sábado, 29 de julho de 2006

Oportunidades no Leste Europeu

A APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos) levará empresas do setor de alimentos, bebidas e tecnologia de processamento de alimentos para a 23ª edição da Polagra Food. O evento acontece em Poznam, na Polônia, e este ano será realizado entre 16 e 20 de setembro. Para este ano a Agência espera a participação de 12 expositores brasileiros, que terão o apoio para elaboração de catálogo de produtos, contratação de intérpretes, organização do Pavilhão Brasil e do Bar Brasil, onde ocorre degustação de produtos. Atualmente, os produtos brasileiros mais importados pela Polônia são café, carne bovina congelada, doces, bombons e confeitos, pimentas, polpas de frutas congeladas, frutas cítricas frescas, doces de frutas, cereais, castanha de caju, amendoim e cachaça.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Produção Integrada

Acontece nesta sexta-feira (28/7), em Timon (MA), o Seminário sobre Produção Integrada da Cajucultura. O evento será realizado no Auditório Wall Ferraz. Dentre os temas expostos destacam-se: A Produção Integrada da Cajucultura, Certificação Inmetro e Importância da Cajucultura para o Maranhão. A promoção é do Ministério da Agricultura, Embrapa, CNPq e CINPRA Cocais.

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Monitoramento de pragas do cajueiro

Começa hoje em Guanacés, distrito de Cascavel (CE), o V Curso para Monitores de Pragas e Doenças na Produção Integrada de Caju. A promoção é da Embrapa Agroindústria Tropical, Ministério da Agricultura e CNPq. O evento encerra amanhã, dia 28/7, com a realização de um dia-de-campo no Sítio Eldorado, onde os participantes terão a oportunidade de aplicarem os conhecimentos téoricos aprendidos durante o treinamento.

terça-feira, 25 de julho de 2006

Caju em Jangada

O município de Jangada (80 km de Cuiabá - MT) recebeu maquinários e material de consumo para implantação de uma agroindústria de derivados de caju. Para o início das atividades, prevista para agosto, a agroindústria recebeu materiais como bandejas para embalagem, bomba sanitário, câmara fria para congelados, mesa transporte, entre outros. No município existem 52 produtores de caju. As famílias desses produtores já fabricam doces caseiros e balas de caju.

sábado, 22 de julho de 2006

Maisa

Não apareceu comprador ao leilão judicial de bens da Maisa, realizado na última quinta-feira (20/7), em Mossoró (RN). O lance inicial pedido pelos conjuntos Fábrica de Beneficiamento de Castanha de Caju, Centro Administrativo Maisa, Poço 10 (com 683 metros de profundidade), além da marca Maísa e todo o maquinário da fábrica, era de R$ 3,7 milhões.

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Cajucultura na Fispal

Até a próxima quinta-feira, 20 de julho, no Anhembi, em São Paulo (SP), os visitantes da 22ª Feira Internacional da Alimentação - Fispal que passarem pelo estande do Ministério da Agricultura poderão ver a exposição de produtos oriundos da cajucultura, como doces, compotas e sucos. Além disso, poderão obter junto aos técnicos da Embrapa detalhes sobre o beneficiamento da castanha de caju em minifábricas, uma alternativa para geração de emprego e renda para pequenos cajucultores na região Nordeste do Brasil.

domingo, 16 de julho de 2006

Cajucultura no Piauí

O Piauí se destaca como o segundo maior produtor de castanha de caju do Brasil, com cerca de 160 mil hectares plantados. No Estado existem 20 agroindústrias de beneficiamento de castanha de caju e a produção prevista para 2006 é de 60 mil toneladas por ano. O setor gera cerca de 90 mil empregos, entre permanentes e temporários.

sexta-feira, 14 de julho de 2006

Exportações do RN sobem 6%

Apesar do câmbio desfavorável e da queda de produtos como camarão e melão as exportações do RN subiram 6% no primeiro semestre do ano. O volume vendido foi equivalente a R$ 406,4 milhões - 6,6% maior que o do mesmo período do ano passado, incluído o petróleo - com a consolidação da castanha de caju como principal item da pauta. O volume exportado do produto no primeiro semestre ultrapassou o do camarão e do melão, chegando a US$ 28,7 milhões (R$ 64,2 milhões). O bom momento é revelado também pelo comparativo do Centro Internacional de Negócios do RN, levando em conta o primeiro quadrimestre de 2006 e o de 2005. Segundo a entidade, em 2005 o setor exportou US$ 15 milhões (R$ 33,6 milhões) no período, contra US$ 24 milhões (R$ 53,7 milhões) do camarão e US$ 20 milhões (R$ 44,8 milhões) do melão. Este ano enquanto as exportações do camarão caíram 38% e as do melão 19%, a castanha teve um acréscimo de 17%.

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Ceará exporta menos

Os principais resultados das exportações e importações do Ceará no primeiro semestre de 2006 foram divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Ceará. Apesar do saldo comercial de US$ 75,1 milhões e do crescimento de 4,4% no acumulado das exportações, os números são inferiores ao primeiro semestre de 2005. Destaque nas estatísticas são as grandes quedas quando se compara janeiro a junho de 2006 com 2005. A participação do produto flores nos primeiros seis meses deste ano foi zero. Por sua vez, a queda na exportação da castanha de caju é atribuída à entressafra, podendo a variação negativa de 9,5% ser recuperada posteriormente. Apesar disso, calçados, castanha de caju, têxteis e couro continuam liderando a pauta.

terça-feira, 11 de julho de 2006

Exportações moçambicanas

As exportações moçambicanas nos três primeiros meses de 2006 tiveram um aumento de 36% comparadas com o mesmo período de 2005. As vendas de camarão aumentaram 40 %, enquanto as vendas de castanha de caju sofreram uma redução de 86 %.

domingo, 9 de julho de 2006

Custos de produção

O Vietnam, o segundo maior exportador de castanha, depois da Índia, tem sofrido este ano não apenas pela queda nos preços da matéria prima, mas também pela elevação dos custos de produção. The Vietnam Cashew Association havia planejado importar cerca de 100.000 t de castanha in natura para suprir 100 plantas processadoras locais, com uma capacidade combinada superior a 350.000 t. O Vietnam vendeu o ano passado 103.000 t de castanha para o exterior, num total de U$ 486 milhões, tornando-o o primeiro lugar entre os 10 maiores países exportadores. Para este ano o país projeta exportar 120.000 t.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Vietnã

O Vietnã exportou 57 mil t de castanha de caju na primeira metade de 2006, avaliadas em U$ 217 mil. O preço médio foi de U$ 4/t, representando uma queda de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Alienação da MAISA

A empresa Maísa, tradicional processadora de sucos de polpas de frutas tropicais e de beneficiamento de castanha de caju se encontra à venda. A alienação vai ocorrer no próximo dia 20 de julho, em Mossoró (RN). O preço mínimo está avaliado em R$ 9,5 milhões. O primeiro lote, formado pela fábrica de beneficiamento de castanha de caju, do centro administrativo, da marca de indústria Maísa e pelo uso da água do poço dez, tem preço mínimo de R$ 3,7 milhões. A fábrica de beneficiamento de castanha de caju tem capacidade instalada de 12 mil toneladas ao ano, existindo espaço físico para ampliar a produção para 16 mil toneladas.