terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Garantia de preços para a castanha de caju

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a inclusão do inhame, do cará, do café, do tomate e da castanha de caju no Programa de Garantia Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), do qual já fazem parte milho, feijão, soja, mandioca, arroz e leite. A medida já entrou em vigor.
Criado em dezembro de 2006, o PGPAF, uma das ações de apoio à agricultura familiar que compõem o Pronaf, prevê o preço de garantia. O objetivo é garantir o custo de produção de agricultores familiares que usam o Pronaf, concedendo um desconto na parcela do financiamento quando o preço do produto comercializado estiver abaixo do que o agricultor gastou com a produção.
O CMN também estabeleceu o preço de garantia dos novos produtos e alterou alguns que já estavam na lista. O preço garantido do quilo da castanha de caju foi de R$ 1,20. O preço de garantia é o custo de produção médio da região onde o produto é cultivado, levantado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e definido pelo Comitê Gestor do Programa. Além de não poder ser inferior ao preço mínimo, ele pode ser até 10% maior ou menor do que o custo de produção.

domingo, 25 de novembro de 2007

LCC extraído por radiação solar

Durante o Seminário Nacional sobre Pesquisa, Desenvolvimento e Mercado, ocorrido esta semana, promovido pelo Indian Council for Agricultural Research (ICAR), o Dr Vijay Mehta, vice chanceler da Konkan Krishi Vidyapeeth, afirmou ter desenvolvido um protocolo para extração do LCC usando radiação solar. O projeto foi financiado pelo Banco Mundial. Outro tema discutido pelo Diretor do ICAR, Dr V S Korikanthimath, foi a necessidade de maiores estudos visando o aproveitamento do pseudofruto na produção de etanol. Na Índia o pseudofruto é usado apenas para a produção de um destilado denominado `feni’ em Goa (Fonte: The Navhind Times).

sábado, 17 de novembro de 2007

Crescem exportações de ACC vietnamitas

Mais de 111 mil t de Amêndoa de Castanha de Caju - ACC foram exportadas este ano pelo Vietnã, que faturou o equivalente a U$ 466 milhões. Maior exportador mundial de ACC, o Vietnã exporta o produto para mais de 40 países e territórios. Os EUA absorvem 40% das exportações vietnamitas, seguidos pela China (20%) e países europeus (20%). Outros mercados, como o Japão e o Oriente Médio também são contemplados. No Vietnã os preços de exportação este ano foram em média de U$ 4.184 por tonelada, representando um incremento acima de 192% em relação ao ano passado (Fonte: Vietnam Agency)

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Cai produção de castanha

O IBGE divulgou a décima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de outubro. Em relação a 2006, houve uma variação de -15,28% na produção, +3,07% na área plantada, +3,15% na área colhida (hectares) e -17,75% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju de mesa (no atacado) praticados na semana de 29/10 a 01/11/2007 em algumas Centrais de Abastecimento do país onde o produto é comercializado.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Fósseis de castanha de caju

Fósseis de castanhas de caju com idade de 47 milhões anos foram usados para provar que a Europa foi uma importante rota entre a África e a América do Sul. Os fósseis foram descobertos em sedimentos de um antigo lago na Alemanha, revelando que o gênero Anacardium foi uma vez distribuído na Europa - distante de sua moderna distribuição nativa nas Américas do Sul e Central.
Já havia sido proposto anteriormente que o gênero Anacardium e o seu gênero irmão africano Fegimanra, divergiram de seu ancestral comum quando as massas de terra da África e América do Sul se separaram. Porém, os novos dados indicam que a Europa pode ter sido um importante link biogeográfico entre a África e o Novo Mundo.
A ocorrência do cajueiro na Europa e América Tropical sugere que a planta foi distribuída na América do Norte e Europa durante o período Terciário e disseminados através do Atlântico Norte por uma faixa de terras que ligou América do Norte e a Europa, via Greenland, antes da fratura e a separação desses territórios.
O trabalho completo (em inglês) aparece na edição de outubro do International Journal of Plant Sciences.

sábado, 27 de outubro de 2007

Moçambique

Agricultores da província moçambicana de Nampula estão intermediando a conclusão de um negócio para a exportação de 128 t de ACC para Inglaterra, a serem entregues em fevereiro do próximo ano (Fonte: macauhub)

Chat técnico

Na próxima segunda-feira (29 de Outubro), o Portal Toda Fruta promoverá um Chat Técnico on line sobre Produção Integrada de Caju. O evento acontecerá às 16 horas (horário de Brasília) e às 15 horas para a região Nordeste. Chat é um bate-papo realizado via internet, onde várias pessoas podem participar ao mesmo tempo tirando dúvidas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Novos clones para a cajucultura brasileira

Os clones já disponibilizados pela Embrapa são todos do tipo anão precoce. O plantio comercial desses clones atende à exploração da castanha como atividade principal e do caju, como fruta de mesa. Na próxima quinta-feira (25/10), na abertura da 4ª edição do CAJU NORDESTE, que será realizado em Aracati (CE), a Embrapa Agroindústria Tropical, em parceria com a Companhia de Óleos do Nordeste - CIONE, lança dois novos clones de cajueiro Os novos clones resultam do Programa de Melhoramento Genético, coordenado pelo pesquisador Dr. João Rodrigues de Paiva, resultado de 14 anos de pesquisas.
CLONE BRS 274 - Um desses clone, o BRS 274, é o primeiro clone de cajueiro comum para o plantio comercial. O clone BRS 274 originou-se da seleção fenotípica de uma planta matriz de cajueiro comum em população segregante, na Fazenda Uruanã (CIONE) em Beberibe, seguida da clonagem e avaliação do clone na Fazenda Jacaju, localizada no mesmo município. O espaçamento recomendado é de 12 m x 10 m, em sistema retangular, com 83 plantas/ha, ou 11 m x 11 m, em sistema quadrado, com 83 plantas/ha. :Fazenda Jacaju, peretencente à empresa CIONE, no município de Beberibe, CE. O clone BRS 275 (foto à esquerda) ou BRS Dão, por suas características, é recomendado para a exploração da castanha e do pedúnculo para a indústria de sucos, em cultivo de sequeiro. O espaçamento recomendado é de 11 m x 9 m, em sistema retangular, com 101 plantas/ha, ou 10 m x 10 m, em sistema quadrado, com 100 plantas/ha. Produção: 1.249 kg de castanha por hectare no sétimo ano de idade das plantas.
CLONE BRS 275 - é o nome do primeiro clone híbrido de cajueiro anão precoce e o cajueiro comum para o plantio comercial no estado do Ceará. A avaliação dos clones foi feita em experimento instalado na Fazenda Jacaju, peretencente à empresa CIONE, no município de Beberibe, CE. O clone BRS 275 ou BRS Dão, por suas características, é recomendado para a exploração da castanha e do pedúnculo para a indústria de sucos, em cultivo de sequeiro. O espaçamento recomendado é de 11 m x 9 m, em sistema retangular, com 101 plantas/ha, ou 10 m x 10 m, em sistema quadrado, com 100 plantas/ha. Produção: 1.226 kg de castanha por hectare no sétimo ano de idade das plantas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Chat Técnico sobre PI Caju

No próximo dia 29 de Outubro, o Portal Toda Fruta promoverá um Chat Técnico on line sobre Produção Integrada de Caju. O evento acontecerá às 16 horas (horário de Brasília) e às 15 horas para a região Nordeste. Chat é um bate-papo realizado via internet, onde várias pessoas podem participar ao mesmo tempo tirando dúvidas. No caso específico, as respostas serão fornecidas pelos agrônomos Vitor Hugo de Oliveira, Ebenézer de Oliveira Silva e Ana Paula Silva Andrade. Para entrar no chat é necessário clicar no ícone limão, localizado na parte superior de cada página do Toda Fruta, digitar um nome e entrar com as dúvidas para que o profissional possa responder. Caso a participação do internauta no chat não seja possível, ele pode enviar as perguntas antecipadamente para: marina@todafruta.com.br

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju de mesa (no atacado) praticados na semana de 08 a 11/10/2007 em algumas Centrais de Abastecimento do país onde o produto é comercializado.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Vietnã aumenta exportações de ACC para UE

Cerca de 40 exportadores vietnamitas de ACC e importadores britânicos reuniram-se em Londres na última terça-feira para discutir como aumentar as exportações para a União Européia.
O mercado europeu responde atualmente por 25% das exportações totais de ACC do Vietnã, enquanto os EUA representam 30%, de acordo com a Vinacas (Vietnã Cashew Association). Em 2006, o país exportou U$503,8 milhões em ACC. A associação espera que as exportações este ano alcançem U$560 milhões, ou cerca de 135 mil toneladas. O Vietnã produz por ano cerca de 350 mil toneladas de ACC, tornando-o líder mundial na produção de ACC. Somente nos primeiros oito meses de 2007, o país exportou 30 mil toneladas para mercados europeus.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Dia do Agrônomo

Comemora-se neste 12 de outubro o Dia do Engenheiro Agrônomo, profissional de extrema importância para o espaço rural brasileiro e tão pouco valorizada, a começar pelo desconhecimento desta data, cuja escolha deve-se ao fato da primeira regulamentação da profissão ter ocorrido em 12 de outubro de 1933. Pouca gente sabe que a agronomia foi uma das primeiras profissões técnicas regulamentadas no país. No Brasil, o primeiro curso surgiu em 15 de fevereiro de 1877, quando foi instalada a Imperial Escola Agrícola da Bahia. Hoje ela funciona em Cruz das Almas, sob o nome de Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia. A cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, teve a segunda escola agrícola a funcionar regularmente no Brasil, no ano de 1883. Sua primeira turma formou-se em 1895, com dois profissionais. Foi de lá também que, no ano de 1915, saiu a primeira mulher diplomada em Engenharia Agronômica do Brasil.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Castanha: previsão de safra 2007

O IBGE divulgou a nona previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de setembro. Em relação a 2006, houve uma variação de +7,83% na produção, +3,18% na área plantada, +3,16% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Apoio à cajucultura

Os produtores de caju poderão contar em breve com novos financiamentos, para compensar as dificuldades enfrentadas pelo setor face à desvalorização do dólar frente ao real. É o que afirmam os parlamentares cearenses Chico Lopes (PCdoB, deputado federal) e Inácio Arruda (senador pelo mesmo partido), que se mobilizaram para que a cajucultura estivesse entre os setores apoiados pelo projeto de lei 2086/2007, de iniciativa do Governo Federal.

O projeto, que substitui a Medida Provisória 382, retirada de pauta pelo Governo em setembro deste ano, já foi aprovado na Câmara dos Deputados e segue agora para o Senado. “A inclusão da cajucultura entre os setores beneficiados pelo novo projeto era um benefício que havíamos tentado incluir na Medida Provisória, por meio de emenda. Quando o governo retirou a MP de pauta, solicitamos ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que o apoio a esse setor pudesse fazer parte do texto-base do novo projeto de lei que o Governo mandaria para substituir a Medida Provisória”, ressalta o deputado federal Chico Lopes, dizendo-se confiante na aprovação do projeto.

“Seria uma medida muito importante, principalmente para estados como o Ceará, em que a produção de castanha tem um grande papel na economia. E vem enfrentando uma concorrência internacional cada vez mais forte, inclusive dos países asiáticos”, destaca Chico Lopes.

O que diz o projeto

Com cinco artigos, o projeto de lei 2086/07 tem como objetivo auxiliar os setores econômicos que vêm sofrendo com maior severidade os reflexos negativos da valorização do real frente ao dólar e a outras moedas estrangeiras. Confira o que diz o relatório sobre o projeto de lei, apresentado na Câmara Federal:
O art. 1o do projeto permite o desconto integral, no mês da aquisição no mercado interno ou importação, do crédito da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) relativo a bens de capital destinados à produção de castanhas de caju e pedras e à fabricação de autopeças, máquinas para a construção pesada e agricultura, calçados e outros produtos de couro, produtos têxteis, confecções e móveis.

Já o art. 2o da proposição concede às empresas dos setores de beneficiamento de couro, calçados e artefatos de couro, têxtil, exceto fiação, de confecção, inclusive linha lar, e de móveis de madeira acesso a empréstimos e financiamentos subvencionados mediante equalização de taxas de juros e concessão de bônus de adimplência.

Os empréstimos e financiamentos serão concedidos sob a égide dos programas "Revitaliza" e "FAT – Giro Setorial", com prazos de pagamento de até 36 meses e 18 meses de carência, para as linhas "Capital de Giro" e "Exportação", e de até 8 anos e 3 anos de carência, para a linha "Investimento". As taxas de juros serão de 8,5% a.a., para a linha "Capital de Giro", e de 7,0% a.a., para as demais linhas.

O bônus de adimplência será calculado sobre os juros, limitado a 20%. O benefício somente poderá ser aproveitado por empresas com receita bruta operacional de até R$ 300 milhões. O valor total de empréstimos e financiamentos subvencionados é limitado a R$ 3,0 bilhões, sendo que até R$ 2,0 bilhões com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e até R$ 1,0 bilhão com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Os recursos para as despesas necessárias à equalização das taxas de juros e bônus sobre os juros serão da ordem de R$ 407 milhões e correrão à conta "Recursos sob supervisão da Secretaria do Tesouro Nacional – Ministério da Fazenda"(Fonte: Vermelho Online).

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Castanha: venda de estoque

A Conab RN continua colocando à disposição das mini-fábricas de beneciamento de castanha-de-caju, cadastradas junto aquela Companhia, os estoques do produto in natura, da safra 2006/2007, para venda em balcão, ao preço de R$ 0,90/kg nos municípios de Assu e Currais Novos . A redução do preço da castanha foi de 18,2% em relação ao preço do mês de setembro, quando o quilo custava R$ 1,10.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

IV Caju Nordeste: novos rumos

Com o tema “Caju: novos rumos, desafios e oportunidades”, a 4ª edição do CAJU NORDESTE será realizado em Aracati (CE), no período de 25 a 27 de outubro de 2007, coincidindo com as festividades do aniversário de emancipação daquele município. Respaldado no sucesso e continuado crescimento observado nas três edições anteriores, o evento consolida-se definitivamente como o mais importante seminário temático do Brasil dedicado ao desenvolvimento da cultura do cajueiro em nosso país.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Caju no Cozinha Brasil

Acontece nesta segunda-feira (1/10), em Fortaleza, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará - FIEC, o lançamento do Projeto Caju, que objetiva incorporar o produto no Programa Cozinha Brasil em quatro estados do Nordeste – Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia. Na oportunidade, o Serviço Social da Indústria (SESI), coordenador do Programa, celebra um termo de cooperação técnica para o desenvolvimento do projeto “Transferência de Tecnologias para Agroindústria do Pedúnculo do Caju e Outras Fruteiras com Suporte de Unidade Móvel de Processamento de Frutas” com a Embrapa Agroindústria Tropical.

sábado, 29 de setembro de 2007

Caju-de-mesa: preços atualizados

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju de mesa (no atacado) praticados na semana de 24 a 28/9/2007 em algumas Centrais de Abastecimento do país onde o produto é comercializado

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Suco de caju premium

A Jandaia traz para o Brasil a nova versão de 300ml da Jandaia Premium, a linha de luxo dos sucos da empresa. O suco é pronto pra beber, com alto teor de polpa de fruta, em cinco sabores: caju, maracujá, manga, acerola e goiaba.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

IV Caju Nordeste

Com o tema “Caju: novos rumos, desafios e oportunidades”, a 4ª edição do CAJU NORDESTE será realizado em Aracati (CE), no período de 25 a 27 de outubro de 2007, coincidindo com as festividades do aniversário de emancipação daquele município. Mais informações no site www.cajunordeste.com.br

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Vietnã: olhos para a exportação de ACC

O Vietnã cresce os olhos para a exportação de ACC com a meta de atingir um valor entre U$ 820-850 milhões em 2020, bem acima dos U$560 milhões estimados para 2007. A meta é aumentar a produção de castanha de caju para 666 mil t em 2020 (500 mil t previstas em 2010), de acordo com o Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural daquele país.
Nos primeiros oito meses deste ano o Vietnã exportou 96 mil t de ACC, estimadas em U$396 milhões. Em 2006 exportou 127 mil t de ACC no valor de U$505 milhões, principalmente para a China, os Estados Unidos, Rússia, Japão e o Oriente Médio.

domingo, 23 de setembro de 2007

Registro da cajuína

O deputado federal Frank Aguiar (SP), apresentou requerimento na Câmara Federal solicitando o registro da cajuína como produto cultural imaterial do Brasil.

sábado, 22 de setembro de 2007

MP para indústrias de suco de caju

O governo vai enviar ao Congresso um projeto de lei para substituir a Medida Provisória dos Sacoleiros. A MP, revogada pelo governo, unifica a cobrança de tributos de produtos importados, por via terrestre, do Paraguai.
O governo vai incluir, no novo projeto de lei que substituirá a MP 382, as indústrias de suco de caju e de pedras ornamentais na lista dos setores beneficiados com medidas de incentivos para enfrentar os problemas gerados pela taxa de câmbio. Conhecida como a MP dos "órfãos do câmbio", a 382 autorizava a concessão de subsídios nas operações de empréstimo e financiamento destinadas às empresas dos setores de calçados e artefatos de couro, têxtil, de confecção e de móveis de madeira, beneficiando setores afetados pela valorização do real frente ao dólar (Fonte: Agêcia Estado).

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Moçambique

Embora tenha havido um aumento na produção moçambicana de castanha de caju, os rendimentos auferidos pela exportação de castanha naquele país caiu 55% e o de castanha processada 39%, atribuído à queda dos preços nos mercados internacionais.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Guiné Bissau

Segundo a agência portuguesa de notícias Lusa, a Guiné Bissau produziu na safra de 2007 97 mil toneladas de castanha de caju, tendo exportado até o presente 93 mil toneladas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Caju e Mel

A Fundação Banco do Brasil e parceiros inauguram, nesta terça-feira (18 de setembro), em Picos (PI), um complexo industrial e tecnológico para beneficiar o mel e o caju da região. Os empreendimentos, que tiveram investimentos sociais da Fundação BB da ordem de R$ 4,9 milhões, foram conquistados pelos pequenos produtores locais, ligados à Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido (Casa Apis) e à Central de Cooperativas de Cajucultores do Estado do Piauí (Cocajupi).
A Casa Apis reúne dez entidades, localizadas em Picos, Pio IX, Itainópolis, Simplício Mendes, Piripiri, Esperantina e São Raimundo Nonato, no Piauí, além de Horizonte e Barbalha, no Ceará. O complexo cooperativo inclui ainda 20 casas de processamento de mel para receber, centrifugar e filtrar o mel diretamente dos apicultores. No total, 1,6 mil famílias de 34 municípios piauienses e cearenses estão ligadas à Casa Apis e outras 6 mil famílias participam indiretamente do projeto.
A Cocajupi reúne 478 famílias de produtores e outras 285 pessoas atuam diretamente nas minifábricas e na central. A Cocajupi tem dez cooperativas filiadas. (Fonte:InvestNews)

sábado, 15 de setembro de 2007

Moqueca de carne de caju

No Ceará tem início a safra do caju. Atendendo a pedidos de alguns visitantes deste Blog, transcrevemos uma receita bastante apreciada: a moqueca de caju.
Ingredientes: 2 colheres (sopa) de margarina 1 cebola média; 2 dentes de alho; 2 tomates; 1 pimentinha de cheiro; 1 pimentão pequeno; 1/2 molho de cheiro verde; 1 colher (chá) de azeite de dendê; 1/2 quilo de carne de caju; 1 vidro de leite de coco; 1 tablete de caldo de camarão; molho de pimenta; pimenta do reino; coloral; sal a gosto.
Carne de caju: Fure todo o caju com um garfo e esprema para tirar o suco. O que fica é a fibra, que também é chamada de carne de caju, rica em fibras. Rasgue a carne de caju e lave.
Modo de Preparo: Aqueça a margarina, refogue a cebola e junte o alho. Em seguida, acrescente os demais ingredientes, a carne de caju, o leite de coco e o caldo de camarão. Tempere a gosto com molho de pimenta, sal, pimenta do reino e um pouco de colorífico. Deixe cozinhar por 20 minutos e sirva com arroz branco.
Fonte: Culinarista Mattu Macêdo

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Safra de castanha 2007

O IBGE divulgou a oitava previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de agosto. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,8% na produção, +3,13% na área plantada, +3,12% na área colhida (hectares) e +9,47% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja os detalhes no site Cajucultura.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Exportação de castanha

Visitante assíduo do Blog Cajucultura, o Sr. Raul Sanchez escreve-nos da Venezuela, querendo manter contatos com empresas exportadoras de castanha de caju, já que possui clientes interessados em adquirir o produto. Aqueles que desejarem, podem escrever para o e-mail rrsh52@hotmail.com.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em algumas Centrais de Abastecimento.do país, na semana de 3 a 06/09/2007.

sábado, 8 de setembro de 2007

ACC faz bem à saúde

O Sri Lanka iniciou um programa para incentivar o cultivo do cajueiro e o consumo de amêndoas de castanhas de caju (ACC), tendo como argumento principal o fato de que a ACC faz bem a saúde e possui um bom potencial de exportação. Três novas variedades de caju, desenvolvidas após experiências conduzidas pela Universidade de Wayamba, foram lançadas na última semana e devem ser distribuídas entre os produtores locais, com a finalidade de popularizá-las. Pouca gente sabe, mas o caju é bastante conhecido no Sri Lanka, sendo o seu consumo incentivado na medicina do Ayurveda e suas propriedades e compostos usados também no Ayurveda (Fonte: Lanka Business).

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Certificação

Segundo a VINACAS (Associação Vietnamita de Cajucultores), o Vietnã possui 164 exportadores de amendoa de castanha de caju (ACC), mas somente 14 deles possui certificação dentro dos padrões APPCC, ISO ou BPF (Boas Práticas de Fabricação). Estes poucos exportadores, entretanto, exportam anualmente um volume igual a 60% do total das exportações de ACC daquele país. A maioria dos exportadores locais é formada por pequenas e médias empresas, com linhas de produção ultrapassadas.

domingo, 2 de setembro de 2007

Vitamina C em suco de caju e cajuina

A Profa. Graziella Ciaramella Moita, do Departamento de Química da Universidade Federal do Piauí, publicou recentemente na Revista Química Nova o artigo "Redução de vitamina C em suco de caju industrializado e cajuina". Os interessados em receber o referido artigo (em PDF) podem solicitá-lo através de mensagem ao endereço eletrônico graziella@uol.com.br

sábado, 1 de setembro de 2007

Vietnã: 92 mil t de ACC em oito meses

O Vietnã exportou 92.000 t de amêndoa de castanha de caju nos primeiros oito meses de 2007, faturando U$ 375 milhões, atingindo quase 66% no volume planejado para este ano e 67 % do valor exportado.
Os EUA permanecem como o maior mercado da amêndoa vietnamita, tendo importado quase 21.000 t (mais de U$ 86 milhões), ou cerca de 30% das exportações totais de ACC feitas pelo Vietnã nos primeiros oito meses de 2007. Em seguida surge a China com 11.630 t (quase U$43 milhões).
A expectativa é que o preço da ACC aumente para U$ 4.100 por tonelada (U$ 3.950 no ano passado) de acordo com a Viet Nam Cashew Association.
Num esforço para promover a exportação de ACC nos quatro meses restantes deste ano, a Cashew Association planeja renovar os equipamentos de processamentondo e a organização da produção e a importação de aproximadamente 50.000 toneladas de castanha de caju a ser processada para exportação.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja semanalmente no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em várias Centrais de Abastecimento do país.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Caju: ação contra o desperdício

A Fundação Banco do Brasil lança, em conjunto com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e parceiros, nesta segunda-feira 27, o Projeto Caju, uma ação contra o desperdício. O evento, marcado para 12h, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), terá a presença dos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da Fundação BB, Jacques Pena, do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli, e da CNI, Armando Monteiro. O investimento social da Fundação Banco do Brasil no projeto foi de R$ 150 mil. O projeto prevê o aproveitamento de alimentos regionais, por meio de ações de educação alimentar. A proposta é contribuir com o pleno aproveitamento de alimentos de aceitação popular, massificando a utilização de receitas de caju como alimento integral. Na prática, oficinas, palestras e degustações com receitas de caju são oferecidas à população para mostrar como utilizar a fruta em sua integralidade.O potencial de utilização do caju é muito extensivo, como consumo in natura, doces, sucos, refrigerantes, de forma artesanal ou industrial. Serão realizadas 193 ações educativas de massa, a partir do segundo semestre deste ano, para atender 500 mil pessoas nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia. Cerca de 2 mil pessoas serão atendidas indiretamente.
A disseminação do caju como alimento salgado, o aumento do consumo da fruta nas refeições diárias, a diminuição do desperdício, a valorização dos produtos regionais, a elevação da qualidade nutricional nas refeições diárias e o aumento na segurança alimentar das famílias nordestinas são alguns dos resultados esperados pelos coordenadores do projeto. Segundo dados do IBGE, a produção nacional de castanha de caju em junho de 2007 foi superior a 250 mil toneladas. Os estados com maior produção (Ceará, com 136,7 mil toneladas, Piauí, com 64,1 mil t, o Rio Grande do Norte, com 49,7 mil t e a Bahia, com 6,6 mil toneladas) serão os primeiros contemplados do projeto. Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que cada quilo de castanha corresponde a 9 quilos de pedúnculo. Assim, a estimativa da produção da polpa, em 2007, é de 2,3 milhões de toneladas. Calcula-se que é utilizado apenas de 15% a 20% da polpa na fabricação de doces, sucos, vinho ou consumo in natura e 80% é desperdiçado, ou seja, 1,9 milhão de toneladas de alimento sadio e nutritivo é jogado fora. Os produtores estão sendo incentivados a substituir os tradicionais cajueiros, que atingem cerca de 12 metros de altura, pelos anões, que chegam a 2,5 metros aproximadamente. Além da facilidade de colheita da espécie, a produção é dobrada.Os parceiros da Fundação BB e Sesi no projeto são a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Universidade Federal do Ceará e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Caju na ração animal

Na próxima segunda-feira, às 07h30, no Encontro Semanal do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense – AGROPACTO, no auditório da Superintendência do Banco do Brasil, em Fortaleza, serão apresentadas as seguintes palestras: I - "Oportunidades e Limitações da Cadeia Produtiva do Caju - Segmentos Industrial e Comercial" (Palestrante: Luiz Eduardo de Figueiredo, Diretor da Sucos do Brasil). II - Uso do Pedúnculo na Ração Animal" (Palestrante: Magno José Duarte, Professor do Centro de Ciências Agrárias da UFC). O debatedor de ambas as palestras será o Engenheiro Químico Men de Sá Moreira de Araújo Filho, Pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Encontro de cajucultores do Nordeste

Cajucultores da Bahia, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte reúnem-se nesta quinta e sexta-feira para troca de experiências. Trata-se do I Encontro de Cajucultores promovido pelo Sebrae e a Fundação Banco do Brasil. A idéia é reunir o público beneficiado pelo projeto de implantação e revitalização de minifábricas de castanha de caju desenvolvido nos quatro Estados. Para o encontro, realizado no Hotel Sol Bahia Atlântico, em Salvador, espera-se um público de 140 pessoas.
Além da troca de experiências sobre o projeto nas diversas localidades onde é desenvolvido, durante o encontro os produtores participarão de seminários. Entre os temas estão: mercado e cenários da cajucultura no Brasil; tratamento e aproveitamento de resíduos; produtos derivados do caju; boas práticas de fabricação; gestão do sistema e inter-relações entre minifábricas e centrais de comercialização.
Os quatro projetos atendem, no total, quase três mil produtores. Somente no Ceará, o maior produtor de castanhas do Brasil, 690 produtores são beneficiados. Nesse Estado, o projeto, que começou em 2005, já conta com dez minifábricas funcionando – quatro foram revitalizadas e seis construídas. Nessas fábricas é feito o processo de industrialização da castanha. Há também uma central, onde o produto é armazenado, embalado e comercializado. .
Para a safra deste ano, que começa a ser colhida em setembro, a expectativa é que os cajucultores trabalhem com até 90% da capacidade das minifábricas. Cada uma dessas unidades pode produzir até 200 toneladas de castanhas de caju. No ano passado, eles trabalharam com 40% da capacidade.
O segundo maior Estado brasileiro produtor de castanha é o Piauí. Lá, com o projeto, que também começou em 2005, foram desenvolvidas ações de gestão, capacitação gerencial, capacitação e consultoria tecnológica e capacitação de chão de fábrica para aproveitamento integral do caju. O Estado terá dez minifábricas para atender 700 produtores. Seis já estão funcionando. Na Bahia, o projeto começou em 2006 e está beneficiando 950 produtores em 21 municípios do nordeste do estado. Três minifábricas já estão construídas, e foi iniciada a construção de outras três. Neste Estado, o sustento dos produtores é baseado na agricultura familiar. No Rio Grande do Norte, o projeto teve início em 2004. Hoje, participam dele 600 produtores. Há uma central de comercialização e três minifábricas funcionando. A idéia é implantar ao todo dez fábricas no Estado e duas centrais. Além disso, pretende-se aumentar o número de produtores atendidos para 900 até o fim de 2009.(Da Agência Sebrae).

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Safra de castanha de caju 2007

O IBGE divulgou a sétima previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de julho. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,79% na produção, +3,13% na área plantada, +3,12% na área colhida (hectares) e +9,47% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais detalhes no site Cajucultura (link Previsão no Brasil).

domingo, 12 de agosto de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em algumas Centrais de Abastecimento.do país, na semana de 6 a 10/08/2007.

sábado, 11 de agosto de 2007

Conjuntura do Caju

Em sua última resenha sobre a Conjuntura do Caju, Débora Moura (Conab) mostra que os preços se encontram estáveis nos principais estados produtores, com os valores recebidos pelos cajucultores em 2007 sofrendo poucas variações se comparados ao mesmo período em 2006. A exceção acontece no Estado do Piauí, onde nota-se uma redução de cerca de 30% nos valores. Segundo a mesma análise, essa situação é um reflexo das variações negativas da taxa cambial. Com o dólar em queda acontece um fenômeno em cadeia, que vai desde a exportação, passando pela agroindústria e chegando ao produtor. Veja a síntese na íntegra no site Cajucultura.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Competitividade da cajucultura no Ceará

Nesta quarta-feira, às 07h30, no auditório do Banco do Brasil, em Fortaleza, o técnico Francisco Mavignier França, colaborador do Instituto de Desenvolvimento Industrial – INDI, da FIEC apresentará a palestra "Arranjo Institucional para a Competitividade da Cajucultura no Ceará”. O evento ocorre durante o Agropacto, e terá como debatedor Antonio Lacerda Souto, Consultor Territorial da Secretaria de Desenvolvimento Agrário. O tema “Oportunidades e limitações da cadeia produtiva do caju – segmento industrial do pedúnculo” que seria abordado neste encontro, por motivo superior, foi transferido para a reunião do dia 20 próximo.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Caju em Moçambique

A produção de castanha de caju em Moçambique este ano está estimada em 80 mil t, em razão da renovação pomares e do controle do oídio, doença que ataca o cajueiro naquele país. Segundo o Instituto Nacional do Caju (Incaju), este ano serão pulverizados cerca de 3,5 milhões de cajueiros para o combate àquela doença que ataca as plantas, sobretudo no período da floração. O programa de pulverização foi iniciado no mês de maio, com os maiores esforços concentrados nas províncias da Zambézia, Sofala, Nampula (maior produtora de castanha no país) e Cabo Delgado, dada a sua importância estratégica na produção da castanha. No ano passado foram pulverizados em quase todo o país perto de 3, 2 milhões de cajueiros, para uma produção global que se situou na ordem de 75 mil t. Em tempo: Moçambique possui uma capacidade instalada para o processamento de 20 mil toneladas de castanha.

sábado, 4 de agosto de 2007

Castanha de caju: 11% das exportações do Piauí

No decorrer do 1º trimestre de 2007, o faturamento das exportações no Estado do Piauí alcançou US$ 13.828.899, acréscimo de 40, 09% em relação a igual período do ano anterior. Os produtos com maior participação foram ceras vegetais (57,64%), pilocarpina (12,26%) e castanha de caju (11,12%). No 1º trimestre de 2007, o Piauí faturou US$ 1.537.358 com a exportação de 397 toneladas de castanha de caju. Mel, camarão/lagosta e castanha de caju foram os produtos com maior percentual de diminuição do volume exportado, com relação a igual período do ano passado, com 70,92%; 53,71%; e 23,21%, respectivamente.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Cajueiro comum

Na próxima segunda-feira, dia 6 de agosto, o pesquisador João Rodrigues de Paiva apresenta a palestra "Produtividade e indicadores tecnologicos da amêndoa de clones de cajueiro comum" O evento ocorrerá no Auditório da Embrapa Agroindustria Tropical, às 14h30min. Vale conferir.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Setor de castanha exige inclusão no rol de beneficiados por medidas compensatórias

A combinação de dólar baixo, juros altos, elevada carga tributária, crédito caro, aumento dos custos de produção e falta de compensação de créditos tributários tem reduzido a competitividade de um dos segmentos de maior destaque na pauta de exportações do Ceará: a indústria de beneficiamento de castanha de caju. Empresários do segmento — que reúne oito fábricas e emprega diretamente 14 mil pessoas no Estado — exigem do governo federal a inclusão do setor no rol dos beneficiados pelas medidas compensatórias do câmbio. Por enquanto, só obtiveram promessas de análise do problema.
Achatamento
´Há um achatamento da cadeia produtiva de caju que está puxando todos os preços para baixo. A indústria não pode fazer milagre´, resumiu Antônio José Gomes Teixeira de Carvalho, presidente do Sindicato das Indústrias de Beneficiamento de Castanha de Caju do Estado (Sindicaju). Palestrante de ontem do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense (Agropacto), ele destacou que o Brasil concorre com Índia e Vietnã, que são gigantes do mercado global, com qualidade da amêndoa inferior, mas os custos de produção são menores que os assumidos pelas empresas locais.Conforme Teixeira, de 1999 a 2007, o dólar apresentou uma desvalorização de 49% frente ao real. Em contrapartida, nos países concorrentes, a moeda norte-americana ou se desvalorizou pouco — caso da Índia, com 17% de retração em relação à rúpia — ou teve valorização, como no Vietnã, com alta de 6% em relação ao dong. ´Tem pelo menos três safras seguidas que o dólar cai´, disse. Conseqüência: pelo menos duas fábricas no Estado fecharam suas portas.
Custos de produção
Em nove anos, todos os custos de produção no Brasil subiram, comentou o presidente do Sindicaju. ´Os principais foram energia elétrica e mão-de-obra´, reforçou. No primeiro caso, a alta foi de 37%, no mesmo intervalo. No outro, 179%. Comparando os valor do salário mínimo em 1999 (R$ 136,00) e este ano (R$ 380,00) com o do quilo de castanha (de R$ 12,70 para R$ 8,64), ele destaca a seguinte relação: no fim da década de 90, um salário equivalia a 10,7 quilos de castanha; hoje corresponde a 44 quilos do produto.
Desafio
Além de brigar pela ampliação da qualidade da amêndoa brasileira de caju — neste caso, o maior desafio é ampliar o percentual de inteiras —, o segmento quer ser compensado pelo problema do câmbio, como os têxteis e os calçados. Recentemente, membros do setor tiveram encontro com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, que ficou de encaminhar o assunto para uma análise mais profunda da questão.´A falta de uma solução para o segmento, que responde por cerca de US$ 200 milhões em exportações só no Ceará, com 95% da atividade de beneficiamento da castanha voltada para o mercado externo, demonstra falta de força política e fragilidade da nossa bancada no Congresso´, avaliou José Ramos Torres de Melo Filho, presidente da Faec (Fonte: Diário do Nordeste)

terça-feira, 31 de julho de 2007

Castanha nos freios

Com uma carroceria feita de linho, lonas de freio de castanha de caju e alimentado por combustível feito de trigo fermentado, o Eco One pode atingir uma velocidade de 150 mph e uma relação potência/peso compatível com um Enzo Ferrari, atingindo de 0 a 60mph em menos de quatro segundos. O veículo, 95% reciclável, levou dois meses para ser construído pelo aluno de engenharia Ben Wood, a um custo de £20.000, que afirma que quase tudo no carro pode ser feito de vegetais. 'Se podemos construir um carro de alto desempenho que teoricamente pode ser fabricado a partir de sementes, imagine o que é possível construir para um carro de desempenho médio!', acrescenta Wood. Zoe Howard, porta-voz da Universidade de Warwick, afirma: 'O carro demonstra que nem todos os Eco carros têm que ser pequenos e elétricos – eles podem ser de alta perfomance também. A indústria de motores esportivos sabe que precisa ser mais verde. É por isso que estamos trabalhando nesta idéia', complementa. O Eco One vai ser apresentado no Museu de Ciência de Londres no próximo dia 28 de agosto. (Fonte: Daily Mail)

Indústria da castanha de caju

Hoje, às 07h30, o Empresário Antonio José Gomes Teixeira de Carvalho, Presidente do Sindicaju, abordara o tema "Oportunidades e Limitações da Cadeia Produtiva do Caju - Segmento Industrial da Castanha", tendo como debatedor o Engenheiro Hugo Santana de Figueiredo Júnior, da Planner Consultoria. O evento ocorre durante o Encontro Semanal do Pacto de Cooperação da Agropecuária Cearense - Agropacto, e realizar-se-á no auditório da Superintendência do Banco do Brasil (no cruzamento das Avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira).

sábado, 28 de julho de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura, link Preços, os preços de venda do caju-de-mesa no atacado praticados em algumas Centrais de Abastecimento.do país, na semana de 23 a 27/07/2007.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Suco de caju na merenda escolar

O deputado José Domingos Fraga (DEM - MT) apresentou um projeto de lei que pede a inclusão dos sucos de acerola, manga e caju na merenda escolar das unidades de ensino da rede pública estadual e municipal do Mato Grosso. A intenção do legislador é colaborar com o enriquecimento do cardápio alimentar de cada aluno. Conforme o parlamentar, o objetivo dessa proposta é também promover um hábito alimentar saudável, que possa contribuir expressivamente para a qualidade de vida das pessoas no convívio social. “Aumentando o consumo dessas frutas, promove-se de imediato à necessidade de aumento da produção dessa cultura, o que beneficiará milhares de famílias que dependem economicamente da agricultura familiar”, acrescenta José Domingos (Fonte: 24 Horas News)

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Suco de caju orgânico

Após seis meses de estudos, a Milani acaba de lançar o Suco Maraú Orgânico sabor caju. O novo Suco Maraú pode ser encontrado em duas versões: garrafas de vidro em 300ml e 1 litro. Além do caju, a Milani também estuda para este ano, novos sabores com frutas exóticas, seguindo a tendência do mercado orgânico que cresce mais de 30% ao ano. Segundo a empresa, a linha Maraú é feita a partir de frutas selecionadas colhidas em pomares certificados e aprovados pelo IBD (Instituto Biodinâmico) que fiscaliza e certifica produtos orgânicos no Brasil, de acordo com as normas internacionais. Fundada em 1955, hoje a Milani é uma empresa 100% nacional, estando localizada em Mogi das Cruzes (SP).

terça-feira, 24 de julho de 2007

Preços do caju-de-mesa

Preços do quilo do caju-de-mesa variando de R$ 0,60 a R$ 7,50. Veja os detalhes no site Cajucultura, no link Preços, os preços do caju-de-mesa nas principais centrais de abastecimento do país que comercializam o produto.

sábado, 21 de julho de 2007

Cadeia do caju

Na próxima terça-feira, 24/07/2007, no Encontro Semanal do Agropacto, em Fortaleza, o Empresário Carlos Prado, diretor da Itaueira Agropecuária, ministrará a palestra “Potencialidades e Limitações do Segmento Agrícola da Cadeia do Caju”. O evento acontecerá no auditório da Superintendência do Banco do Brasil, localizado no cruzamento das Avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira, e terá como debatedor o Engenheiro Agrônomo Egberto Targino Bomfim, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará – Emater.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Aliança do caju

Conforme havíamos informados anteriormente neste Blog, entidades representantes dos produtores de castanha de caju do Brasil, da Índia e do Vietnã firmaram acordo para criar, ainda este ano, uma organização internacional do setor, cuja principal meta é ampliar a presença de mercado do item junto a públicos estratégicos, como os Estados Unidos e a União Européia. A meta é consolidar a castanha de caju como um alimento mais presente na dieta rotineira do consumidor do que um simples petisco. Desde a assinatura do acordo, foi criado um comitê de trabalho com três representantes de cada um dos três países signatários para proceder com a implantação da nova entidade. No Brasil, a Cascaju, empresa do Grupo Edson Queiroz, é uma das participantes do comitê. Atualmente a Índia, Vietnã e Brasil ocupam o ranking de maiores fornecedores mundiais de ACC, com produção de 700 mil, 350 mil e 300 mil toneladas por safra respectivamente. No Brasil, o Ceará é o principal processador, beneficiando 80% da produção nacional e respondendo por 50% do volume. Cerca de 85% da produção cearense é destinada ao mercado externo, com destaque para os EUA, que ficam 60% das exportações, pouco mais da metade de toda a castanha processada no Ceará.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Caju em Tocantins

O caju tocantinense ganha espaço na exportação para outros estados. O destino dos frutos são os estados de São Paulo, Piauí e Distrito Federal. A área plantada para safra deste ano (1000 hectares), que vai de julho a setembro, cresceu em 20% em relação ao ano passado. A previsão de colheita é de cerca de 2,2 mil toneladas até setembro, fim da estação. Segundo o IBGE, os maiores produtores do Estado são Palmas, com 60,24%, e Araguaína, com 14,91%. Os municípios de Porto Nacional e Arraias também se destacam no plantio do cajueiro.

domingo, 15 de julho de 2007

Apex fará rodada de negócios nos EUA

Empresas norte-americanas querem comprar produtos típicos da alimentação brasileira em evento que acontece em agosto nos EUA. A APEX-Brasil está promovendo a participação de empresas que produzem alimentos tipicamente brasileiros - como paçoca, pão-de-queijo, açaí e tapioca, no The Hispanic International and Specialty Foods. O evento, voltado para fornecedores de produtos para as comunidades estrangeiras que moram nos Estados Unidos, acontece em Dallas, Texas, EUA, de 26 a 29 de agosto.A participação brasileira tem o objetivo de levar empresas fornecedoras de produtos alimentícios, tais como Bauducco, Garoto e Amêndoas do Brasil, que já confirmaram sua participação. A meta é realizar negócios imediatos da ordem de US$ 2,5 milhões e mais US$ 12,5 milhões ao longo dos 12 meses posteriores ao evento. Empresas tradicionais vão participar, mas há uma demanda específica por produtos típicos, fabricados somente no Brasil, para atender a comunidade brasileira que vive nos EUA. Por isso, a APEX-Brasil está cadastrando empresas que se encaixem neste perfil e tenham capacidade de atender a demanda dos compradores norte-americanos e de outros países. Dentre os compradores já inscritos no The Hispanic International and Specialty Foods estão redes como A.S. Watson (Hong Kong), que opera 18 marcas varejistas com mais de 6.800 lojas e mantém negócios com 52 países; o grupo CVS (EUA), que possui 5.300 lojas em 34 estados norte-americanos; Target Stores (EUA), que possui mais de 1300 lojas em 48 estados; e Dollar Tree Stores (EUA), com 2.550 lojas nos Estados Unidos e uma das varejistas de maior ascensão nas bolsas de valores americanas, listada entre as 100 da Nasdaq.Além disso, há compradores da Bélgica, Reino Unido, França, Costa Rica, Colômbia, República Tcheca, Chile, Tailândia e a rede canadense Sobey's, segundo maior distribuidor de alimentos do Canadá, com mais de 1.300 lojas em 10 províncias daquele país.Os compradores cadastrados no evento já manifestaram interesse em adquirir produtos como açaí, tapioca, pão-de-queijo, paçoca, goiabinha, requeijão, suco de caju, farofa, entre outros. A APEX-Brasil está em contato com entidades que possuem associados fabricantes de alguns destes produtos. Empresas interessadas podem participar. Basta entrar em contato com a APEX-Brasil pelo telefone (61) 3426-0202 ou pelo e-mail apex@apexbrasil.com.br (Fonte: Apex-Brasil).

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Mini-fábrica

Com uma produção anual de 700 toneladas de castanha de caju, os agricultores do município de Água Fria, na região de Feira de Santana (BA), são obrigados a vender aos atravessadores para garantir uma renda mínima. Para mudar essa realidade e desenvolver o comércio na região, a Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf), está articulando ações com outros órgãos e agentes financeiros para agregar valor ao produto e melhorar a renda dos 120 pequenos agricultores. Entre as ações prioritárias, está o funcionamento de uma unidade de beneficiamento da castanha do caju, já construída, mas ainda sem funcionar.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Instalação de mini-fábricas de castanha

A Fundação Banco do Brasil vai investir cerca de R$ 240,8 mil para instalar a quinta, de dez mini-fábricas de castanha de caju que planeja para o Rio Grande do Norte. A unidade será erguida no Assentamento José Coelho da Silva, em Macaíba, com previsão de ser entregue em até 90 dias, de produzir inicialmente mil quilos de amêndoa/mês e de gerar 540 empregos, entre diretos e indiretos. O dinheiro, não reembolsável, será aplicado na construção da mini-fábrica e na compra de todo o maquinário necessário às operações. A obra já foi iniciada e, se as chuvas não atrapalharem, deve estar pronta em no máximo 90 dias, com plena capacidade de produção, o que vai permitir os trabalhos ainda com a safra deste ano.Essa unidade se soma às outras quatro já autorizadas no estado, das quais três atualmente funcionando nas localidades de Portalegre, Córrego (Apodi) e Mirandas (Caraúbas). Além disso, a FBB implantou uma central de comercialização em Serra do Mel, a partir da qual as amêndoas são selecionadas, classificadas e vendidas. Ao todo estão previstas para o RN dez unidades de beneficiamento ou mini-fábricas e mais uma central, também em Macaíba, para absorver a produção da região do Mato Grande. Elas serão entregues a associações ou cooperativas de pequenos produtores de caju, que também terão acesso à inclusão digital, já que ao lado de cada mini-fábrica será erguida, para eles, uma pequena sala com dez computadores. O objetivo das unidades de beneficiamento de castanha, é agregar valor à produção de pequenos produtores que antes vendiam a produção a atravessadores. Cada minifábrica deve gerar 40 empregos diretos e cerca de 500 outros indiretos, número que inclui os produtores de castanha. Como os operários, moradores das localidades que sediam as fábricas, ainda estão sendo treinados, hoje cada unidade processa 5 toneladas de castanha in natura/mês, o que gera uma produção de mil toneladas de amêndoa. Ao final de um ano, a expectativa é que atinjam a capacidade máxima de processamento, que é de aproximadamente 200 toneladas in natura por ano.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Safra de castanha de caju

O IBGE divulgou a sexta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de junho. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,81% na produção, +2,97% na área plantada, +3,11% na área colhida (hectares) e +9,47% no rendimento. Veja tabelas completas no site Cajucultura.

domingo, 8 de julho de 2007

Agronegócio caju: sustentabilidade ameaçada

Nunca a viabilidade do agronegócio caju foi tão questionada como agora. Como principais ingredientes dessa discussão têm-se a defasagem cambial (real forte frente ao dólar), o excesso de oferta de matéria prima pelos países africanos, as boas safras de castanha nos principais países produtores e o consumo praticamente estagnado nos Estados Unidos, maiores compradores da amêndoa de castanha de caju. Uma lição é necessário guardar neste momento: não há como assegurar a sustentabilidade desse importante negócio apenas com o produto castanha. A busca de rotas tecnológicas alternativas com foco na agregação de valor a todos os produtos derivados do cajueiro mais do que nunca deve ser priorizada. O governo, por outro lado, tem de fazer a sua parte, reconhecendo de forma substantiva a atividade da cajucultura como importante fonte de geração de emprego e renda no Nordeste brasileiro.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Treinamento em cajucultura

O Projeto de Cajucultura, executado pelo Sebrae no Piauí, vai promover vários cursos e consultorias gerenciais para empresários e produtores ligados ao agronegócio caju durante todo o mês de julho e vão beneficiar cerca de trezentas pessoas em todo o Estado. Os treinamentos vão acontecer na capital, Teresina, e em mais sete municípios das regiões sul e norte do Estado: Vila Nova do Piauí, Itainópolis, Picos, Monsenhor Hipólito, Pio IX, Altos e Jaicós. São cursos que vão desde o beneficiamento até os custos de produção da castanha de caju.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Nova tecnologia

De acordo com o Viet Nam News, o Vietnã exportou 130 mil t de ACC em 2007, superando a Índia (118 mil t), e tornando-se o maior exportador mundial de ACC. Segundo a mesma fonte, o sucesso de exportação resultou do esforço da indústria para introduzir uma nova tecnologia japonesa para o processamento da castanha de caju.

domingo, 1 de julho de 2007

Preços baixos

Os preços baixos pagos aos produtores de castanha de caju na Guiné Bissau continuam prevalecendo O produto, que é o principal na pauta de exportações daquele país, está sendo comercializado a menos de 200 francos CFA o quilo (0,30 centésimos de euro). O problema afeta diretamente cerca de 80% da população guineense.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

ACC vietnamita: crescimento de 16%

Nos primeiros seis meses do ano o Vietnã exportou 62 mil t de amêndoa de castanha (ACC), no valor de US$255 milhões (16,3 % a mais do que o mesmo período de 2006). Segundo a Associação de Cajucultores do Vietnã (VINACAS) os principais produtos exportados pelo Vietnã são arroz, café, borracha e castanha de caju. A ACC vietnamita é vendida para cerca de 40 países, com 40% indo para os EUA, 20% para a China, 20% para a Europa e o restante para a Rússia, Japão e o Oriente Médio. De acordo com o presidente da VINACAS, Nguyen Duc Thanh, o Vietnã tem sucessivamente ultrapassado a Índia como maior exportador mundial de ACC, acrescentando que a qualidade da amêndoa vietnamita vem melhorando continuamente durante os últimos anos. O Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rurais anunciou planos para desenvolver a cajucultura local nos próximos três anos, com ênfase na expansão da área de cultivo e da capacidade de processamento de castanha daquele país. Estima-se que cerca de 140 mil t de ACC serão exportadas em 2007, representando um incremento de 10% em relação a 2006.

terça-feira, 26 de junho de 2007

RN: castanha em baixa

O Rio Grande do Norte teve um aumento de 12,74% em suas exportações, no período de janeiro a maio de 2007 representando uma negociação de mais de US$ 145 milhões (R$ 172 milhões). Apesar dos resultados positivos, o sal e a castanha de caju - produtos importantes da pauta potiguar - tiveram queda neste ano. Os números são do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias daquele estado (CIN/Eurocentro/Fiern). Na área de fruticultura, o abacaxi foi o produto com a maior variação positiva (80,49%). O segundo lugar ficou com a melancia (48,46%), seguida da manga (41,63%), banana (34,01%) e o melão (33,75%). Nos últimos cinco meses, quem manteve a estabilidade foi o mamão que apresentou 19,82%. Juntas, estas frutas alcançaram um valor exportado durante este ano de mais de US$ 43 milhões (R$ 82,5 milhões). A abóbora está entre os produtos alimentícios que mais cresceu, chegando a 110,74%. Em seguida, vem o açúcar com 91,59% e o segmento de balas e bombons com 43,84%. O sal (que exportou até maio 278 mil toneladas) e a castanha de caju (que comercializou 3,7 mil toneladas) tiveram baixa em 2007: -8,3% e -32,21%, respectivamente.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Cajcultura: desafios e perspectivas

A cajucultura brasileira vem perdendo competitividade para países como a Índia e o Vietnã, passando do primeiro para o terceiro lugar na produção mundial de castanha de caju. Esse tema será discutido hoje durante o encontro "Cajucultura cearense: desafios e perspectivas", promovido pela Aprece, em Fortaleza, a partir das 8 horas, no auditório do Banco do Brasil (Av. Santos Dumont, 2889). O encontro vai reunir a cadeia produtiva e organismos oficiais, como Embrapa, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Universidade Federal do Ceará.

sábado, 16 de junho de 2007

Preços do caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços de venda do caju-de-mesa praticados em algumas Centrais de Abastecimento do país, referentes à semana de 11 a 15/06/2007.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Safra de castanha de caju 2007

O IBGE divulgou a quinta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de maio. Em relação a 2006, houve uma variação de +12,6% na produção, +2,4% na área plantada, +2,52% na área colhida (hectares) e +9,76% no rendimento (kg de castanha por hectare). Pela previsão, o Brasil deverá colher este ano uma área de 715.845 hectares. Veja mais detalhes no site Cajucultura, que mensalmente apresenta uma compilação da evolução da safra brasileira dessa anacardiácea.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Amêndoas saudáveis

De acordo com o médico cardiologista Dr Gerald Gau, da Mayo Clinic (USA), a maioria dos estudos feitos com pessoas que consomem amêndoas como parte de uma dieta saudável para o coração demonstram que os amantes das nozes possuem níveis reduzidos do mal colesterol no sangue. “O tipo de amêndoa que você consome não é importante. Se você sofre de alguma doença cardíaca, o consumo de amêndoas, ou invés de outros tipos de snacks menos saudáveis poderão ajudá-lo mais facilmente a seguir uma dieta saudável para o seu coração,” complementa Dr. Gau. A quantidade? Cerca de 30 gramas diárias são suficientes.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Caju-de-mesa

Veja no site Cajucultura os preços atualizados do caju-de-mesa na semana de 04 a 06/06/2007.

sábado, 9 de junho de 2007

Isotônico à base de acerola e caju

Um isotônico natural, à base de acerola e caju, foi desenvolvido pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, unidade de pesquisa da Embrapa, sediada no Rio de Janeiro, em parceria com a Unicamp. O novo produto, mais saudável do que os sucos sintéticos comercializados atualmente, trata-se de um repositor feito à base de frutas naturais que apresentam alto teor de vitamina C, da ordem de 300mg por 100g. O teor recomendado normalmente por pessoa é de 90 miligramas por 100g. Tanto o isotônico comercial como o produto da Embrapa têm a mesma função, que é repor os sais (cloreto de sódio e outros) perdidos durante a atividade física. Os repositores que estão no mercado contêm água, substâncias químicas, aroma artificial de fruta e corante. A fabricação do produto utiliza a tecnologia de membrana, ou de microfiltração, que mantém as características sensoriais e nutricionais da bebida. Testes preliminares de pré-viabilidade econômica já foram realizados na indústria e revelam que a taxa de retorno é atrativa para o mercado. A Embrapa quer estabelecer parcerias para transferir a tecnologia relativa à fabricação do isotônico à iniciativa privada (As informações são da Agência Brasil)

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Site do Sindicaju

Vale a pena conferir o site do Sindicato das Indústrias de Beneficiamento de Castanha de Caju e Amêndoas Vegetais do estado do Ceará - SINDICAJU. Informações diversas sobre a cajucultura cearense podem ser encontradas no endereço www.sindicaju.org.br

terça-feira, 5 de junho de 2007

Preços do caju-de-mesa

No site Cajucultura você pode ver os preços do caju-de-mesa na semana de 28 a 01/06/2007 nas principais centrais de abastecimento que dispõem do produto neste período de entresafra.

UE investe em caju

A Comissão da União Europeia (UE) e o Governo moçambicano assinaram um acordo de financiamento de quatro milhões e 300 mil euros para um programa de pesquisa agrícola destinado à promoção de produtos como castanha de caju, algodão, mandioca e batata. De acordo com o diário "Noticias", editado em Maputo, o Instituto de Pesquisa Agrícola de Moçambique, o Instituto Nacional de Algodão e o Instituto de Promoção da Castanha de Caju irão executar as atividades de pesquisa, referente a este acordo.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Goma do cajueiro contra hipertensão

Um fitoterápico, que reduz a pressão arterial, sem provocar efeitos colaterais e de baixo custo. O que parece sonho para muitos hipertensos está prestes a se tornar realidade. Uma pesquisa realizada com o exsudato de cajueiro desenvolvida pelo Laboratório de Processos Orgânicos, da Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), revelou que o derivado natural extraído da casca do cajueiro, depois de processado, pode ajudar a combater a pressão alta. O trabalho foi coordenado pela professora Cheila Gonçalves Mothé, engenheira química responsável pela pesquisa da goma terapêutica contra hipertensão.
O número de hipertensos no Brasil é bastante significativo, são 12 milhões de pessoas, e apenas 15% delas estão em tratamento, ou seja, 8 milhões de pessoas sofrem com a doença, não dispondo de recursos para a compra de medicamentos. “A goma do cajueiro seria uma alternativa de custo barato, a ser distribuído pelo SUS”, explica Mothé que acrescenta ainda que a descoberta pode ser benéfica também para ampliar a geração de trabalho e renda: “além do emprego na indústria do fitoterápico, surgiriam os catadores do exsudato e também as plantações voltadas pra extração desta substância”.
O exsudato é uma substância liberada no caule do cajueiro quando este sofre agressão do meio externo. É uma resina, inodora, de coloração amarelo- âmbar, que passa por processo de purificação até dar origem a um pó branco rico em polissacarídeos. A goma é triturada, solubilizada, centrifugada, filtrada, precipitada em etanol e finalmente atravessa uma fase de secagem em estufa. Ao todo são seis etapas de purificação que foram desenvolvidas e patenteadas pelo laboratório de Processos Orgânicos da UFRJ, onde nenhum processo é agressivo quimicamente. O rendimento da substância é de 70%, o que resulta em um produto 100% natural.
O efeito produzido pelos polissacarídeos e proteínas presentes na goma, aumenta o número de macrófagos (células de defesa do sistema imunológico), tornando o organismo mais saudável, estimulando o corpo a eliminar gorduras ou outras substâncias nocivas do mesmo modo que o exercício físico. Os resultados com as cobaias foram muito promissores. No grupo de ratos hipertensos que ingeriu a goma, as células do coração ficaram homogêneas e já no outro grupo, que não recebeu medicação, as células apresentaram hipertrofia. A partir de julho a goma será testada em voluntários com pressão alta.
Mais informações em Mothé, C.G.; Correia, D.Z. & Carestiao, T. Potencialidades do Cajueiro: caracterização tecnológica e aplicação. Publit Soluções Editoriais Ltda, Rio de Janeiro, 2006. 194 páginas. .Por Lucia Beatriz/ IVFRJ Online

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Castanha de caju: preços em baixa

A recente Conjuntura divulgada pela Conab, elaborada pela técnica Débora Moura, revela um leve incremento nos valores pagos ao produtor no CE e RN, em média 4,5%, enquanto no PI houve queda de 4%. Frente a esses fatos destaca-se que mesmo em período de pouca oferta de castanha de caju (entressafra), os preços recebidos pelos produtores nos três Estados se encontram abaixo do preço mínimo estabelecido pelo Governo. Embora com uma redução na quantidade exportada em abril, o total embarcado até o momento é 13% superior ao mesmo período em 2006. Leia mais no site Cajucultura.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Preços em queda

Preços de castanha de caju no mercado nacional continuam em queda e criando dificuldades para os cajucultores Nordestinos.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Índia lança nova variedade de cajueiro

O Ministério da Agricultura da Índia lançou uma nova variedade híbrida de cajueiro - Poornima – desenvolvida pela Estação Experimental da Universidade de Agricultura de Kerala (KAU), em Madakkathara. Segundo a KAU a nova variedade é resultado de 35 anos de pesquisas iniciadas em 1972, originária do cruzamento das variedades BLA 139-1 e K-3-1, KAU. Poornima é a décima primeira variedade de alta produtividade liberada pela KAU, sendo adequada para o cultivo em todo o estado de Kerala, especialmente em solos arenosos e lateríticos. A média de produção anual da variedade é de 14 kg por planta. As castanhas possuem peso médio de 7,8 gramas e as amêndoas apresentam grade superior, sendo adequadas para exportação. A variedade possui hábito de crescimento ereto e ramificação lateral compacta, sendo recomendada para plantios adensados. A variedade Poornima apresenta um curto período de colheita, o que representa uma vantagem adicional. Floresce em dezembro-janeiro e a colheita é feita em fevereiro a março. O pedúnculo, quando maduro, possui coloração amarela.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

De volta

Após dois dias ausente, o site Cajucultura está de volta, com informações, notícias e conteúdo técnico sobre o agronegócio caju, no Brasil e no mundo.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Cajucultura em manutenção

Informamos aos frequentadores do site Cajucultura, que o mesmo encontra-se temporariamente fora do ar por motivo de manutenção. Nas próximas horas voltaremos com notícias do agronegócio caju.

Preços do caju-de-mesa

Estes são os preços de venda do caju de mesa (R$/kg) no atacado praticados nas principais centrais de abastecimento do país que comercializam o produto, referentes a semana de 07/05 a 11/05/2007: Salvador (4,17), Brasília (5,00),
São Paulo (3,00) e Campinas (8,33).

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Safra brasileira de castanha de caju

O IBGE divulgou a quarta previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de abril. Em relação a 2006, a variação foi de +12,6% na produção, +2,4% na área plantada, +2,52% na área colhida e +9,76% no rendimento. Veja os números em detalhes no site Cajucultura.

domingo, 13 de maio de 2007

Vietnã produz mais ACC

O Vietnã espera exportar o equivalente a U$ 670 milhões de ACC em 2010 e U$ 820 milhões em 2020, ou seja, U$ 505 milhões a mais que em 2006, de acordo com a Associação de Caju de Vietnã (VINACAS). O país planeja aumentar sua área cultivada com cajueiro para 450.000 hectares em 2010. Vale lembrar que somente nos quatro primeiros meses de 2007 o Vietnã exportou 35.000 toneladas dae ACC (U$139 milhões).

terça-feira, 8 de maio de 2007

Castanha de caju: aliança inédita

Além de suas qualidades nutritivas e medicinais, a castanha de caju possui um sabor exótico, podendo servir de acompanhamento para drinks ou na composição de pratos sofisticados, bem como pode ser utilizada na elaboração de sucos, mel, vinho e licores. Essas características a tornam um produto em expansão no mercado mundial, tendo os Estados Unidos e os países que compõem a União Européia como seus principais compradores.Mas o potencial de mercado da castanha de caju continua pouco explorado mundialmente, na visão dos seus principais produtores. Com essa perspectiva, Brasil, China e Vietnã, países à frente da linha de produção da castanha, estão prestes a fechar uma parceria inédita para abrir cada vez mais o produto ao mercado mundial. O primeiro passo foi dado este mês, de 26 a 29, por ocasião da convenção, na Flórida (EUA), da Associação da Indústria de Alimentos (AFI). O evento, um dos maiores do setor no mundo, reuniu vários países. Durante o encontro, representantes do Brasil, China e Vietnã discutiram a possibilidade da criação da World Cashew Body (WCB), que ficará responsável por tratar as questões específicas dos três países em relação ao mercado da castanha de caju. A idéia surgiu no ano passado, por meio de discussões entre brasileiros e chineses, com o Vietnã tendo aceitado participar já este ano.“Toda essa agenda tem como foco a promoção da castanha de caju em nível mundial, visando aumentar seu consumo”, explica o presidente do Sindicato das Indústrias do Açúcar e de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Ceará (Sindcaju), Antônio José Carvalho. Ele ressalta que a convenção da AFI é um local estratégico para a criação da WCB, porque os EUA são o maior comprador do produto no mundo, respondendo por cerca de 40% do consumo. “Como esses três países detêm 96% da exportação mundial da castanha de caju, precisamos também estar sintonizados com o que eles (EUA) desejam”, defende.Carvalho diz que nos últimos anos, por conta de diversos fatores, tem crescido a produção de castanha de caju no Brasil, China e Vietnã, “e isso exige uma ampliação do mercado consumidor”. No Ceará, por exemplo, a produção de caju em 2006 foi a maior que Carvalho tem notícia. Produção que cresce ano a ano. Apesar disso, ressalta que ainda se faz necessária a melhoria da qualidade por parte dos produtores.Nesse aspecto, o presidente do Sindcaju frisa que todos perdem, tanto os produtores como a indústria. “Em alguns casos, recebemos a castanha para processamento e chegamos a ter perdas de até 10%. Tal fato desvaloriza o produto.” Para ele, porém, a questão da qualidade vai se ajustando, à medida que os produtores passam a ter mais informações sobre o reflexo desse fenômeno na outra ponta da produção, que são as indústrias. O Nordeste brasileiro é privilegiado em relação ao setor, já que o cajueiro é uma árvore nativa da região, respondendo atualmente por 99% da produção nacional de castanha de caju. No Ceará, de acordo com dados do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), a castanha de caju e seus derivados ficaram em segundo lugar na pauta de exportações, com US$ 140.515,788. Em relação ao Brasil, o IBGE divulgou em março a segunda previsão da safra de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de fevereiro. Na comparação com 2006, houve uma variação de +7,04% na produção; +0,83% na área plantada; +2,22% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). O texto acima foi extraído do Jornal da Fiec.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Castanha de caju potiguar

A safra de castanha de caju, que no Rio Grande do Norte, geralmente vai de outubro à janeiro do ano seguinte, permitiu, nesta safra, que a Conab comprasse diretamente do produtor rural 350 t de castanha de caju in natura. A operação de compra feita pela Conab foi antecedida de uma classificação oficial, com todo o estoque adquirido junto ao produtor rural submetido à uma análise feita pelo laboratório de classificação da Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Castanha de caju: queda de preços

Os preços da castanha de caju indiana provavelmente cairão nas próximas semanas. A produção de castanha aumentou substancialmente nas nações africanas ocidentais enquanto o consumo no mercado americano tem se mantido estável há alguns anos. Vale lembrar que os EUA absorvem cerca de 45% das exportações indianas. Da produção mundial de 1.650 mil t de castanha, a Índia responde pelo processamento de cerca de dois terços. A importação de castanha in natura pela Índia passou de 565 mil t em 2005/6 para 592 mil t em 2006/7. As exportações indianas para o ano fiscal 2006/7 caíram em termos de valor quando comparadas ao ano anterior. De acordo com o Conselho de Promoção das Exportações de Caju da Índia (CEPC), a “competição com o Vietnã é uma outra fonte de preocupação, além das castanhas vietnamitas serem de boa qualidade”. O Vietnã emergiu rapidamente como grande produtor, processador e exportador de castanha, assumindo a segunda posição no ranking mundial, antes ocupado pelo Brasil.

sábado, 28 de abril de 2007

Guiné Bissau

O governo da Guiné-Bissau fixou em 200 francos CFA (U$ 0,43 )/kg o preço de compra e venda da castanha do caju, principal produto de exportação do país e uma das mais importantes fontes de receita daquele país. Além disso determinou uma série de medidas para disciplinar a comercialização da safra de 2007, como a proibição de escoamento da safra através de fronteiras terrestres e abertura de linhas de crédito específicas. Estudos indicam que cerca de 80 % da população guineense vive direta ou indiretamente da cajucultura.

domingo, 22 de abril de 2007

Demanda de ACC

A amêndoa de castanha de caju (ACC) ocupa a terceira posição mundial no mercado de nozes, com uma demanda de 1,75 milhões de toneladas métricas.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Castanha de caju: safra 2007

O IBGE divulgou a terceira previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de março. Em relação a 2006, houve uma variação de +6,97% na produção, +0,93% na área plantada, +2,22% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja mais no site Cajucultura.

sábado, 14 de abril de 2007

Castanha de caju em terceiro

O agronegócio continua liderando a pauta de exportações do Rio Grande do Norte, que teve o melão como grande destaque do primeiro trimestre de 2007, liderando as exportações do estado com US$ 22,2 milhões (R$ 45 milhões). Em relação ao ano passado, o produto apresenta um crescimento de 37,2%. O melão vem seguido pelo açúcar que exportou US$ 9,7 milhões (R$ 19,6 milhões) nos três primeiros meses do ano. Em terceiro lugar na pauta está a castanha de caju, com US$ 9,3 milhões (R$ 18,8 milhões) com queda de 19,1% em relação a 2006.

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Conjuntura da castanha de caju

A partir dos dados publicados pela Secretaria de Comércio Exterior – Secex, compilados pela conjuntura divulgada pela CONAB, o Brasil exportou nos dois primeiros meses de 2007, 8.472 t de amêndoa à soma de US$38.480.243,00 (valores atuais). Contudo, a quantidade exportada em fevereiro foi menor, 3.960 contra 4.512 toneladas em janeiro. O Vietnã, segundo produtor mundial, exportou nesse mesmo período, duas vezes mais que o Brasil, 19 mil toneladas de amêndoa no valor de US$ 75 milhões, quantidade 12% superior da 2006. Para 2007 o país estima auferir uma receita U$700 milhões com as exportações do produto, valor este cerca de 39 % superior a 2006.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Vietnã exporta 27 mil t de ACC

O Vietnã exportou 27 mil t de ACC (amêndoa de castanha de caju), no valor de US$ 107 milhões, no primeiro trimestre de 2007 (10,6% superior a 2006). Segundo dados da Vietnam Cashew Association, em 2007 as exportações atingirão U$700 milhões, quase 39 % maior do que em 2006,. O ano passado os principais embarques de ACC made in Vietnã foram principalmente para a China, EUA, Países Baixos, Austrália, Canadá, Grã Bretanha e Rússia. Vietnã e Índia, dois dos maiores exportadores mundiais de ACC, estabeleceram recentemente uma aliança para promover o aumento do consumo global de ACC.

domingo, 1 de abril de 2007

Segunda maior área

O Piauí possui a segunda maior área cultivada com o cajueiro do Brasil. São 170 mil hectares plantados. No Estado existem 20 agroindústrias de beneficiamento da castanha de caju e a produção é de 160 mil toneladas ao ano. O setor gera cerca de 30 mil empregos permanentes e 60 mil temporários.

domingo, 25 de março de 2007

ACC: preço alto entrava consumo

Enquete realizada pelo site Cajucultura reforça a tese de que o fator preço é um dos principais entraves para o aumento do consumo da amêndoa de castanha de caju. A maioria dos internautas (63,64%) que participou da enquete atribui ao elevado preço do produto o baixo consumo da amêndoa de castanha de caju no Brasil. Para 22,08% falta de divulgação interna, enquanto 14,29% acham que a prioridade é o mercado externo.

sábado, 24 de março de 2007

Desempenho vietnamita

O Vietnã exportou 19 mil toneladas de amêndoa de castanha de caju (ACC) nos dois primeiros meses do ano, 127% superior em relação ao mesmo período do ano passado, com um faturamento de US$ 75 milhões. A maior parte das exportações destinou-se aos Estados Unidos, Canadá, Hong Kong, Formosa, Emirados Árabes, Alemanha, Tailândia e Noruega. O ano passado suas exportações somaram U$ 520 milhões.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Conjuntura do caju-de-mesa

O site Cajucultura divulgou os preços do caju-de-mesa na semana de 12 a 16 de março nas principais centrais de abastecimento do país onde o produto é comercializado. O site também lança uma nova enquete que trata da qualidade do caju comercializado para o consumo in natura.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Caju no cozinha Brasil

O desperdício de cerca de duas toneladas da pedúnculo de caju, rico em vitamina C, pela população nordestina, chamou a atenção dos nutricionistas do programa de educação alimentar Cozinha Brasil do Sesi. O órgão trabalha há dois anos em todo o país com aproveitamento de alimentos na sua integralidade. Atraídos pelos números do desperdício, o órgão, a exemplo do que já faz a Embrapa Agroindústria Tropical no Ceará, resolveu destacá-lo dentro do seus programa na região nordeste, em especial nos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Bahia, maiores produtores de castanha de caju. O resultado do trabalho poderá ser visto ainda este ano, provavelmente em maio, numa publicação especifica de receitas de caju distribuídos durante os cursos de educação alimentar do Sesi no Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia e Piauí.

sábado, 10 de março de 2007

Safra brasileira de castanha de caju

O IBGE divulgou a segunda previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de fevereiro. Em relação a 2006, houve uma variação de +7,04% na produção, +0,83% na área plantada, +2,22% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). Leia mais detalhes no site Cajucultura.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Produção de castanha cresce no Vietnã

A quantidade de castanha produzida pelo Vietnã este ano crescerá 12,5%. De acordo com a Associação de Cajucultores do Vietnã os produtores colherão 350.000 toneladas de castanha de caju em 2007, com 50.000 toneladas importadas do Cambodja, para atender as necessidades dos processadores. Os analistas de mercado prevêem que o Vietnã exportará 140.000 toneladas de ACC em 2007.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Castanha de caju moçambicana

Os produtores de caju moçambicanos na atual safra comercializaram cerca de 75.997 t de castanha, com a maior parte deste total (68.829 t) vendida pelas províncias do norte, particularmente Nampula e Cabo Delgado. Os preços de exportação estiveram abaixo da expectativa no início da safra, devido a notícias (aparentemente falsas) que as plantas processadoras da Índia detinham um grande estoque de castanha e que havia um excesso também na África ocidental. Também surgiram boatos de que de que as safras da Tanzânia e Indonésia haviam sido excepcionais. Na safra 2005/6 Moçambique exportou 26.349 t de castanha de caju. Este ano espera-se que as plantas processadoras locais adquiram até 30.000 t de castanhas. Entretanto, das treze plantas que estavam operando em 2006, duas (em Nampula) podem parar de funcionar este ano, principalmente devido a falta de capital para compra da matéria prima. Os preços pagos aos produtores pelo quilo de castanha variaram entre seis e oito meticais (no câmbio atual 25,8 meticais equivalem a um dólar americano). Isto representa um leve declínio em relação ao ano passado, quando os preços por quilo de castanha variaram entre sete e oito meticais.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Páscoa com castanha de caju

A Nutty Bavarian preparou uma embalagem especial para a páscoa 2007, recheada de nuts glaceadas, que estará disponível a partir de 20 de março. Em formato de cenoura, a nova embalagem traz 160g, que pode conter todos os tipos de nuts ou a combinação que o consumidor preferir: castanha de caju, amêndoa, macadâmia, noz pecan e amendoim. As castanhas fazem parte de um grupo de alimentos essenciais para uma dieta saudável. Estudos realizados na Universidade de Nutrição de Loma Linda, nos EUA, comprovaram os nutrientes de vários tipos de castanhas. Segundo o médico Joan Sabaté, coordenador das pesquisas, “as castanhas possuem vitaminas e sais minerais importantes para manter a saúde do corpo”. A carência de nutrientes e o desequilíbrio energético nos alimentos podem resultar em várias doenças como obesidade, hipertensão e anemia.

domingo, 4 de março de 2007

Números do Vietnã

Somente nos dois primeiros meses de 2007 o Vietnã exportou 19 mil t de ACC (amêndoa de castanha de castanha de caju), correspondente a U$ 75 milhões. É provável que este ano comercialize cerca de 140 mil t de amêndoas de ACC, avaliadas em U$ 560 milhões, de acordo com a Associação de Cajucultura do Vietnã. Presentemente aquele país está investindo na qualidade de produtos, intensificando a promoção comercial, conquistando mercados tradicionais como China, os Estados Unidos, Países Baixos, Austrália, Canadá, Grã-Bretanha, Rússia e Japão, e buscando novos compradores. Vale lembrar que em 2005 o país possuía 350 mil ha de cajueiros, e planeja aumentar a área para 450 mil ha em 2010.

quinta-feira, 1 de março de 2007

No caminho certo

O Governo do Rio Grande do Norte anuncia a distribuição de 200 mil mudas enxertadas de cajueiro anão precoce, dentro da política de incentivo à cultura do cajueiro. Segundo dados da Secretaria de Agricultura e Pecuária, entre 2003 e 2006 foram distribuídas cerca de 270 mil mudas de cajueiro anão naquele estado.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Dafruta lança suco

A Dafruta, empresa brasileira de sucos, lançou o primeiro suco de soja concentrado do mercado, o Dafruta Soja Concentrado 500ml. O novo produto chega ao consumidor ao custo médio de R$ 3,50, nos sabores caju e uva, e em breve, tropical C e maçã. A novidade vem para incrementar um segmento cujas vendas aumentaram 38% entre 2004 e 2005, quando foram comercializados 150 milhões de litros. Com o lançamento, a companhia espera crescer 35% no mercado nacional e atingir um faturamento de R$ 90 milhões, o dobro em relação a 2003. A empresa tem expectativa de crescimento das exportações para 2007 de 40%.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Safra de castanha de caju 2007

O IBGE divulgou a previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2007, tendo como referência o mês de janeiro. Em relação a 2006, houve uma variação de +7,40% na produção, +0,76% na área plantada, +2,50% na área colhida (hectares) e +4,73% no rendimento (kg de castanha por hectare). Veja maiores detalhes no site Cajucultura.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Caju: oportunidade de cooperação

A Associação Indiana do Caju, juntamente com processadores e exportadores de castanha de caju buscam oportunidades de cooperação com Binh Phuoc, província vietnamita que tem uma área cultivada com cajueiro de 195 mil ha, das quais 170 mil ha produzem anualmente mais de 200 mil t de castanhas, representando 50% da produção do país. Entretanto, a produção de castanha de caju processada da província é de 23.800 t. Mais grave: apenas 9 dos 127 processadores de castanha de Binh Phuoc reúnem as condições requeridas para a produção e exportação. O restante somente fornece castanha semi-processada para outros processadores.

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Produção de castanha cresce em 2007

Em 2007 a produção de castanha de caju no Ceará, deve registrar um crescimento de 1,95% em relação à área destinada em 2006. Como consequência, espera-se que a produção cresça 5,5%, chegando a 137.719 toneladas. É o que aponta o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa registrada na pesquisa é que a castanha de caju, cultivada em 177 dos 184 municípios cearenses, tenha mais 7.223 hectares incorporados ao sistema produtivo, passando para 378.255 hectares.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Entressafra do caju de mesa

Motivado pelo início da entressafra observa-se uma ligeira alta nos preços do caju de mesa em algumas cidades brasileiras onde o produto é comercializado. Veja os números no site Cajucultura, clicando no link Preços.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Cajucultura vietnamita

O Vietnã, um dos maiores exportadores mundiais de ACC (amêndoa de castanha de caju), em 2006 exportou mais de 130.000 t, faturando US$ 520 milhões. Nos bastidores do crescimento da cajucultura vietnamita está a VINACAS (Associação Vietnamita do Caju), que opera no campo da produção, processamento e comercialização. Estabelecida em 1990, a VINACAS exerce certo equilíbrio sobre o mercado, atua na fixação de preços, assessora o governo em políticas voltadas para a cajucultura e tem participação ativa em negociações internacionais relacionadas ao agronegócio castanha de caju.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Castanha: controle das exportações

O Instituto Nacional do Caju de Moçambique pretende cumprir com rigor as regras para a exportação de castanha de caju in natura pelo porto de Maputo a fim ter o controle da quantidade do produto que deixa o país por via marítima. As regras já existem e foram publicadas através de decreto, que estabelece que todas as exportações de castanha de caju não-processada têm de ser pesadas em balanças do Incaju e os técnicos do instituto têm de estar presentes a fim de certificar a quantidade e a qualidade. O Incaju estima que 15 mil t de castanha de caju serão exportadas para a Índia pelo porto de Nacala, mas desconhecem os números reais para o porto de Maputo. Das 75 mil t que serão adquiridas aos produtores na safra 2006/2007, entre 25 mil e 30 mil serão processadas pelas 23 fábricas existentes no país.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Caju: acordo entre os grandes

A Associação dos cajucultores do Vietnã (VINACAS) e o Conselho de Promoção das Exportações de Caju da Índia (CEPCI) assinaram um memorando de entendimento com vistas à cooperação entre os dois países. A idéia é intercambiar informações sobre previsões da colheita, além de estatísticas relacionadas à produtividade, exportações e importações, informações de mercado e políticas do governo a respeito do caju. Os dois países pretendem também incluir o Brasil nesse acordo entre os maiores produtores mundiais de castanha de caju.

sábado, 27 de janeiro de 2007

Caju lidera no RN

Na lista de exportações dos principais produtos do estado do estado do RN em 2006, o melão lidera a pauta, seguido por castanha de caju e camarão. As frutas secas também apresentaram um bom desempenho nesse conjunto de itens exportados, registrando um total de US$ 144 milhões (cerca de R$ 317 milhões). Já os pescados sofreram uma queda de 24% em relação a 2005 e somaram US$ 59,6 milhões (pouco mais de R$ 131 milhões) em volume de negócio.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Goma do cajueiro

Artigo publicado na revista Ciência Hoje (dez/2006), com base em estudo da Escola de Química da UFRJ e do Instituto de Biologia da UERJ, informa que o exsudato (goma) do cajueiro pode diminuir a pressão arterial. Essa substância é liberada pelo caule da planta, caso ela sofra alguma agressão do meio externo. É uma espécie de resina, inodora, com coloração entre o amarelo e o âmbar. Testes constataram que cobaias de laboratório que apresentavam hipertensão (pressão arterial alta), quando alimentadas durante 25 semanas com a goma do cajueiro (exsudato processado) tiveram 20% de redução em sua pressão arterial.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Produção de castanha no Vietnã

Em 2006, as exportações de castanha de caju in natura do Vietnã cresceram 26% em valor e quantidade. A maior parte foi exportada para a Europa e China, que respondem por 42.31% e 22%, respectivamente, do total das exportações de castanha do país. Em 2006 o Vietnã exportou mais de 130 mil t de ACC, faturando cerca de US$ 500 milhões. Atualmente responde por 50% do mercado mundial de castanha in natura, com uma saída anual de cerca de 100 mil t. Leia mais no site Cajucultura.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Preços do caju de mesa

Estes são os preços do caju de mesa (R$/kg) na semana de 15 a 19 de janeiro: Recife (0,56), Salvador (2,50), Brasília (3,33), São Paulo (3,00), Campinas (8,50), Curitiba (9,20), Fortaleza (1,39), Natal (1,00). Semanalmente o site Cajucultura divulga esta série.

domingo, 21 de janeiro de 2007

Renovando com mudas enxertadas

A Emater Ceará iniciou a entrega de 520 mil mudas enxertadas de cajueiro para os agricultores cearenses das regiões Metropolitana, Litoral Leste, Baixo-Jaguaribe, Meio-Norte, Baixo Acaraú, Zona Norte, Extremo Norte, Maciço de Baturité, Cariri, Cariri Leste e Cariri Oeste. A ação começou pelo Cariri. Cada produtor beneficiado receberá um número de mudas suficiente para atender uma área mínima de dois hectares e no máximo de cinco hectares. Além de fornecer as mudas selecionadas, a Ematerce ainda realizará o acompanhamento do plantio no campo, cuidando para que o agricultor mantenha o compromisso de adotar tecnologias difundidas pelos técnicos da Empresa. A muda recebida, que custa R$ 1,45, será paga pelo produtor no quarto ano após o plantio.