha de caju, precisamos também estar sintonizados com o que eles (EUA) desejam”, defende.Carvalho diz que nos últimos anos, por conta de diversos fatores, tem crescido a produção de castanha de caju no Brasil, China e Vietnã, “e isso exige uma ampliação do mercado consumidor”. No Ceará, por exemplo, a produção de caju em 2006 foi a maior que Carvalho tem notícia. Produção que cresce ano a ano. Apesar disso, ressalta que ainda se faz necessária a melhoria da qualidade por parte dos produtores.Nesse aspecto, o presidente do Sindcaju frisa que todos perdem, tanto os produtores como a indústria. “Em alguns casos, recebemos a castanha para processamento e chegamos a ter perdas de até 10%. Tal fato desvaloriza o produto.” Para ele, porém, a questão da qualidade vai se ajustando, à medida que os produtores passam a ter mais informações sobre o reflexo desse fenômeno na outra ponta da produção, que são as indústrias. O Nordeste brasileiro é privilegiado em relação ao setor, já que o cajueiro é uma árvore nativa da região, respondendo atualmente por 99% da produção nacional de castanha de caju. No Ceará, de acordo com dados do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), a castanha de caju e seus derivados ficaram em segundo lugar na pauta de exportações, com US$ 140.515,788. Em relação ao Brasil, o IBGE divulgou em março a segunda previsão da safra de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de fevereiro. Na comparação com 2006, houve uma variação de +7,04% na produção; +0,83% na área plantada; +2,22% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). O texto acima foi extraído do Jornal da Fiec.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Castanha de caju potiguar

A safra de castanha de caju, que no Rio Grande do Norte, geralmente vai de outubro à janeiro do ano seguinte, permitiu, nesta safra, que a Conab comprasse diretamente do produtor rural 350 t de castanha de caju in natura. A operação de compra feita pela Conab foi antecedida de uma classificação oficial, com todo o estoque adquirido junto ao produtor rural submetido à uma análise feita pelo laboratório de classificação da Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Castanha de caju: queda de preços

Os preços da castanha de caju indiana provavelmente cairão nas próximas semanas. A produção de castanha aumentou substancialmente nas nações africanas ocidentais enquanto o consumo no mercado americano tem se mantido estável há alguns anos. Vale lembrar que os EUA absorvem cerca de 45% das exportações indianas. Da produção mundial de 1.650 mil t de castanha, a Índia responde pelo processamento de cerca de dois terços. A importação de castanha in natura pela Índia passou de 565 mil t em 2005/6 para 592 mil t em 2006/7. As exportações indianas para o ano fiscal 2006/7 caíram em termos de valor quando comparadas ao ano anterior. De acordo com o Conselho de Promoção das Exportações de Caju da Índia (CEPC), a “competição com o Vietnã é uma outra fonte de preocupação, além das castanhas vietnamitas serem de boa qualidade”. O Vietnã emergiu rapidamente como grande produtor, processador e exportador de castanha, assumindo a segunda posição no ranking mundial, antes ocupado pelo Brasil.