sábado, 30 de dezembro de 2006

Protetor solar

Uma substância presente no óleo extraído da castanha-de-caju poderá em breve compor protetores solares. Um grupo de pesquisadores da UnB - Universidade de Brasília mostrou que um dos componentes do produto é eficaz no bloqueio de raios ultravioleta (UVA e UVB), que causam queimaduras e elevam o risco de câncer. Os testes pré-clínicos foram concluídos e após a obtenção de patente internacional, novos testes serão feitos em laboratórios registrados. Se aprovado, o produto poderá ser usado na indústria farmacêutica e de cosméticos. Os testes realizados em cobaias revelaram que, apesar do óleo ser cáustico e poder provocar queimaduras se usado na forma bruta, algumas das novas substâncias sintetizadas pela equipe não apresentaram toxicidade na presença da luz e não causaram irritação cutânea e ocular.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Zoneamento do cajueiro

O site Cajucultura disponibiliza um novo link aos seus visitantes. Trata-se do Zoneamento, uma ferramenta auxiliar para quem deseja plantar o cajueiro. Vale a pena conferir.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Balanço cearense (II)

O setor de calçados cearense liderou as vendas para o exterior nos primeiros onze meses do ano, com um volume de transações da ordem de US$ 217,38 milhões. Na seqüência, a castanha de caju (amêndoa de castanha de caju - ACC e líquido da casca da castanha - LCC), com US$ 128 milhões de exportação (14% do valor exportado). Em 2005 o valor exportado foi de US$ 130 milhões. Leia mais no site Cajucultura, link Previsão no Ceará.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Balanço cearense

Segundo a FIEC/CIN, as exportações cearenses no acumulado de 2006 permaneceram representando 0,7% das exportações brasileiras. O Ceará permanece como o 15º dentre os estados exportadores e o 3º do nordeste. Os calçados, a castanha de caju (amêndoa e LCC), couros e têxteis continuam liderando as exportações com 65,7% do total. Outros setores que apresentaram bons resultados no acumulado de 2006 foram: a fruticultura que cresceu 23,1%; o mel natural que registrou variação positiva de 53,0%; e as ceras vegetais com 17,8%. São setores com potencial para continuarem em crescimento no ano de 2007.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Falta qualidade

A Tanzânia collheu em 2006 uma safra de castanha de caju estimada em 100 mil toneladas, das quais 35 mil t ainda não foram comercializadas. O principal desafio, além dos preços baixos, reside no item qualidade. Por outro lado, impulsionadas por promoções utilizando a amêndoa de castanha de caju em pratos natalinos, supermercados do Reino Unido tiveram um crescimento de 41% nas vendas do produto.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Web Estatísticas

No período de outubro a dezembro de 2006 os internautas que mais acessaram o site Cajucultura foram os do Brasil, Índia e Portugal. Os dados são do Shinystat (Site especializado em Web Estatísticas). Segunda e terça-feira são os dias de maior visitação. Os horários compreendidos entre 11h00 AM e 13h00 PM são os preferidos.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Safra de castanha 2006

O IBGE divulgou a estimativa de previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2006, tendo como referência o mês de novembro. Em relação a 2005, houve uma variação de +60,79% na produção, +2,92% na área plantada, +1,27% na área colhida (hectares) e +58,88% no rendimento (kg de castanha por hectare). Maiores detalhes desses números podem ser vistos no site Cajucultura, no link Previsão no Brasil.

sábado, 9 de dezembro de 2006

Resultado de enquete

A discussão sobre a exportação de castanha de caju in natura produzida no Brasil para outros países vez por outra volta à cena, principalmente quando os preços pagos ao produtor nacional estão em baixa. Para saber a opinião dos internautas, o site Cajucultura fez a seguinte enquete: O Brasil deve permitir a exportação de castanha de caju in natura para outros países? Cerca de 75% dos que responderam manifestaram-se contrários à exportação, enquanto que 25% responderam afirmativamente. O site já está com uma nova enquete. Desta vez quer saber a preferência do consumidor em relação a alguns sucos de frutas comercializados no Brasil.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Suco de caju

A Parmalat Brasil, uma das maiores empresas de alimentos do País, investe na sua marca Santal e lança o suco Santal 305ml, em embalagem PET. Com o novo produto, que chega este mês a todo o Brasil, a empresa prevê aumento de 15% nas vendas de Santal, sendo que a embalagem de 305 ml responderá por cerca de 30% das vendas da marca. " Natural e sem conservantes, o Suco Santal 305 ml estará disponível em doze opções, nos sabores caju, laranja, manga, pêssego, maracujá e uva, tanto nas versões light e tradicional. O produto, elaborado a partir de matéria-prima, passa por um processo produtivo ultramoderno, que reduz qualquer tipo de interferência no sabor original da fruta.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Caju e Mel

A partir desta quinta-feira, o município cearense de Ocara (a “terra do caju”), estará promovendo a I CAJUMEL: Feira do Agronegócio do Caju e do Mel. Na programação constam seminários, palestras, cursos, serviços, clínicas tecnológicas, shows musicais, culturais e escolha da Rainha do Caju e do Mel 2006. Veja a programação técnica com detalhes no site Cajucultura, link Eventos.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Fotocópia (II)

Analistas estimam que a produtividade de castanha vietnamita nos próximos cinco anos passará dos atuais 1,1 t/ha para 1,6 t/ha, com a área de cultivo atingindo 500 mil ha. A preocupação agora é com a demanda e oferta mundiais. Com o número de empresas processadoras crescendo, se a oferta mundial exceder a demanda muito em breve estas fábricas fecharão suas portas. A produção doméstica de castanha de caju não é o bastante para a exportação, obrigando a importação de matéria prima para processamento e posterior exportação. A indústria local não se importa com os produtores de castanha e os produtores, por sua vez, não têm meios para expandir a área e melhorar a qualidade. De resto, com ressalva aos números, uma situação muito similar a que ocorre no Brasil.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Fotocópia (I)

Segundo análise feita pelo Vietnam Economic Times, apesar do Vietnã ser o segundo maior exportador mundial de castanha de caju, os exportadores vietnamitas ainda atuam de forma amadora, com pouco grau de profissionalismo. O ano passado, aquele país exportou 105 mil t de castanhas, a maior parte para China, Estados Unidos, Europa ocidental, Sudeste Asiático, Rússia e Europa Oriental. Graças à elevada demanda mundial, o país obteve uma receita com a exportação de castanha de US$ 700 - 800 milhões e pretende elevar este valor para US$ 1 bilhão em 2010, de acordo com a Associação de Produtores de Caju do Vietnã. O irônico desses números é que não tenha havido nenhum investimento ou cooperação governamental para a cadeia produtiva do caju. De acordo com a mesma análise, os compradores competem negativamente entre si pela aquisição de castanhas para a exportação, dando origem a um produto de baixa qualidade. Essa disputa se acirra especialmente no final da colheita quando escasseia a matéria prima.

sábado, 2 de dezembro de 2006

Indústria da transformação

Em 2006 a indústria da transformação - beneficiamento de castanha de caju, calçados, vestuário/têxtil - foi a que mais empregou no Ceará. Segundo especialistas, o ano de 2006 foi positivo para o Estado, principalmente se for considerado que em 2005 setores da indústria enfrentaram problemas com o dólar e as altas taxas de juros impeditiva a investimentos.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Farelo de castanha

Trabalho de pesquisa conduzido com o objetivo de avaliar o desempenho de frangos de corte alimentados com ração com farelo de castanha de caju (FCC), subproduto oriundo do beneficiamento da castanha de caju, conclui: 1) o FCC utilizado na alimentação de frangos de corte não compromete o desempenho nas diferentes fases de criação; 2) a inclusão do FCC na ração para frangos de corte, a partir de 10%, melhora o ganho de peso e a conversão alimentar.