quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estatísticas do caju no Piauí

Estatísticas da produção de castanha de caju no Piauí, segundo o IBGE:
- Produção: 56.223 t
- Área plantada: 179.395 ha
- Rendimento médio: 313 kg/ha

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PGPAF concede bônus para culturas da agricultura familiar

Agricultores familiares que produzem castanha de caju contam, em fevereiro, com o bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) para os financiamentos dessa cultura. A portaria do PGPAF foi publicada na última sexta-feira (5), no Diário Oficial da União (DOU). Os preços de mercado e o bônus de desconto referem-se ao mês de janeiro de 2010 e têm validade para o período de 10 de fevereiro a 9 de março deste ano.
Alguns produtos da sociobiodiversidade também recebem bônus, neste mês, como o babaçu (52,05% no Maranhão), a borracha natural de extrativismo (71,43% no Pará), a castanha de caju (60% no Tocantins), o pequi (35,48% no Distrito Federal) e a piaçava (43,71% na Bahia), entre outros.
O bônus do PGPAF é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado pela SAF/MDA. A Conab faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF.

PIB cearense

O Produto Interno Bruto (PIB) cearense deverá alcançar um valor próximo a R$ 65,74 bilhões este ano, com o PIB per capita na casa de R$ 7.898,00. O novo valor do PIB estadual representará um crescimento em torno de 8% para a economia do Ceará em 2010, na comparação com o ano anterior, que deve fechar com o indicador estimado em R$ 60,79 bilhões, a preços de mercado.
De acordo com dados elaborados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), o Estado responde pela terceira economia da Região Nordeste e pela 12ª em relação ao Brasil. O PIB cearense é da ordem de R$ 60,79 bilhões. Já a renda per capita atinge R$ 7.385,00. Em 2009, a economia local foi ancorada pelas atividades ligadas aos Serviços (70,2%) e à Indústria (23,6%), com menor participação da Agropecuária (6,2%).
A projeção é de que o Estado alcance 85.901 hectares de área cultivada este ano - 8,7% a mais do que em 2006 -, gerando uma produção de 2,849 mil toneladas - um incremento de 22,8% sobre a gestão anterior. A previsão é de que a agricultura irrigada gere R$ 1,096 bilhão em Valor Bruto da Produção (VBP) - 41,7% a mais do que em 2006, com 60.675 empregos. As exportações deste segmento são projetadas em US$ 151,8 milhões - 153,2% superior, na mesma base.
Os principais produtos do agronegócio cearense hoje são: castanha de caju, peles e couros, frutas, lagosta, cera de carnaúba, sucos de frutas, mel de abelhas, flores, camarões, LCC, pescado e hortaliças. (Fonte: DN)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Cajucultura no Vietnã (2)

Atualmente, o Vietnã tem uma área total cultivada com cajueiro de 450.000 ha e cerca de 200 fábricas de transformação. O país é o maior produtor do mundial e o maior exportador de cACC, com produção anual de cerca de 600.000 toneladas de castanha. Apesar da crise econômica mundial, o país exportou 177.000 toneladas de ACC no ano passado, um aumento de 7 % sobre 2008. As receitas com a exportação do caju tem aumentado constantemente nos últimos anos, de 504 milhões dólares em 2006 para US$ 651 milhões, 920 milhões dólares e US $ 850 milhões em anos subsequentes. A meta da indústria é de US $ 1,2 bilhões este ano, com a exportação de 170,000-180,000 toneladas de ACC.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cajucultura no Vietnã (I)

O primeiro Festival de Caju do Vietnã será realizado em março próximo (20 a 23) e pretende consagrar a posição do Vietnã como o maior exportador mundial e popularizar ainda mais seus produtos nos mercados internacionais. O festival será realizado no sul da província de Binh Phuoc, o maior produtor nacional de castanha de caju. Bui Van Thach, vice-presidente do Comité organizador disse que o festival também oferecerá a oportunidade de compartilhar experiências na aplicação de avanços científicos e tecnológicos de cultivo e processamento de caju. Atualmente, o país tem uma área total de cultivo de caju de 450.000 ha e cerca de 200 fábricas de transformação.
Além disso, ocorrerão dois seminários - um sobre a construção de estratégias para a indústria do Vietnã e o outro sobre o desenvolvimento de uma marca nacional. Durante o evento serão entregues 200.000 mudas de cajueiro pelo governo vietnamita. O governo deve destinar mais terras para o cultivo de caju e oferecer políticas de crédito preferencial para ajudar os produtores de caju e aos processadores para manter sua posição de liderança no mercado mundial.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Coopercaju participa da BioFach 2010

Pelo oitavo ano consecutivo, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apóia a participação de agricultores familiares na BioFach, a maior feira de negócios do setor orgânico internacional. Ela será realizada na cidade de Nuremberg, na Alemanha, de 17 a 20 de fevereiro deste ano.
Para a representante da Cooperativa dos Beneficiadores Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte (Coopercaju), Rafaela Borges, participar de uma feira fora do Brasil é uma boa oportunidade para conhecer o mercado externo. A Cooperativa, situada na região da Serra do Mel, no Nordeste brasileiro, participará pela segunda vez da BioFach. “Hoje a gente está entrando em uma grande rede de supermercados na Itália”, conta.
Desde 2003, o MDA já apoiou a participação de 40 cooperativas e associações de agricultores familiares de 15 estados brasileiros, o que propiciou negócios da ordem de U$ 16 milhões para cerca de 15 mil famílias.




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Safra de caju em Moçambique deve chegar a 95 mil t

O Instituto Nacional do Caju (Incaju) de Moçambique mantém a previsão de 95 mil toneladas para a comercialização de caju na presente safra, segundo o jornal Notícias, de Maputo. O diário cita uma fonte da instituição para adiantar que até a primeira quinzena de janeiro foram comercializadas em todo o país cerca de 71400 toneladas de castanha, o que representa 75% do previsto.
Dados disponíveis indicam que as quantidades a serem comercializadas este ano, apesar de estarem ligeiramente abaixo das antecipadas 100 mil toneladas, representam um crescimento relativamente ao ano passado quando foram comercializadas 64150 toneladas. Uma combinação de fatores, como o clima, o sucesso verificado nas campanhas de pulverização e replantio de novas mudas e ainda os recentes dados sobre o abrandamento da crise financeira mundial, emprestam novo alento para as partes intervenientes na safra atual.
Movimentando mais de um milhão de famílias, algumas das quais tendo na castanha a única fonte de rendimento, a área do caju, apesar da baixa expressão a nível mundial, apresenta-se como um dos setores estratégicos para Moçambique. Em termos globais, estima-se que a indústria nacional tenha capacidade para processar entre 25 mil e 30 mil toneladas de castanha, enquanto que outras 25 mil a 30 mil toneladas serão exportadas in natura e as restantes processadas pela indústria informal e ou exportadas ilegalmente.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cajucultura baiana

Com o status de ser uma relevante fonte de renda na região nordeste da Bahia, a cajucultura tem se destacado como uma das mais importantes atividades desenvolvidas pelos agricultores familiares, principalmente no município de Ribeira do Pombal, que já é conhecido como a capital baiana do caju. A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), por meio da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A (Ebda), intensificou seus investimentos em pesquisas e assistência técnica aos cajucultores, naquela região.
Dentre as metas traçadas para a cajucultura no ano de 2010, a Ebda tem projetado o desenvolvimento de pesquisas, nos laboratórios da empresa, visando a análise das pragas do cajueiro, zoneamento da cultura, levantamentos e diagnósticos na região e a implantação de sistemas de manejo para o caju anão precoce. Na área de serviços, a empresa trabalha com a produção de mudas de qualidade superior, que são disponibilizadas com valores subsidiados para o melhoramento das áreas dos agricultores familiares em todo o estado, além de intensificar o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) aos pomares da região.
A expectativa da empresa, para este ano, é produzir 70 mil mudas, para atender à demanda dos agricultores familiares envolvidos em programas e projetos relacionados à cadeia produtiva do caju, a exemplo dos cooperados da Cooperativa de Cajucultores Familiares da Região Nordeste da Bahia (Cooperacaju).
A Ebda tem direcionado sua atenção ao cajueiro anão precoce, que tem como características peculiares seu porte baixo, produção a partir do segundo ano, alta produtividade e qualidade dos frutos. Só em 2009, a Ebda produziu aproximadamente 20 mil mudas de cajueiro anão precoce, sendo que mais de 11 mil mudas foram comercializadas e o restante utilizadas nos trabalhos de pesquisas e unidades de demonstração, no estado.