sábado, 30 de dezembro de 2006

Protetor solar

Uma substância presente no óleo extraído da castanha-de-caju poderá em breve compor protetores solares. Um grupo de pesquisadores da UnB - Universidade de Brasília mostrou que um dos componentes do produto é eficaz no bloqueio de raios ultravioleta (UVA e UVB), que causam queimaduras e elevam o risco de câncer. Os testes pré-clínicos foram concluídos e após a obtenção de patente internacional, novos testes serão feitos em laboratórios registrados. Se aprovado, o produto poderá ser usado na indústria farmacêutica e de cosméticos. Os testes realizados em cobaias revelaram que, apesar do óleo ser cáustico e poder provocar queimaduras se usado na forma bruta, algumas das novas substâncias sintetizadas pela equipe não apresentaram toxicidade na presença da luz e não causaram irritação cutânea e ocular.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Zoneamento do cajueiro

O site Cajucultura disponibiliza um novo link aos seus visitantes. Trata-se do Zoneamento, uma ferramenta auxiliar para quem deseja plantar o cajueiro. Vale a pena conferir.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Balanço cearense (II)

O setor de calçados cearense liderou as vendas para o exterior nos primeiros onze meses do ano, com um volume de transações da ordem de US$ 217,38 milhões. Na seqüência, a castanha de caju (amêndoa de castanha de caju - ACC e líquido da casca da castanha - LCC), com US$ 128 milhões de exportação (14% do valor exportado). Em 2005 o valor exportado foi de US$ 130 milhões. Leia mais no site Cajucultura, link Previsão no Ceará.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Balanço cearense

Segundo a FIEC/CIN, as exportações cearenses no acumulado de 2006 permaneceram representando 0,7% das exportações brasileiras. O Ceará permanece como o 15º dentre os estados exportadores e o 3º do nordeste. Os calçados, a castanha de caju (amêndoa e LCC), couros e têxteis continuam liderando as exportações com 65,7% do total. Outros setores que apresentaram bons resultados no acumulado de 2006 foram: a fruticultura que cresceu 23,1%; o mel natural que registrou variação positiva de 53,0%; e as ceras vegetais com 17,8%. São setores com potencial para continuarem em crescimento no ano de 2007.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Falta qualidade

A Tanzânia collheu em 2006 uma safra de castanha de caju estimada em 100 mil toneladas, das quais 35 mil t ainda não foram comercializadas. O principal desafio, além dos preços baixos, reside no item qualidade. Por outro lado, impulsionadas por promoções utilizando a amêndoa de castanha de caju em pratos natalinos, supermercados do Reino Unido tiveram um crescimento de 41% nas vendas do produto.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Web Estatísticas

No período de outubro a dezembro de 2006 os internautas que mais acessaram o site Cajucultura foram os do Brasil, Índia e Portugal. Os dados são do Shinystat (Site especializado em Web Estatísticas). Segunda e terça-feira são os dias de maior visitação. Os horários compreendidos entre 11h00 AM e 13h00 PM são os preferidos.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Safra de castanha 2006

O IBGE divulgou a estimativa de previsão da safra brasileira de castanha de caju para 2006, tendo como referência o mês de novembro. Em relação a 2005, houve uma variação de +60,79% na produção, +2,92% na área plantada, +1,27% na área colhida (hectares) e +58,88% no rendimento (kg de castanha por hectare). Maiores detalhes desses números podem ser vistos no site Cajucultura, no link Previsão no Brasil.

sábado, 9 de dezembro de 2006

Resultado de enquete

A discussão sobre a exportação de castanha de caju in natura produzida no Brasil para outros países vez por outra volta à cena, principalmente quando os preços pagos ao produtor nacional estão em baixa. Para saber a opinião dos internautas, o site Cajucultura fez a seguinte enquete: O Brasil deve permitir a exportação de castanha de caju in natura para outros países? Cerca de 75% dos que responderam manifestaram-se contrários à exportação, enquanto que 25% responderam afirmativamente. O site já está com uma nova enquete. Desta vez quer saber a preferência do consumidor em relação a alguns sucos de frutas comercializados no Brasil.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Suco de caju

A Parmalat Brasil, uma das maiores empresas de alimentos do País, investe na sua marca Santal e lança o suco Santal 305ml, em embalagem PET. Com o novo produto, que chega este mês a todo o Brasil, a empresa prevê aumento de 15% nas vendas de Santal, sendo que a embalagem de 305 ml responderá por cerca de 30% das vendas da marca. " Natural e sem conservantes, o Suco Santal 305 ml estará disponível em doze opções, nos sabores caju, laranja, manga, pêssego, maracujá e uva, tanto nas versões light e tradicional. O produto, elaborado a partir de matéria-prima, passa por um processo produtivo ultramoderno, que reduz qualquer tipo de interferência no sabor original da fruta.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Caju e Mel

A partir desta quinta-feira, o município cearense de Ocara (a “terra do caju”), estará promovendo a I CAJUMEL: Feira do Agronegócio do Caju e do Mel. Na programação constam seminários, palestras, cursos, serviços, clínicas tecnológicas, shows musicais, culturais e escolha da Rainha do Caju e do Mel 2006. Veja a programação técnica com detalhes no site Cajucultura, link Eventos.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Fotocópia (II)

Analistas estimam que a produtividade de castanha vietnamita nos próximos cinco anos passará dos atuais 1,1 t/ha para 1,6 t/ha, com a área de cultivo atingindo 500 mil ha. A preocupação agora é com a demanda e oferta mundiais. Com o número de empresas processadoras crescendo, se a oferta mundial exceder a demanda muito em breve estas fábricas fecharão suas portas. A produção doméstica de castanha de caju não é o bastante para a exportação, obrigando a importação de matéria prima para processamento e posterior exportação. A indústria local não se importa com os produtores de castanha e os produtores, por sua vez, não têm meios para expandir a área e melhorar a qualidade. De resto, com ressalva aos números, uma situação muito similar a que ocorre no Brasil.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Fotocópia (I)

Segundo análise feita pelo Vietnam Economic Times, apesar do Vietnã ser o segundo maior exportador mundial de castanha de caju, os exportadores vietnamitas ainda atuam de forma amadora, com pouco grau de profissionalismo. O ano passado, aquele país exportou 105 mil t de castanhas, a maior parte para China, Estados Unidos, Europa ocidental, Sudeste Asiático, Rússia e Europa Oriental. Graças à elevada demanda mundial, o país obteve uma receita com a exportação de castanha de US$ 700 - 800 milhões e pretende elevar este valor para US$ 1 bilhão em 2010, de acordo com a Associação de Produtores de Caju do Vietnã. O irônico desses números é que não tenha havido nenhum investimento ou cooperação governamental para a cadeia produtiva do caju. De acordo com a mesma análise, os compradores competem negativamente entre si pela aquisição de castanhas para a exportação, dando origem a um produto de baixa qualidade. Essa disputa se acirra especialmente no final da colheita quando escasseia a matéria prima.

sábado, 2 de dezembro de 2006

Indústria da transformação

Em 2006 a indústria da transformação - beneficiamento de castanha de caju, calçados, vestuário/têxtil - foi a que mais empregou no Ceará. Segundo especialistas, o ano de 2006 foi positivo para o Estado, principalmente se for considerado que em 2005 setores da indústria enfrentaram problemas com o dólar e as altas taxas de juros impeditiva a investimentos.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Farelo de castanha

Trabalho de pesquisa conduzido com o objetivo de avaliar o desempenho de frangos de corte alimentados com ração com farelo de castanha de caju (FCC), subproduto oriundo do beneficiamento da castanha de caju, conclui: 1) o FCC utilizado na alimentação de frangos de corte não compromete o desempenho nas diferentes fases de criação; 2) a inclusão do FCC na ração para frangos de corte, a partir de 10%, melhora o ganho de peso e a conversão alimentar.

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Crescimento da cajuína

Embora não se saiba exatamente o volume de cajuína comercializado, este é um produto que tem no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas os principais produtores. A atividade tem despertado o interesse de pequenos empresários, podendo ser rentável desde que atinja um volume suficiente para cobrir os custos do investimento inicial e de produção. Como se trata de um produto natural, nutritivo e com características sensoriais atrativas, existe mercado. Estima-se que apenas no Piauí, a produção de cajuína gere em média 7 empregos diretos/agroindústria.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Eventos da cajucultura

Se você tem alguma sugestão para inclusão de eventos sobre o agronegócio caju, informe-nos através do e-mail cajucultura@cajucultura.com.br, destacando o título do evento (cursos, seminários, dias-de-campo, palestras, treinamentos etc), data, local, número de vagas, link na internet, taxa de inscrição (se for o caso), telefone ou e-mail para contato que o site Cajucultura fará gratuitamente a divulgação.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Subsitutos saudáveis

Existe um grupo de alimentos que nem sempre constam das dietas, como azeite, alho, iogurte, aveia, leite e as frutas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas e avelãs), mas que são extremamente benéficas à saúde. Estudos realizados na Universidade de Nutrição de Loma Linda, nos EUA, comprovam as propriedades anti-oxidantes das amêndoas e de vários tipos de castanhas. Segundo essas pesquisas, as frutas oleaginosas possuem vitaminas e sais minerais importantes para manter a saúde do corpo. As amêndoas, por exemplo, são ricas em vitaminas E, B1, cobre, zinco, magnésio, proteínas, fibras e gordura não saturada, ricas em laetrila, substância de combate a alguns tipos de câncer. Além disso, elas contém benzaldeído, ingrediente que ajuda a remover os radicais livres das células e diminuem em 50% as chances de problemas do coração, quando consumidas regularmente. As castanhas também protegem o sistema cardiovascular e aumentam a imunidade e o bom colesterol (HDL), além de colaborarem nos processos anti-inflamatórios, na cicatrização e, por serem ricas em ômega-6, contribuem para a beleza da pele e dos cabelos.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Agregando valor

Os produtores de caju de Olho D’Água das Flores (AL) foram contemplados com uma unidade de beneficiamento para a produção da castanha, polpa, doces e derivados. Em fase final de construção, a Unidade será entregue em dezembro próximo. Os equipamentos já foram adquiridos pela Associação dos Produtores de Caju do Povoado Areias, que conta atualmente com 50 sócios.

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Declínio de preços

O Instituto Nacional do Caju de Moçambique (INCAJU) estima que 75 mil t de castanhas serão comercializadas na safra 2006/7. Deste total, cerca de 30 mil t serão vendidas para 23 fábricas de processamento atualmente existentes em Moçambique, 35 mil t exportadas para a Índia e as 10 mil t constituem estoques que serão mantidos até a próxima safra e o mercado informal de amêndoas. O principal problema enfrentado por Moçambique neste momento(e por outros países) é a queda dos preços internacionais, tanto para castanha como para a amêndoa processadas. Para se ter uma idéia, os preços pagos aos produtores locais no momento estão em menos de U$ 20 centavos por quilo de castanha (cerca de R$ 0,42). Por outro lado, existem informações de que alguns países do oeste africano ainda não venderam toda a safra passada, existindo, desse modo, estoques entre 50 e 60 mil t de castanha em países como a Costa do Marfim, Guiné Bissau e Nigéria.

sábado, 18 de novembro de 2006

Ampliação

Líder na produção de castanha de caju, a Cascaju, empresa, do Grupo Edson Queiroz, busca ampliar sua atuação na Europa e em mercados alternativos como os do Oriente Médio, África e leste europeu. Atualmente, a empresa destina cerca de 70% da produção de castanha de caju para os mais variados países da Europa e Oriente Médio, além dos Estados Unidos. Hoje, a linha orgânica da Cascaju é reconhecida em âmbito mundial, com a maior parte desses produtos sendo produzida nas nas fazendas do Grupo e comercializados nos mercados dos Estados Unidos e da Europa, sobretudo Inglaterra, Itália e Alemanha.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Liderança mantida

As exportações do Rio Grande do Norte cresceram 5,5% de janeiro a outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2005. Novamente, este resultado deveu-se principalmente ao agronegócio. Entre os destaques no RN está a castanha de caju, cuja liderança vem mantendo desde o início do ano. Até o mês passado, o faturamento com ACC foi de US$ 38,4 milhões (R$ 81,4 milhões), 4,8% maior do que em 2005.

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Merenda escolar

Com o objetivo de garantir merenda escolar de qualidade para os alunos do município de Francisco Alves, a Secretaria Municipal de Educação optou por manter o ‘lanche saudável’ em 2007, que começou a ser servido este ano e ganhou aprovação dos alunos. Na semana passada mais dois alimentos foram incluídos no cardápio: pão com creme caseiro com cheiro verde, alface e cenoura ralada e suco natural de caju. Em tempo: Francisco Alves não produz caju e localiza-se no Paraná. Belo exemplo para os estados do Nordeste.

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Sucos em alta

As exportações brasileiras de bebidas acumularam, até setembro deste ano, cerca de US$ 836 milhões, sendo que somente suco de laranja já movimentou U$ 681,5 milhões em 2006, segundo dados do MDCE. Esse valor total é 13% maior que o do mesmo período no ano passado. O vinho, a cerveja, a cachaça e os sucos são os produtos que mais contribuem para esses números. Segundo a Abecitrus o Brasil atende a 52% da demanda mundial de suco de laranja. Frutas como caju e maracujá fazem sucesso nos Estados Unidos e Japão, dois dos maiores importadores.

sábado, 11 de novembro de 2006

Desânimo

Existe um desânimo geral entre os produtores de castanha de caju em função dos baixos preços pagos pelo produto (R$ 0,80 por quilo). Segundo os cajucultores, com este preço não compensa colher o produto, já que os custos aproximam-se de R$ 1,00 por quilo de castanha colhida. Ou se encontra uma saída urgente para o problema, ou as discussões sobre exportaçào de matéria prima in natura para outros países voltarão com muita ênfase. Leia mais sobre o agronegócio caju no site Cajucultura.

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Safra 2006

O IBGE divulgou a previsão de safra de castanha de caju para 2006, tendo o mês de outubro como referência. A estimativa da produção nacional é de 256 mil t de castanha, com uma previsão de área colhida de 706 mil hectares. A produtividade esperada é de 363 kg de castanha por hectare, representando um incremento de 69,63% em relação ao rendimento de 2005 (214 kg/ha). O Ceará, com uma safra estimada em 131 mil t de castanha, responde por mais de 50% da produção brasileira. Veja mais detalhes no site Cajucultura.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

De olho

Em missão ao Brasil em 2005, técnicos do SAV - Serviço Alimentar e Veterinário da União Européia (UE) apontaram irregularidades sanitárias e fitossanitárias em produtos como ovos, maçã, mamão, carne de frango, carne suína e carne bovina. A UE recentemente aceitou conceder um prazo adicional para que o Brasil implemente o plano de controle de resíduos para carnes, descartando, por hora, a adoção das medidas e o embargo à importação do produto, desde que o cronograma do plano seja observado. Por outro lado, vale destacar outras três commodities que estão sob o foco da UE: a castanha de caju, o amendoim e a pimenta-do-reino, justamente em razão dos níveis de controle de resíduos existentes no Brasil e aqueles exigidos pelo bloco europeu.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Qual é a cor?

O consumo do caju de mesa (caju vendido em bandejas) para consumo in natura tem crescido bastante nos últimos dez anos, especialmente na região sudeste do país. Com o objetivo de saber a preferência do consumidor quanto a cor do caju, o site Cajucultura fez uma enquete, obtendo os seguintes resultados: 47,3% preferem o caju alaranjado (foto); 43,24% optaram pelo vermelho; 5,41% escolheram o amarelo, enquanto 4,05% não têm preferência. O site agora quer saber se o consumidor estaria disposto a comprar o caju em bandejas sem a castanha. Qual é a sua opinião?

domingo, 5 de novembro de 2006

É a melhor saída (II)?

Em 1995, o Banco Mundial apresentou um ultimato ao governo de Moçambique, onde retirar a proteção garantida à indústria de caju local era uma das condições para concessão de empréstimos no valor de U$ 400 milhões. Embora o Banco Mundial tenha mais tarde apresentado um pedido de desculpas, as fábricas em Moçambique fecharam uma após outra, o mal estava feito e a maior parte da castanha hoje é exportada para processamento na Índia. Hoje, após muitos anos de crise, a indústria de processamento de castanha de moçambicana começa a mostrar tímidos sinais de recuperação. É isto que queremos para o Brasil?

sábado, 4 de novembro de 2006

É a melhor saída (I)?

Tenho acompanhado algumas declarações sobre a exportação de castanha de caju cearense não processada para a Índia, tendo como principal alegativa os preços pagos aos produtores. Não acredito que esta seja a melhor saída. Em passado recente, a indústria de processamento de castanha de caju moçambicana era dominada por grandes fábricas, que foram posteriormente vítimas de assalto do Banco Mundial contra a indústria de processamento daquele país nos anos 90.

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Declínio

As exportações indianas de amêndoa de castanha de caju declinaram durante o primeiro semestre de 2006, havendo uma pequena recuperação em setembro. É importante salientar que a produtividade da Índia situou-se em 815 kg de castanha por hectare, contra 2.000 kg por hectare obtidos pelo Vietnã no mesmo período.

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Castanha de caju potiguar

A tendência de crescimento da safra de castanha de caju do Rio Grande do Norte, que começou em setembro deste ano é de cerca de 11,5% em relação à 2005. A produção se concentra principalmente em Mossoró, Serra do Mel, Apodi, Rodolfo Fernandes e na região serrana do Seridó, com Macaíba e Touros também aparecendo como grandes áreas produtoras. Cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas na cadeia produtiva do caju no estado. Hoje a amêndoa potiguar e seus subprodutos são exportados para 19 países. Só os EUA compram 80% do que é produzido. O Canadá fica com 7%, seguido da Itália, França, Rússia, Portugal e de outros países, como Líbano, Venezuela, Síria e África do Sul. Além disso, o Kweit e os Emirados Árabes, que não aparecem nem em 2004 nem em 2005 como compradores, apenas este ano importaram US$ 88 mil (R$ 188,3 mil) e US$ 84 mil (R$ 179,7 mil), respectivamente.

terça-feira, 31 de outubro de 2006

Preços caju-de-mesa

Eis os novos preços, em reais, do quilo do caju-de-mesa em algumas centrais de abastecimento do Brasil que comercializam este produto (semana de 23 a 27/10/2006): Fortaleza (1,25), Natal (1,00), Recife (0,67), Belo Horizonte (5,00), São Paulo (5,00), Campinas (5,55), Curitiba (6,67).

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Enquete

O site cajucultura.com.br está promovendo uma enquete para saber a preferência do internauta quanto à coloração do caju-de-mesa ideal para o consumo. Amarelo, vermelho, alaranjado? Qual é a sua preferência? Vale a pena participar.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Novos valores

Eis os mais recentes valores pagos pelo quilo do caju-de-mesa (em R$) praticados nas principais centrais de abastecimento, referentes a semana de 16 à 20/10/2006: Fortaleza (1,25), Natal (1,00), Recife (0,67), Belo Horizonte (3,75), Sao Paulo 3,80), Campinas (5,33) e Curitiba (6,67).

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Baixa qualidade

A qualidade da amêndoa vietnamita começa a ser posta em cheque pelos seus principais compradores: os Estados Unidos. Em virtude do frequente achado de pêlos, dejetos e grãos de areia na amêndoa proveniente do Vietnã, os EUA já deram um ultimato: ou melhoram a qualidade ou perderão o cliente. Este não deixa de ser um aviso para os países competidores do Vietnã no agronegócio caju, além de se constituir numa excelente oportunidade de investirem fundo nas boas práticas agrícolas e de fabricação.

sábado, 21 de outubro de 2006

Destaque potiguar

O agronegócio é o segmento que apresenta o maior número de produtos na liderança da pauta de exportações do Rio Grande do Norte. Dentre as 15 maiores empresas que trabalham na área, nove têm o agronegócio (açúcar, álcool, camarão e frutas) como sua atividade principal. Mas é mesmo a castanha de caju o grande destaque. Desde abril deste ano ela desbancou o melão e o camarão em volume de dólares, produtos tradicionalmente ‘‘campeões’’. Assim, a castanha assume a liderança do ranking dos principais produtos, com US$ 36,5 milhões (R$ 83,2 milhões), e um aumento de 10,9% em relação ao ano de 2005.

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Suco de caju

Os apreciadores de suco de frutas têm um bom motivo para comemorar. Produzido a partir de frutas selecionadas e 100% natural, os sucos Brisk chegam ao mercado, este mês, em nove sabores e embalagem Tetra Pak de 1 litro. Considerado um produto Premium por sua qualidade diferenciada, os sucos Brisk terão nove sabores: caju, abacaxi com hortelã, goiaba, mamão, manga, maracujá, pêssego, uva e mamão com laranja.

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Caju de ouro

Começa hoje em Guanacés, município de Cascavel (CE), estendendo-se até sábado (21/10), o III Caju Nordeste. Na solenidade de abertura será entregue o troféu Caju de Ouro 2006 aos destaques da cajucultura cearense nas categorias instituição (SENAR CE), produtor rural (Raimundo Everardo Vasconcelos - Granja Soever) e pesquisador (Fábio Paiva e José Ismar Girão Parente, ambos da Embrapa). Saiba mais sobre a programação do evento no link cajunordeste.com.br.

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Nova previsão

Pelo último levantamento de previsão de safra de castanha de caju para a safra 2006/7, divulgado pelo IBGE, observa-se que a área colhida no Brasil deve situar-se em 704 mil ha (689 mil em 2005), com uma produção de castanha de 254 mil t (147 mil em 2005). Saiba mais sobre este assunto no site Cajucultura.com.br

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Redução

As exportações cearenses de amêndoa de castanha de caju (ACC) e líquido da casca da castanha (LCC) no período de janeiro a agosto de 2006 totalizaram U$ 94,4 milhões (contra 101,8 milhões no mesmo período de 2005), representando uma redução de 7,2%. Saiba mais sobre este assunto no cajucultura.com.br

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Imposto zero

O Ministério dos Negócios do Cambodja instituiu taxa de imposto zero sobre a importação de produtos agrícolas cambodjanos dentro do Vietnam. A taxa será aplicada sobre 40 categorias agrícolas daquele país, incluindo produtos elaborados a partir de mandioca, batata doce, castanha de caju, pimenta, arroz, milho, soja, amendoim, dentre outras. Estes produtos têm que ser manufaturados, coletados ou processados inteiramente no Cambodja. Os produtos terão que possuir um certificado de origem fornecido pelo referido Ministério.

domingo, 15 de outubro de 2006

Feira do Empreendedor

A Feira do Empreendedor, evento de caráter nacional que acontecerá de 14 a 19 de novembro no Jóckey Club do Piauí, em Teresina, pretende apresentar as grandes oportunidades de negócios no Estado. No espaço reservado à Cajucultura acontecerá o "I Seminário Nordestino da Cajucultura" entre os dias 16 e 18 de novembro, com a participação de produtores do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Maranhão. A programação inclui exposição de cajuína, doces, vinho, castanha, mudas e caju in natura. Uma mini-fábrica de beneficiamento da castanha de caju e uma mini-unidade artesanal de produção da cajuína, ambas em funcionamento, serão outros atrativos desse espaço.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Preço de castanha

A Conab fixou o preço para compra do quilo da castanha de caju a R$ 1,00 ou R$ 1,10 para a safra 2006. Caso a castanha seja comprada no local de produção, o quilo será R$ 1,00. Se o cajucultor trouxer o produto até a Companhia, o valor sobe para R$ 1,10. A castanha para ser comprada, deve ser classificada, dentro dos padrões estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), quanto a umidade e sujeira.

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Cajuína e reinserção social

Com capacidade para produzir 3 mil de cajuína por dia, a Fundação da Paz, instituição filantrópica sem fins lucrativos, e a EMATER do Piauí, promoveram entre os dias 05/10 a 07/10, capacitação de internos para melhor utilização do caju. O objetivo é gerar a reinserção social de pessoas com histórico de dependência química e álcool. No treinamento os técnicos ensinam todas as fases de produção da cajuína, desde a recepção (lavagem do caju) até o cozimento, última parte que visa obter a coloração típica da bebida. A fábrica de cajuína está inserida na Fazenda mantida pela Fundação e os cajus são coletados na mesma área. Através do Projeto Caju, o cultivo da fruta é incentivado com o propósito de beneficiar tanto a produção de cajuína, quanto para integrar a alimentação dos próprios internos.

sábado, 7 de outubro de 2006

Porto Nacional

Tem início nesta segunda-feira (09/10), em Porto Nacional (TO), com término previsto para quarta-feira (11/10) o Curso Cajucultura: do plantio à pós-colheita. O evento será realizado no Centro de Desenvolvimento Tecnológico daquela cidade. A cajucultura, embora ainda incipiente no estado de Tocantins, já desperta o interesse de um segmento de produtores interessados especialmente no aproveitamento do pedúnculo do cajueiro, com vistas ao mercado do caju de mesa.

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Este é o site!

Se você deseja obter informações atuais sobre os principais eventos nacionais e internacionais da cajucultura, não pode deixar de visitar o site Cajucultura. Nele o internauta pode ainda sugerir a inclusão de eventos, bastando enviar um e-mail para cajucultura@cajucultura.com.br, com o título do evento, data, local, número de vagas, taxa de inscrição (se for o caso), telefone ou e-mail para contato.

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Nova geografia

A cajucultura começa a ter um novo desenho em sua geografia. O Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, antes considerados como os únicos produtores de castanha de caju, começam a visualizar outras unidades da federação ingressando nesta atividade. Nessa nova geografia estão a Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Tocantins, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. Quem tiver a maior competência, com certeza se estabelecerá. Aliás, como em qualquer outro negócio.

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Novos preços

Com o início da safra de caju nos pomares de cajueiro-anão precoce, tem início a dança dos preços do produto nas principais centrais de abastecimento. Estes foram os preços de venda (kg) do caju de mesa no atacado praticados na semana de 25 a 29/9/2006: R$ 1,25 (Fortaleza), R$ 1,31 (Natal), R$ 0,50(Recife), R$ 6,25 (Belo Horizonte), R$ 8,00 (São Paulo), R$ 9,00 (Campinas) e R$ 3,60 (Curitiba).

domingo, 1 de outubro de 2006

III Caju Nordeste

Alguns eventos importantes ligados ao agronegócio caju ocorrem neste mês de outubro. Um deles é o III Caju Nordeste. Com uma programação essencialmente técnica, deverá se constituir no maior fórum para apresentação dos avanços na cajucultura nacional. Em tempo: o Caju Nordeste ocorrerá de 19 a 21/10/2006, no distrito de Guanacés (CE). Para maiores informações visite o site do evento (www.cajunordeste.com.br).

sábado, 30 de setembro de 2006

Quênia

Cajucultores do Quênia foram beneficiados com uma concessão financeira do governo dos Estados Unidos, via USAID (United States Agency for International Development), para aumentar a produção de castanha de caju e melhorar a qualidade da matéria prima naquele país. Cerca de cinco mil produtores foram treinados em técnicas de pulverização e poda de cajueiros. A USAID pretende inserir esses produtores nos mercados do setor privado para aumentar as vendas do produto.

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Lenha de cajuí

Registramos e endossamos protesto enviado por leitor deste Blog contra o desmatamento no estado do Piauí de plantas de cajuí com a finalidade de produção de lenha. Segundo o mesmo, a continuar no ritmo atual, o cajuí ficará apenas na lembrança dos mais velhos.

quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Zoneamento agrícola

Foram publicadas na edição da última sexta-feira do Diário Oficial cinco portarias que definem o zoneamento agrícola de risco para o caju produzido na Bahia, sendo consideradas as características de clima e solo, altitude, volumes de chuvas, temperaturas médias anuais e umidade relativa do ar. O zoneamento agrícola de risco climático tem o objetivo de reduzir eventuais perdas nas fases mais sensíveis das lavouras, indicando aos produtores as épocas de plantio correlacionadas com os tipos de solo e com os ciclos das cultivares, por município. Quando o plantio não é recomendado, o produtor perde o direito ao crédito oficial e ao seguro.

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Baixa qualidade

O Vietnã espera faturar este ano cerca de U$ 400 milhões com as exportações de amêndoa de castanha de caju (ACC). Este valor está abaixo dos U$ 486 milhões inicialmente previstos, em parte devido a queda na demanda mundial e a baixa qualidade de suas amêndoas. Os principais importadores do Vietnã são a China, EUA, Holanda, Austrália, Canadá, Reino Unido e Rússia. A Vietnam Cashew Association atribui estes números a baixa aplicação dos avanços científicos disponíveis, resultando na baixa qualidade da castanha. Em conseqüência, os consumidores estrangeiros estão voltando a importar da Índia. O Vietnã, segundo maior exportador mundial de ACC, depois da Índia, vem sofrendo este ano não apenas pela queda nos preços internacionais, mas também pela elevação dos custos de produção. O país espera expandir a área plantada com cajueiros para 450 mil ha em 2010, dos atuais 350 mil ha, com as exportações de castanha alcançando U$ 700 milhões em 2010

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Made in Índia

O Conselho Indiano de Promoção das Exportações de Castanha de Caju - CEPCI estabeleceu como meta até 2020 o aumento da produção de castanha para 1,9 milhões de t e a exportação de amêndoas para 275 mil t (atualmente 115 mil t). O CEPCI, até março de 2007, definirá as boas práticas de manipulação para a indústria de processamento de castanha, utilizando padrões mundiais, visando defeito zero e a certificação de qualidade. O Conselho pretende também explorar novos mercados, com planos para exportar para 125 países contra os atuais 65, evidenciando a marca "Made in Índia".

domingo, 24 de setembro de 2006

Centro de pesquisa

O governo indiano financiará a implantação de um centro de pesquisa e desenvolvimento para a indústria de castanha de caju naquele país, com previsão de funcionamento para junho de 2007. As exportações de castanha representam apenas 0,6 % das exportações totais do país, mas a indústria de castanha emprega quase 1,5 milhões de pessoas na Índia, a maioria mulheres.

quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Seminário Nordestino

O Sebrae/PI, juntamente com vários outros parceiros, promoverão, no período de 16 a 18 de novembro de 2006, o I Seminário Nordestino da Cajucultura, com o tema Profissionalização e Perspectivas: Os Novos Desafios.

Suco de caju

Estimulados pela instalação de indústrias de suco e processamento de frutas no Espírito Santo, produtores capixabas decidiram apostar na diversificação. As primeiras culturas implantadas foram a goiaba e o abacaxi. A partir da safra 2006/07, serão cultivados caju e pêssego. De olho na expansão da fruticultura, a Minut Maid Mais, da Coca-Cola Company, se instalou em Linhares (ES) em 2002. Neste mês, o grupo inaugurou a expansão da fábrica, que passou de 70 milhões para 120 milhões de litros de sucos por ano. Atualmente 90% da polpa consumida vem de São Paulo e do Nordeste. O projeto é ampliar a participação do Espírito Santo de 10% para 80% em cinco anos. Produtores do norte do Estado também iniciaram o plantio de caju, estimando-se que serão cultivados 500 hectares de cajueiros.

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

São João da Barra

A mosca branca (Aleurodicus coccois) praticamente dizimou a área de cajueiro comum do município de São João da Barra (RJ), praga de difícil controle em plantas desse tipo. O município tenta agora implantar pomares de cajueiro anão precoce, de mais fácil manejo fitossanitário.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

Estagnação crônica

Um dos estudos apresentados sobre a cultura do cajueiro durante o XIX Congresso Brasileiro de Fruticultura, em Cabo Frio (RJ), sinaliza, com números, que o agronegócio caju brasileiro passa por uma grave crise interna (estagnação na área plantada, produção e rendimento) e externa (baixa competitividade frente aos principais produtores internacionais). Tudo isso, na realidade, é o reflexo da crônica falta de atenção a essa atividade por parte das diversas esferas de governo (estadual e federal). Quem planta, colhe algum dia...

domingo, 17 de setembro de 2006

Kaju India 2006

O Conselho de Promoção das Exportações de Caju da Índia realiza na cidade de Kovalam, durante toda esta semana, o encontro de negócios 'Kaju India 2006'. O evento objetiva examinar as tendências globais emergentes no agronegócio caju e preparar o documento 'Vision 2020', que apontará rumos para o marketing da castanha de caju processadas na Índia e exportadas para o mundo inteiro a preços competitivos. Cerca de 75% dos ingressos externos auferidos pela indústria de castanha indiana originam-se do estado de Kerala, especialmente da região de Kollam. O Conselho tenta obter para Kollam, junto ao Governo indiano, o certificado de 'cidade excelência da exportação'.

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Produção industrial

Em julho de 2006, a produção industrial do Ceará cresceu 2,2% frente a junho. Comparando julho de 2006 com julho de 2005, a indústria cearense avançou 13,1%, com seis das dez atividades industriais mostrando expansão. Os impactos positivos mais significativos vieram de têxtil (21,8%), decorrente da maior fabricação de tecidos, de algodão e de malha de fibras artificiais; e de alimentos e bebidas (13,1%), consequência do aumento da produção de castanha de caju beneficiada, e amendoim e castanha de caju torrados.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Recuperação moçambicana

Embora apenas três produtos - alumínio, eletricidade, e gás natural - respondam por 68% das exportações de Moçambique, este ano ocorrerá uma notável recuperação de alguns produtos tradicionais na pauta de exportações daquele país. As tentativas do governo moçambicano de “ressucitar” a produção de castanha de caju e a indústria de processamento local começam a dar frutos. As exportações de castanha processada renderam 1,7 milhões de dólares na primeira metade de 2005, contra U$ 8,4 milhões no mesmo período de 2006 - um salto de 387%. Entretanto, as exportações de castanha in natura para a Índia ainda são bastante elevadas. No primeiro semestre de 2006, U$ 20,5 milhões de castanha in natura foram exportadas (comparada com U$ 17,6 milhões no mesmo período de 2005).

terça-feira, 12 de setembro de 2006

LCC e nanotecnologia 2

Menos de 20% do LCC, um subproduto da indústria do caju, são utilizados na fabricação de tintas e lubrificantes. Sua aplicação potencial na nanotecnologia abre uma nova janela de oportunidade para os produtores do caju. As nanopartículas, assim denominadas em razão do tamanho extremamente pequeno, constituem a base de uma nova revolução tecnológica em andamento. O nanofluido magnético - uma solução coloidal que contém nanopartículas magnéticas - tem aplicações médicas tais como a “entrega” de drogas no tecido alvo. Combinado com determinados metais, os ácidos anacárdicos formam metais complexos solúveis em solventes orgânicos como o pentano e o tolueno.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

LCC e nanotecnologia

A deliciosa amêndoa de castanha de caju apreciada no mundo inteiro brevemente exercerá um papel mais importante na nanotecnologia. Quando o pesquisador indiano Kyathanahalli Nagabhushana defendeu sua tese de doutorado em 1998, não poderia imaginar o excitamento que sua pesquisa causaria entre os cientistas de materiais sete anos mais tarde. Não somente os cientistas mas os cajucultores futuramente agradecerão a este pesquisador, cujos estudos conduziram a um novo uso comercial para o LCC (líquido da casca da castanha). O LCC contém o ácido anacárdico, produto químico que Nagabhushana estudou em sua tese. As descobertas recentes mostram que os ácidos anacárdicos são úteis no preparo do “nanofluido magnético”.

sábado, 9 de setembro de 2006

Safra atrasada

O início da safra de castanha de caju no Ceará, que responde por mais de 50% da produção nacional do produto, atrasou, em decorrência das precipitações ocorridas no primeiro semestre e chuvas fora-de-época nos meses de agosto e início de setembro. Estimo que no litoral leste, onde visitei várias áreas nos dois últimos dias, a safra deve iniciar em meados de outubro. Teoricamente, caso não ocorram chuvas em dezembro, teremos uma safra de três meses de duração. Por isso, continuo duvidando da previsão feita para a safra cearense de 2006.

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Mais procurados

O chá e a castanha de caju estiveram entre os produtos alimentares de produção moçambicana mais procurados na edição deste ano da Feira Internacional de Macau - FACIM. Na FACIM/2006 estiveram representadas empresas de 13 países e territórios - Portugal, Alemanha, África do Sul, Brasil, Zimbabue, Botsuana, Noruega, Espanha, Finlândia, Suazilândia, Canadá, Malaui e Macau - e mais de 500 expositores entre nacionais e estrangeiros.

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Agricultura familiar

A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) alocou para o Piauí R$ 2 milhões em 2006 para aquisição de produtos da agricultura familiar. As compras foram iniciadas em julho e já foram adquiridas cerca de 1,5 mil t em produtos como milho, feijão e arroz em casca. Para este mês está prevista a continuidade das compras nos pólos já abertos, com a expectativa da atuação daquele órgão junto aos agricultores familiares que comercializam castanha de caju.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Crescimento vietnamita

Em agosto o Vietnã faturou U$ 640 milhões oriundos da exportação de produtos agroflorestais, elevando os rendimentos totais da exportação do país nos primeiros oito meses de 2006 para U$ 4,8 bilhões, um aumento anual de 24,3%. A castanha de caju teve um crescimento de 31,4% nas exportações, em relação ao mesmo período de 2005.

domingo, 3 de setembro de 2006

Castanha africana

Segundo o Fundo Monetário Internacional, a castanha de caju compõe aproximadamente 90% das exportações da Guiné Bissau. Localizado na áfrica ocidental, esse pequeno país é o segundo produtor de castanha de caju do continente africano, atrás de Moçambique, e o quinto maior produtor mundial. Tendo como vizinhos o Senegal e a Guinea, a ex-colônia portuguesa tenta se recuperar de uma guerra civil ocorrida nos anos 90 e de uma sucessão de crises políticas, a mais recente acontecida em 2003.

sábado, 2 de setembro de 2006

Chuva do caju?

Não é apenas na região Nordeste que existe a "chuva do caju". Na região Centro-Oeste, e em especial Mato Grosso, as primeiras chuvas ocorridas após o período seco também recebem o nome popular de “chuva do caju”, pois coincidem com a época em que os cajueiros estão com os frutos em início da fase de desenvolvimento. Na crença de muitos produtores, a chuva contribui para acelerar o processo de maturação. Na prática, o que se verifica é que essas chuvas, aliadas à elevadas temperaturas e umidade relativa do ar, contribuem para disseminar o agente responsável pela principal doença que ataca o cajueiro: a antracnose. Talvez, a melhor denominação fosse "chuva da antracnose".

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Capacitação

A capacitação de recursos humanos em modernas técnicas de produção, colheita e pós-colheita é fundamental para o sucesso de qualquer atividade ligada ao agronegócio. Na cajucultura isto também não é diferente. Para ficar inteirado dos principais eventos voltados para a cajucultura nacional e internacional acesse o site Cajucultura.com.br, link Eventos, e tenha toda a programação de seminários, cursos, treinamentos programados até dezembro de 2006.

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Antracnose

Chuvas fora de época neste final de agosto no litoral leste cearense têm contribuído para a aumentar a incidência da antracnose, doença bastante conhecida dos cajucultores locais. Os mais prejudicados são aqueles que se dedicam ao mercado do caju de mesa, já que a doença prejudica bastante a qualidade do pseudofruto, tornando-o impróprio para o consumo. Assim, os produtores perdem a oportunidade que teriam de obter um melhor preço em virtude da pouca oferta de início de safra.

domingo, 27 de agosto de 2006

Mais previsões

O IBGE prevê uma safra de castanha-de-caju para o Ceará em 2006 de 131.191 toneladas, representando um crescimento de 98,50% quando comparado com a safra do ano anterior (66.090 t) e de 0,17%, em relação à primeira avaliação (130.969) feita por aquele órgão. É sempre bom lembrar, principalmente aos cajucultores, que raramente estas previsões se confirmam. Já comentamos o porquê em posts anteriores.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Conjuntura do caju

A última conjuntura da castanha de caju, divulgada pela CONAB e elaborada pela técnica Débora Moura, mostra que o mercado da castanha de caju não apresenta novidades significativas. No momento, segunda a referida análise, não há oferta de castanha e as empresas de beneficiamento estão trabalhando com o estoque remanescente da safra passada. Por sua vez, no mercado internacional as negociações permanecem estáveis. A amêndoa da castanha de caju (ACC) apresenta cotação de US$2,00 a libra/peso. Utilizando-se deste valor e considerando a taxa cambial de R$2,17, tem-se um preço de paridade ao produtor de R$1,34. Paralelo a esta informação, o IBGE divulgou que o Brasil em 2006 produzirá 255.060 t de castanha de caju numa área de 713.863 hectares. A SECEX também divulgou os números de exportação do primeiro semestre de 2006, com o país exportando 23.009 t de ACC, auferindo uma receita de US$ 99.829.133,00. O Ceará que responde por 70% do total exportado nos dois últimos anos destaca-se como maior produtor. Outro destaque são os valores negociados. Em 2005 foram exportadas 21.607 t a US$100.375.581,00, enquanto em 2006 foram 23.009 t a US$ 99.829.133,00. Em 2006, conclui a análise, a quantidade exportada foi 6,09% maior que em 2005 e, em contrapartida a receita auferida foi 0,54% menor, com uma desvalorização de preços, principalmente em conseqüência da defasagem cambial.

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Comércio internacional

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Nordeste, segunda região do país em expansão no comércio internacional, realizou no primeiro semestre de 2006 exportações para a UE 30,59% maiores que no mesmo período de 2005. No caso do Ceará, o atrativo maior ficou por conta dos produtos têxteis e frutas. O Reino Unido, destaque na tabela de compradores do Ceará liberada pelo MDIC, aumentou a sua participação em 128,83% nas compras de calçados, frutas (banana, manga, melancia, abacaxi, mamão), castanha de caju e mel natural.

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Compra Direta

Para garantir a compra de produtos de agricultores e pecuaristas, o Governo do Piauí implantou o Programa Compra Direta, em parceria com o Governo Federal, para assegurar que produtos como feijão, arroz, milho, farinha, caju de mesa, castanha do caju, dentre outros, tenham mercado assegurado. Em 2006 a safra de grãos piauiense cresceu cerca de 10,67%, considerado um recorde histórico já que, em 2002, o estado produziu somente 290 mil toneladas.

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Cajucultura no Frutal

Dentre os cursos oferecidos durante o Frutal 2006, em Fortaleza (CE), destaca-se "Produção, Pós-Colheita e Certificação em Pomares de Cajueiro". A programação técnica está a cargo dos engenheiros agrônomos Vitor Hugo de Oliveira, Antônio Lindemberg Martins Mesquita, José Emilson Cardoso, Ana Paula Silva de Andrade e Ebenézer de Oliveira Silva. O período de realização será nos dias 12 a 14 de setembro de 2006, no horário de 08h às 12h. Maiores informações poderão ser obtidas no site www.frutal.org.br

sábado, 19 de agosto de 2006

Preços do caju de mesa

Com o início da safra de caju, novas centrais de abastecimento aparecem na pesquisa semanal de preços de venda (kg) do caju de mesa no atacado. Estes foram os preços praticados na semana de 14 a 18/8/2006: R$ 1,39 (Fortaleza), R$ 1,15 (Natal), R$ 0,94 (Recife), R$ 3,13 (Salvador), R$ 4,00 (Brasília), R$ 11,00 (São Paulo), R$ 12,50 (Campinas) e R$ 6,80 (Curitiba).

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Curso de cajucultura

Durante o XIX Congresso Brasileiro de Fruticultura, em Cabo Frio (RJ), nos dias 20 e 21 de setembro, ministrarei o Curso Cajucultura: modernas técnicas de produção. Serão 40 vagas e maiores informações sobre inscrições poderão ser obtidas através do site http://www.fruticultura.org Na oportunidade apresentarei o Manual de Produção Integrada de Caju e as novas edições de Cartilhas para o Monitoramento de Pragas e Doenças do Cajueiro.

Castanha paraibana

Em 2006, a safra de frutas na Paraíba deverá crescer mais de 21% em relação ao ano passado, segundo previsão do IBGE. O destaque da produção paraibana será mais uma vez o abacaxi, que vai representar este ano mais de 30% do total da safra. Outro destaque este ano será a castanha de caju com uma produção estimada em 3,2 mil toneladas.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Segunda posição

O setor calçadista continua liderando as exportações cearenses. De janeiro a julho, foram US$ 136,2 milhões, cerca de 19,5% a mais do que no mesmo período de 2005. Já a castanha de caju (amêndoa e LCC), embora permaneça na segunda posição na pauta cearense, apresentou redução de 9,6%, com embarques de US$ 80,6 milhões.

terça-feira, 15 de agosto de 2006

Preços atualizados

Os preços de venda do quilo do caju de mesa no atacado praticados na semana de 7 a 11/8/2006 foram: R$ 0,87 (Recife), R$ 4,00 (Brasília), R$ 9,00 (São Paulo) e R$ 12,50 (Campinas). Sempre lembramos que são preços praticados em Centrais de Abastecimento. Para saber visite o site Cajucultura.com.br

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Expansão indiana

Com uma necessidade crescente por matéria prima e energia, em função da expansão de sua economia, a Índia está seguindo os passos da China e marcando presença na África ocidental sub-Saariana, rica em recursos naturais. Nesse sentido concedeu à Costa do Marfim uma linha de crédito de U$ 26.8 milhões que será usada nos próximos cinco anos, dentre outras prioridades, para agricultura, agro-processamento, pesca e tecnologia da informação. Na lista das prioridades está a abertura de cinco plantas de processamento de castanha de caju. Hoje, toda a castanha de caju produzida na Costa de Marfim é processada na Índia, saindo do país sem nenhum valor agregado.

sábado, 12 de agosto de 2006

Caju de Moçambique

Três companhias agrícolas de Moçambique vão exportar castanha de caju e toranja para o Canadá. No início deste ano, o Programa de Construção da Capacidade Africana para o Comércio (PACT), definiu a castanha de caju e a toranja como produtos com viabilidade no mercado do Canadá. As empresas selecionadas para a exportação daqueles produtos são: Citrinos de Umbeluzi (toranjas) e Miranda Industrial, Alexim e Madecaju (castanha de caju). Em 2002, o Canadá importou 150 mil euros, em frutas e castanha de caju.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Produção industrial

Em junho, a produção industrial do Ceará recuou 0,9% na comparação com maio, na série ajustada sazonalmente. Com os maiores impactos negativos, sobressaem os recuos de vestuário (-21,8%), principalmente pela queda em vestuário profissional, e de alimentos e bebidas (-3,7%), pressionado pela diminuição nos itens amendoim e castanha de caju.

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

As primeiras importações

Você sabia, que as primeiras importações de amêndoas de castanha de caju da Índia foram feitas em 1905 pelos Estados Unidos? Pois bem, o comércio mundial de amêndoa de caju teve início de forma efetiva depois que representantes da empresa americana General Food Corporation descobriram essas nozes durante uma missão na Índia no inicio da década de 1920. Além de embarques regulares para os Estados Unidos, pequenas consignações foram enviadas para vários paises europeus, particularmente para o Reino Unido e Holanda. Em 1941 as exportações indianas de amêndoas de castanha de caju já alcançavam quase 20 mil t. Hoje a castanha é um importante item no comércio mundial. O valor total de vendas, após agregação de valor, supera a soma de US$ 2 bilhões. Quer saber mais? Visite o site Cajucultura.

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Caju de mesa

Prá quem acompanha o mercado do caju de mesa, os preços de venda do quilo do produto no atacado praticados na semana de 31 a 04/8/2006 foram R$ 3,13 (Salvador), R$ 4,00 (Brasília), R$ 11,00 (São Paulo) e R$ 12,50 (Campinas). Vale lembrar que são preços praticados em Centrais de Abastecimento. Quer saber mais? Visite o site http://www.cajucultura.com.br/Precos.html

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Doenças do cajueiro

Acontece nesta segunda-feira, dia 07/08, às 14h30, no auditório da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza (CE), o seminário técnico “Epidemiologia da Resinose e do Mofo-Preto do Cajueiro”, que será apresentada pelo pesquisador José Emilson Cardoso. Prá quem não sabe, a resinose (Lasiodiplodia theobramae) e o mofo-preto (Pilgeriella anacardii), vêm provocando bastante estragos na produção de caju nas regiões litorânea e semi-árida do Nordeste brasileiro. Principais sintomas da resinose: redução na produção do pomar, quedas foliares, amarelecimento, escurecimento em plantas adultas, intumescimento, intensa exsudação de goma e presença de cancros nos troncos e nos ramos. Quanto ao mofo-preto, incide mais comumente no cajueiro anão-precoce, geralmente no início da floração, atacando preferencialmente as folhas mais velhas, produzindo um bolor negro de aspecto similar ao feltro, que se forma na parte inferior das folhas. Vale à pena conferir!

domingo, 6 de agosto de 2006

História do cajueiro

O nome inglês ‘cashew’ é derivado da palavra portuguesa de pronúncia similar, ‘caju’, que por sua vez provém da palavra indígena ‘acaju’. Na Venezuela o cajueiro é denominado ‘merey’, mas em outros países da América Latina é chamado ‘maranon’, provavelmente devido ao nome da região onde foi visto pela primeira vez, o estado do Maranhão, no meio norte do Brasil. Presume-se que o cajueiro chegou em Goa, principal colônia de Portugal nas Índias Orientais entre 1560 e 1565. Os portugueses levaram a planta para a Índia, entre 1563 e 1578. Depois da Índia foi introduzida no sudeste asiático, chegando à África durante a segunda metade do século XVI, primeiro na costa leste e depois na oeste e por último nas ilhas. Quer saber mais sobre este assunto? Acesse o site Cajucultura.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Tendência de queda

As exportações indianas de amêndoas de castanha de caju durante o primeiro quadrimestre fiscal de 2006 caíram em valor e quantidade. Durante o mesmo período do ano passado, a quantidade exportada era de 32.326 toneladas, contra as 29.273 toneladas deste ano. A mesma tendência de queda foi observada também na importação de castanhas de caju in natura.

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Caju na Internet

O núcleo de inclusão digital do assentamento São Francisco, em Cerro Corá (RN), é o primeiro a ser implantado em área de reforma agrária no estado. Instalado há dois meses pelo Governo Federal (MDA e MME), o núcleo não só ensina os agricultores a usar o computador como os auxilia na comercialização de castanha de caju, mel e hortaliças produzidos pelos assentados. Os alunos de informática são treinados durante seis meses pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. O bom da história: a comunidade está montando um endereço na internet para vender seus produtos diretamente aos compradores, fugindo dos atravessadores.

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Novo projeto para o Quênia

A indústria de processamento de castanha do Quênia vai expandir a produção anual de castanha das atuais 10 mil t para 50 mil t nos próximos cinco anos. A iniciativa faz parte da segunda fase do Programa de Desenvolvimento da Cajucultura, financiado com recursos (U$684 mil) da United States Agency for International Development (USAid), sob a direção do recém-formado Comitê Técnico do Caju, que envolve o Instituto de Pesquisa e o Ministério da Agricultura daquele país. Os agricultores envolvidos no programa foram organizados em grupos de trinta e cada um deverá conduzir pelo menos cem plantas de cajueiro.

sábado, 29 de julho de 2006

Oportunidades no Leste Europeu

A APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos) levará empresas do setor de alimentos, bebidas e tecnologia de processamento de alimentos para a 23ª edição da Polagra Food. O evento acontece em Poznam, na Polônia, e este ano será realizado entre 16 e 20 de setembro. Para este ano a Agência espera a participação de 12 expositores brasileiros, que terão o apoio para elaboração de catálogo de produtos, contratação de intérpretes, organização do Pavilhão Brasil e do Bar Brasil, onde ocorre degustação de produtos. Atualmente, os produtos brasileiros mais importados pela Polônia são café, carne bovina congelada, doces, bombons e confeitos, pimentas, polpas de frutas congeladas, frutas cítricas frescas, doces de frutas, cereais, castanha de caju, amendoim e cachaça.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Produção Integrada

Acontece nesta sexta-feira (28/7), em Timon (MA), o Seminário sobre Produção Integrada da Cajucultura. O evento será realizado no Auditório Wall Ferraz. Dentre os temas expostos destacam-se: A Produção Integrada da Cajucultura, Certificação Inmetro e Importância da Cajucultura para o Maranhão. A promoção é do Ministério da Agricultura, Embrapa, CNPq e CINPRA Cocais.

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Monitoramento de pragas do cajueiro

Começa hoje em Guanacés, distrito de Cascavel (CE), o V Curso para Monitores de Pragas e Doenças na Produção Integrada de Caju. A promoção é da Embrapa Agroindústria Tropical, Ministério da Agricultura e CNPq. O evento encerra amanhã, dia 28/7, com a realização de um dia-de-campo no Sítio Eldorado, onde os participantes terão a oportunidade de aplicarem os conhecimentos téoricos aprendidos durante o treinamento.

terça-feira, 25 de julho de 2006

Caju em Jangada

O município de Jangada (80 km de Cuiabá - MT) recebeu maquinários e material de consumo para implantação de uma agroindústria de derivados de caju. Para o início das atividades, prevista para agosto, a agroindústria recebeu materiais como bandejas para embalagem, bomba sanitário, câmara fria para congelados, mesa transporte, entre outros. No município existem 52 produtores de caju. As famílias desses produtores já fabricam doces caseiros e balas de caju.

sábado, 22 de julho de 2006

Maisa

Não apareceu comprador ao leilão judicial de bens da Maisa, realizado na última quinta-feira (20/7), em Mossoró (RN). O lance inicial pedido pelos conjuntos Fábrica de Beneficiamento de Castanha de Caju, Centro Administrativo Maisa, Poço 10 (com 683 metros de profundidade), além da marca Maísa e todo o maquinário da fábrica, era de R$ 3,7 milhões.

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Cajucultura na Fispal

Até a próxima quinta-feira, 20 de julho, no Anhembi, em São Paulo (SP), os visitantes da 22ª Feira Internacional da Alimentação - Fispal que passarem pelo estande do Ministério da Agricultura poderão ver a exposição de produtos oriundos da cajucultura, como doces, compotas e sucos. Além disso, poderão obter junto aos técnicos da Embrapa detalhes sobre o beneficiamento da castanha de caju em minifábricas, uma alternativa para geração de emprego e renda para pequenos cajucultores na região Nordeste do Brasil.

domingo, 16 de julho de 2006

Cajucultura no Piauí

O Piauí se destaca como o segundo maior produtor de castanha de caju do Brasil, com cerca de 160 mil hectares plantados. No Estado existem 20 agroindústrias de beneficiamento de castanha de caju e a produção prevista para 2006 é de 60 mil toneladas por ano. O setor gera cerca de 90 mil empregos, entre permanentes e temporários.

sexta-feira, 14 de julho de 2006

Exportações do RN sobem 6%

Apesar do câmbio desfavorável e da queda de produtos como camarão e melão as exportações do RN subiram 6% no primeiro semestre do ano. O volume vendido foi equivalente a R$ 406,4 milhões - 6,6% maior que o do mesmo período do ano passado, incluído o petróleo - com a consolidação da castanha de caju como principal item da pauta. O volume exportado do produto no primeiro semestre ultrapassou o do camarão e do melão, chegando a US$ 28,7 milhões (R$ 64,2 milhões). O bom momento é revelado também pelo comparativo do Centro Internacional de Negócios do RN, levando em conta o primeiro quadrimestre de 2006 e o de 2005. Segundo a entidade, em 2005 o setor exportou US$ 15 milhões (R$ 33,6 milhões) no período, contra US$ 24 milhões (R$ 53,7 milhões) do camarão e US$ 20 milhões (R$ 44,8 milhões) do melão. Este ano enquanto as exportações do camarão caíram 38% e as do melão 19%, a castanha teve um acréscimo de 17%.

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Ceará exporta menos

Os principais resultados das exportações e importações do Ceará no primeiro semestre de 2006 foram divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Ceará. Apesar do saldo comercial de US$ 75,1 milhões e do crescimento de 4,4% no acumulado das exportações, os números são inferiores ao primeiro semestre de 2005. Destaque nas estatísticas são as grandes quedas quando se compara janeiro a junho de 2006 com 2005. A participação do produto flores nos primeiros seis meses deste ano foi zero. Por sua vez, a queda na exportação da castanha de caju é atribuída à entressafra, podendo a variação negativa de 9,5% ser recuperada posteriormente. Apesar disso, calçados, castanha de caju, têxteis e couro continuam liderando a pauta.

terça-feira, 11 de julho de 2006

Exportações moçambicanas

As exportações moçambicanas nos três primeiros meses de 2006 tiveram um aumento de 36% comparadas com o mesmo período de 2005. As vendas de camarão aumentaram 40 %, enquanto as vendas de castanha de caju sofreram uma redução de 86 %.

domingo, 9 de julho de 2006

Custos de produção

O Vietnam, o segundo maior exportador de castanha, depois da Índia, tem sofrido este ano não apenas pela queda nos preços da matéria prima, mas também pela elevação dos custos de produção. The Vietnam Cashew Association havia planejado importar cerca de 100.000 t de castanha in natura para suprir 100 plantas processadoras locais, com uma capacidade combinada superior a 350.000 t. O Vietnam vendeu o ano passado 103.000 t de castanha para o exterior, num total de U$ 486 milhões, tornando-o o primeiro lugar entre os 10 maiores países exportadores. Para este ano o país projeta exportar 120.000 t.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Vietnã

O Vietnã exportou 57 mil t de castanha de caju na primeira metade de 2006, avaliadas em U$ 217 mil. O preço médio foi de U$ 4/t, representando uma queda de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Alienação da MAISA

A empresa Maísa, tradicional processadora de sucos de polpas de frutas tropicais e de beneficiamento de castanha de caju se encontra à venda. A alienação vai ocorrer no próximo dia 20 de julho, em Mossoró (RN). O preço mínimo está avaliado em R$ 9,5 milhões. O primeiro lote, formado pela fábrica de beneficiamento de castanha de caju, do centro administrativo, da marca de indústria Maísa e pelo uso da água do poço dez, tem preço mínimo de R$ 3,7 milhões. A fábrica de beneficiamento de castanha de caju tem capacidade instalada de 12 mil toneladas ao ano, existindo espaço físico para ampliar a produção para 16 mil toneladas.

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Novas empresas

Em 2006 foram inauguradas no município de Eusébio (CE) oito novas empresas, gerando cerca de 350 empregos diretos. Em 2005, 20 empresas se instalaram no Eusébio, empregando um contigente de mais de 800 pessoas da mão-de-obra local. Sandálias de borracha, confecções, beneficiamento de castanha de caju, material de limpeza, beneficiamento de carne de charque, fabricação de brindes, esquadrias, portas e janelas de metal, cosméticos, móveis, e produtos para a saúde, são algumas das atividades contempladas.

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Exportações de castanha

Em 2005, a balança comercial entre Ceará e Itália apresentou um saldo de US$ 18 milhões. As exportações cearenses alcançaram US$ 37 milhões, enquanto as importações ficaram em cerca de US$ 19 milhões. Os produtos mais exportados foram os artigos em couro e pele (65%). Em segundo aparece a castanha de caju (9,6%). Já os números de 2006, até abril, indicam as exportações em US$ 15 milhões e as importações em US$ 6 milhões.

terça-feira, 27 de junho de 2006

IBGE destaca exportações

A Pesquisa Industrial Anual (PIA 2004), realizada pelo IBGE, mostra que as empresas industriais ampliaram de modo significativo a participação das exportações no total de seu faturamento entre 1996 e 2004, de 10,8% (38,8 bilhões de reais) para 20,4% (239,5 bilhões de reais). No Ceará as vendas industriais atingiram R$ 12,1 bilhões em 2004. A participação das exportações cearenses no total do Brasil se manteve estável entre 2000 (0,9%) e 2004 (0,9%). Os itens castanha de caju, fresca ou seca, sem casca; outros couros e peles de bovinos; outros calçados de couro natural e calçados de borracha e plástico responderam em 2004 por 42,2% das exportações estaduais.

domingo, 25 de junho de 2006

Produtos orgânicos

O consumo de produtos orgânicos cresce no Brasil a uma média de 50% ao ano e já possui a segunda maior área plantada de orgânicos do mundo. No Ceará, existem 130 produtores que praticam a agricultura sem o uso de agrotóxicos em quase 13.500 hectares, na Região Metropolitana de Fortaleza, na Serra da Ibiapaba e no Cariri. Dentre os produtos destaca-se a castanha de caju que é exportada para os EUA e Europa. Em Fortaleza, durante esta semana serão realizados debates, palestras, seminários, fóruns e degustações de alimentos orgânicos. Com o objetivo de divulgar os produtos orgânicos junto à população, será realizada uma palestra sobre o tema, nesta segunda-feira, 26, na sede da Embrapa, a partir das 14h30 horas.

sábado, 24 de junho de 2006

Balança se recupera

Após o desempenho negativo de abril — com alta das importações, a balança comercial cearense conseguiu se recuperar em maio. Os aumentos mais acentuados foram na exportação de frutas (159%), rochas ornamentais (94,5%) e químicos (73,4%). Entretanto, os líderes da pauta continuam sendo calçados, que representam 25,7% das exportações, castanha de caju e couros, que respondem por 14,4% e 13,5%, respectivamente. As maiores quedas foram de gorduras e margarinas (-98,8%) e flores (-71,3%).

sexta-feira, 23 de junho de 2006

Casca de castanha gera energia

O governo da Guiné Bissau recebeu donativos de 25 milhões de dólares (19,23 milhões de euros) para o co-financiamento de um projeto multisetorial de reabilitação de infra-estruturas em Bissau, especificamente nas áreas da energia, água e estradas. Parte desse montante será destinado para o financiamento de projetos piloto para a co-geração de energia elétrica a partir da casca da castanha de caju, principal produto de exportação daquele país.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

FM Cajucultura

O agrônomo Elano Ferreira, em Severiano Melo (RN), possui um programa de rádio em uma emissora FM Comunitária e está usando todas as informações encontradas no site cajucultura.com.br e no cajucultura.blogspot.com para subsidá-lo no fornecimento de informações sobre a cajucultura aos ouvintes do citado programa. Parabéns.

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Moçambique aumenta produção

Estimativas do Instituto Nacional do Caju (INCAJU) registram que Moçambique vai produzir cerca de 85 mil t de castanha de caju em 2007, representando um aumento de 15 mil t em relação à safra atual. A produção poderá ainda subir para 100 mil t por ano, após a instalação de três fábricas de processamento de castanha de caju na Zambézia, Cabo Delgado e em Nampula, província do Norte que produz cerca de metade da castanha do país. Segundo o INCAJU, 13 dos 27 milhões de cajueiros existentes no país serão pulverizados este ano contra o oídio, doença tida como a principal causa da baixa produção moçambicana.

terça-feira, 20 de junho de 2006

Fábrica de cajuína

O Governo do Piauí inaugurou, no último dia 15, uma unidade de beneficiamento de caju na comunidade Livramento, município de Castelo do Piauí. O objetivo desta fábrica é incrementar a produção e beneficiamento do pedúnculo de cajueiro-anão precoce na referida comunidade, minimizando perdas na colheita e garantindo ao agricultor familiar uma maior renda, através da agregação do valor da matéria-prima, transformando o caju em cajuína e em doce, por exemplo. A fábrica beneficiará diretamente 25 famílias que passarão a produzir, além da castanha, doce, mel, rapadura, cocada e cajuína.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Castanha potiguar em alta

Segundo levantamento divulgado pela CONAB, de janeiro a maio o óleo bruto de petróleo e a castanha de caju foram os itens de melhor desempenho no Rio Grande do Norte. Para a castanha de caju (amêndoas), cujo quilo era comercializado por R$ 9,93 no período, o crescimento foi de 24,5%. O produto movimentou, em dólares, o equivalente a R$ 10,3 milhões, contra US$ 18,7 milhões (R$ 8,3 milhões) exportados nos cinco primeiros meses de 2005. Comparando sua atuação no Rio Grande do Norte e no Ceará, observa-se que nos últimos oito anos as amêndoas têm apresentado desempenho majoritariamente negativo nas exportações do Ceará, com queda de 3,9% em 2005. No Rio Grande do Norte, entretanto, vêm seguindo um ritmo de crescimento, considerando o mesmo intervalo de tempo. A média potiguar ficou, inclusive, bem maior que a nordestina e a nacional no ano passado. Os índices de incremento nos três cenários foram respectivamente de 44%, 0,4% e 0,4%.

sexta-feira, 16 de junho de 2006

Marca própria

Para lucrar com o comércio extra gerado pelos jogos do Brasil na copa, a Wal-Mart lançou no Brasil uma linha de aperitivos prontos para servir. Os salgadinhos Great Value, que vêm se juntar a uma família que já conta com 50 tipos de produto, são embalados num pote de plástico com quatro divisórias, com 200 gramas no total. São três versões: amendoins salgados, pistache e castanha de caju; amendoins salgados e doces e castanha; e amendoins e amêndoas. A expectativa de vendas é grande e o produto é considerado inédito.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Castanha lidera

Os principais países importadores das mercadorias produzidas no Ceará, nos primeiros quatro meses de 2006, foram os Estados Unidos, a Argentina, a Holanda e o Reino Unido. Os setores que lideraram a pauta de exportações foram os de calçados, couros, peles, têxteis, castanha de caju e camarão.

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Processar é preciso

O novo governo da Guiné Bissau considera prioritário que o país passe a processar industrialmente os seus produtos agrícolas, em particular a castanha de caju, principal produto de exportação do país, a fim de diminuir a sua dependência em relação às variações de preços do produto a granel, que tem penalizado os agricultores.

domingo, 11 de junho de 2006

Filtro solar de castanha

O Brasil poderá se tornar em breve um dos maiores exportadores de matéria prima para filtros solares obtida da castanha de caju. A partir do óleo da casca da castanha (LCC), pesquisadores da Universidade de Brasília - UNB conseguiram obter moléculas com elevados teores de proteção solar - similares às usadas atualmente na indústria para fabricação de filtros solares. O LCC já é usado na indústria química, mas é vendido pelo Brasil em estado bruto, a preços muito baixos. Com a síntese das moléculas o país poderá agregar valor às exportações.

sábado, 10 de junho de 2006

Destino do caju

São Paulo é o principal destino do caju para consumo in natura ou caju de mesa. No auge da safra cearense o caju de mesa segue para São Paulo em caminhões frigoríficos, acondicionados em bandejas, com quatro e até oito cajus. O caju passa por um rigoroso processo de seleção, sendo descartados cajus de cor amarela. O consumidor prefere a cor vermelha ou alaranjada. Em Fortaleza cresce a cada ano a venda do caju de mesa em grandes redes de supermercados e nas feiras livres.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Redução da pobreza

O Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou no último dia 05/06 um empréstimo de 29 milhões de dólares para ajudar Ghana a reduzir a pobreza e melhorar o bem-estar da população rural. A ação beneficiará diretamente 30 mil famílias de agricultores, garantindo emprego regular a cinco mil produtores de milho, mandioca e castanha de caju.

domingo, 4 de junho de 2006

Morrer na praia

Muito se tem falado sobre castanha de caju orgânica, pedúnculos orgânicos, etc. Vale lembrar que não adianta produzir um produto agrícola para o consumo mediante qualquer sistema de produção que empregue ao mínimo os insumos dito poluentes, se a etapa final de processamento despreza as Boas Práticas de Higiene. É o mesmo que nadar, nadar e... morrer na praia.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Marca registrada

O Piauí é o segundo maior produtor de castanha de caju do Brasil. O agronegócio caju piauiense responde por cerca de 30 mil empregos permanentes e 60 mil temporários. Uma marca registrada do Piauí é a cajuína, uma bebida não alcoólica produzida a partir do suco de caju natural, cristalina, sem adição de açucares e conservantes. O estado fabrica, anualmente, 500 mil litros do produto. A cadeia produtiva da cajuína gera, entre diretos e indiretos, aproximadamente 2.500 empregos.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Safra cearense

Segundo levantamento do IBGE, em maio, a expectativa da safra de castanha-de-caju cearense, produzida em 173 municípios, mantém a expectativa anterior — 131.004 toneladas, representando aumento de 0,03% em relação à estimativa inicial (130.969 toneladas), bem como um incremento de 98,22% quando comparado com 2005 (66.090 toneladas). Como toda previsão de início de ano, é sempre bom dar o devido desconto.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Sinônimo de vitamina C?

A laranja é sinônimo de vitamina C? Nem tanto. A acerola tem 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Na classificação da vitamina C, depois da acerola vem o caju, a manga, a goiaba. A laranja está em quinto lugar, conforme os números a seguir: acerola - 1.500 mg, caju - 200 mg, manga - 84 mg, goiaba - 67 mg, laranja - 40 mg. Que a acerola tem mais vitamina C que a laranja, isso já se sabia. E quanto ao caju? O organismo humano necessita de 60 miligramas de vitamina C por dia. Pois bem, num único copo de 200 ml de suco de caju existem 200 miligramas de vitamina C. Vamos divulgar?

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Castanha potiguar

O Rio Grande do Norte exportou 8,8% a mais no primeiro quadrimestre deste ano em comparação com 2005, embolsando algo em torno de US$ 139,6 milhões (R$ 319,6 milhões). O destaque foi a amêndoa de castanha de caju, com crescimento de 17,3% nas vendas. Na lista de frutas vendidas ao exterior, as amêndoas da castanha de caju, cujo quilo estava sendo comercializado por cerca de R$ 10, tiveram o melhor desempenho. O produto movimentou US$ 17,9 milhões (R$ 41,1 milhões) no período analisado, contra os US$ 15,3 milhões (R$ 35,1 milhões) de 2005.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Quem polui mais?

Segundo informações do registro de agrotóxicos e afins constantes no Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários - AGROFIT do Ministério da Agricultura, no Brasil existem apenas sete marcas comerciais e cinco ingredientes ativos registrados para a cultura do cajueiro para combater inúmeras pragas e doenças que incidem sobre essa cultura. A manga, parente próxima, possui quase sete vezes mais esse número.

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Perigo à vista

Temos criticado sistematicamente neste Blog e no site Cajucultura o retrocesso que significa para a cajucultura brasileira o plantio em larga escala através de castanha, para posterior enxertia no campo. Os que optaram por esse retrógrado método devem ficar atentos, dentre outros perigos, para o material propagativo que utilizarão, já que existem alguma doenças de difícil controle e de fácil disseminação que são transmitidas via material vegetativo. Uma delas é a terrível e temível resinose.

domingo, 21 de maio de 2006

Descaso da agronomia

Espantosa a falta de prioridade conferida ao ensino das modernas técnicas de cajucultura nas escolas de agronomia do Nordeste brasileiro, região maior produtora de castanha de caju do país. O descaso ocorre tanto em nível de graduação como pós-graduação. Conseqüência: profissionais graduados em agronomia sem a mínima noção dos aspectos fitotécnicos necessários para a implantação de uma cajucultura sustentável e competitiva. Estados como o Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia, maiores produtores nacionais e todos com cursos de agronomia precisam urgentemente repensarem as grades curriculares de seus cursos, de modo a possibilitar a inclusão de uma disciplina exclusivamente dedicada a esta importante cultura.

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Cajuína piauiense

Mais de 50 empresários do Piauí preparam-se para o PiauíSampa que acontece entre 26/5 e 4/6, no Salão de Eventos do Mercado Municipal de São Paulo. Dezesseis grupos de artesãos de cooperativas e associações do Piauí estarão vendendo no Mercado Municipal, onde acontecerá também uma palestra com um 'cajunólogo' – especialista em cajuína. No Mercado, os visitantes também poderão degustar castanha e caju, além de compotas e doces típicos daquele Estado. Os produtores da cadeia da castanha de caju também participarão em São Paulo de visitas a atacadistas, supermercadistas e restaurantes. Entre eles, a Bacalhoaria Chiapetta, uma das mais tradicionais de São Paulo, e que está interessada na cajuína piauiense. Parabéns, Piauí!

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Máquina decorticadora

A busca por uma máquina decorticadora de castanha de caju continua nos principais países produtores. O processo de decorticação da castanha ainda é feito manualmente em muitos países. Notícias vindas do Post Harvest Technology Centre, em Kharagpur, informam que pesquisadores indianos desenvolveram um máquina decorticadora, baseada em força centrífuga, com a capacidade de 100 kg de castanha por hora. A amêndoa de castanha de caju é usada no mundo inteiro como um snack e ingrediente para alimentos.

sexta-feira, 12 de maio de 2006

Saldo negativo

A balança comercial cearense, pela primeira vez desde novembro de 2005, apresentou saldo negativo. Em abril, o volume de importações superou em US$ 68,5 milhões o de exportações. Os dados, divulgados pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), revelam que o crescimento das importações em 263%, de abril em relação a março, foi determinante para esse resultado. Os principais produtos exportados pelo Ceará, de janeiro a abril, continuam sendo calçados (participação de 26,9%), couros (14,3%) e castanha de caju (13,7%). Os destinos mais procurados são os Estados Unidos, com 27,4% do total. Na comparação entre o primeiro quadrimestre deste ano e o mesmo período do ano passado, houve queda de 20,6% na quantidade de produtos exportados pelo Ceará.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Unindo o útil...

O mercado mundial de amêndoa de castanha de caju, especialmente o europeu e o chinês, continua promissor. Baseado nisto, o Vietnã pretende substituir os antigos pomares de cajueiro por plantios feitos com plantas de alta produtividade em áreas adjacentes às unidades de processamento de castanha nas regiões central e sudeste do país. É unir o útil ao agradável.

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Marco histórico

Pouca gente sabe. Mas até o início da década de 50, a produção de castanha de caju no Brasil era essencialmente extrativa. As primeiras tentativas para estabelecer plantios de cajueiro com fins comerciais foram feitas em Pacajus, no Ceará. Nesse município, em 1956, o governo federal instalou uma coleção de matrizes de cajueiro para pesquisa agronômica. Posteriormente, ocorreu a introdução de plantas de cajueiro anão originadas de uma população natural do município cearense de Maranguape nesse campo experimental. Pacajus é hoje considerado o marco histórico do melhoramento genético dessa espécie no país.

sábado, 6 de maio de 2006

Domínio Vietnamita

O Vietnã continua em 2006 como um dos principais exportadores de amêndoa de castanha de caju, com um volume projetado de 120.000 toneladas. Por sua vez, a Índia espera exportar cerca de 114.143 toneladas, segundo notícias divulgada neste 4 de maio na cidade de Ho Chi Minh. No ano passado o Vietnã exportou 103.000 toneladas, faturando $486 milhões. Isto não é tudo. O país também exporta tecnologia para o processamento da castanha e importa castanha in natura para exportá-las após processadas.

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Bom exemplo.

A Associação dos Processadores de Castanha de Karnataka (Índia) promoveu na última semana de abril o “Festival da Castanha”. Com um público visitante estimado em 30 mil pessoas, o festival teve como objetivo principal aumentar o consumo da amêndoa de castanha de caju junto a população local. Para isso, realizaram uma competição entre vários Chefs de cozinha de Bangalore, que apresentaram inúmeras receitas de pratos à base de castanha de caju para a população local. Os organizadores pretendem transformar Karnataka na capital indiana da castanha de caju até o ano 2015. Bom exemplo a ser seguido.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Em quem confiar?

Temos apresentado várias vezes neste Blog números sobre previsões de safra de castanha de caju. Bastante questionadas no mundo inteiro, as previsões em lavouras perenes nem sempre são confiáveis. No caso da castanha, dependendo do país, é possível se ter mais de uma previsão. No Brasil são comuns as divergências entre os números apontados pelo IBGE, FAO e os volumes das exportações de amêndoa registrados pelas federações de indústrias dos estados produtores. Em quem confiar?

sábado, 29 de abril de 2006

Safra cearense 2006

A estimativa da safra cearense de castanha de caju para 2006, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) relativo ao mês de abril, aponta para um incremento de 0,02%, na comparação com o mês anterior, por causa da inclusão de novas áreas de produção no Município de Russas. A expectativa atual é para uma produção de 131.004 toneladas nesta safra, representando um crescimento de 98,22% em relação à safra de 2005 (66.090 t).

quinta-feira, 27 de abril de 2006

Conquistar o mercado interno

O Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Maranhão, são, pela ordem, os maiores produtores brasileiros de castanha de caju. A concentração maior da produção está no Ceará (mais de 50%). Apenas 20% do total produzido é consumido internamente. Os 80% restantes são destinados à exportação. Os números mostram que existe um grande desafio a ser enfrentado: conquistar o mercado interno. O que falta?

segunda-feira, 24 de abril de 2006

Árvore de sombra?

Nativo do Brasil, o cajueiro foi levado pelos portugueses para a Índia e leste da África no século XVI, após a sua descoberta em 1578. Os portugueses plantaram o cajueiro na Índia inicialmente para reduzir a erosão do solo e não para fins de produção, já que os usos para a castanha e o pseudofruto só vierem a ser conhecidos mais tarde. As plantas adaptaram-se muito bem a região, e naturalizaram-se com fervor. Curiosamente, no Vietnã o cajueiro foi introduzido no início dos anos 60 como árvore de sombra. Vietnã e Índia hoje lideram o ranking mundial da produção de castanha.

sábado, 22 de abril de 2006

Novo site sobre cajucultura

Comunicamos aos leitores deste Blog que já se encontra on line o nosso novo site sobre Cajucultura na Internet. De visual novo e com muito mais informações aos internautas interessados no tema, o Cajucultura.com.br substitui o site que criamos em 1998 (cajucultura.cjb.net) e tem como missão "Divulgar, em linguagem acessível, conhecimentos e tecnologias, em português, sobre os principais aspectos agronômicos e econômicos do cultivo, produção, colheita, pós-colheita, processamento e comercialização do cajueiro (Anacardium occidentale L.)". Vale a pena conferir.

sexta-feira, 21 de abril de 2006

Qualquer semelhança...

Os moçambicanos cultivam cajueiros em solos arenosos do litoral desde o século 19. Exporta-se castanha de caju desde o início do século 20 e quando a II Guerra Mundial encerrou o tráfego marítimo para a Índia, surgiu a indústria local de processamento. Apóps a guerra, construiu-se um elevado número de fábricas de processamento de castanha para exportação. Essas indústrias utilizavam a tecnologia de descasque por impacto e empregavam uma mão-de-obra predominantemente feminina. Em 1972 a produção atingiu o seu ponto mais alto com a comercialização de 216 mil toneladas, sendo então Moçambique o maior exportador mundial. Após a independência do país, em 1975, os níveis de produção não se mostraram sustentáveis por muitas razões, entre as quais a guerra e migrações populacionais, políticas estatais inconsistentes, baixos preços pagos ao produtor, frágeis redes de comercialização, secas cíclicas, envelhecimento dos pomares (60-70% com mais de 25 anos), pragas e doenças, assim como queimadas descontroladas. Excetuando-se a guerra, o roteiro dessa história assemelha-se bastante a que estamos assistindo presentemente no Brasil.

quarta-feira, 19 de abril de 2006

Atenção, Brasil!

Moçambique já foi um dos maiores produtores mundiais de castanha e um dos maiores exportadores de amêndoa processada. Porém, a partir de meados dos anos 70, a produção e a qualidade baixaram em conseqüência de vários problemas domésticos e na década de 90 a rápida liberalização das exportações de matéria prima in natura resultou num colapso do setor de processamento (atenção Brasil!). Moçambique é, presentemente, em nível mundial, um pequeno competidor. A concorrência aumentou e países como a Índia, o Brasil e o Vietnã dominam atualmente o mercado mundial.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Cajucultura em Moçambique

Não é apenas no Nordeste brasileiro que o cajueiro exerce um importante papel para o sustento das famílias rurais como fonte de renda, nutrição e emprego. Em Moçambique cerca de 95% da produção atual de castanha de caju é feita por pequenos produtores, sendo poucas as propriedades agrícolas comerciais. Quase um milhão de agregados familiares rurais (40% da população) têm acesso a cajueiros e o caju é, freqüentemente, processado tanto em nível doméstico como industrial. Outro fato que chama a atenção é o valor particular que essa atividade representa para a mulher moçambicana, a qual se encontra envolvida na sua produção, processamento e comercialização por todo o país.

quarta-feira, 12 de abril de 2006

Caju na Austrália?

Caju na Austrália... Quem diria!? Pois é, quem imaginava o famoso Anacardium occidentale crescendo apenas nas terras tupiniquins pode incorporar mais esta ao acervo de conhecimentos em cajucultura. A região Nordeste australiana possui excelentes condições agroclimáticas para o plantio do cajueiro. O país produz atualmente 25 mil toneladas de castanha anualmente. O governo australiano está suportando financeiramente um amplo programa de pesquisa para desenvolver híbridos de cajueiro adaptados às condições locais. Grande parte da produção é exportada para a China, onde é processada e retorna para a Austrália com maior valor agregado. Principais problemas: alto custo da mão-de-obra local e uma incipiente indústria de processamento. Nada que a boa vontade política não resolva.

segunda-feira, 10 de abril de 2006

Tamanho é qualidade?

Amêndoa de qualidade é a que se apresenta alva, inteira e de maior tamanho? Hoje pode ser. Mas dentro de muito pouco tempo a qualidade terá de atender outros requisitos além dos acima descritos. O mercado consumidor de amêndoas está cada vez mais exigente em relação às Boas Práticas de Fabricação (BPF) e já começa a tomar consciência de que o produto é submetido, mundialmente, a um excessivo manuseio humano no seu processamento, geralmente sob precárias condições de higiene. O consumidor sabe que não adianta uma castanha ser produzida sob um sistema de produção orgânico se a matéria prima é processada sem nenhum cuidado básico de higiene. Negligenciadas na maioria dos países onde a castanha é processada, as BPF começam a ser implantadas, ainda de forma incipiente, em algumas poucas indústrias mundiais que visam, sobretudo, a certificação da amêndoa que processam. Quem partir na frente certamente sairá ganhando.

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Panorama global

Existem atualmente 28 países envolvidos na produção de castanha de caju. Os principais produtores de castanha são Índia, Brasil, Vietnã. Os principais exportadores são a Índia, Vietnã e Brasil. Os maiores importadores são USA, Europa, China e Ásia oriental. Nações africanas, como Moçambique (grande produtor na década de sessenta) e Guiné Bissau estão investindo fortemente em consultorias internacionais visando a reestruturação desse agronegócio naqueles países. Mais competição à vista.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

A nova geografia do cajueiro

Originário dos altiplanos da Etiópia, o café teve na América do Sul (Brasil e Colômbia) o seu habitat ideal. A seringueira, made in Brazil, encontrou o seu paraíso lá pros lados da Malásia. E o cajueiro? Bem, a história também não é muito diferente. Genuinamente brasileira, a planta foi levada pelos portugueses para terras de além-mar, encontrando terreno fértil para o seu cultivo na Índia, Vietnã e alguns países da África. Parece, contudo, que a migração começa a ocorrer também no âmbito interno. Algumas regiões brasileiras que antes sequer conheciam um caju, começam a figurar em estatística de produção e consumo. É a nova geografia do cajueiro.

segunda-feira, 3 de abril de 2006

Cenário indiano

A Índia é o maior produtor, processador e exportador mundial de castanha de caju, respondendo por cerca de 60% da oferta mundial de amêndoa de castanha de caju (ACC). O país é o terceiro maior consumidor de ACC, próximo aos Estados Unidos e União Européia, estimando-se que a indústria indiana de castanha empregue cerca de 300.000 pessoas. Os números mostram, portanto, o importante papel que a indústria de castanha desempenha naquele país. Não é à toa que o governo indiano dedica o devido apoio à cajucultura naquele país.

sexta-feira, 31 de março de 2006

Safra Brasil 2006


Dados do IBGE, divulgados na primeira quinzena de março no site da instituição na Internet estimam a safra brasileira de castanha de 2006 em 238.543 toneladas, representando um incremento de 61,13% em relação a safra de 2005 (148.042 toneladas). A previsão de área colhida para 2006 é de 702.905 hectares, significando um incremento de 1,81% em relação a 2005 (690.384 hectares). O rendimento, que foi de 215 kg de castanha por hectare em 2005 foi estimado em 341 kg/ha em 2006.

quarta-feira, 29 de março de 2006

Vietnã (3)

Existem atualmente no Vietnã 350 mil hectares cultivados com cajueiro, localizados principalmente nas províncias costeiras centrais e nas terras altas do centro do país, produzindo 350 mil toneladas de castanha por ano, 12 vezes mais que em 1990. As indústrias processadoras de castanha proporcionam empregos para centenas de milhares de pessoas. O país pretende, até 2010, aumentar a área de 350 mil para 450 mil – 500 mil hectares, com uma estimativa de receita de U$ 700 milhões. Enquanto isso, no Brasil...

segunda-feira, 27 de março de 2006

Vietnã (2)

O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do Vietnã estima que as exportações daquele país em 2005 aumentaram 13,5% em relação a 2004. Os principais mercados são Estados Unidos, Japão, China, Austrália, Inglaterra, Rússia, Itália e Holanda. Com um total de 100 mil toneladas (US$495 milhões) em 2005, o Vietnã assume a condição de segundo maior exportador mundial, vindo após a Índia (120 mil toneladas) e acima do Brasil (47 mil toneladas).

sábado, 25 de março de 2006

Safra no Vietnã


Notícias do Vietnã dão conta que a safra de castanha naquele país teve início, mas as chuvas prolongadas estão afetando de forma negativa a qualidade da matéria prima, contribuindo para um menor preço da amêndoa de castanha de caju. De certo modo, isto serve para frear a tendência observada de queda de preços. Pelo menos momentaneamente.

terça-feira, 21 de março de 2006

Não são iguais

Muita gente faz confusão entre a mosca da fruta que ataca o cajueiro e a que ocorre no meloeiro. O ponto importante a saber é que a mosca branca do cajueiro (Aleurodicus cocois) não ataca o meloeiro, assim como a mosca branca do meloeiro (Bemisia argentifolii Bellows & Perring) não ataca o cajueiro. Os controles químicos, portanto, são específicos.

sábado, 18 de março de 2006

Perdendo terreno


Maior produtor de castanha do Brasil, o Ceará tem feito o que pode para matar essa atividade. Não bastasse a recente recomendação oficial do plantio do cajueiro por sementes, comprometendo (e muito) a produtividade futura dos pomares, o Ceará é o estado que cobra o maior ICMS sobre a venda interestadual de amêndoa de castanha de caju. Uma minifábrica no Ceará, por exemplo, que decidir comercializar amêndoa para São Paulo, pagará 12% de ICMS. A mesma minifábrica, no Rio Grande do Norte ou Piauí, pagará apenas 1,7%. Por essas e por outras é que o estado vem perdendo terreno para os seus principais competidores no agronegócio caju.

quinta-feira, 16 de março de 2006

Mosca branca: melhor monitorar

Notícias vindas do Piauí e divisa do Ceará com Rio Grande Norte, dão conta neste mês de março de um elevado índice de infestação da praga conhecida como Mosca-branca (Aleurodicus cocois), cujo sintoma de ataque é a presença de colônia de insetos envolvidos por secreção pulverulenta branca na face inferior da folha e ocorrência de fumagina na face superior da folhas. O controle químico, na fase inicial, é relativamente fácil, já que a mesma ocorre em reboleiras. Depois, torna-se impraticável principalmente em cajueiro do tipo comum, devido o elevado porte das plantas. O monitoramento frequente é o melhor remédio.

segunda-feira, 13 de março de 2006

Gato por lebre

Grande parte dos novos plantios que ocorrem nos principais estados produtores do Nordeste brasileiro é feita nos meses de março e abril. É nesta hora que o produtor deve ter o cuidado para não comprar mudas de cajueiro de procedência duvidosa. Ao adquirir mudas exigir o atestado de conformidade da mesma e o registro do viveiro no Ministério da Agricultura. Caso contrário poderá estar adquirindo gato por lebre.

sábado, 11 de março de 2006

Calcanhar de Aquiles


O Brasil, através de várias instituições governamentais e privadas está desenvolvendo uma experiência inédita em âmbito mundial no tocante ao processamento de castanha de caju produzida por pequenos cajucultores da região Nordeste: minifábricas e centrais de processamento de castanha. A experiência, além de possibilitar a melhoria da qualidade da matéria prima - calcanhar de aquiles da cajucultura brasileira, abre as portas para que o pequeno produtor, através de associações, possa alcançar o mercado externo. Essa pode ser uma das saídas para recuperar a competitividade da cajucultura nacional. Voltarei ao tema em outra oportunidade.