sexta-feira, 30 de junho de 2006

Novas empresas

Em 2006 foram inauguradas no município de Eusébio (CE) oito novas empresas, gerando cerca de 350 empregos diretos. Em 2005, 20 empresas se instalaram no Eusébio, empregando um contigente de mais de 800 pessoas da mão-de-obra local. Sandálias de borracha, confecções, beneficiamento de castanha de caju, material de limpeza, beneficiamento de carne de charque, fabricação de brindes, esquadrias, portas e janelas de metal, cosméticos, móveis, e produtos para a saúde, são algumas das atividades contempladas.

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Exportações de castanha

Em 2005, a balança comercial entre Ceará e Itália apresentou um saldo de US$ 18 milhões. As exportações cearenses alcançaram US$ 37 milhões, enquanto as importações ficaram em cerca de US$ 19 milhões. Os produtos mais exportados foram os artigos em couro e pele (65%). Em segundo aparece a castanha de caju (9,6%). Já os números de 2006, até abril, indicam as exportações em US$ 15 milhões e as importações em US$ 6 milhões.

terça-feira, 27 de junho de 2006

IBGE destaca exportações

A Pesquisa Industrial Anual (PIA 2004), realizada pelo IBGE, mostra que as empresas industriais ampliaram de modo significativo a participação das exportações no total de seu faturamento entre 1996 e 2004, de 10,8% (38,8 bilhões de reais) para 20,4% (239,5 bilhões de reais). No Ceará as vendas industriais atingiram R$ 12,1 bilhões em 2004. A participação das exportações cearenses no total do Brasil se manteve estável entre 2000 (0,9%) e 2004 (0,9%). Os itens castanha de caju, fresca ou seca, sem casca; outros couros e peles de bovinos; outros calçados de couro natural e calçados de borracha e plástico responderam em 2004 por 42,2% das exportações estaduais.

domingo, 25 de junho de 2006

Produtos orgânicos

O consumo de produtos orgânicos cresce no Brasil a uma média de 50% ao ano e já possui a segunda maior área plantada de orgânicos do mundo. No Ceará, existem 130 produtores que praticam a agricultura sem o uso de agrotóxicos em quase 13.500 hectares, na Região Metropolitana de Fortaleza, na Serra da Ibiapaba e no Cariri. Dentre os produtos destaca-se a castanha de caju que é exportada para os EUA e Europa. Em Fortaleza, durante esta semana serão realizados debates, palestras, seminários, fóruns e degustações de alimentos orgânicos. Com o objetivo de divulgar os produtos orgânicos junto à população, será realizada uma palestra sobre o tema, nesta segunda-feira, 26, na sede da Embrapa, a partir das 14h30 horas.

sábado, 24 de junho de 2006

Balança se recupera

Após o desempenho negativo de abril — com alta das importações, a balança comercial cearense conseguiu se recuperar em maio. Os aumentos mais acentuados foram na exportação de frutas (159%), rochas ornamentais (94,5%) e químicos (73,4%). Entretanto, os líderes da pauta continuam sendo calçados, que representam 25,7% das exportações, castanha de caju e couros, que respondem por 14,4% e 13,5%, respectivamente. As maiores quedas foram de gorduras e margarinas (-98,8%) e flores (-71,3%).

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Casca de castanha gera energia

O governo da Guiné Bissau recebeu donativos de 25 milhões de dólares (19,23 milhões de euros) para o co-financiamento de um projeto multisetorial de reabilitação de infra-estruturas em Bissau, especificamente nas áreas da energia, água e estradas. Parte desse montante será destinado para o financiamento de projetos piloto para a co-geração de energia elétrica a partir da casca da castanha de caju, principal produto de exportação daquele país.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

FM Cajucultura

O agrônomo Elano Ferreira, em Severiano Melo (RN), possui um programa de rádio em uma emissora FM Comunitária e está usando todas as informações encontradas no site cajucultura.com.br e no cajucultura.blogspot.com para subsidá-lo no fornecimento de informações sobre a cajucultura aos ouvintes do citado programa. Parabéns.

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Moçambique aumenta produção

Estimativas do Instituto Nacional do Caju (INCAJU) registram que Moçambique vai produzir cerca de 85 mil t de castanha de caju em 2007, representando um aumento de 15 mil t em relação à safra atual. A produção poderá ainda subir para 100 mil t por ano, após a instalação de três fábricas de processamento de castanha de caju na Zambézia, Cabo Delgado e em Nampula, província do Norte que produz cerca de metade da castanha do país. Segundo o INCAJU, 13 dos 27 milhões de cajueiros existentes no país serão pulverizados este ano contra o oídio, doença tida como a principal causa da baixa produção moçambicana.

terça-feira, 20 de junho de 2006

Fábrica de cajuína

O Governo do Piauí inaugurou, no último dia 15, uma unidade de beneficiamento de caju na comunidade Livramento, município de Castelo do Piauí. O objetivo desta fábrica é incrementar a produção e beneficiamento do pedúnculo de cajueiro-anão precoce na referida comunidade, minimizando perdas na colheita e garantindo ao agricultor familiar uma maior renda, através da agregação do valor da matéria-prima, transformando o caju em cajuína e em doce, por exemplo. A fábrica beneficiará diretamente 25 famílias que passarão a produzir, além da castanha, doce, mel, rapadura, cocada e cajuína.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Castanha potiguar em alta

Segundo levantamento divulgado pela CONAB, de janeiro a maio o óleo bruto de petróleo e a castanha de caju foram os itens de melhor desempenho no Rio Grande do Norte. Para a castanha de caju (amêndoas), cujo quilo era comercializado por R$ 9,93 no período, o crescimento foi de 24,5%. O produto movimentou, em dólares, o equivalente a R$ 10,3 milhões, contra US$ 18,7 milhões (R$ 8,3 milhões) exportados nos cinco primeiros meses de 2005. Comparando sua atuação no Rio Grande do Norte e no Ceará, observa-se que nos últimos oito anos as amêndoas têm apresentado desempenho majoritariamente negativo nas exportações do Ceará, com queda de 3,9% em 2005. No Rio Grande do Norte, entretanto, vêm seguindo um ritmo de crescimento, considerando o mesmo intervalo de tempo. A média potiguar ficou, inclusive, bem maior que a nordestina e a nacional no ano passado. Os índices de incremento nos três cenários foram respectivamente de 44%, 0,4% e 0,4%.

sexta-feira, 16 de junho de 2006

Marca própria

Para lucrar com o comércio extra gerado pelos jogos do Brasil na copa, a Wal-Mart lançou no Brasil uma linha de aperitivos prontos para servir. Os salgadinhos Great Value, que vêm se juntar a uma família que já conta com 50 tipos de produto, são embalados num pote de plástico com quatro divisórias, com 200 gramas no total. São três versões: amendoins salgados, pistache e castanha de caju; amendoins salgados e doces e castanha; e amendoins e amêndoas. A expectativa de vendas é grande e o produto é considerado inédito.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Castanha lidera

Os principais países importadores das mercadorias produzidas no Ceará, nos primeiros quatro meses de 2006, foram os Estados Unidos, a Argentina, a Holanda e o Reino Unido. Os setores que lideraram a pauta de exportações foram os de calçados, couros, peles, têxteis, castanha de caju e camarão.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Processar é preciso

O novo governo da Guiné Bissau considera prioritário que o país passe a processar industrialmente os seus produtos agrícolas, em particular a castanha de caju, principal produto de exportação do país, a fim de diminuir a sua dependência em relação às variações de preços do produto a granel, que tem penalizado os agricultores.

domingo, 11 de junho de 2006

Filtro solar de castanha

O Brasil poderá se tornar em breve um dos maiores exportadores de matéria prima para filtros solares obtida da castanha de caju. A partir do óleo da casca da castanha (LCC), pesquisadores da Universidade de Brasília - UNB conseguiram obter moléculas com elevados teores de proteção solar - similares às usadas atualmente na indústria para fabricação de filtros solares. O LCC já é usado na indústria química, mas é vendido pelo Brasil em estado bruto, a preços muito baixos. Com a síntese das moléculas o país poderá agregar valor às exportações.

sábado, 10 de junho de 2006

Destino do caju

São Paulo é o principal destino do caju para consumo in natura ou caju de mesa. No auge da safra cearense o caju de mesa segue para São Paulo em caminhões frigoríficos, acondicionados em bandejas, com quatro e até oito cajus. O caju passa por um rigoroso processo de seleção, sendo descartados cajus de cor amarela. O consumidor prefere a cor vermelha ou alaranjada. Em Fortaleza cresce a cada ano a venda do caju de mesa em grandes redes de supermercados e nas feiras livres.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Redução da pobreza

O Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou no último dia 05/06 um empréstimo de 29 milhões de dólares para ajudar Ghana a reduzir a pobreza e melhorar o bem-estar da população rural. A ação beneficiará diretamente 30 mil famílias de agricultores, garantindo emprego regular a cinco mil produtores de milho, mandioca e castanha de caju.

domingo, 4 de junho de 2006

Morrer na praia

Muito se tem falado sobre castanha de caju orgânica, pedúnculos orgânicos, etc. Vale lembrar que não adianta produzir um produto agrícola para o consumo mediante qualquer sistema de produção que empregue ao mínimo os insumos dito poluentes, se a etapa final de processamento despreza as Boas Práticas de Higiene. É o mesmo que nadar, nadar e... morrer na praia.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Marca registrada

O Piauí é o segundo maior produtor de castanha de caju do Brasil. O agronegócio caju piauiense responde por cerca de 30 mil empregos permanentes e 60 mil temporários. Uma marca registrada do Piauí é a cajuína, uma bebida não alcoólica produzida a partir do suco de caju natural, cristalina, sem adição de açucares e conservantes. O estado fabrica, anualmente, 500 mil litros do produto. A cadeia produtiva da cajuína gera, entre diretos e indiretos, aproximadamente 2.500 empregos.